03 de Setembro de 2026 às 00:05
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

No capítulo de hoje: Hellen salvou meu dia!

I. Eu tinha combinado com outra garota, mas ela me deixou esperando — a desculpa foi que o cliente anterior havia atrasado o atendimento, e eu que seria "punido".Sinceramente? Não aceitei e cancelei . Mesmo irritado, foi aí que meu olhar caiu no contato da Hellen, guardado há tempos. Já vinha observando seus passos de longe, desde os dias em que ela trabalhava em Jacarepaguá. Resolvi arriscar: mandei uma mensagem. Para minha sorte, ela respondeu rápido e estava livre naquela exata hora. O dia, que parecia perdido, ganhou um novo rumo.

II. Cheguei na RB 156 e Hellen mandou eu subir. Ao abrir a porta do apê, ela me soltou um surpreendente: "Oi, cabeludo!" Fiquei assustado — como ela sabia quem eu era? No site, eu a havia elogiado algumas vezes, mas nunca mencionei que iria conhecê-la pessoalmente. Ela, no entanto, já sabia. E mais: gostou do meu estilo. Fez questão de comentar minhas tatuagens, reparou no piercing e, claro, no cabelo — e até checou com os dedos para ver se era verdadeiro 🤣🤣. Naquele momento, ela já havia me deixado à vontade: além de linda, Hellen mostrou-se extremamente simpática e descontraída.

III. No quarto, já começamos com beijos intensos — lábios que se encontravam como se tivessem sede um do outro, mãos que percorriam caminhos incertos, ansiosas por descobrir cada curva. Depois, ela deslizou para baixo e começou a me chupar com uma técnica tão precisa quanto delicada. Sua boca era pura poesia: cada movimento, uma estrofe; cada sucção, uma pausa que suspendia o ar. Seus olhos claros erguiam-se de vez em quando, encontrando os meus, como quem pede permissão para continuar aquele verso molhado e quente. O prazer não era só físico — era narrativa, era melodia, era ela me contando, com a língua, uma história que eu não queria que terminasse.

IV. Depois, ela veio por cima, montando em mim com uma cadência que oscilava entre o carinho e a dominação. Cavalgava como quem dança uma música que só seu corpo conhecia, e eu via seus cabelos balançarem a cada movimento. De repente, ela se inclinou e me abraçou, colando o corpo todo junto ao meu — peito contra peito, ventre contra ventre, respiração contra respiração. Nessa posição, eu impulsionava de baixo para cima, encontrando o ritmo dela, como se nossos corpos fossem duas marés que se empurravam e se completavam. Ali, grudadinhos, o tempo parecia ter desistido de passar.

V. Então, a posição mudou: fui comê-la de frente, mergulhado em seus olhos claros enquanto nossos lábios se devoravam num beijo interminável. Cada estocada era acompanhada por um encontro de bocas, como se a língua dela ditasse o compasso do meu movimento. O clima, então, literalmente ferveu — o ar ficou denso, úmido, quase intangível de tão quente. Minha cabeleira transformou-se numa fornalha que irradiava calor sobre nós dois, envolvendo nossos corpos suados numa atmosfera tropical e abafada. O ar condicionado, esforçando-se em vão, perdia a batalha contra a nossa temperatura elevada; não dava mais vazão àquele vapor que exalava da nossa pele. Foi quando Hellen, entre um gemido e outro, esticou o braço e ligou o ventilador — e as pás, ao girarem, não refrescaram o quarto: apenas espalharam nosso calor por cada canto, como se o próprio desejo tivesse ganhado asas.

VI. Então, virei-a com suavidade e passei a possuí-la de quatro. Que visão se descortinou diante de mim! A curva perfeita de suas costas descia como uma duna suave até a elevação generosa de seu quadril, que se oferecia em rendição absoluta. Seus cabelos espalhados sobre o travesseiro, a pele levemente brilhante de suor, as marcas dos meus dedos ainda rosadas em sua cintura — tudo naquele corpo parecia esculpido para ser admirado. Cada movimento meu era uma reverência àquela paisagem de carne e desejo, e eu me perdia deliberadamente na geografia da Hellen, explorando cada vale, cada declive, cada montanha que se movia ao meu ritmo, como se o mundo coubesse inteiro naquele arco perfeito que ela fazia para mim.

VII. Quando já não sabia mais onde terminava meu corpo e começava o dela, pedi que ela me chupasse novamente. E ela, numa entrega que mais parecia cumplicidade, deslizou para baixo como quem conhece cada passo de uma dança ensaiada. Sua boca quente me envolveu, e eu senti cada parte do meu ser convergir para aquele ponto úmido e fervente. A língua dela desenhava círculos que não estavam nos manuais, que nenhuma técnica ensinaria — eram círculos feitos de intuição, de fome, de uma generosidade que beirava o absoluto. Eu fechei os olhos e o mundo inteiro reduziu-se àquela cavidade macia e ardente, à pressão exata, ao ritmo que ela imprimia como quem regia uma orquestra de prazeres esquecidos. E então veio o ápice — não como uma explosão bruta, mas como uma maré que finalmente encontra a praia depois de uma longa travessia. Gozei naquela boquinha quente e deliciosa, e cada jorro era uma verdade que meu corpo guardava há tempos, cada pulsação uma confissão que a razão nunca ousaria formular. Foi a morte de um eu antigo e o nascimento de outro, mais nu, mais verdadeiro, mais rendido àquela mulher que, com a boca, me devolvia a vida. E, ali, eu entendi que o prazer não é fuga — é encontro; não é alívio — é revelação. Hellen não me chupava: ela me lia, me interpretava, me traduzia para uma língua que só os corpos conhecem. E eu, esvaziado e cheio ao mesmo tempo, agradeci em silêncio àquela boquinha que, ao me sugar, me devolvia inteiro.

VIII. Conclusão: o encontro com ela foi incrível, parecia que nos conhecíamos há muito tempo. Além de linda, ela é super simpática, engraçada. O sexo foi maravilhoso e o papo pós-sexo foi ótimo, nos divertimos muito.


Hellen, à luz da tarde!

Ó Hellen, claros olhos peregrinos,
e negros fios sobre a tez formosa,
quis a tarde enlaçar nossos destinos
na chama do desejo impetuosa.
De fronte, corpo a corpo, assim unidos,
vossa boca buscava os beijos meus;
e os longos cabelos confundidos
em doce enleio se enlaçavam seus.
Depois, em vários modos e cadências,
ora guiáveis vós, ora eu guiava;
e em meio a suspiros e ardências,
um beijo a novo beijo provocava.
Vossa alva pele e os cabelos negros,
e o claro olhar que o meu desejo acende,
faziam dos movimentos mil segredos,
a que meu corpo, sem recusa, rende.
E ao fim, já do deleite feito escravo,
quando o prazer não coube mais em mim,
em vossa boca dei meu doce alento,
e satisfeita a tarde teve fim.