https://www.gparena.net/social-feed-user.php?id=17974
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Indo ao que interessa, pensei cá comigo: fico assistindo a Cazé TV, ou “entro em campo para bater com minhas bolinhas?” Bom este relato (sintético, eu juro) já entrega a opção exercida. Pensei comigo: preciso reestabelecer uma certa Ordem Mundial (já diria Caetano Veloso) ...minhas últimas pegações haviam sido duplas e trio (niver da Lunna) a apesar da loucura total que os eventos surtiram, sempre é “muita informação”, e assim pensei que era um bom momento para um back to the roots e fazer um solo com a Lana, e “pagar” o que não fiz com ela nas últimas empreitadas rsrsrs.
Até pensávamos em uma dupla inédita, mas a safra de férias das meninas está chegando, opções não batendo, enfim. Bom, mandei mensagem para ela marcando, com um singelo “Dessa vez vais me aturar sozinha rsrs”. E ela retruca: “É para te esperar com alguma fantasia, algo especial?” e respondo “Surpreenda-me e me provoque”; a danada devolve um “Vou pensar”. Ou seja, risquei um fósforo e joguei na gasolina...
Chega o dia, ok para subir, levo uns mimos e uma coisinha para a gente beliscar, chego à porta que se abre lentamente; entro e junto com a porta fechando surge uma aloirada Deusa Dourada num look inédito. Na largada difícil de decifrar, pois Lana avança em mim feito uma locomotiva sem freios e me cata com aquele beijo-arranca-pulmão e me envolve nos seus braços. Galera, como fugir disso? Jamais. Ficamos num amasso em pé, até que me afastei um pouco e olhei a roupa. As fotos dizem tudo, mas vale o destaque do ao vivo e em cores: Um vestido curto mais que revelador – sem lingerie nenhuma por baixo – provocante, feito da combinação de tramas e fios dourados entrelaçados, cujo espaçamento entre as cordinhas revelava aquele corpo maravilhoso que a Musa Paraense tem, com o erótico requinte de cobrir as partes mais desejadas; e tudo isso com costas e coxas à mostra, tudo milimetricamente colado nas formas da Laninha. PQP!!! E confesso: essa roupa rivalizou com os vestidinhos “pretinho básico” que ela já usou comigo, os meus favoritos. Sim ela cumpriu a promessa: Me surpreendeu...
Fomos para o sofá, nem tinha tirado minha roupa e eu já estava em cima dela, feito um namorado que aproveita a ausência da mãe da gata. À meia-luz, momento muito sensorial, pois cheiros, beijos, nuca e mãos começaram a explorar-se entre si, como se vida própria tivessem. Mas respeito em primeiro lugar: fui para a ducha, e voltei no padrão-Lana de higiene corporal. Perfume reposto, fomos para o ritual dos mimos, e estouro do espumante. Brinde, e lá vem ela comum beijo alucinado, intercalado com o sabor da Chandon. Não demorou voltamos para o sofá, e falei com ela “Hoje, sem pressa”, e comecei a beijar suas pernas e a comê-la com os olhos enquanto chupava os pés, subindo para as pernas e coxas. O tal vestido era fantástico, pois permitia mãos-bobas em todos os lugares e revelar o corpo com o deslizar dos fios, criando uma atração única.
Não a despi, e pelo contrário, minhas mãos exploravam cada parte da Lana, enquanto eu já busco a sua flor e acariciava seus seios Acho que fiquei meia hora só nela, Lana gemia, gozava, me xingava, puxava minha cabeça contra sua xana, pedia mais língua, arrancava meus cabelos, Ela entregue no sofá e eu ajoelhado sugando cada gota do mel paraense. Eu estava embriagado, com minha língua brincando desde trás até a “castanhazinha” . E até ficaria mais tempo lá não fosse uma fala, estilo Lana-sendo-Lana: “Caralho, Tu não enjoas de rã ???” referindo-se à priminha da perereca. Eu rio, e mal tento levantar-se, a safada vem e sussurra “Agora eu quero comer cobra, tô com fome da sua cobra, saudade da sua cobra, quero sua cobra em mim” ....
Levantamos correndo, beirinha da cama, o espelho tratou de nos incendiar ainda mais, viramos as taças, eu fico de joelhos e Lana cumpre promessa e “engole a cobra”. Acho que o espumante fez as vezes de Red Bull, pois a Lana alucinou, me prendeu com a boca, eu de joelhos no colchão e ela serpenteava toda a cama. Fiquei muito duro, a safada me chupando ao mesmo tempo que me encarava debaixo para cima com um olhar tesudo demais, rodando a língua na minha cabeça. Pedi a borracha. Roupa de mergulho posta, desloco apenas a parte de cima da roupa, me atraco nos seios, abraço ela com força, e começo a deitá-la de bruços para ver aqueles cabelos, as costas nuas, e o resto de vestido que tentava sem sucesso cobrir as coxas, e que tratei de subir, de forma a que ela desta vez não ficasse nua. Queria tê-la seminua, e assim me encaixo vagarosamente dentro da Lana, bem lentamente, cheiro aquela nuca, sussurro sacanagens para ela, e com ela de bruços fui aumentando o ritmo, mordisquei as costas, ela ficou ofegante e começava a gemer e pedir mais, me xingava de tudo, me pedia para comer a paraense, e eu acelerei nas estocadas, fiquei um bom tempo me segurando, até que Lana arqueou o quadril, empinou-se ainda mais contra mim, ela fala “ mete tudo em mim” e fui ainda mais fundo nela...resultado: Enchi a borracha com vontade, e urrei muitas vezes, repousando meu corpo no dela, cheirando aquele pescoço e nuca que me enlouquecem, e ainda mexendo dentro dela enquanto o meu amigão voltava a ser amiguinho. Foi muito bom, e encerrado com ela se virando, me abraçando e me beijando, ambos ofegantes.
Hora de repor energia, chega o momento de elogiar o serviço de mesa de extremo bom gosto que Lana disponibilizou: cortês e muito elegante, com pastinha, queijos e bolachinhas, e fomos descendo mais Chandon. Destaque para 3 opções de bolinhos que a ela ofertou (comi minha cota com um café mais tarde, antes de partir). Lana, uma Lady cativante. Ah, e com uma sutileza: a gata estava com frio e aceitou minha oferta de vesti-la com meu blazer...não preciso dizer que o cheiro dela está nele até hoje. E vai ficar.
Conversamos bastante durante nosso tempo, papo descontraído, papo cabeça, papo sobre o futuro.... Esse é outro diferencial dessa mulher: inteligência, foco e pragmatismo. Três componentes que na minha opinião formam o DNA Lana Flowers. Falo isso para ela de forma elogiosa: como ela consegue ter, na mesma essência, uma fêmea tão ativa e provocante lado a lado com uma persona focada e que sabe o que quer e aonde quer chegar. Com Lana a conversa inteligente é mais que garantida.
Bom, Chandon nas últimas, enchemos as taças, ela me olha de forma safada, cama, taças na mesinha para não quebrar, e ela em convida para um 69 daqueles. Nota: cheia de alegria fala “tô bêbada”, gargalhando. E engole meu melhor amigo, e se posiciona para que eu pudesse ter a sua flor na minha boca. Logo começo a sentir o gozo dela escorrendo em mim, sua mamada que liberava uns gemidos, eu duraço escuto ela falar “Me come daquele jeito que eu uso o Rosildo” (ou seja, ela de costas na cama, pernas nos meus ombros, etc).
Dito e feito, ela pega o colega, se ajeita, eu a penetro fácil de tão molhada e excitada que ela estava, meto de forma muito vagarosa para que ela curtisse a vibe & o vibro. Não demorou muito ela começa a gemer, xinga o mundo, remexe olhos e torce o pescoço num gozo que veio forte; logo ela joga o Rosildo de lado (missão cumprida). Acabou? Só que não...
Eu ainda estava dentro dela, muito animado, ela por baixo de mim, e foi olhos nos olhos, nem precisou pedir: ajeitei as pernas dela, deitei por cima dela, peito com peitos, e mandei bala nela, numa meteção com apertos que não sei quanto tempo levou; mas, foi tão bom que o que me marcou dessa vez foi como a Alma de Onça “baixou” no meio do enrosco, pois ela me arranhava as costas com vontade, descia a mão na minha bunda , apertava, me trazia para dentro dela, tudo junto enquanto a gente se enroscava um no pescoço do outro, uma gritaria só. Orgasmos para ela, um gozo forte do pouco que me sobrou para jorrar. Depois, uns 5 minutinhos agarrados, ela com frio.
Hora de partir, higiene feita, vem o cafezinho do qual falei antes (matei os bolinhos). Formalidades cumpridas, me despeço da Musa Dourada que apareceu para mim.
Lana, arrisco a dizer que desta vez foi “+ Q D+” . Acho que por não ter sido nem dupla nem trio, fez com que o nosso foco, atenção, atitude e tesão ficasse canalizado em nós. Adorei.
Para quem não a conhece, não ache que ela só uma Gata, Rainha do Feed. Lana é articula, perspicaz, sagaz e uma simpatia só, talvez única. Uma espontaneidade que, de tão sapeca beira o infantil, ora emerge na melhor versão de Femme Fatale que existe por aqui. Laninha, grato por me aturar e por fazer acontecer.
E, novamente, para quem não a conhece, não há espaço igual ao dela. Super bem cuidado e aconchegante; como costumo a dizer, para mim é um PARÁ-iso, e com direito a uma Deusa do Norte.
Até a próxima.