30 de Agosto de 2026 às 20:58
JUHLY ZOMBIE
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Por onde eu começo com a Juhly…

Ela tem uma energia incontrolável, tem um humor afiado, é inteligente, e insaciável que nem vampiro em noite de lua cheia.

Numa manhã recente acordei pensando na montanha de trabalho que me esperava no escritório. Precisava limpar a cabeça e recuperar a energia. Eu já estava virando zumbi no trampo, então tive a sensação de que a Juhly ia conseguir pegar aquele zumbi, pular dentro da alma dele e redirecionar tudo pra uma força bem diferente.

Só uma hora depois de chegar no escritório mandei um Zap pra ela, perguntando se tinha algum horário livre no dia e, se tivesse, qual era o mais cedo. Ela respondeu na hora. Gosto dessa objetividade dela.

45 minutos depois eu estava lá. Toquei a campainha e já comecei a rir sozinho. Dava pra sentir que ia encontrar uma personalidade única. O zumbi que existia em mim começou a se agitar desesperado, ansioso pelo que vinha pela frente. Ou talvez fosse só a minha própria ansiedade… de escritório pra presa disposta em menos de uma hora. Impressionante.

Recebimento energético: ela me puxou pra um beijo fundo. Minhas mãos já estavam explorando o corpo dela enquanto as línguas se enrolavam. E que língua especial… parece que tem vontade própria. Mais perigosa que qualquer presa de vampiro, isso eu já senti na hora.

Fui fazer a higiene. No caminho de volta conheci o Nosferatu, um gato curioso que, diferentemente do filme do Murnau, não tentou morder meu pescoço nem sugar meu sangue. Foi mais tipo a Ellen: só queria um pouco de companhia. Aceitei de bom grado e dei uns carinhos e coçadinhas merecidas.

Entrei no covil aconchegante da Srta. Zumbi. Ela já estava ajoelhada na cama, me esperando.
Começamos nos beijando. Em pouco tempo ela tirou minha toalha e começou a devorar a presa com um ataque oral delicioso, ainda de pé. Eu me inclinei, passei as mãos pelas curvas dela, reparando mais nas tatuagens espalhadas pela pele branquinha, até chegar no rabo… aí as mãos enlouqueceram de vez.

Ela notou o interesse e aproximou as pernas pra eu sentir melhor. Me agachei e comecei a beijar ela por trás, entre as pernas, enquanto ela continuava ajoelhada. Fiquei ali um bom tempo, completamente sob o feitiço. O zumbi de escritório já tinha sumido. Sobrou só a presa.

Logo ela veio retribuir. Engoliu tudo várias vezes fundo e brincou com a cabeça usando aquela língua bifurcada. Absolutamente divino.

Foi aí que ela se levantou, começou a me provocar e falou que queria que eu metesse no cu. Pra ser sincero, não é algo que eu busco nem penso muito a respeito. Mas a empolgação na voz dela me deixou pronto pra experimentar aquele rabo grande.

Ela se posicionou de quatro na minha frente… que vista. Passou o gel e eu comecei a entrada devagar. Quando o junior estava completamente engolido, fui aumentando o ritmo. Ela falava umas putarias e pedia mais enquanto eu batia mais forte. Olhou pra trás. Pegou meu olhar hipnotizado pela visão do pau fundo no cu dela, com as mãos apertando a cintura. O jeito que ela fechava os olhos e sorria, rosto de lado no travesseiro, e de vez em quando olhava pra trás com um sorrisinho, sabendo que minha alma já estava escapando do corpo…

Troca de camisinha, mais palavras safadas, e partimos pro PPMM. Ela estava encharcada. Ficamos ali um tempo, olhando nos olhos. Chupei os peitos grandes enquanto ela os apertava. Comecei a suar e respirar pesado.
Ela mandou eu deitar de novo. Antes de começar outra rodada de oral, brincou: “Não se acomoda demais não… você não tem muito tempo pra descansar. Quero você pronto pra me foder de novo em dois minutos”.

A boca dela desceu de novo no junior e eu já estava chegando no ponto de não retorno.

Com aquela voz safadinha e inocente, sabendo o quanto eu estava gostando, falou: “Quer só encher essa boquinha? Pode”. Queria. Mas o desejo de sentir ela cavalgando em cima foi mais forte. Ela montou. Que visão. As tatuagens pareciam olhar de volta e dizer: “Acabou, amigo. Não tem pra onde correr. A gente te pegou”.

E foi assim. Ela me cavalgou forte, agachada, e eu senti o vulcão subindo. Segurei o quadril dela e meti enquanto ela batia forte. A respiração pesada chegou no auge e eu xinguei ela. Naquele instante senti a alma saindo de verdade… e o que ela fez? Se ajustou, aproximou o corpo e continuou cavalgando, espremendo até a última gota.

Ficamos deitados, conversando e rindo. Papo ótimo. Mulher inteligente, interessante, gentil e muito engraçada. De novo ela avisou que aquele descanso melhor fosse rápido porque queria meu pau duro outra vez. Mas continuamos conversando até quase o final, quando ela só deu uns beijinhos de despedida no junior.

Encontro excelente. E agora eu acredito que a Juhly é mais Nosferatu que o próprio gato dela: vai tomando as almas das presas dia após dia, se banqueteando nas extremidades mais vulneráveis e cheias de sangue até não sobrar nada.

A Juhly agora tem mais um zumbi. Te vejo de novo em breve.