BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Chego em seu apartamento e a encontro com um traje diferente do habitual. Ela veste um body vermelho, bem contrastante com sua pele branquinha. Ela me entrega uma toalha e me dá um beijo gostoso, um ótimo prenúncio do que viria. Volto correndo para o quarto depois do disjuntor do chuveiro desarmar, vestido de volta com minha calça.
— Tá vestido ainda por quê?
— Tá frio, pô!
— Você vai ter que tirar isso, né?
— Tá bom...
Arranco a calça e ela ri.
Nossa química cada vez mais explosiva
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Nos jogamos na cama e logo arranco sua lingerie. Preciso explorar seu corpo – e eu me aproveito de já conhecê-lo de cabo a rabo. Acho que já sei que pontos tocar e como tocar. Quando chupo sua ppkinha, a resposta de seu corpo é magnifíca. Seus movimentos, suas falas, seus gemidos, sua respiração. Eu sigo a trilha que ela me mostra, em busca do seu próprio orgasmo.
Não me aguento e me preparo para penetrá-la. Angel me aperta, puxa meus poucos cabelos, morde meu rosto. Enquanto transamos, olho no olho, ela repetidamente puxa meu rosto para me beijar. Sua língua explora minha boca, ansiosa e sedenta. Ela me encara e pede: "Dan, quero ir por cima!" Me viro na cama e ela vem se sentar em mim. A excitação é tamanha que em menos de 2 minutos ela anuncia o gozo e se joga sobre mim, tremendo. Eu a abraço, acaricio suas costas e ela se arrepia toda.
Angel se levanta, tira a minha camisinha e me chupa com sua boquinha. Ainda tremendo, ela me olha e diz:
— Ai, Dan... Acho que ainda tô gozando...
— Angel, eu preciso gozar também!
Nova camisinha, ela fica de quatro e eu a como. Depois, a coloco de bruços, enfio com vontade até gozar. Com meu pau ainda duro, Angel me pede que eu não saia, que eu ainda fique mais um pouco dentro dela, me mexendo.
Saio, caímos um lado do outro e ficamos abraçadinhos, nos beijando. Catuco a minha necessaire e pego a venda. Só que a coloco nos meus olhos e me deito, deixando-me inteiro à disposição da minha Anjinha. É a vez dela explorar o meu corpo. A falta de visão me amplifica os outros sentidos: o cheiro do perfume de Angel quando ela esfrega seu pescoço em meu rosto; o som de sua respiração ofegante próxima ao meu ouvido; a sensação na minha pele de suas unhas passeando pelo meu peito; o gosto de sua boca quando ela me beija. Ela mordisca meus mamilos e imediatamente meu pau reage. Ela o pega e o envolve com sua boca. A mim só resta delirar.
— Diz pra eu te vendar, faz cara de mistério... Tira essa camisa que eu não quero você sério
Depois dessa sessão de tortura gostosa, Angel merece sua dose de atenção. Eu a chupo mais e mais, com total atenção e dedicação, sem desistir até que ela goza gostoso em minhas mãos. Educadamente, pergunto se eu posso comê-la de novo ou se devo esperar um pouco pela sua recuperação. Compadecida de mim e da minha situação – eu ali, de pau duro na mão, carinha de cachorro pidão –, ela diz que eu posso sim me aproveitar de seu corpinho. Transamos comigo por cima dela, até que eu também atinjo o orgasmo.
Abraçadinhos novamente, Angel me beijando sem parar, ainda consigo arrumar tempo e força, tirada não sei de onde, para gozar numa punheta, ejaculando sobre seu seio esquerdo (sim, às vezes sou bem detalhista). Ela para, olha para o peito gozado, me olha fundo do olho e diz com uma voz safadinha e rindo:
— Ah!... Veio pouquinho... Também, já tirei tudo de você!
Me arrumo e me despeço de Angel, já pensando no 20º, no 30º encontro...
