03 de Setembro de 2026 às 16:55
KAREN BELLINI
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Esse não é um relato recente, mas sim um compilado dos encontros que tivemos. Creio que ela não vá se lembrar de mim, pois nosso último encontro aconteceu no dia 12 de março de 2026.

A todo momento em que via suas fotos no site, minha curiosidade e meu desejo de conhecer aquela mulher eram atiçados. Foram inúmeras tentativas, até que os “astros se alinharam a meu favor” e, finalmente, consegui agendar um encontro com aquela deusa.

Parti em direção ao Centro, ansioso e nervoso para o nosso primeiro encontro. O Rio de Janeiro trazia aquele bafo abafado que parecia condensar os desejos da cidade. Ao tocar a campainha, a porta se abriu.

Na penumbra da sala, iluminada apenas pela luz difusa que atravessava as persianas, o ar estava carregado de uma eletricidade quase palpável. Ela estava ali, escondida atrás da porta, encostada na parede. A luz lateral recortava seu perfil: os cabelos loiros, um sorriso encantador e a pele branca, que parecia absorver o calor do ambiente.

Seu corpo revelava a disciplina de quem o moldava com dedicação: ombros largos, peito firme e um bumbum que causaria inveja até ao Morro Dois Irmãos, tamanha a beleza e a protuberância. Sua presença preenchia o espaço muito antes de qualquer toque. Havia nela uma calma magnética, um misto de segurança e promessa que fazia qualquer olhar se perder em sua direção.

Ela até comentou que estava ficando tímida, pois meu olhar, segundo ela, era penetrante e provocativo.

Após o banho, a loira me devorou com um beijo doce e intenso. Senti que não havia nada de mecânico naquele momento; era um toque carregado de desejo e fome. Ela estava envolta em uma sensualidade que não precisava de excessos para se impor. Cada movimento seu parecia encontrar a medida exata entre a timidez e o desafio.

Seus olhos castanhos encontraram os meus e permaneceram fixos neles com uma intensidade que dispensava palavras. Não havia silêncio na sala. Os sons eram ferozes, mas, ao mesmo tempo, prazerosos.

Em alguns momentos, precisei me controlar, pois, segundo ela, o meu penso é a intensidade estava causando desconforto. Minha intenção não era machucá-la, então diminuí o ritmo para que aquele momento continuasse sendo prazeroso para ambos.

O tempo era nosso inimigo, mas cada instante parecia marcar aquele encontro em minha memória. O perfume, misturado ao calor de sua pele, invadia o espaço entre nós.

No fim, após o encontro, deitamos e conversamos sobre as amenidades da vida. Descobrimos que compartilhávamos o gosto pelo treino e pela música. Como já era tarde, descemos juntos. Acompanhei-a até seu destino e nos despedimos com um abraço.

Mas eu sabia que aquele abraço não seria o último.

Eu precisava viver aquele momento mais uma vez.