BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Diário do Primeiro Oficial e Oficial de Ciências da Nave Estelar NCC-1701 Enterprise
Anteriormente, no último capítulo da semana passada...
— Laura... Doce Laura... Eu adorei o nosso encontro! Foi tão intenso, tão profundo! Eu acho que estou apaixonado, eu estou aman... Ei! Para de comer chocolate só um pouquinho, por favor?
— Nham... nham... Nhac! Nhac! Humm... O que? Você falou alguma coisa?
— Nada não, deixa pra lá. Gostei muito. A gente se vê por aí.
— Beijos!
— Beijos!
Por um minuto pensei que só o chocolate tinha sido bom
Mas essa ideia me martelava a cabeça, dia após dia. Eu precisava reencontrar Laura. Eu precisava tê-la em meus braços. Eu precisava tê-la grudada em meus lábios. Eu precisava metê-la... Ops... Desculpem a momentânea falta de tato e romantismo.
Então... Laura ia e voltava dos meus pensamentos. Os dias se passavam, as semanas, os meses...
Não vejo mais você faz tanto tempo
Que vontade que eu sinto
De olhar em seus olhos, ganhar seus abraços
É verdade, eu não minto
E nesse desespero em que me vejo
Já cheguei a tal ponto
De me trocar diversas vezes por você
Só pra ver se te encontro
Você bem que podia perdoar
E só mais uma vez me aceitar
Prometo, agora vou fazer por onde
Nunca mais perdê-la
Agora
Que faço eu da vida sem você?
Você não me ensinou a te esquecer
Você só me ensinou a te querer
E te querendo eu vou tentando te encontrar
Vou me perdendo
Buscando em outros braços os seus abraços
Perdido no vazio de outros passos
Do abismo em que você se retirou
E me atirou e me deixou aqui sozinho
E agora que faço eu da vida sem você?
Até que enfim eu não mais resisti. Respirei fundo, me embebedei com minha Coca-cola Zero para criar coragem e mandei uma mensagem para Laura. "Tá fazendo o que hoje?". Dali até marcamos um novo encontro foi um pulo.
Chego em sua sala antes da hora combinada – eu ficara livre mais cedo do trabalho e perguntei se podíamos adiantar. Ela abre a porta interna de madeira, a externa de vidro, eu adentro seus aposentos. E lá está ela, exatamente como eu me lembrava: linda, um sorriso de orelha a orelha. A diferença é sua lingerie, vermelha desta vez.
Na cabine, enquanto me entrega a toalha, eu digo a ela que desta vez, no final do encontro, farei um truque vulcano de leitura de mente e predição do futuro. A safadinha me pergunta se eu trouxe de novo uma vela. Falo para ela se acalmar e vou tomar meu banho. Na volta, finalmente posso degustar seus lábios, quentes, molhados. Eu a abraço, tiro sua roupinha, vendo seus olhos, a deito de costas no tatame.
Se no encontro anterior o tema foi fogo e calor, o deste é gelo e frio. Pego uma pedra de gelo da minha garrafa e a passo lentamente por seus seios e barriga. Seus mamilos se arrepiam e eu os beijo. Quando passo a pedrinha pela parte interna de suas coxas, ela se arrepia toda. Defronte para sua ppkinha, a saudade bate forte. Impulsionado por um instinto voraz e primitivo, eu praticamente pulo nela, a coloco inteira em minha boca, meus lábios e minha língua a explorando por inteiro. É como se eu já a conhecesse e ansiasse por reencontrar prazeres já conhecidos. É como se eu nunca a tivesse provado e estivesse extasiado com novos gostos e sabores. É um amálgama de quereres. Laura me agarra, solta frases sem sentido, me puxa, goza soltando um gritinho, me empurra e vira de lado, tremendo.
Eu pego a nova vela que eu trouxe – uma gelada. Espalho a cera derretida pelas costas de Laura. Mais arrepios. "Que coisa boa!..." Eu passo a cera e massageio toda a parte de trás do corpo de Laura, dos ombros aos pézinhos, e então fico agarradinho a ela, sentindo sua respiração ofegante.
Ela retira a venda e me encara.
— O que foi isso?? Outra vela diferente? Gostei mais dessa!! Eu pensei que fosse o milk-shake que você trouxe!
— Tu só pensa em guloseimas, mulher!
— Nada disso! Penso em outras coisas também.
E ela prova isso pegando no meu pau e o abraçando com seus lábios. Eu vejo estrelas, eu vejo as chamas do fogo solar. Eu preciso prová-la, eu preciso possuí-la. Coloco uma camisinha e puxo Laura para cima de mim. Ela se encaixa perfeitamente, me abraça e me beija enquanto me cavalga.
Ato contínuo, eu peço que ela fique de quatro. Eu me encaixo desta vez e a penetro. Sua bundinha batendo no meu corpo, meu pau entrando e saindo, tudo é uma gloriosa visão e sinfonia. Eu vou por cima dela, num papai-e-mamãe que está mais para amante-e-namorada, numa vontade arrebatadora.
— Vem, seu safado! Me come gostoso, safado!
— Eu sou safado? E tu é o que?
— Safada, uai! Somos dois safados.
Acabo gozando gostoso em sua ppkinha e caindo mortalmente ferido – o corpo vazio de porra e o coração cheio de amor – ao seu lado. Laura deita abraçadinha comigo, descansando. Descansando? Ela logo agarra meu pau e começa a chupá-lo de novo. Ela fica de quatro entre minhas pernas, me encarando e encarando meu pau, beijando-o e chupando. Sobe para me beijar e retorna para chupá-lo mais. E repete. Até que eu subo sobre seu peito e despejo tudo em sua boca. Ela cospe no meu pau, minha porra jogada sobre seu peito. Eu a beijo, ela me beija.
Laura me pede mais um pouco de massagem em suas costas com a vela.
— Aqui no lado esquerdo das minhas costas, arrumei a casa no final de semana, tá doendo.
Eu jogo um pouco da cera derretida sobre seus ombros e costas. Aperto com carinho seus músculos.
— Onde mais você quer? Aproveita...
— Nos meus pés!
E lá vou eu para seus pézinhos. Ela se vira de costas, faço massagem em seus seios e barriga. Nesta posição, não tem como evitar: eu chupo sua ppk! Não consigo resistir a isso, seu grelinho me chama. Laura segura minhas mãos quando goza e assim empatamos a partida.
Faço o truque Vulcano de leitura de mente, mas eu erro fragorosamente e troco tudo – pelo menos lhe arranco um sorriso sincero e juvenil.
Despeço-me, avisando que tenho que ficar um tempo longe, para não correr o risco de ficar gamado. E saio feliz, deixando para trás um quarto com cheiro mentolado, uma bela e sorridente mulher e levando comigo um coração apertado.
Até quando você vai ficar fazendo o que quer comigo?
Até quando você vai ficar sem saber o que quer de mim?
Até quando você vai ficar
Até quando você vai ficar
Sem saber o que quer fazer?
Sem saber o que quer?
Sem saber o quê?
Sem saber?
