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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Até onde pude parametrizá-la, ao menos em um estabelecimento, além da VEENA SPA, dera-se sua atuação.
Os traços faciais harmônicos, o corpanzil delineado e o estilo refinado da dama me despertara interesse desde a primeira ocasião em que a descobri.
Num ensolarado sábado invernal, após ter me dedicado a treinos rotineiros e, também, recarregar as "baterias solares" corpóreas, desfrutando numa praia carioca, considerei não mais adiar a vontade de conhecê-la.
Através do onipresente app de comunicação instantânea, indaguei sobre quem estaria disponível naquele dia. Dentre outras, estava a JADE. Questionei, ainda, qual seria o derradeiro horário de agendamento aos sábados; visava aproveitar, ao máximo, o calor agradável e regenerador que apenas a mais democrática das diversões da cidade pode proporcionar.
Estando ciente de que o horário limite seria às 17:00, optei pelo mesmo. Simulando o trajeto no app de navegação israelense, pude realizar o caminho sem qualquer óbice, haja vista o tráfego estar fluindo tranquilamente.
Com cerca de 10 minutos de antecedência, estacionava o "cavalo-branco" em frente ao centro empresarial onde se localiza a VEENA SPA.
Como há um posto de combustível do outro lado da rua, caminhei até ele e me "abasteci" com o tradicional energético, tão por mim apreciado, rumando em seguida para o endereço almejado.
O glamuroso centro empresarial, composto de inúmeros blocos, apresenta imponente portão de ferro à entrada, aberto remotamente pelos vigilantes de plantão diante da aproximação de qualquer veículo o qual demonstre intenção de estacionar na porção interna; oferece-se, inclusive, a facilidade do Valet-Parking. Não fora o meu caso.
Indo em direção ao bloco desejado, fui interpelado por um dos funcionários o qual me indagara o destino. Retrucando, tive de aguardar prévia chamada ao privê; obtida a confirmação por parte da casa, franquearam-me a continuidade do objetivo.
Tomei ciência, ademais, que, durante o horário comercial, há obrigatoriedade de identificação biométrica nas portarias individuais de cada edificação.
Ao tocar a campainha, recepcionou-me a própria, momento em que descobri que, aos sábados, inexiste a figura da gerente, cabendo ao elenco da escala receber os agendados ou administrar a apresentação das meninas aos potenciais interessados.
Num diálogo inicial, aproveitei para questionar sobre "beijos'; resposta favorável.
Após o adimplemento da contrapartida financeira, fui conduzido à alcova onde se realizaria a "hora mágica".
Há de se ressaltar que o espaço é bastante, digamos, "minimalista", contrastando com o significativo montante demandado para se concretizar o "date". Há possibilidade de se efetuar "up-grade" de ambiente, migrando o encontro para a "sala-master", mais ampla e com oferta de amenidades as quais, ao menos a meu ver, não compensariam a majoração do valor final.
Regressando a JADE, com a toalha ensacada e os chinelos para uso individual, direcionei-me ao WC de uso comum o qual, conquanto igualmente "limitado" em termos de "metros quadrados", apresenta certo grau de requinte e sofisticação, oferecendo todas as comodidades necessárias à higiene pessoal.
A sós na pequena habitação, dera-se diálogo inicial o qual acabara por me frustrar as intenções originais.
O nobre leitor que, porventura, já tenha se debruçado sobre algum de meus pretéritos relatos, deve saber que não sou apreciador de massagens.
Na minha humilde opinião, o lapso temporal empregado com tal prática, poderia melhor ser utilizado, com esmero e dedicação, a carícias dedicadas, integralmente, à consorte, haja vista que, SOB MINHA ÓPTICA, DATE BOM É AQUELE ONDE TODOS OS ENVOLVIDOS USUFRUEM, MUTUAMENTE, DOS "PRAZERES DA CARNE”.
Apesar dos argumentos ventilados, a cortesã permanecera irredutível; entretanto, convencera-me, pela forma afável com que pronunciara a seguinte sentença:
- JADE: POXA... "VOCÊS" VÊM AQUI PARA SEREM "CUIDADOS"... NÃO ME PRIVE DESTA POSSIBILIDADE…
Segunda ela, também, o contato inicial, mediante técnicas sensoriais, funcionaria como forma dela se sentir mais confortável ao longo do encontro; finalizou garantindo que não tardaria muito no processo.
Convencido, deitei sobre o colchonete, com ventre para baixo, permitindo-a demonstrar seu expertise na arte da massagem. Fazendo uso de gel aquecido, sem se delongar muito em cada etapa, "passeara" pela relaxante, tâtrica e, por último, a nuru, fase esta em que o "JUNIOR" "DESPERTOU", à medida em que passei a "sentir" o deslizar de seus seios naturais por meu corpo e, ainda, sua boca beijando distintas porções da minha anatomia posterior: nuca, pescoço e orelhas, tudo envolto num clima de bastante sensualidade.
Admito que as habilidades da dama me surpreenderam: mãos firmes e "pegada" bastante satisfatória.
Chegado o momento da "virada", manipulou o membro envernizado por reduzido interstício e, em seguida, "aninhou-se" por entre minhas pernas de modo a me oferecer suas habilidades na arte da felação. Talentosa a messalina também neste aspecto.
Ansiando por mais "contato", numa manobra a qual exigira certo nível de flexibilidade, alcançei um de seus tesudos e belíssimos pés; enquanto sentia sua boca quente e macia em contato direto com o corpo peniano, aproveitava para saciar minha libido podólatra: lambia, beijava e chupava todos os seus dedos e a sola.
Curioso fora ela verbalizando, ao final do "date", que eu tinha sido o segundo "cliente" a se dedicar, com afinco, a tais estímulos, ocasiões em que ela se dera conta do imenso prazer que tais práticas seriam capazes de proporcionar.
Urgia passar à fase da cunilíngua. Repousei-a, confortavelmente, sobre o colchonete, afastei suas pernas grossas e "mergulhei" naquela buceta quente e úmida. Dilatado interregno fora ali consumido... todavia, conquanto ter utilizado repertório variado de técnicas, atento a cada sinal de satisfação que seu corpo ou suas vocalizações pudessem me facultar, não logrei êxito em conduzi-la a seu clímax orgástico...
Como parte do período contratado havia sido consumido com as variantes de massagens, optei por alcançar o preservativo e partir para o coito propriamente dito. A própria meretriz o aplicou, optando por iniciar no PPMM.
A partir daqui se dera algo inesperado. Embora a tradicional delicadeza, normalmente por mim utilizada, quando da penetração inicial, ciente de que, se não em "comprimento", sou dotado em "largura" (razão pela qual sempre levo os próprios preservativos EXTRA-LARGE), a menina-mulher manifestara sinais "agudos" de desconforto...
Demandaram-se reiteradas manobras de "inserção/retirada"; a cada tentativa, produzia-se certo “tom angustiante" em meu psique...
Feedback de "incômodo", durante tais momentos, é algo que me aflige sobremaneira... tanto que fiz questão de oferecer à mesma a opção de "desistir" da conjunção carnal... algo veementemente rechaçado por parte da bela meretriz a qual parecia estar, genuinamente, preocupada em não me "negar" o prazer almejado...
Com enorme alívio, alcançamos um momento em que a própria verbalizara:
- JADE: PODE METER AGORA... NÃO ESTÁ "DOENDO" MAIS...
Nobilíssimos, leitores... mesmo com o aval pleno da DIVA, confesso que não imprimi nem 40% da "potência" comumente aplicada em meus encontros…
Permaneci, apenas, naquela primeira posição, com raras variantes, dentre elas, o soerguer do tronco de modo a permitir auto-estimulação clitoriana e, ainda, beijar, agora, seus dois pés, enquanto mantinha cadência relativamente lenta às estocadas...
Como já era esperado, o alarme de seu telefone, marcando o término do período contratado, soara...
Por iniciativa da própria, presumo, preocupada por eu também não ter alcançado o frenesi orgástico, ofereceu-me continuar uns minutos a mais...
No entanto, por ato de mera liberalidade, externalizei que, ali, a intenção não era, simplesmente, "gozar"… mas sim somatizar experiências capazes de agregar memórias afetivas de valor positivo, algo que fora perfeitamente materializado.
A JADE demonstrara certo grau de apreensão pelas ocorrências de desconforto por ela vividas, algo que fiz questão de dialogar visando "desencaná-la" a respeito.
Após alguns instante de conversação descontraída, parece que obtive o resultado almejado, qual fora, convencê-la de que, ao final, tudo transcorrera de modo gratificante.
Ducha final, abraços afetuosos de despedida, desejando-lhe, ademais, um maravilhoso final de semana, e regresso ao lar deslizando pelo tranquilo trânsito de começo de noite.
THAT'S ALL FOLKS