Venho aqui contar um pouco de alguns encontros que tive. Vou começar com esse, espero que apreciem e gostem.
Tudo começou numa tardezinha preguiçosa, daquelas em que a vontade de estar em uma boate era quase nula. Eu estava cansada, desanimada, sem ânimo até pra abordar alguém. Era nova nesse mundo, ainda me sentindo crua, meio perdida. Foi então que ele entrou.
Um homem de cabelos lisos, já com alguns fios grisalhos que o deixavam ainda mais atraente, cerca de 1,73m, com um olhar que transbordava mistério. Sentou-se com calma, pediu uma cerveja e ocupou um dos bancos daquele prostíbulo. Foi impossível não notar. Antes que qualquer outra menina chegasse perto, fui eu quem, com um sorriso disfarçado, me aproximei e perguntei:
— Posso me sentar?
— Claro! — respondeu ele, com um tom que me arrepiou.
Nos apresentamos, começamos a conversar e, entre sorrisos e olhares que se prolongavam, mostrei meu perfil no Arena. Eu ainda era nova no site, e ele já conhecia. Me senti exposta e, ao mesmo tempo, excitada. Precisei ir ao banheiro por um instante e, quando voltei, ele já estava de saída. Senti meu brilho apagar com a ausência dele. Mas, pra minha surpresa, dias depois, ele me encontra no WhatsApp e manda:
— Oi, minha linda.
Fiquei em choque. Como ele lembrou de mim? Não tínhamos trocado contato. Mas respondi, com aquele frio na barriga:
— Oi, tudo bem? Que surpresa deliciosa!
A conexão entre nós foi imediata. Ele me disse que não conseguiu ficar por causa da fumaça da boate, mas ficou com minha imagem presa na mente. E então, decidiu me chamar.
Quando ele chegou ao meu local, eu já o esperava com uma lingerie provocante, preta, rendada, ele faz sua higiene e começamos com beijos longos, com muita língua e intensidade, nossas línguas se entrelaçaram no mesmo ritmo, um encaixe perfeito. Um calafrio percorreu meu corpo e senti ele muito duro, com muita vontade de me comer. Tiramos as roupas, nos beijamos como dois amantes. Ele pega em meus seios e bunda e aperta, me vira de costa e esfrega sua boca em meu pescoço. E então, ao pé do meu ouvido:
— Gostosa do caralho! Fiquei toda arrepiada.
Nos beijamos muito novamente. Sinto seu pau duro. Ele me deixa molhada e excitada, brinca com minha bucetinha. E eu não deixo por menos: pego seu pau, ajoelho e chupo! Sinto aquele pau muito duro, de sentir a veia pulsar bem gostoso na minha boca. Enquanto eu chupo olhando pra ele, percebo ele delirando, curtindo bastante, segurando meus cabelos. Sinto que ele queria mais! Engulo tudo, chupo suas bolas e o conduzo à minha luxúria, ao fogo e ao desejo.
Ele me joga na cama, beija e chupa meus seios, com aquela língua deliciosa e gostosa, e vai lentamente descendo até minha bucetinha. Ele me chupa toda, e me faz delirar de tanto prazer. Nossos corpos, colados e molhados de tanto fogo, mesmo com ar bem gelado.
Eu tremia de prazer, mordendo os lábios para não gritar. Invertemos. Agora era a minha vez de dominá-lo, de deixá-lo entregue. Me deitei entre suas pernas, engoli todo aquele pau com fome. Sentia cada veia, cada reação, e adorava ouvir seus gemidos — ah, homens gemendo são meu fraco.
Ele cheio de tesão me diz:
— Quero te comer, não estou mais aguentando. Pega a camisinha
Eu sorrio e digo:
— Claro. Como você quer?
— Vem por cima de mim
Estava toda molhada, e quando senti ele dentro de mim, bem duro e gostoso, olho em seus olhos, um olhar contundente e sinto ele querendo me foder cada vez mais! Eu me encaixo por cima dele, molhada e desejando sentir tudo. Meus seios tocam seu rosto e ele os beija com intensidade enquanto começo a cavalgar devagar. Os movimentos se intensificam. Gemo forte. Ele segura minha cintura, me dá leves tapas, e o ritmo aumenta.
Delirando de prazer, ele sussurra: — Goza comigo? Os gemidos escapam involuntários conforme eu sento com mais força. A intensidade cresce, eu gemo, não resisto e sinto meu orgasmo e ele goza junto comigo, gemendo discretamente. Sinto seu corpo tremer contra o meu. Ainda trêmula eu respondo : — Que delícia ! e vou ao banheiro. A respiração ainda acelerada. Quando voltei, conversamos, rimos… ele me olha com carinho, como quem quer mais. Me aproximo e o beijo novamente, com língua, com fogo. A gente se deseja. Depois ele me segura, me beija e transamos mais uma vez — intenso, bruto, delicioso. Eu me derreto.
Ele me vira de quatro, com os dedos nos meus cabelos, me segura firme, batendo levemente na minha bunda. Com a visão que tem de mim, não resiste e diz: — Vou Gozar! Sinto outro orgasmo se formar, estou molhada, muito babada. Nos deitamos um ao lado do outro, corações ainda acelerados… mas com um sorriso de quem sabe que ainda tem muita coisa pra viver ali.
O resto? Conto pra vocês numa próxima...
Espero que gostem.
E até o próximo TD.
Beijos, seus gostosos(as)!






