03 de Julho de 2026 às 20:04
ALICE DURANT
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Bom dia, boa tarde, ou boa noite a vós. Sobrevivi a mais um semestre na faculdade com apenas duas baixas, meu português (estou trocando “g” por “j” o tempo todo, isso é só um dos exemplos) e minha memória que fritou. Ambos dilacerados pelas listas de exercícios que resolvi repetidamente no último mês para fugir das prova finais em busca de férias. (Ainda não sei se deu certo)

Para comemorar a (potencial) saída desse calvário, resolvi marcar uma horinha com a Alice, uma moça da qual os relatos só têm elogios e que eu tinha interesse a um bom e longo tempo, mas nunca criei coragem por algum motivo.

Mandei uma mensagem para ela no dia anterior ao atendimento e fui respondido um tempinho depois sem maiores problemas.

Seu local fica no RB 156, então precisa se cadastrar para entrar. O AP é espaçoso e a ducha é uma das mais poderosas que já vi.

Durant me recebeu com um breve comprimento, que durou apenas tempo o bastante para eu entrar e ela fechar a porta, e atacou meus lábios antes que eu pudesse completar qualquer raciocínio.

A Alice é uma branquinha de cabelos negros que contrastam bem com a pele, altura média, corpo com as curvas certas dos tamanhos certos e tem uma fome por beijos que beira a gula. Quero deixar registrado logo também que ela sabe fazer o estilo namoradinha com maestria e que as fotos e os relatos dão uma boa ideia, mas não fazem jus a Durant ao vivo e em cores.

Trocamos mais algumas palavras entre beijos antes de eu ir para o chuveiro com minha toalha ensacada.

Quando sai, ela estava me esperando deitada na cama. Quase fiquei ali observando a pintura. Quando me aproximei ela ficou de joelhos na borda do colchão, com os braços envolvendo meus ombros, olhos na altura dos meus. Trocamos algumas beijocas enquanto ainda conversa para quebrar o gelo e deixar nosso primeiro encontro mais descontraído.

Depois de rirmos mais um pouco, ela começou a me beijar a sério. Minhas mãos percorreram o corpo dela enquanto o garotão lá em baixo já a cutucava na barriga. Passamos um tempo nesse amasso até ela descer até a altura da minha cintura para brincar com minha outra cabeça empinando a bunda no processo. Pude ter a visão divina que nosso confrade Mítico nos trouxe em seu relato alguns dias antes deste meu e fiquei sem palavras (ainda estou).

Depois de resistir de alguma forma a um boquete fenomenal, muito mais por culpa da falta de sono do que autocontrole, nós deitamos, ela tirando a parte de cima da roupa e eu caindo sem hesitação nos seus seios.

Continuamos a namoricar. Fui beijando sua boca, seu pescoço, fazendo uma trilha até as suas coxas até finalmente tirar sua calcinha vermelha e me enfiar entre as pernas dela.

Minha língua dançou naquele palco liso e cheiroso entre suas pernas. Degustei-a enquanto monitorava suas reações. Senti seu rebolar suave quando as coisas ficaram mais quentes, suas coxas se mexerem ao lado de minhas orelhas, vi sua respiração travar nos picos de prazer, ouvi seus gemidos provocantes. Se ela gozou eu não sei, para falar a verdade eu sou um péssimo observador e não tive culhão de perguntar, mas os dois momentos em que suas mãos agarraram minha cabeça foram excelentes para minha autoconfiança.

Emendamos um 69, onde pude ver de perto o quão molhada ela estava. Depois de passar por essa segunda prova de resistência, ao deixá-la brincar com o meu soldado, e com as preliminares bem feitas, encapamos o combatente e demos início com ela por cima. Enquanto Durant se ajeitava eu pude melhor apreciar que, apesar de ela ser branquinha, sua pele tem marcas de biquíni. Alice colou o corpo no meu enquanto rebolava. Os nossos quadris se mexeram, mas o resto continuou agarradinho, com beijos na boca até o pescoço, sussurros e gemidos no pé da orelha. Mesmo depois que gozei, ela continuou em meus braços.

Conversamos um pouco antes de eu ir fazer a higiene e mais outro pouco quando voltei, sempre coladinha, me acariciando, no mais perfeito estilo namoradinha.

Não tardou para ela ir terminar de acordar meu combatente para irmos ao round 2. Dessa vez falei para que ela ficasse de bruços enquanto eu a pegava. Mesmo nessa posição ela gosta de beijar entre as respirações mais ofegantes e os gemidos. Eu já disse quão excitante é o gemido dela? Acho que sim, mas deixo aqui registrado de qualquer forma.

Mudamos para de quatro. Cadenciei em um primeiro momento enquanto apreciava suas costas, ombros, cintura e bunda além daquela marquinha de bronze (Pode ser chamada de bronze se não é morena?). Logo aumentei o pouco o ritmo, peguei-a mais firme e ela respondeu com safadezas. Com todos estes estímulos visuais, auditórios e táteis eu já estava em uma batalha de atrito na qual o equilíbrio era tênue. Então Durant se arqueou um pouco e sua buceta, que é uma delícia, se tornou irresistível. O equilíbrio se perdeu. A batalha mudou de rumo em segundos. Nenhuma estratégia de Su Tzu nem um tratado de Clausewitz levariam a vitória mais rápida e acachapante.

Fui tomar banho só quando o coração se acalmou e voltei para a cama, para os braços dela. Gastei estes últimos minutos ali. Ela me ofereceu água e eu aceitei. Enquanto ela caminhava para pegar a caneca de costas para mim, eu quase me perdi no balançar daquela cintura e no vermelho daquela calcinha.

Fui me arrumar, fiz o pagamento e começamos a nos despedir. Chegando na porta, eu não ganhei mais um beijo, mas sim três. Três para dar sorte, disse ela. Eu agradeço esse presente final, porque com sorte o bastante talvez eu não tenha mais que ver uma lista de exercícios pelo resto da minha vida, ou, sendo mais realista, pelo menos até o semestre que vem.

Encontro fantástico. Repeteco garantido. Sempre que quiserem uma namoradinha, indico Alice Durant, a Branca de Neve.

(Erros de português ou frase sem sentido são culpa do meu cérebro frito)