BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
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I. Estava sozinho no meu gélido escritório, confesso que adoro esse clima frio, mas gosto ainda mais de alguém pra se aquecer comigo e a escolhida foi Vitória. Fiz contato, ela podia me ver e eu encerrei meu expediente.
II. Cheguei até antes da hora, estava ansioso para revê-la, e fui muito bem recebido como sempre. Fui tomar banho pra ficar perfeito pra ela — ela se assustou que mesmo quando está frio eu não consigo tomar banho quente kkkkk.
III. Entrei no quarto e ela aqueceu o ambiente antes mesmo de eu tocar a pele. Fui recebido com beijos intensos, como se cada um deles tivesse guardado o tempo que passamos longe. Ela se deitou sobre mim, o corpo macio e quente, e ficamos ali — ela me beijando por um longo tempo, como se o frio lá fora não existisse, como se o mundo inteiro coubesse naquele instante. Os beijos foram ficando mais profundos, a respiração mais pesada, e o clima foi fervendo devagar, até que ela desceu e me chupou com uma entrega que fez o quarto inteiro pegar fogo.
IV. Então comecei a comê-la de frente, e foi muito intenso — sentir seu corpo todo, cada curva, cada arrepio. Ela me abraçava bem forte, como se não quisesse me soltar nunca, e eu retribuía enquanto a comia, alternando entre beijos profundos e carícias nos seios, sentindo cada reação dela no meu corpo. O frio lá fora já não existia mais, só nós dois e aquele ritmo que ia ficando mais quente a cada segundo.
V. Depois a virei de quatro, e o ar pareceu rarear. Seu corpo se entregava em cada curva exposta, e eu senti uma urgência que vinha da alma. Imobilizei seus braços com firmeza, segurando-a como quem segura um segredo que não quer perder, e a comi mais forte, como se o tempo fosse acabar. Cada movimento era um misto de desejo e devoção — até que o corpo não aguentou mais a tensão, e gozei pela primeira vez, num misto de alívio e delírio.
VI. Depois ficamos agarradinhos, o corpo ainda quente, a respiração voltando aos poucos. Ficamos conversando, rindo baixo, curtindo aquele momento gostoso de prosa e pele colada. Mas não demorou muito — o clima foi esquentando de novo, primeiro com um olhar, depois com um beijo mais demorado, até que ela desceu e me chupou de novo, reacendendo o fogo que mal tinha se apagado.
VII. Como o tempo estava acabando, eu sabia que a próxima precisava valer por tudo. A comi novamente de frente, olho no olho, e cada estocada era mais profunda que a anterior. Eu sentia cada contração dela, cada arranhão nas minhas costas, cada gemido abafado no meu ouvido. O corpo pedia, o instinto mandava, e eu fui fundo, sem pressa mas com tudo, até gozar com uma intensidade que fez o quarto inteiro tremer junto com a gente.
VIII. No final, Vitória foi fantástica. Muito gostoso passar a tarde com ela — o sexo, a companhia, o papo. Tudo encaixou como tinha que ser. Acabei exausto e feliz, com as pernas ainda bambas e um sorriso bobo no rosto. Fui tomar um café forte pra recuperar as energias e segui destino, levando comigo o calor daquela tarde mesmo depois de ter ido embora.