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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Mais um mesversário e quem devo procurar? Carla, o mulherão. Mais uma avaria física (nova), e quem vai ter de aguentar? Carla, a experiente.
Tem pouco tempo, tá istrupiado, procura a Carla. Pode não ser uma benzedeira, mas é uma benção.
Nem interessa o lugar, Carla era a prioridade, mas o mandala é o point do momento. Lugar agradável, fácil acesso e boa estrutura.
Sou recebido e encaminhado ao banho.
Carla chega alguns minutos depois e é só alegria. Há excesso de tecidos, mas confesso, desta vez curti o visual, não que houvesse algum desleixo nos encontros anteriores, mas resolvi curtir esta cena também. Vestidinho preto de alto contraste com sua beleza. A calcinha rosinha tava um show. E aos poucos vai aparecendo o corpaço. Estruturado, cheio de curvas, um substantivo maiúsculo.
Beijos e amassos e logo vem a sugestão da nuru. Ela é campeã da modalidade. Daí vem o vira. E mais esfregação. É dificil segurar o ímpeto selvagem.
Em algum momento ela coloca a camisinha com a boca e sobe para a montada.
Essa visão é de outro planeta. Alí tem tudo que se deseja. Os peitos, que antes percorriam meu corpo, agora desenham os contornos de uma deusa. Ela estimula, provoca, tortura. Na medida do possível, ainda limitado fisicamente, acaricio a pele macia, os cabelos esvoaçantes, a barriguinha gostosa, contorno os bicos dos seios, uma exploração divina.
Agora peço que ela se deite. Ela pergunta, de bruços? A dúvida mais cruel aparece, mas sigo meu desejo, de costas. E aqui é o ponto da perda. Não interessa mais nada. Penetro mais uma vez procurando sempre o comforto. Ela vai ajudando. Procuro variações, ela acompanha. Puxo suas pernas para meu peito. Gostosas, fortes, carnudas, e ao mesmo tempo macias.
O Auge:
Vou variando devagar e de repente essa mulher cruza as pernas sobre o peito e a barriga e eu ali, conectado e admirando. Nunca havia experimentado uma sensação tão gostosa, uma imagem nunca vista antes.
Tão bacana quanto esta posição é tê-la de quatro. Um absurdo. Se estivesse em um dia normal a brincadeira teria acabado ali. Ela usa do pompoarismo em todos os momentos.
Ainda variamos o de ladinho, comigo por cima. Ela vai acompanhando e transformando os momentos. Os seios escorrem para um lado, os cabelos loiros para o outro. Oh natureza que ajudou essa mulher.
Lembram do ponto da perda. Pois é, tentamos algumas formas de trazer o gozo mas naquele ponto eu já havia decidido a apenas curtir seu corpo, seu sorriso e sua alegria. Nada mais que isso.
E esses momentos com ela sempre são intensos, desde o primeiro dia que a conheci. Não há pressa, não há urgência, apenas o momento.
Bem, fiquei devendo e vou retornar em breve.
Lá na quinta série brincavamos sobre como seria difícil levar um mulherão desses. Brincávamos sobre quantas viagens seriam necessárias. Agora, espero que sejam muitas...
Keep traveling...