31 de Julho de 2026 às 17:29
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

No capítulo de hoje: Uma tarde com Larissa.


I. A marcação foi bem rápida – uma mensagem e já estava certo. Quem administra o WhatsApp dela é outra pessoa, só fica responsável pelos agendamentos. O local é um ap com várias cabines, tudo muito limpo, toalhas vinham ensacadas e os lençóis eram trocados na hora, bem cuidados.

II. A garota é linda, igualzinha às fotos. Ela me recepcionou com um sorriso, e logo em seguida fui tomar um banho pra chegar nela impecável.

III. Agora vamos ao que interessa. Entrei no quarto e ela já me recebeu com beijos que me desarmaram por dentro, intensos, quentes, como se já estivesse me esperando há tempos. A lingerie preta que vestia era parecida como nas fotos, mas ao vivo tinha um brilho nos olhos que nenhuma imagem poderia capturar. Ela me conduziu até a cama com calma e malícia, e começou a descer com a boca por todo o meu corpo. Quando ela me chupou, a técnica era tão precisa, tão envolvente, que senti cada pedaço do meu corpo pedir mais — precisei me segurar com força pra não perder o controle ali mesmo, naquele instante, antes mesmo que tudo tivesse começado de verdade.

IV. Depois, ela veio por cima. E não foi daquele jeito comum, que todo mundo faz. Ela tem um dom, uma malícia nos movimentos que transforma cada segundo numa descoberta. Não cavalgou como se estivesse apenas buscando o ritmo — ela se apossou de mim com uma entrega que misturava pressão e suavidade, intensidade e controle. Cada descida era mais profunda, cada reajuste de quadril parecia calculado pra extrair de mim o máximo de prazer. A forma como ela se movia criava uma pressão diferente, mais densa, mais envolvente, como se o corpo dela soubesse exatamente onde apertar, onde demorar, onde acelerar. Eu sentia cada parte dela em mim, e ao mesmo tempo parecia que ela estava em todos os lugares ao mesmo tempo. Era intenso, era arrebatador.

V. Depois, foi minha vez de conduzir. Comi-a de frente, num ritmo que alternava entre o beijo profundo e a boca nos seios que se ofereciam a mim. Cada movimento era uma troca, um diálogo de corpos que se conheciam naquele instante. Assim fiquei por um longo tempo — tempo que não se media em relógio, mas em suspiros, em arrepios, em olhares que se perdiam e se reencontravam. Até que ela começou um movimento novo com o quadril, uma ondulação lenta e contínua, como se estivesse rebolando contra mim, criando uma fricção que ia direto à alma. Foi aí que o controle se foi. Gozei de forma absurda, daquelas que vêm da alma pra fora e levam pedaços da gente. Eu, que geralmente sou calado na hora, estava urrando de prazer — sons que pareciam vir de um lugar que eu nem sabia que existia. Ela, preocupada, me perguntou se eu estava bem. Duas, três vezes. A voz dela vinha de longe, como num sonho. E eu só conseguia responder, com a respiração cortada: "Estou ótimo." E era verdade. Nunca estive tão vivo.

VI. Konklusão do Kabbelludo: Ela é ótima, tão bonita quanto nas fotos e se entrega de verdade. Eu, mesmo cascudo na putaria, fui surpreendido — pra tudo ela tem uma técnica peculiar, na qual potencializa o prazer em cada detalhe. Foi sensacional.