BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
O WhatsApp toca. Uma mensagem. Uma provocação. Um chamado.
”Me pega virgem hoje”
Que saudades da minha Anjinha safadinha...
A porra do metrô parece uma tartaruga. Finalmente chego no Centro e o céu, para mim, parece se abrir. Toda melancolia se esvai, raios de luz me apontam o caminho a seguir: RB 156. E lá vou eu, todo serelepe.
E lá vamos nós! Porta nenhuma vai me deter!
Rapidamente chego ao apartamento mais sexual e safado do Centro. Bato na porta. Nada. Espero um pouco, bato de novo. Nada. O desespero começa a bater em mim. Ouço passos, a porte se abre, eu entro. Angel está linda, de lingerie branca, toda angelical. Eu a pego no colo e a levo diretamente para o quarto grande.
Não acredito que hoje sou o primeiro da fila!
Tiro a minha roupa e jogo a camisa e a calça nas prateleiras da estante. Angel sobe na cama, fica da minha altura, me abraça e me beija.
— Então você está apaixonado, hein?
— Sou um homem de muitos amores.
— Não sou ciumenta, desde que sobre um pouquinho para mim.
— Eu te amo, Angel...
— Cacete, me dá esse cacete!
Angel se ajoelha na cama, fica com a cabeça na altura da minha cintura, abaixa minha cueca e cai de boca no meu cacete, vorazmente, enquanto tira o sutiã. E eu ali, em pé, olhando para baixo, admirando seus seios e toda sua desenvoltura oral. Meu pau duro teima em sair de sua boca e ela corre para pegá-lo de volta, tentando domá-lo.
Abraço minha Anjinha e a deito de costas na cama, tiro sua calcinha, beijo seus seios, chupo sua ppkinha. Angel se contorce, puxa meu cabelo, me xinga. Mas não goza. Ela tem pressa, me manda colocar a camisinha. Eu obedeço. Eu a penetro – e realmente ela está toda apertadinha. Nós não fazemos amor – nós fudemos loucamente. Angel me beija apaixonadamente, sua língua procura a minha, suas unhas me arranham. Que coisa mais gostosa!
Angel me empurra, eu já me posiciono deitado de costas. Ela sobe em mim, meu cacete ereto lhe esperando ansiosamente. Ela o pega, aponta para a entrada de sua ppkinha e se senta sobre mim. E esfrega, esfrega, esfrega e goza! Ela cola seu corpo ao meu e sussurra no meu ouvido:
— Ai, Dan... Eu quero gozar de novo...
"Ai, Dan... Quero ir de novo..."
Eu nem tenho tempo de falar algo, Angel já ergue o seu tronco, recomeça a esfregação, me usa para o seu bel prazer (adoro!), sou um objeto sexual em suas mãos, e ela goza de novo, apertando os olhos e mordendo os lábios (fazendo aquela carinha linda de se ver). Eu quero aplaudir, mas ela respira fundo, cai deitada na cama e me chama:
— Vem você agora!
Eu vou!
"Vem você agora!"
Eu volto a penetrá-la. Angel está toda molhada, e assim eu entro bem fundo em sua ppkinha, tão furiosamente quanto antes. Meu pau desliza facilmente em seu interior, sua ppk me abraçando. Ela me beija mais, cheia de vontade e tesão, eu retribuo com tanta vontade e tesão quanto ela. Eu quase não consigo respirar, de tão ofegante que estou. Caralho! Eu tenho um orgasmo, eu gozo, eu sublimo, eu alucino. Aproveito que estamos sozinhos no apartamento para poder gemer alto, sem medo de ser feliz. Eu gozo como há muito não gozava.
Ficamos um tempinho abraçadinhos, nossas bocas grudadas num desejo de dali não sair. Infelizmente o tempo é curto, essa convocação de última hora tem que ser bem rápida. Eu me arrumo ligeirinho para ir para o meu trabalho e me despeço da minha Anjinha com um beijo e um abraço apertado (aproveito para sarrá-la e apertar seu bumbum, afinal de contas ninguém é de ferro). Angel me encara com um sorriso no rosto, tão feliz quanto eu, e me diz:
— Você sabe que terminou 2 a 1, né?
— Sei sim, e fico feliz de você ter ganho!
Chego no meu trabalho, os colegas me olham e estranham eu estar rindo sozinho.
— Tá vindo de onde, assim tão feliz, Dan?
— Tava comendo um pastelzinho de nata.
Angel não apenas no nome
Nunca menos que um abraço
Juntos, de prazer ela me mata a fome
Imaginando tê-la em meus braços
Não sentimos ciúmes, nós somos libertos
Hoje só temos um costume, num relacionamento aberto:
Apaixonarmo-nos de novo, a cada novo reencontro
