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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
A Senhorita Bellemont, gradativamente, passou a me despertar o desejo, à medida em que notei esmero e primor em seus comentários, tanto no FEED quanto nos relatos produzidos pelos confrades os quais desfrutaram de sua companhia.
CURIOSIDADE: ao debruçar-me sobre suas duas páginas de relatos, pormenorizadamente, averiguei que, em sua fase de atendimento majoritário em Campo Grande, as respostas da mesma eram simplórias, assemelhadas à imensa maioria das meninas do VIP ARENA... em verdade, quase "monossilábicas".
A "virada de chavinha", se é que podemos assim definir, dera-se no agradecimento, minucioso, ao Confrade KAN84, em 12mar2026, ocasião em que o onipresente, "Obrigado, amor!", convertera-se numa rebuscada e personalizada resposta versando sobre parte dos detalhes do que se passara entre eles.
A partir de então, percebe-se notório empenho em criar diferencial no aspecto do "pós-atendimento"... sempre mediante construções gramaticais impecáveis e atenção redobrada aos que abdicaram, mesmo que por ato de mera liberalidade, de algumas "horas" de suas atribuladas rotinas para narrar suas experiências ao lado da dama.
Pode parecer algo "tolo".... para muitos, com certeza, parecerá... no entanto, não para mim...
Em Ciências Econômicas, conceito clássico informa:
"Se algo é raro e desejado, o valor, intrínseco, tende a subir... por óbvio, escassez sozinha não cria valor... tem de haver demanda!"
Baseando-se no princípio supracitado, apenas pela modo elegante e criativo com que a Senhorita Bellemont se comporta com seus clientes, mediante seus textos, pode-se afirmar, SEM SOMBRA DE DÚVIDAS, SER ELA ARTIGO "RARO" NESTE "MERCADO"...
Se acrescermos a tal "atipicidade":
1)Voz serena e afável;
2)Preocupação ferrenha em se comportar de maneira gentil e educada;
3)Recepção delicada em sua alcova; e
4)Delicadeza no trato pessoal ao longo do "date".
Ao menos, sob a minha perspectiva, só um epíteto ser-lhe-ia condizente:
MADEMOISELLE BELLEMONT!

Dominado por tal "inspiração", elucubrei sobre qual "síntese imagética" caber-lhe-ia "como uma luva" ... tais reflexões conduziram-me a pesquisas sobre o fascinante Rio de Janeiro da Belle Époque.
Oh nobilíssimo leitor... permita-me singela digressão a respeito deste deslumbrante período histórico de nossa cidade...
Ao princípio do século XX, especialmente durante a gestão do Prefeito Pereira Passos, por volta de 1902 a 1906, dera-se intensa reforma urbana, inspirada em Paris. Abrira-se a Avenida Central, atual Av. Rio Branco, surgiram teatros luxuosos, cafés, confeitarias finas, moda francesa e uma vida cultural super efervescente: brilho, elegância, modernidade...
Inclusive, mediante o fantástico poder de processamento do CHATGPT (versão premium), pude “desencavar” o número 156, da Av. Rio Branco, sob a mesma perspectiva, ao longo de mais de um século...

A referida numeração, hodiernamente, é o EDIFÍCIO CENTRAL, de 1961, autoria do arquiteto Henrique Mindlin, construído onde antes ficavam o HOTEL AVENIDA e a GALERIA CRUZEIRO, demolidos em 1958.
O Hotel Avenida ocupava uma quadra inteira e a numeração se alterou quando a nova edificação fora erguida.
A sequência de registros antigos, supra reproduzida, cobre a evolução do lote. Primeiro, o HOTEL AVENIDA, por volta de 1920; depois, o hotel já com a entrada da GALERIA CRUZEIRO, seguido pelo EDIFÍCIO AVENIDA CENTRAL, após 1961; por fim, vista contemporânea da Avenida Rio Branco no mesmo trecho.
Concluindo a breve digressão histórico-urbanista, a qual nos amplia a compreensão sobre nossa famosa "MATRIX", uma só criação IA poderia "resumir", de maneira inequívoca, a gentil cortesã sob escrutínio: MADEMOISELLE BELLEMONT.


Contudo, Confrades... há outro "lado" da Bellemont... um "lado", digamos, “VORAZ”… "VOLUPTUOSO"...







No dia de nosso "date", infelizmente, dera-se atraso de quase 30 minutos no horário agendado. Admito: quase desisti!
Todavia, a meretriz, em tela, utilizando-se de sua poderosa doçura, através de aúdios envolventes e, ao menos me pareceu, extremamente "aflitos" diante do imbróglio inesperado, fizera-me "persistir"…
Na alcova, em razão da "demora", e também por já vir duchado de minha última academia, as "amenidades" entre nós foram brevíssimas... literalmente, "voei" para cima da guria, com ferocidade...
DIGNO DE NOTA: FORAM 45 MINUTOS, ININTERRUPTOS, ENTRE ARDENTES PRELIMINARES E MÚLTIPLAS POSIÇÕES... EM TODOS OS ARRANJOS, A DESENVOLTURA DA MESSALINA FORA ABSURDA...
Recebera-me exatamente como havia comentado em uma das suas postagens:




Numa das "paredes" de sua "cabine", imobilizei-a, passando-lhe a roubar beijos, ao mesmo tempo, sôfregos e lascivos... o pau endureceu num átimo... excitação rapidamente notada pela meretriz paraibana (ressalte-se: sotaque quase imperceptível), a qual passara a manipulá-lo por cima do tecido do short... primeiro de frente... depois, com ela de costas...




As roupas sobre mim desapareceram numa velocidade equivalente a da "luz"... manifestando desejo irrefreável, empurrou-me, sentado, em sua excelente cama de casal e se ajoelhou para mamar...
Todavia, trouxe-lhe para arranjo mais confortável... com sua bunda empinada em direção ao espelho estrategicamente posicionado, paralelo ao eixo longitudinal do colchão...

Sob tal ângulo, era-me permitido desfrutar, para além de sua expertise na felatio, a deslumbrante visão direta e refletida de suas costas, glúteos e xaninha…
Louco de tesão para chupá-la, sugeri-lhe "69"... PQP! KI THELICIA "RECEBER" E "OFERECER", SIMULTANEAMENTE, OS PRAZARES VICIANTES DO SEXO ORAL... (🫠🫠🫠)
Durante certo lapso temporal, ainda lhe fora possível manter a "coordenação" em sua mamada... entretanto, à medida em que seu quadril passou a se movimentar de forma descompassada, sua buceta encharcada passou a se "projetar", ainda mais, em direção à minha boca e língua… seu tronco soergueu-se e percebi que seus centros cerebrais de regulação do prazer se focaram, exclusivamente, na "otimização" dos efeitos poderosos da circulação de neurotransmissores pulverizados pelas sinapses...
EM OUTRAS PALAVRAS: PODEROSO FRENESI ORGÁSTICO ECLODIRA EM SEU CÉREBRO!
"Sedento" eu estava e assim permaneci... sem dar-lhe intervalo, pu-la de bruços e "montei-a"... iniciei ampla "varredura": pescoço, costas, derrière, coxas, panturrilha, pés... sempre com apertões viris, lambidas e beijos úmidos por toda sua pele macia e convidativa...





Podia perceber-lhe os "pelinhos" se "ouriçando"... sem esperar mais, alcancei o preservativo extra-large, já estrategicamente posicionado na cabeceira, pondo-me a comê-la, sem dó, na posição "DE BRUÇOS"! GOXXXTOSO PARA CARALHO FUDER ASSIM!
Dali evoluímos para um "D4"... a princípio, comigo sobre o solo do quarto... todavia, a altura da cama se tornara desconfortável impeditivo... por conseguinte, posicionei-me com ambos os joelhos sobre o colchão, mantendo, inclementes, as estocadas viris!
Ademais, almejando acrescer estímulos, àquela trepada animalesca, pressionava suas "ancas", seus grandes grupamentos dorsais e seu pescoço, além de estapear sua bunda (confessou que adooora...😈😈😈).
Na sequencia, partimos para um PPMM igualmente enlouquecedor...
COMO É BOM TREPAR E BEIJAR AO MESMO TEMPO... É EXATAMENTE POR TAL "RESPOSTA" CORPÓREA, EXTREMA, QUE EU JAMAIS SAIRIA COM UMA MULHER QUE ME PRIVASSE DESSE PRAZER...
Erguendo o torso, de modo a facultar-lhe autoestimulação, BRINDOU-ME COM OUTRO ESPETACULAR ORGASMO!
Ensandecido de desejo por aquela fêmea, pu-la sobre mim... enquanto ela "cavalgava", como peoa, aproveitava, sempre que me era facultado, para estimular-lhe os deliciosos e naturais seios...




Estando, ambos, sob uma espécie de "CATARSE ERÓTICA", evoluímos para um "DE LADINHO"... novamente, tesudo demais nosso "enlace" ... fitava seu rosto e podia perceber "prazer legítimo" transmitido por suas expressões faciais...
PUTA QUE PARIU! CENAS ASSIM DEVERIAM SER "GRAVADAS" EM PEDRA!
Incansáveis (recordam-se do que escrevi lá em cima sobre os "45 minutos"?), adotamos outro "encaixe": um "SEMI-DE-LADO", comigo com o tronco na vertical, sobre a cama, e ela com as pernas parcialmente dobradas...
Monitorando o "exaurir" dos "últimos grãos de areia na ampulheta", assumi a decisão de "liberar" o controle mental ejaculatório...
NUMA FRAÇÃO DE SEGUNDOS, ARRANQUEI O PLÁSTICO E ME PERMITI INTENSA EJACULAÇÃO SOBRE MIM MESMO...
O interregno restante fora consumido da seguinte forma:
1)10 minutos num diálogo enternecedor, ocasião em que me fora permitido corroborar todas as impressões a respeito dos traços de personalidade presentes no "ser humano" por detrás da cortesã; e
2)05 minutos para o adimplemento da obrigação pecuniária e ducha rápida.

THAT’S ALL FOLKS