24 de Junho de 2026 às 09:12
BELLA CROSS
https://fatalmodel.com/acompanhante/3117112/bella-cross
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Eu vinha cansado daquela rotina de procurar companhia paga. Cansado do gasto, do deslocamento, do vazio depois. Era como jogar dinheiro num buraco que nunca enchia. A vontade era sempre maior que a grana disponível para isso. E a frustração também.
O GP Arena ajuda a evitar as armadilhas. Em muitas vezes nos livram das “ratas”, como são conhecidas. Mas o homem é um bicho insatisfeito. Eu também sou. Vasculhava outros sites, como quem procura uma saída, ou um milagre. Foi assim que encontrei o perfil dela.

Bella Cross

Foi vasculhando o site da Fatal Models que eu achei o perfil da Bella. Fotos e vídeos me deixaram vidrados naquele corpo esguio e malhado. O rosto ainda uma incógnita, mas uma coisa mexeu forte comigo. Um vídeo no carro: ela dirigindo, puxando a saia de um lado para o outro, como quem brinca com o perigo. Não mostrava nada demais, mas sugeria tudo. E sugestão, às vezes, é mais poderosa que o explícito.

O problema era o preço. Um pouco acima do que eu podia pagar. E ela não tinha local. A logística matava qualquer impulso.

Até que, no fim de maio, uma semana depois do meu aniversário, apareceu o anúncio: “Atendo em Copacabana. Valores especiais para pernoite.”

Parecia coincidência demais. Ou destino demais. Resolvi me dar de presente.
Mandei mensagem cedo. A resposta veio rápida, simpática, quase íntima. Ela explicou que era a primeira vez que atendia com local próprio e precisava fechar um número mínimo de clientes para garantir que o investimento em um local de atendimento valeria a pena. Falou do jeito de trabalhar, mandou áudios de um cliente elogiando. Parecia segura, profissional, mas ao mesmo tempo informal.

No dia seguinte, ela confirmou: tinha fechado a quantidade necessária. Marcamos o pernoite de quinta para sexta. Oito horas. Das dez da noite às seis da manhã.

O dia demorou a passar. Eu tentava trabalhar, mas a cabeça voltava para as fotos, para o vídeo no carro, para a ideia de finalmente encontrá-la. Ela mandou algumas mensagens durante o dia, perguntando preferências, tentando entender o tipo de companhia que eu buscava. Havia algo cuidadoso ali, quase metódico.

À noite, quando avisei que estava saindo de casa, ela perguntou como eu queria que estivesse vestida. Escolhi um vestido preto. Simples. Direto. Ela disse que ficava bem nela.
Cheguei ao local. Copacabana tem aquele cheiro de mar misturado com cansaço humano. O prédio era antigo, mas limpo. Ela abriu a porta. E era mais bonita do que nas fotos.

Não uma beleza de revista. Uma beleza real, urbana, com algo de vulnerável e algo de perigoso. O vestido preto contrastava com a pele clara. O corpo firme, atlético. O rosto, esse sim surpreendia positivamente.
Conversamos um pouco. Ela tinha preparado o ambiente com luz baixa e música suave. Nada exagerado. Só o suficiente para criar uma bolha onde o resto do mundo não entrava.
Depois de alguns minutos, ela se aproximou e a gente começou a se beijar. Bella vestindo o já mencionado vestido preto sobe em cima de mim e quando eu passei a mão no corpo dela percebi que ela estava sem calcinha. Essa montada que ela deu e os movimentos intensos fez com que com ela ficasse roçando sua buceta encima na calça que eu vestia e a minha rola quase estourando o zíper tamanha a excitação.

Quando mudamos de posição, pude perceber que minha calça estava extremamente encharcada pelos abundantes fluidos de Bella e em seguida em questão de segundos tiramos todas as roupas. Ter a visão da Bella ajoelhada na minha frente é uma coisa que vai me excitar por muitos anos. E assim estava ela, chupando e batendo a minha rola na cara dela com uma baita cara de safada. Para evitar que eu gozasse naquele momento, pedi a ela que me deixasse chupá-la e comecei a degustar aquela buceta lisinha e deliciosa com um grelo já bastante intumescido.
Já nessa vez consegui arrancar o primeiro de muitos orgasmos da noite e minha boca ficou lambuzada do mel que ela produzia. Depois dessa primeira gozada não tinha outra coisa a ser feita se não encapar o pau e partir para dentro daquela delícia. O encaixe com a Bella foi perfeito, minha pica entrava apertada nela e sentir aquela buceta quente e molhada era uma das coisas mais gostosas que já senti. Fizemos várias posições e o espelho que tinha perto da cama mostrava a mulher gostosa que estava comendo e se não fosse isso talvez poderia achar que era um sonho. Após o primeiro round ainda veio uma série de “cárdios” intensos porque a Bella tem um folego de atleta.
A Bella tem boas ideias de posições e ela sugeriu que eu a comesse de pé com ela sentada em uma espécie de penteadeira que tinha no quarto. Só de pensar nessa posição já fico emocionado. Já era meio tarde e nos deitamos para recuperar o folego na cama e acabamos adormecendo.
O cansaço era tanto que dormimos pesado e quando acordamos já era umas 5 da manhã. Acordei com ela encostada em mim. O quarto ainda escuro. O corpo dela quente. A respiração calma. Havia algo quase doméstico naquela cena, e isso me pegou desprevenido. Ela abriu os olhos devagar, sorriu com um canto da boca. Não era um sorriso profissional. Era humano. Me deu uma vontade irresistível de beijá-la e enquanto eu a beijava minha mão deslizou para entre suas pernas e já senti o quanto estava molhada. Que safada! Resolvi não perder mais tempo e só foi o tempo de pegar a camisinha e sentir novamente aquela buceta apertada e encharcada. Acho que fudemos durante quase uma hora nessa transa matinal e sinceramente a minha vontade era de permanecer lá por toda a manhã.

Foi uma noite inesquecível e uma surpresa e tanto em achar tamanho encaixe assim de primeira. Quando saí do apartamento, o sol de Copacabana bateu no meu rosto como um tapa. A cidade voltava a existir. O barulho dos ônibus, o cheiro de padaria, o movimento das pessoas. Tudo igual. Mas eu não estava igual.

Bella tinha confirmado o que eu já suspeitava: existe um tipo de encontro que não se compra. Só acontece. E quando acontece, muda alguma coisa, mesmo que ninguém saiba exatamente o quê.