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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
E lá vai uma vez mais o Uber Holmes prestar serviço de transporte urbano à supostamente super bem comportada senhorita Leclerc. Trânsito ótimo, menina The Flash, lá está ela minutos depois esparramada na cama, peladinha, focada, querendo massagem e rola, nessa ordem.
Holmes, devagar como um jabuti, aplaca a ansiedade da novinha, primeiro se despindo bem aos pouquinhos, depois esquentando por um tempão o creme de massagem entre suas mãos. Quando ele começa (pelos pés) Manu já está mais mansinha. Daí em diante foi relaxamento só, por um tempão, até que, não resistindo mais (e já empinando a rabiola tentadoramente), ela pergunta: “esqueceu da xexeca ?”.
Ora, isso não é pergunta que se faça impunemente a um detetive safado, principalmente depois que seu País de origem acaba de subtrair de los hermanitos a tal cobiçada taça.
Reagindo à provocação, como um raio de luz, as atenções de Holmes passam então a se concentrar entre a região lombar até a alta ppka (tout compris). É nesse ponto que a comportada senhorita Leclerc começa a perder a linha, se arreganhado toda, pedindo mais e procurando uma boca (ou qualquer outra coisa que fosse) para beijar, chupar, lamber.
Começa assim a “sessão sarro”. De ladinho, frente à frente, mãos procurando coisas, coisas pedindo mãos. A essa altura todas as regras de conduta são esquecidas. O vale-tudo se instala, estabilizando somente quando Manu fica de quatro se masturbando e pedindo rola, o que é rapidamente providenciado por Holmes. Como está na moda dizer: “Missão dada, missão cumprida”.
Com tantas preliminares, não tem saída: o gozo dela vem rápido, se manifestando por ondas de tremores não controlados; pelo menos umas três ondas, similar às reações de squirting, somente que com lubrificação normal, sem os famosos jatinhos tão populares em vídeos XXX.
É assim, finalmente, que a Senhorita Leclerc relaxa, parecendo satisfeita.

Engano. Passados somente poucos minutos, Manu, talvez tomada por um desejo de retribuição, se apossa de Watson (carinhoso apelido que Holmes dá ao seu comportado pau), e, aos poucos, começa a fazer dele gato e sapato. Ela adora isso. Vagarosamente, e sempre com muita dedicação, usa todo o seu arsenal, sempre alterando seu olhar entre Watson e Holmes, se saciando com o prazer que proporciona a ambos. É o feitiço virando contra o feiticeiro. Dessa vez ela emprega as mesmas armas que Holmes havia usado com ela ..... ”todo mui despacito”.
O desfecho é uma vez mais, inevitável. Como em “Duna”, os fluidos corporais de Holmes são inteiramente capturados, sem qualquer desperdício.
Simplesmente recomendadíssima.
