15 de Julho de 2026 às 02:20
JADE
https://espacoterapias.com.br/terapeutas/jade-veena-spa-barra/
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Durante certo período, mediante os status das casas, acompanhei este estonteante representante do segmento feminino através de sua migração por alguns privês, predominantemente, na área da Barra da Tijuca.

Até onde pude parametrizá-la, ao menos em um estabelecimento, além da VEENA SPA, dera-se sua atuação.

Os traços faciais harmônicos, o corpanzil delineado e o estilo refinado da dama me despertara interesse desde a primeira ocasião em que a descobri.


Num ensolarado sábado invernal, após ter me dedicado a treinos rotineiros e, também, recarregar as "baterias solares" corpóreas, desfrutando numa praia carioca, considerei não mais adiar a vontade de conhecê-la.

Através do onipresente app de comunicação instantânea, indaguei sobre quem estaria disponível naquele dia. Dentre outras, estava a JADE. Questionei, ainda, qual seria o derradeiro horário de agendamento aos sábados; visava aproveitar, ao máximo, o calor agradável e regenerador que apenas a mais democrática das diversões da cidade pode proporcionar.

Estando ciente de que o horário limite seria às 17:00, optei pelo mesmo. Simulando o trajeto no app de navegação israelense, pude realizar o caminho sem qualquer óbice, haja vista o tráfego estar fluindo tranquilamente.

Com cerca de 10 minutos de antecedência, estacionava o "cavalo-branco" em frente ao centro empresarial onde se localiza a VEENA SPA.

Como há um posto de combustível do outro lado da rua, caminhei até ele e me "abasteci" com o tradicional energético, tão por mim apreciado, rumando em seguida para o endereço almejado.

O glamuroso centro empresarial, composto de inúmeros blocos, apresenta imponente portão de ferro à entrada, aberto remotamente pelos vigilantes de plantão diante da aproximação de qualquer veículo o qual demonstre intenção de estacionar na porção interna; oferece-se, inclusive, a facilidade do Valet-Parking. Não fora o meu caso.

Indo em direção ao bloco desejado, fui interpelado por um dos funcionários o qual me indagara o destino. Retrucando, tive de aguardar prévia chamada ao privê; obtida a confirmação por parte da casa, franquearam-me a continuidade do objetivo.

Tomei ciência, ademais, que, durante o horário comercial, há obrigatoriedade de identificação biométrica nas portarias individuais de cada edificação.



Ao tocar a campainha, recepcionou-me a própria, momento em que descobri que, aos sábados, inexiste a figura da gerente, cabendo ao elenco da escala receber os agendados ou administrar a apresentação das meninas aos potenciais interessados.



Num diálogo inicial, aproveitei para questionar sobre "beijos'; resposta favorável.

Após o adimplemento da contrapartida financeira, fui conduzido à alcova onde se realizaria a "hora mágica".

Há de se ressaltar que o espaço é bastante, digamos, "minimalista", contrastando com o significativo montante demandado para se concretizar o "date". Há possibilidade de se efetuar "up-grade" de ambiente, migrando o encontro para a "sala-master", mais ampla e com oferta de amenidades as quais, ao menos a meu ver, não compensariam a majoração do valor final.



Regressando a JADE, com a toalha ensacada e os chinelos para uso individual, direcionei-me ao WC de uso comum o qual, conquanto igualmente "limitado" em termos de "metros quadrados", apresenta certo grau de requinte e sofisticação, oferecendo todas as comodidades necessárias à higiene pessoal.



A sós na pequena habitação, dera-se diálogo inicial o qual acabara por me frustrar as intenções originais.

O nobre leitor que, porventura, já tenha se debruçado sobre algum de meus pretéritos relatos, deve saber que não sou apreciador de massagens.

Na minha humilde opinião, o lapso temporal empregado com tal prática, poderia melhor ser utilizado, com esmero e dedicação, a carícias dedicadas, integralmente, à consorte, haja vista que, SOB MINHA ÓPTICA, DATE BOM É AQUELE ONDE TODOS OS ENVOLVIDOS USUFRUEM, MUTUAMENTE, DOS "PRAZERES DA CARNE”.

Apesar dos argumentos ventilados, a cortesã permanecera irredutível; entretanto, convencera-me, pela forma afável com que pronunciara a seguinte sentença:

- JADE: POXA... "VOCÊS" VÊM AQUI PARA SEREM "CUIDADOS"... NÃO ME PRIVE DESTA POSSIBILIDADE…



Segunda ela, também, o contato inicial, mediante técnicas sensoriais, funcionaria como forma dela se sentir mais confortável ao longo do encontro; finalizou garantindo que não tardaria muito no processo.

Convencido, deitei sobre o colchonete, com ventre para baixo, permitindo-a demonstrar seu expertise na arte da massagem. Fazendo uso de gel aquecido, sem se delongar muito em cada etapa, "passeara" pela relaxante, tâtrica e, por último, a nuru, fase esta em que o "JUNIOR" "DESPERTOU", à medida em que passei a "sentir" o deslizar de seus seios naturais por meu corpo e, ainda, sua boca beijando distintas porções da minha anatomia posterior: nuca, pescoço e orelhas, tudo envolto num clima de bastante sensualidade.



Admito que as habilidades da dama me surpreenderam: mãos firmes e "pegada" bastante satisfatória.

Chegado o momento da "virada", manipulou o membro envernizado por reduzido interstício e, em seguida, "aninhou-se" por entre minhas pernas de modo a me oferecer suas habilidades na arte da felação. Talentosa a messalina também neste aspecto.

Ansiando por mais "contato", numa manobra a qual exigira certo nível de flexibilidade, alcançei um de seus tesudos e belíssimos pés; enquanto sentia sua boca quente e macia em contato direto com o corpo peniano, aproveitava para saciar minha libido podólatra: lambia, beijava e chupava todos os seus dedos e a sola.

Curioso fora ela verbalizando, ao final do "date", que eu tinha sido o segundo "cliente" a se dedicar, com afinco, a tais estímulos, ocasiões em que ela se dera conta do imenso prazer que tais práticas seriam capazes de proporcionar.


Urgia passar à fase da cunilíngua. Repousei-a, confortavelmente, sobre o colchonete, afastei suas pernas grossas e "mergulhei" naquela buceta quente e úmida. Dilatado interregno fora ali consumido... todavia, conquanto ter utilizado repertório variado de técnicas, atento a cada sinal de satisfação que seu corpo ou suas vocalizações pudessem me facultar, não logrei êxito em conduzi-la a seu clímax orgástico...

Como parte do período contratado havia sido consumido com as variantes de massagens, optei por alcançar o preservativo e partir para o coito propriamente dito. A própria meretriz o aplicou, optando por iniciar no PPMM.



A partir daqui se dera algo inesperado. Embora a tradicional delicadeza, normalmente por mim utilizada, quando da penetração inicial, ciente de que, se não em "comprimento", sou dotado em "largura" (razão pela qual sempre levo os próprios preservativos EXTRA-LARGE), a menina-mulher manifestara sinais "agudos" de desconforto...

Demandaram-se reiteradas manobras de "inserção/retirada"; a cada tentativa, produzia-se certo “tom angustiante" em meu psique...

Feedback de "incômodo", durante tais momentos, é algo que me aflige sobremaneira... tanto que fiz questão de oferecer à mesma a opção de "desistir" da conjunção carnal... algo veementemente rechaçado por parte da bela meretriz a qual parecia estar, genuinamente, preocupada em não me "negar" o prazer almejado...

Com enorme alívio, alcançamos um momento em que a própria verbalizara:

- JADE: PODE METER AGORA... NÃO ESTÁ "DOENDO" MAIS...

Nobilíssimos, leitores... mesmo com o aval pleno da DIVA, confesso que não imprimi nem 40% da "potência" comumente aplicada em meus encontros…

Permaneci, apenas, naquela primeira posição, com raras variantes, dentre elas, o soerguer do tronco de modo a permitir auto-estimulação clitoriana e, ainda, beijar, agora, seus dois pés, enquanto mantinha cadência relativamente lenta às estocadas...

Como já era esperado, o alarme de seu telefone, marcando o término do período contratado, soara...

Por iniciativa da própria, presumo, preocupada por eu também não ter alcançado o frenesi orgástico, ofereceu-me continuar uns minutos a mais...

No entanto, por ato de mera liberalidade, externalizei que, ali, a intenção não era, simplesmente, "gozar"… mas sim somatizar experiências capazes de agregar memórias afetivas de valor positivo, algo que fora perfeitamente materializado.

A JADE demonstrara certo grau de apreensão pelas ocorrências de desconforto por ela vividas, algo que fiz questão de dialogar visando "desencaná-la" a respeito.

Após alguns instante de conversação descontraída, parece que obtive o resultado almejado, qual fora, convencê-la de que, ao final, tudo transcorrera de modo gratificante.

Ducha final, abraços afetuosos de despedida, desejando-lhe, ademais, um maravilhoso final de semana, e regresso ao lar deslizando pelo tranquilo trânsito de começo de noite.

THAT'S ALL FOLKS