BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
A Carol é uma mina muito da hora. Algumas semanas atrás, ela já havia me feito um atendimento excelente em um local na Avenida Brasil, perto do Top Kap. Ao me ver, ela olhou e sorriu, mas não veio direto na minha direção.
Minutos depois, senti vontade de ir ao banheiro. Na saída, quem estava lá? Ela mesma. A Carol me perguntou se eu estava acompanhado e eu disse que estava com alguns amigos. Ela brincou: "Ah, então a gente já pode se abraçar, né?". Eu, lógico, aceitei na hora. Naquele momento, já pensei: "Vou abandonar os amigos e partir", mas acabei apresentando ela aos colegas que estavam comigo. Ela perguntou se podia chamar mais duas amigas que estavam com ela. Elas se apresentaram e ali começou a nossa saga da noite.
Logo em seguida, um amigo me perguntou discretamente sobre a procedência das meninas. Chamei a Carol e pedi para ela mesma explicar. Meu amigo ficou super feliz quando ela disparou: "Estamos na pista para rolo!". Ele se interessou imediatamente por uma das amigas dela, a Danda — uma morena linda, educada e muito cheirosa.
Depois de um tempo, alguns conhecidos decidiram ir embora. Ficamos apenas eu e mais dois amigos; com as três meninas, formamos três casais certinhos. Um dos meus amigos disse que ia sair com duas das meninas, e o outro resolveu ir junto. A Carol me olhou, e eu mandei: "Você vem comigo, porque eu moro em uma direção e eles vão para outra". Ela concordou na hora. As amigas dela também apoiaram, já que iam para o mesmo rumo dos meus amigos. Subimos na moto (eu só tinha um capacete) e fomos direto para o Top Kap. No caminho, ela vinha rindo e brincando: "Será que vamos pegar o mesmo quarto de antes?". Acabou que pegamos o quarto logo ao lado.
Mal entramos e o clima esquentou: já começamos a nos pegar na escada, em um enrosco danado. A Carol disse que não queria transar do jeito que estava; queria tomar uma ducha primeiro para "tirar a energia do bar". Saímos da garagem e subimos para o banheiro.
Lá no chuveiro, começou a primeira sessão de sexo anal. Com as mãos apoiadas na parede e a cabeça debaixo d'água, o clima pegou fogo. Foram cerca de 20 minutos de um sexo anal intenso, até as pernas de ambos começarem a fraquejar. Fomos para a cama relaxar e rir da loucura. Ligamos por vídeo para os meus amigos e vimos que eles estavam no Motel Champion, se não me engano, ali na altura de Jardim América.
Após muitas risadas e alguns drinks, ela me confessou que, por estar muito calor e pelo fato de eu saber fazer o serviço direitinho sem machucá-la, ela só queria transar por trás aquela noite. Partimos para o segundo round. Ela ficou de quatro na cama e pediu para eu ir com força, pois queria gozar igual à primeira vez. Pediu para xingar, puxar o cabelo e dar tapas. Dei uns tapinhas nas costas dela, mas ela disse que estava fraco. Com um pouco de medo de machucar, aumentei a intensidade e ela curtiu, mas logo quis mudar de posição e ficar por cima. Eu me deitei e ela começou a sentar. O ritmo estava tão forte que em três minutos eu não aguentei. Depois disso, namoramos mais um pouco, conversamos e dormimos juntos.
Pela manhã, acordei com ela me acordando, cheia de tesão. Ela me explicou que sempre fica assim quando bebe gin. Rolou mais um round maravilhoso antes do café. A essa altura, o café da manhã já estava na sala do quarto, pois tinham tocado a campainha e o cheiro bom já invadia o ambiente.Depois dessa transa deliciosa para despertar, comemos. Uma das amigas dela ligou avisando que os meus amigos já tinham acertado tudo com elas e que já estavam a caminho de casa. Conversamos mais um pouco, fiz o acerto com ela, chamamos um Uber e nos despedimos. Foi, sem dúvidas, um sábado muito louco e inesquecível.