13 de Julho de 2026 às 14:39
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM


Havia um compromisso comigo mesmo que eu vinha adiando há meses: retornar àquela terapeuta cuja presença, em um encontro passado, tinha deixado uma marca profunda. A oportunidade, contudo, parecia esquiva, sempre escondida atrás da rotina. Mas a sorte, como gosta de fazer quando menos esperamos, abriu uma fresta. O contato foi feito, o acordo selado e o horário marcado.

No dia escolhido, direcionei meus passos para a rua Luís Leopoldo Fernandes Pinheiro, número 555. O prédio comercial era discreto, daqueles que não precisam de letreiros para que saibamos exatamente onde estamos.

Ao tocar a campainha, fui recebido com um sorriso que dissipou qualquer resquício de hesitação. Ela não apenas se lembrou de mim, como me guiou com uma naturalidade cativante por seu refúgio, um espaço composto por dois quartos silenciosos. O ambiente já estava preparado, impecavelmente limpo, e logo me acomodei na maca.

Entre uma palavra e outra, enquanto nossa conversa flutuava leve, senti o meu corpo começar a ceder à atmosfera de tranquilidade que ela emanava.

Aos poucos, as palavras perderam importância, dando lugar a uma linguagem mais instintiva e sensorial. O relaxamento tornou-se profundo; neste momento eu já havia virado e olhava em direção aos céus, deixando-me levar pelas sensações que despertavam em cada músculo. A partir daí, os toques deixaram de ser apenas relaxantes para se tornarem deliberados, carregados de intenção.

Logo, as barreiras do vestuário desapareceram. O corpo dela nu, em um movimento fluido, passou a explorar o meu. Seus seios se moldavam perfeitamente ao encaixe das minhas mãos e à urgência da minha boca, enquanto nossos beijos se tornavam intensos, famintos.

A entrega total veio à tona com uma exploração mútua de nossas partes íntimas; nossos lábios mapeavam cada região, cada ponto de sensibilidade, em uma troca onde explorar o outro era a única regra. Quando o prazer dela atingiu seu ápice, descemos para o chão, como se o mundo lá fora não mais existisse.

O desfecho encontrou seu ritmo sobre o colchão, com ela em quatro apoios, transformando cada movimento pélvico em um compasso preciso e inebriante. Eu me perdi na visão de sua silhueta e na intensidade de sua entrega, até que, finalmente, sucumbi ao êxtase absoluto, sentindo que aquele adiamento de meses tinha valido cada segundo.