BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$20.00
REPETECO
SIM
— Só sei que nada sei...
— Ih... Galera, Sócrates perdeu a final do Gregão e tá bêbado de novo!
— Ele está num mundo irreal, tudo que ele enxerga são sombras, reflexos do mundo exterior, que nem sabemos se existe.
— Acho que quem bebeu foi o Platão...
— Venha, Mestre... Vamos para a Academia...
— Me larga, Aristóteles! Tu pensas, pensas, pensas e não concretizas nada! Alguém aqui já teve alguma grande realização? Alguém!?!?
— Spocksseu! Ele já! Spocksseu, conte-nos sobre a sua Spocksseia, digo, sua Odisseia!
— Sim, Agamenon... Foi mesmo uma verdadeira odisseia, da qual eu quase não saí vivo. Uma viagem cheia de aventuras, perigos... e prazeres. Muitos prazeres! As deusas olharam por mim, me jogaram de um lado para o outro, fizeram com que eu me perdesse, me trouxeram glória e perdição. E foi nos braços e na cama, ou melhor, no tatame de uma delas que eu me perdi...
Danielleelena, rainha de Esparta, filha do próprio Zeus, uma das mulheres mais belas a caminhar por esta Terra. Ela já tinha dado um pé na bunda de Páris e Menelau, e fixado morada no Distrito 156 de Troia, e foi para lá que eu rumei.
A CHEGADA A TROIA

Ih... Quem será que está chegando? Mais um presente de grego? Será que terei que tomar um porre homérico para aguentar?
Enfrentei um trânsito, digo, um oceano caótico para chegar até Troia, onde Danielleelena me aguardava.
Escalei os 260 metros do Monte Hisarlik até chegar aos labirintos de seu Palácio, e logo fui conduzido para seus aposentos. Danielleelena era tão bela quanto cantam os aedos e os rapsodos. Ela estava linda, trajando sua tradicional veste, um robe florido, combinando com a flor de pessoa que ela é.
Apressei-me para tentar beijar-lhe, o que pareceu tê-la assustado, pois ela olhou boquiaberta para minha lança em riste, que mesmo coberta por minhas vestimentas se fazia visível.

Spocksseu! Que lança enorme é essa? Como ousas entrar armado desse jeito no meu palácio?
O CAVALO DE TROIA, UMA OFERTA DE PAZ
Para acalmá-la e demonstrar que minhas intenções eram puras, nobres e cavalheirescas, entreguei-lhe uma oferenda, uma oferta de paz, na forma de chocolates, doces e outras guloseimas que eu sabia serem de seu agrado.

Ah! Assim tudo bem... Você é mesmo um doce de pessoa – e eu tambémzinha!
Danielleelena então se acalmou e tratou de cumprir a Lei de Zeus, de acolher bem os viajantes. Ela se aproximou de mim e me beijou candidamente, me entregou uma toalha e me mandou para a casa de banho.

Agora larga essa porra toda pra lá e me dá um beijo, cacete!
CILA, A FERA DE 6 CABEÇAS

Calma, Mulher! Tem espada para todo mundo!
Voltei para o seu aposento e me deparei com Danielleelena sentada no tatame, distraída, mexendo no seu pequeno oráculo digital portátil. Naquele breve deslumbre, percebi que ela era uma mulher de múltiplas facetas.
1. A GOSTOSA – Ainda sentada no tatame, Danielleelana retirou seu robe, expondo para mim seu belo corpo. Aproximei-me sorrateiramente por trás dela, sem que ela percebesse, e a abracei, beijando sua nuca e acariciando seus belos seios troianos.
2. A APAIXONADA – Danielleelena se virou para mim e me beijou calorosamente. Um beijo delicioso, como se já nos conhecêssemos e fossemos amantes que há muito não se viam. Adorei!
3. A PREPARADA – Procurei por minha venda, mas não a encontrei. "Não precisa se preocupar, eu tenho a minha", ela pronunciou com sua doce voz. Deixou de lado seus óculos e me deu um pedaço de pano preto, que usei para cobrir seus olhos.
4. A FOGOSA – Deitei Danielleelena no tatame e passei a explorar seu corpo. Beijei seu pescoço e seus seios. Supliquei a ajuda de Bóreas, o deus do vento norte, que me enviou o frio do gelo. Passei a pedra de gelo em seus mamilos, que se arrepiaram prontamente, assim como sua pele. À medida que ia descendo, o calor de seu corpo e de seu tesão iam derretendo o gelo...
5. A EXCITANTE – ... até chegar no meio de suas pernas. Afastei suas coxas levemente, deixando à mostra sua bela ppk. Eu a admirei e a beijei, coloquei o gelo em minha boca, chupando e a assoprando, brincando com seu clitóris. Danielleelena me falava impropérios, cujo efeito foi unicamente me excitar mais e mais.
6. A DESCONTROLADA – Sem se controlar, num rompante de êxtase, Danielleelena gozou, empurrando minha cabeça para trás e passando suas pernas por sobre mim. Ela permaneceu deitada, respirando profundamente, os olhos fechados, meditando sobre a finitude da vida e a plenitude do orgasmo.
CALIPSO, A NINFA DA ILHA DE OGIGIA

Nham! Nham! Delícia! Quero sair daqui não!
Após ver Danielleelena gozar lindamente, coloquei minha armadura de combate. Minha espada estava pronta para batalhar. Um turbilhão se passou e diante de mim, do nada, se encontrava uma bela ninfa, do tipo que eu mais admiro e quero: uma MILFNINFA! Seu nome? Daniellelipso.
Deitada, vendada, as pernas abertas e levantadas, quase como em posição de lótus. Essa cena me atiçou, eu fiquei enebriado à medida em que a penetrava. Entorpecido pela sua flor, eu não desejava sair dali. Era como se anos se passassem, o desejo e o tesão me alimentando. Eu a comia, eu a possuía, eu a fudia, eu a amava! Ó, Coração Guerreiro! Ó, Cacete Safado! Ó, Mulher Gostosa!
LESTRIGÃ, A GIGANTE DEVORADA DE HOMENS

Ops! Tô ferrado!

Espero que minha espadinha seja suficiente para enfrentar essa giganta!
Danielleelena me encarou, em seu semblante uma expressão de puro deleite. Ela me ordenou: "Deita aí!". Ela era uma gigante perante mim, e eu ali, diminuto, um mero objeto para sua busca de um glorioso prazer. Ela alinhou minha espada, digo, minha pica em riste e a encaixou em sua ppkinha. Ela me devorou, me atacou com voracidade. Seu corpo subia e descia, engolia meu cacete inteiro. Ela se deixou cair sobre o meu corpo, me beijando e esfregando fortemente seu quadril no meu.
CIRCE, A FEITICEIRA QUE TRANSFORMA HOMENS EM FERAS

Pera aí que o senhor está muito calminho e merece um afago...

Eita! Acho que exagerei na dose de tesão concentrado!
Na ilha de Eeia, Circeelle, a feiticeira, me enfeitiçou. De quatro para mim ela ficou, e assim meu cacete a penetrou. Fui tomado pelos meus instintos mais primitivos, transformado por ela numa fera. Agarrei sua cintura e a penetrei com fúria indomada. Eu me segurava para não urrar.
Mas não consegui segurar o meu gozo. Joguei Cireceelle sobre o tatame, arranquei minha armadura e despejei sobre seu corpo todo o meu sangue, suor e porra. Extasiado e cansado, caí abatido sobre ela, perdido num beijo intenso e delicioso.

Um beijo capaz de molhar mais do que a fúria de Poseidon
CARÍBDIS, O REDEMOINHO MORTAL

Assim eu vou ficar tonto de tanto prazer
Abraçado a Danielleelena, nós nos acariciávamos. Eu passava meus dedos lentamente pela sua barriga, seus pelos ouriçados, quando ela me disse "Passsa a mão assim nas minhas costas..."
De repente o mundo começou a girar num turbilhão. Eu estava preso em Daniellebdis, o redemoinho da libido.
Rodei o corpo de Danielleelena para que ela se deitasse de bruços. Busquei meu óleo de massagem grego e besuntei suas costas. Ataquei-a de todas as formas: com meus dedos, com minhas mãos, com minha pena, com minha espada. Esfreguei meu tórax definido... cof... cof... cof... desculpem, engasguei-me. Onde eu estava? Ah, sim... Esfreguei meu tórax em suas costas. Beijei suas coxas, lambi seus pés, chupei seus dedos. Dei um beijo grego em sua linda bundinha arrebitada.
A SEREIA E SEU CANTO HIPNOTIZANTE

Me soltem! Me soltem! Eu quero comer esse filé de Mulher! Eu quero ouvi-la gozar!
Navegando por águas já não tão tranquilas, revoltas em meio a um aumento da temperatura sexual, eu estava perto da sereia e ansiava por ouvir seus cânticos de prazer. Cheguei a me amarrar ao mastro do navio, numa tola tentativa de fugir de seus encantos, mas o desejo pelo tesão da sereia era maior. Libertei-me e mais uma vez caí em seus braços, ou melhor, em sua ppk. Degustei-a com sofreguidão, atabalhoadamente. Com fúria e ímpeto eu a chupei, eu a lambi, eu a venci! Arranquei-lhe um novo orgasmo, enebriado pelos seus sussurros e gemidos. Os versos de sua canção, "vou gozar de novo...", me faziam lembrar de tudo o que eu mais ansiava e desejava.
Eu ansiava gozar novamente.
POLIFEMO, O CÍCLOPE DE UM OLHO SÓ

Esse olho só ficava encarando...
Danielleelena se abaixou e retirou a minha roupa, ficando diante de meu caralho.
— Olha só esse cacete me encarando... Deixe-me cuidar dele!
Ela começou uma sessão oral divina, me arrancando uivos.
— Moça... Quem é você para chupar tão bem assim?
— Eu? Eu sou ninguém...
— Meu Zeus!! Assim eu vou acabar gozando!
— Goza na minha boca então, meu grego safado!
— AH!!!!!! Ninguém está me fazendo gozar! Ninguém está me fazendo gozar!
E nenhuma outra alma apareceu ao nosso redor quando eu finalmente gozei, inundando a boca de Danielleelena com meu iogurte grego.
ATENA, A PROTETORA E MENTORA
Durante toda essa aventura, Atenaelle, a deusa da sabedoria, da estratégia (do grego strateegia), da justiça e das artes, estava ao meu lado. Uma deusa baixinha a me guiar, a me orientar, a me ensinar como dar e receber prazer. E eu ouvia atentamente seus conselhos. Aprendia lições de sabedoria, sobre como tratar uma mulher. Descobria novas estratégias de como dar prazer a uma mulher. Entendia que era mais do que justo fazer com que as mulheres gozassem e apreciassem os encontros tanto quanto nós. E vislumbrava novas formas de artes para entreter uma mulher.
Num ímpeto, eu me ajoelhei perante a deusa, que se materializou diante de mim, e a reverenciei, num ritual de chupar-lhe novamente sua bucetinha divina. A deusa me abençoou mais uma vez com um novo orgasmo, preenchendo minha boca com seu doce néctar, no qual eu me banqueteei.
Entorpecido pelo tesão divino, abracei-a fortemente em agradecimento e a levantei do chão, num gesto ousado para um guerreiro de meia-idade.

Eu disse baixinha! Não minúscula!

Ainda não era assim, mas tá bom...

Até peguei Atenaelle no colinho
A PARTIDA PARA ÍTACA
Já no final desta odisseia maravilhosa, o titã Cronos começou a nos perturbar. Além de destruir os próprios filhos, ele queria destruir o tempo que me restava com Danielleelena. Busquei meus trapos, vesti-me e parti de volta para Ítaca, cansado, mas ao mesmo tempo feliz por tudo que vivi.

Vou ali, mas eu volto!
PENELOPE, A TECELAGEM DO SUDÁRIO E OS SEUS PRETENDENTES
Quando finalmente retornei para Ítaca, lembrei-me dos conselhos de Agamenon. Caminhei como um simples andarilho, disfarçado, para que ninguém me reconhecesse e assim eu pudesse ver com meus próprios olhos a situação do reino. Foi então que avistei Daniellenelope tecendo um sudário, cercada de novos pretendentes. Seria necessário que eu aguardasse a minha vez, mas isso já é uma outra epopeia...

Ferrou! A fila de espera tá grande!
— Porra, Spocksseu! Tu és um mentiroso do cacete!
— Ah, vai se ferrar, Eubulides! Não me venha justamente você falar de mentiras! Eu fantasio, mas não minto nem aumento!
— Danem-se vocês, eu gostei! Vou transformar num poema e publicar na próxima FLIP (Festa Literária Internacional do Peloponeso)!
— Pô, Homero! A história é minha! Copia, mas não faz igual, tá?
— Pode deixar!

Danielleelena e sua oferta de paz
