Concordo com o colega e não compartilho do preconceito exposto em alguns posts deste tópico. Já "namorei" umas 4 ou 5 garotas. Uma delas era um anjo de menina, conheci em uma boate. Algumas se hospedaram comigo por um tempo, mas só com uma delas tive uma ótima relação de convivência.Conde Da Valáquia escreveu: ↑29 Fev 2024, 00:11 Não veria problema nenhum, desde que eu soubesse de entrada que ela é GP. Se fosse algo que ela fizesse escondido, pelas minhas costas, fingindo fidelidade, aí eu teria um problema.
A questão da exclusividade precisaria de uma conversa um pouco mais complexa, mas se forem duas pessoas sensatas e bem resolvidas, conseguem combinar algo que funcione para ambos.
O problema maior que vejo num relacionamento com garotas de programa nem é o trabalho em si, mas a síndrome de mentira compulsiva que parecem adquirir na profissão, é como se não conseguissem se relacionar sem enganar o outro. No caso, uma relação com uma menina que trabalha com sexo precisa de um lastro de confiança muito maior entre os envolvidos do que em uma relação convencional. Pela minha experiência, esse lastro de confiança é a parte mais difícil para uma profissional do sexo cumprir.




