OBITUÁRIO DOS FAMOSOS
Re: OBITUÁRIO DOS FAMOSOS
Morreu essa semana também, o Stanley Miranda da antiga produtora Buttman Brazil!
“Prazeres temporários não constroem futuros permanentes”
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Eddie Adams Verified
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Re: OBITUÁRIO DOS FAMOSOS
Que isso Stanley Miranda também morreu!
Saber todo mundo tem um talento!
Que dizer todo mundo tem um talento especial!
Todo mundo tem uma coisa especial!
https://www.instagram.com/eddieadamsdd? ... UybjdpZW5p
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onlyhaters Verified
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Re: OBITUÁRIO DOS FAMOSOS
Vi no ontem no X- Twitter
“Prazeres temporários não constroem futuros permanentes”
Re: OBITUÁRIO DOS FAMOSOS
Calcinhas a meio mastro. 1 minuto de silêncio...Ken Masters escreveu: ↑31 Dez 2025, 14:41 Morre Oscar Maroni, dono do Bahamas, aos 74 anos
Empresário e figura central da noite paulistana faleceu na manhã deste dia 31 de dezembro; velório será restrito a familiares e amigos.
https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/s ... s-74-anos/
O mundo das Termas está de luto mais uma vez...
RIP
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Mulato Roqueiro Verified
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Re: OBITUÁRIO DOS FAMOSOS
Não seria: calcinhas a meio pau ?vadeR escreveu: ↑01 Jan 2026, 00:40Calcinhas a meio mastro. 1 minuto de silêncio...Ken Masters escreveu: ↑31 Dez 2025, 14:41 Morre Oscar Maroni, dono do Bahamas, aos 74 anos
Empresário e figura central da noite paulistana faleceu na manhã deste dia 31 de dezembro; velório será restrito a familiares e amigos.
https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/s ... s-74-anos/
O mundo das Termas está de luto mais uma vez...
RIP
Baby eu lamento, mas não tenho tempo, prá sentir as tuas dores. As minhas eu já não aguento.
Cazuza
Cazuza
Re: OBITUÁRIO DOS FAMOSOS
Manoel Carlos, autor de grandes novelas da TV brasileira, morre aos 92 anos no Rio
Ele fazia tratamento contra a Doença de Parkinson. Conhecido como Maneco, escreveu algumas das novelas mais famosas da TV brasileira, como “Laços de Família” e “Mulheres Apaixonadas”. Em várias delas, deu o nome de Helena às protagonistas mais marcantes.
Por g1 Rio
10/01/2026 19h52 Atualizado há um dia
O autor Manoel Carlos morreu neste sábado (10), aos 92 anos, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela família. A causa da morte não foi divulgada.
Ele estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, onde fazia tratamento contra a Doença de Parkinson, que no último ano afetou o desenvolvimento motor e cognitivo.
Conhecido como Maneco, Manoel Carlos começou na TV Globo em 1972, como diretor-geral do “Fantástico”. Antes disso, passou por diversas emissoras brasileiras, onde atuou como autor, produtor e ator. A carreira artística começou nos palcos, aos 17 anos. Ele também foi escritor e diretor.
Ao longo dos anos, suas novelas ficaram marcadas pelo Rio de Janeiro como cenário — e também como personagem — e pela abordagem de conflitos familiares.
Outro traço marcante de sua obra foram as “Helenas”. De Baila Comigo (1981) a Em Família (2014), as personagens retratavam mães cujo amor pelos filhos superava qualquer desafio.
Manoel Carlos estava aposentado desde 2014 e vivia recluso com a família. Ele deixa duas filhas: a atriz Júlia Almeida e a roteirista Maria Carolina.
"A família agradece as manifestações de carinho e solicita respeito e privacidade neste momento delicado", diz a nota divulgada pela família.

Manoel Carlos durante apresentação da novela 'Viver a Vida', em agosto de 2006 — Foto: João Miguel Júnior/Globo
Carioca de coração
Manoel Carlos nasceu em 1933, em São Paulo, mas sempre se considerou carioca de coração. Filho de um comerciante e de uma professora, Maneco começou a trabalhar aos 14 anos como auxiliar de escritório.
Ao mesmo tempo, já se aproximava das artes. Ele se reunia diariamente com um grupo de jovens na Biblioteca Municipal de São Paulo para ler e discutir literatura e teatro.
Fernanda Montenegro, Fernando Torres, Fábio Sabag, Flávio Rangel e Antunes Filho faziam parte deste grupo, batizado de Adoradores de Minerva.
Manoel é pai da atriz Júlia Almeida e da roteirista de novelas Maria Carolina, que colaborou com ele em diversas obras.
O autor também teve outros três filhos, que morreram: o dramaturgo e ator Ricardo de Almeida, em 1988; o diretor Manoel Carlos Júnior, em 2012; e o estudante de teatro Pedro Almeida, aos 22 anos, em 2014.
Estreia na carreira artística
pesar de todo seu sucesso como autor, Maneco iniciou sua carreira artística como ator. Aos 17 anos, atuou no "Grande Teatro Tupi", um programa de teleteatro da TV Tupi. No ano seguinte, foi premiado como ator revelação e estreou como produtor e diretor.
Em 1952, começou a escrever programas da TV e iniciou uma trajetória por várias emissoras, passando pela fase inaugural da TV Record e pela TV Itacolomi, de Belo Horizonte, além de uma estada no Jornal do Commercio, em Recife. Na TV Tupi, do Rio de Janeiro, adaptou mais de 100 teleteatros.
Na década de 1960, Manoel Carlos participou das últimas produções da TV Excelsior.
E na TV Rio, entre outros projetos, dividiu a redação do programa “Chico Anysio Show” com Ziraldo e Mário Tupinambá, e dirigiu “O Homem e o Riso”, também com Chico.
Na TV Record, fez parte da equipe que escreveu e produziu programas como “Hebe Camargo”, “O Fino da Bossa”, “Bossaudade”, “Esta Noite se Improvisa”, “Alianças para o Sucesso”, “Para Ver a Banda Passar” e “Família Trapo”.
Trajetória na TV
Maneco estreou na TV Globo como diretor-geral do “Fantástico” em 1972, permanecendo no programa por três anos.
Em 1978, fez sua primeira novela para a emissora, a “Maria, Maria”, uma adaptação do romance “Maria Dusá" de Lindolfo Rocha. No mesmo ano, adaptou o romance “A Sucessora”, de Carolina Nabuco. A novela tinha estrelas como Susana Vieira, Rubens de Falco e Arlete Salles.
O autor se inspirou em sucessos da radionovela para consolidar seu estilo de escrita em dramaturgia.
Em 1980, além de escrever alguns episódios do seriado “Malu Mulher” – protagonizado por Regina Duarte --, foi convidado por Gilberto Braga para dividir a autoria de “Água Viva”.
A novela contava com Reginaldo Faria, Raul Cortez, Betty Faria, Tônia Carreiro, Glória Pires, entre outras estrelas.
Além de suas históricas novelas, Manoel Carlos também escreveu minisséries como “Presença de Anita” (2001), e 'Maysa – Quando Fala o Coração' (2009).
Helenas, Rio de Janeiro e conflitos familiares
m 1981, escreveu “Baila Comigo”, novela que levou sua primeira Helena ao ar. A personagem era interpretada pela atriz Lílian Lemmertz.
As “Helenas” foram peças marcantes dos trabalhos de Maneco. Heroínas nas tramas, as personagens eram mães cujo amor pelos filhos era capaz de superar qualquer desafio.
Ao Memória Globo, Maneco explicou que a origem do nome vem de sua paixão pela mitologia grega: Helena é o símbolo da mulher forte, guerreira e capaz de tudo em nome do amor.
“Elas são aquelas mães abnegadas e ao mesmo tempo não se esquecem delas mesmas. São vaidosas, são justas e injustas na medida certa, né? Elas são mentirosas, elas escamoteiam a verdade em benefício de um filho, por exemplo. Elas defendem um filho até a injustiça. É muito difícil alguém escapar, uma mulher escapar da sua semelhança com a própria mãe”, contou Manoel ao “Fantástico” em 2014.

O autor Manoel Carlos — Foto: Cedoc/TV Globo
Outras marcas do autor em suas novelas são o Rio de Janeiro como cenário, em especial o bairro do Leblon, e o mergulho em conflitos familiares.
“Dizem que eu faço uma dramaturgia realista, naturalista, mas eu não acho nada disso. Procuro apenas fazer uma coisa verossímil. O amor se parece em todas as línguas, todos os países. O ódio, a inveja, o ciúme. E eu retrato só essas coisas, entende? E isso tudo existe em qualquer família. Eu ouço muito conversa em café, em bar, e tudo se parece”, explicou ele em entrevista à GloboNews em 2016.
Além disso, ele também motivava ações socioeducativas, abordando temas como campanhas para doação de medula, contra o alcoolismo, violência contra a mulher, preconceito e inclusão social.
“Situo as minhas novelas no Rio de Janeiro. Faço coisas muito fortes, sob um céu muito azul. As tragédias e os dramas acontecem, mas o dia está lindo. A praia e o espírito carioca dão uma coloração rosa ao contexto cinzento. E o público acaba absorvendo as tramas de uma maneira mais leve”, afirmou o autor em entrevista ao Memória Globo.
“Manoel Carlos transformou o Leblon em um lugar quase mitológico”, disse o jornalista Mauro Ferreira.
Em 1991, Maneco levou para a TV a novela “Felicidade”, que começou a esboçar 12 anos antes. A trama foi inspirada em diversos contos de Aníbal Machado e levava a segunda Helena de Maneco, interpretada por Maitê Proença.
Em 1995, mais uma Helena aparecia na tela em “História de Amor”. A personagem de Regina Duarte integrava um triângulo amoroso e era apaixonada por Carlos Alberto (José Mayer), um médico casado com sua rival, Paula (Carolina Ferraz). O autor já afirmou que escreveu a novela para as duas atrizes.
Três anos depois, levou a história de uma mãe que abre mão de seu filho em nome de outra filha, na novela “Por amor”. Novamente, Helena foi interpretada por Regina Duarte.
Outra história de sacrifício materno que marcou a carreira de Maneco foi em “Laços de Família” (2000). Na trama, Vera Fischer viveu Helena, uma mãe que descobre que sua filha está com leucemia e que a única forma de salvá-la era gerar um filho do mesmo pai da garota. Porém, ela não ama mais o homem.
A novela traz uma das cenas mais marcantes das novelas de Maneco: o momento em que Carolina Dieckmann, intérprete de Camila, raspa o cabelo. O autor afirmou que escreveu a personagem especialmente para a atriz.
Com a novela, Maneco venceu vários prêmios como Troféu Imprensa, Troféu Internet e Prêmio Extra de Televisão.
Em 'Mulheres Apaixonadas' (2003), Maneco exaltou a força feminina e colocou Christiane Torloni como sua Helena.
“Acho que a mulher move o mundo, não só pelo fato dela ser geradora do ser humano, mas porque eu acho a mulher mais forte, mais sofrida, e injustiçada. Tem mais dificuldade na vida e no trabalho e ela faz disso uma fortaleza”, explicou o autor ao falar sobre a novela.
Em 2006, trouxe Regina Duarte para sua terceira Helena. Desta vez, uma médica em “Páginas da Vida”.
Três anos depois, estreou “Viver a Vida”, com Taís Araújo estrelando a primeira Helena negra de Maneco. A atriz interpretava uma top model internacional que, no auge da carreira, largava a profissão para se casar com Marcos (José Mayer), que tem uma filha que luta para se recuperar de um acidente que a deixou paraplégica.
A última Helena de Maneco foi a herdeira de sua primeira musa: o autor convidou Júlia Lemmertz, filha de Lilian Lemmertz, para estrelar “Em Família” (2014).

Lílian Lemmertz foi a primeira Helena de Manoel Carlos, em 'Baila Comigo' — Foto: TV Globo/Cedoc
FONTE: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/ ... rlos.ghtml
Ele fazia tratamento contra a Doença de Parkinson. Conhecido como Maneco, escreveu algumas das novelas mais famosas da TV brasileira, como “Laços de Família” e “Mulheres Apaixonadas”. Em várias delas, deu o nome de Helena às protagonistas mais marcantes.
Por g1 Rio
10/01/2026 19h52 Atualizado há um dia
O autor Manoel Carlos morreu neste sábado (10), aos 92 anos, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela família. A causa da morte não foi divulgada.
Ele estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, onde fazia tratamento contra a Doença de Parkinson, que no último ano afetou o desenvolvimento motor e cognitivo.
Conhecido como Maneco, Manoel Carlos começou na TV Globo em 1972, como diretor-geral do “Fantástico”. Antes disso, passou por diversas emissoras brasileiras, onde atuou como autor, produtor e ator. A carreira artística começou nos palcos, aos 17 anos. Ele também foi escritor e diretor.
Ao longo dos anos, suas novelas ficaram marcadas pelo Rio de Janeiro como cenário — e também como personagem — e pela abordagem de conflitos familiares.
Outro traço marcante de sua obra foram as “Helenas”. De Baila Comigo (1981) a Em Família (2014), as personagens retratavam mães cujo amor pelos filhos superava qualquer desafio.
Manoel Carlos estava aposentado desde 2014 e vivia recluso com a família. Ele deixa duas filhas: a atriz Júlia Almeida e a roteirista Maria Carolina.
"A família agradece as manifestações de carinho e solicita respeito e privacidade neste momento delicado", diz a nota divulgada pela família.

Manoel Carlos durante apresentação da novela 'Viver a Vida', em agosto de 2006 — Foto: João Miguel Júnior/Globo
Carioca de coração
Manoel Carlos nasceu em 1933, em São Paulo, mas sempre se considerou carioca de coração. Filho de um comerciante e de uma professora, Maneco começou a trabalhar aos 14 anos como auxiliar de escritório.
Ao mesmo tempo, já se aproximava das artes. Ele se reunia diariamente com um grupo de jovens na Biblioteca Municipal de São Paulo para ler e discutir literatura e teatro.
Fernanda Montenegro, Fernando Torres, Fábio Sabag, Flávio Rangel e Antunes Filho faziam parte deste grupo, batizado de Adoradores de Minerva.
Manoel é pai da atriz Júlia Almeida e da roteirista de novelas Maria Carolina, que colaborou com ele em diversas obras.
O autor também teve outros três filhos, que morreram: o dramaturgo e ator Ricardo de Almeida, em 1988; o diretor Manoel Carlos Júnior, em 2012; e o estudante de teatro Pedro Almeida, aos 22 anos, em 2014.
Estreia na carreira artística
pesar de todo seu sucesso como autor, Maneco iniciou sua carreira artística como ator. Aos 17 anos, atuou no "Grande Teatro Tupi", um programa de teleteatro da TV Tupi. No ano seguinte, foi premiado como ator revelação e estreou como produtor e diretor.
Em 1952, começou a escrever programas da TV e iniciou uma trajetória por várias emissoras, passando pela fase inaugural da TV Record e pela TV Itacolomi, de Belo Horizonte, além de uma estada no Jornal do Commercio, em Recife. Na TV Tupi, do Rio de Janeiro, adaptou mais de 100 teleteatros.
Na década de 1960, Manoel Carlos participou das últimas produções da TV Excelsior.
E na TV Rio, entre outros projetos, dividiu a redação do programa “Chico Anysio Show” com Ziraldo e Mário Tupinambá, e dirigiu “O Homem e o Riso”, também com Chico.
Na TV Record, fez parte da equipe que escreveu e produziu programas como “Hebe Camargo”, “O Fino da Bossa”, “Bossaudade”, “Esta Noite se Improvisa”, “Alianças para o Sucesso”, “Para Ver a Banda Passar” e “Família Trapo”.
Trajetória na TV
Maneco estreou na TV Globo como diretor-geral do “Fantástico” em 1972, permanecendo no programa por três anos.
Em 1978, fez sua primeira novela para a emissora, a “Maria, Maria”, uma adaptação do romance “Maria Dusá" de Lindolfo Rocha. No mesmo ano, adaptou o romance “A Sucessora”, de Carolina Nabuco. A novela tinha estrelas como Susana Vieira, Rubens de Falco e Arlete Salles.
O autor se inspirou em sucessos da radionovela para consolidar seu estilo de escrita em dramaturgia.
Em 1980, além de escrever alguns episódios do seriado “Malu Mulher” – protagonizado por Regina Duarte --, foi convidado por Gilberto Braga para dividir a autoria de “Água Viva”.
A novela contava com Reginaldo Faria, Raul Cortez, Betty Faria, Tônia Carreiro, Glória Pires, entre outras estrelas.
Além de suas históricas novelas, Manoel Carlos também escreveu minisséries como “Presença de Anita” (2001), e 'Maysa – Quando Fala o Coração' (2009).
Helenas, Rio de Janeiro e conflitos familiares
m 1981, escreveu “Baila Comigo”, novela que levou sua primeira Helena ao ar. A personagem era interpretada pela atriz Lílian Lemmertz.
As “Helenas” foram peças marcantes dos trabalhos de Maneco. Heroínas nas tramas, as personagens eram mães cujo amor pelos filhos era capaz de superar qualquer desafio.
Ao Memória Globo, Maneco explicou que a origem do nome vem de sua paixão pela mitologia grega: Helena é o símbolo da mulher forte, guerreira e capaz de tudo em nome do amor.
“Elas são aquelas mães abnegadas e ao mesmo tempo não se esquecem delas mesmas. São vaidosas, são justas e injustas na medida certa, né? Elas são mentirosas, elas escamoteiam a verdade em benefício de um filho, por exemplo. Elas defendem um filho até a injustiça. É muito difícil alguém escapar, uma mulher escapar da sua semelhança com a própria mãe”, contou Manoel ao “Fantástico” em 2014.

O autor Manoel Carlos — Foto: Cedoc/TV Globo
Outras marcas do autor em suas novelas são o Rio de Janeiro como cenário, em especial o bairro do Leblon, e o mergulho em conflitos familiares.
“Dizem que eu faço uma dramaturgia realista, naturalista, mas eu não acho nada disso. Procuro apenas fazer uma coisa verossímil. O amor se parece em todas as línguas, todos os países. O ódio, a inveja, o ciúme. E eu retrato só essas coisas, entende? E isso tudo existe em qualquer família. Eu ouço muito conversa em café, em bar, e tudo se parece”, explicou ele em entrevista à GloboNews em 2016.
Além disso, ele também motivava ações socioeducativas, abordando temas como campanhas para doação de medula, contra o alcoolismo, violência contra a mulher, preconceito e inclusão social.
“Situo as minhas novelas no Rio de Janeiro. Faço coisas muito fortes, sob um céu muito azul. As tragédias e os dramas acontecem, mas o dia está lindo. A praia e o espírito carioca dão uma coloração rosa ao contexto cinzento. E o público acaba absorvendo as tramas de uma maneira mais leve”, afirmou o autor em entrevista ao Memória Globo.
“Manoel Carlos transformou o Leblon em um lugar quase mitológico”, disse o jornalista Mauro Ferreira.
Em 1991, Maneco levou para a TV a novela “Felicidade”, que começou a esboçar 12 anos antes. A trama foi inspirada em diversos contos de Aníbal Machado e levava a segunda Helena de Maneco, interpretada por Maitê Proença.
Em 1995, mais uma Helena aparecia na tela em “História de Amor”. A personagem de Regina Duarte integrava um triângulo amoroso e era apaixonada por Carlos Alberto (José Mayer), um médico casado com sua rival, Paula (Carolina Ferraz). O autor já afirmou que escreveu a novela para as duas atrizes.
Três anos depois, levou a história de uma mãe que abre mão de seu filho em nome de outra filha, na novela “Por amor”. Novamente, Helena foi interpretada por Regina Duarte.
Outra história de sacrifício materno que marcou a carreira de Maneco foi em “Laços de Família” (2000). Na trama, Vera Fischer viveu Helena, uma mãe que descobre que sua filha está com leucemia e que a única forma de salvá-la era gerar um filho do mesmo pai da garota. Porém, ela não ama mais o homem.
A novela traz uma das cenas mais marcantes das novelas de Maneco: o momento em que Carolina Dieckmann, intérprete de Camila, raspa o cabelo. O autor afirmou que escreveu a personagem especialmente para a atriz.
Com a novela, Maneco venceu vários prêmios como Troféu Imprensa, Troféu Internet e Prêmio Extra de Televisão.
Em 'Mulheres Apaixonadas' (2003), Maneco exaltou a força feminina e colocou Christiane Torloni como sua Helena.
“Acho que a mulher move o mundo, não só pelo fato dela ser geradora do ser humano, mas porque eu acho a mulher mais forte, mais sofrida, e injustiçada. Tem mais dificuldade na vida e no trabalho e ela faz disso uma fortaleza”, explicou o autor ao falar sobre a novela.
Em 2006, trouxe Regina Duarte para sua terceira Helena. Desta vez, uma médica em “Páginas da Vida”.
Três anos depois, estreou “Viver a Vida”, com Taís Araújo estrelando a primeira Helena negra de Maneco. A atriz interpretava uma top model internacional que, no auge da carreira, largava a profissão para se casar com Marcos (José Mayer), que tem uma filha que luta para se recuperar de um acidente que a deixou paraplégica.
A última Helena de Maneco foi a herdeira de sua primeira musa: o autor convidou Júlia Lemmertz, filha de Lilian Lemmertz, para estrelar “Em Família” (2014).

Lílian Lemmertz foi a primeira Helena de Manoel Carlos, em 'Baila Comigo' — Foto: TV Globo/Cedoc
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O MEU MAIOR ESTÍMULO SEXUAL É O ORGASMO DE UMA MULHER
Re: OBITUÁRIO DOS FAMOSOS
Morre Raul Jungmann, diretor-presidente do IBRAM

Foto: IBRAM / Divulgação
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO
Conteúdo de responsabilidade da empresa
19 de janeiro de 2026
Pernambucano com mais de cinco décadas de vida pública, Jungmann faleceu em Brasília aos 74 anos e deixa legado marcado pela defesa da democracia, do diálogo e da mineração responsável.
Por Ricardo Lima
O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) anunciou, com profundo pesar, a morte de Raul Belens Jungmann Pinto, diretor-presidente da entidade, ocorrida no dia 18 de janeiro de 2026, em Brasília.
Natural de Pernambuco, Raul Jungmann construiu uma trajetória de mais de 50 anos dedicada à vida pública brasileira, reconhecida pela integridade, pelo espírito republicano e pelo compromisso com a democracia, o desenvolvimento sustentável na mineração e o diálogo institucional. Atendendo a um desejo do próprio Jungmann, o velório será realizado em cerimônia reservada a familiares e amigos próximos.
Ao longo de sua carreira, ocupou cargos de grande relevância nacional. Foi presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), exerceu três mandatos como deputado federal e comandou quatro ministérios: Política Fundiária, Desenvolvimento Agrário, Defesa e Segurança Pública. Em 2022, assumiu a presidência do IBRAM, passando a liderar uma agenda de modernização do setor mineral, com foco nos princípios ESG (Ambiental, Social e Governança).
Durante sua gestão, o IBRAM ampliou seu protagonismo institucional e reforçou compromissos com a legalidade, a sustentabilidade, a inovação e o papel estratégico dos minerais na transição energética global. A atuação de Jungmann foi marcada pela busca de consensos e pela defesa de uma mineração mais responsável e alinhada aos desafios do século XXI.
Para Ana Sanches, presidente do Conselho Diretor do IBRAM, Raul Jungmann foi um homem público de estatura singular, defensor firme da democracia e profundamente comprometido com o Brasil e com o interesse público. Ela destaca que, à frente da Diretoria Executiva do Instituto, Jungmann conduziu a entidade por um período decisivo, fortalecendo o IBRAM e beneficiando todo o setor mineral, em uma gestão marcada pelo diálogo, pela visão estratégica e pela integridade.
Raul Jungmann deixa um legado considerado marcante para o Brasil, para o IBRAM e para a indústria da mineração. Em nota, o Instituto manifestou solidariedade à família, aos amigos e aos colegas, agradecendo a contribuição e a dedicação de Jungmann ao país e à vida pública brasileira.
A OESP não é responsável por erros, incorreções, atrasos ou quaisquer decisões tomadas por seus clientes com base nos Conteúdos ora disponibilizados, bem como tais Conteúdos não representam a opinião da OESP e são de inteira responsabilidade da Agência Minera Brasil.
FONTE: https://bluestudio.estadao.com.br/agenc ... -do-ibram/

Foto: IBRAM / Divulgação
AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO
Conteúdo de responsabilidade da empresa
19 de janeiro de 2026
Pernambucano com mais de cinco décadas de vida pública, Jungmann faleceu em Brasília aos 74 anos e deixa legado marcado pela defesa da democracia, do diálogo e da mineração responsável.
Por Ricardo Lima
O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) anunciou, com profundo pesar, a morte de Raul Belens Jungmann Pinto, diretor-presidente da entidade, ocorrida no dia 18 de janeiro de 2026, em Brasília.
Natural de Pernambuco, Raul Jungmann construiu uma trajetória de mais de 50 anos dedicada à vida pública brasileira, reconhecida pela integridade, pelo espírito republicano e pelo compromisso com a democracia, o desenvolvimento sustentável na mineração e o diálogo institucional. Atendendo a um desejo do próprio Jungmann, o velório será realizado em cerimônia reservada a familiares e amigos próximos.
Ao longo de sua carreira, ocupou cargos de grande relevância nacional. Foi presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), exerceu três mandatos como deputado federal e comandou quatro ministérios: Política Fundiária, Desenvolvimento Agrário, Defesa e Segurança Pública. Em 2022, assumiu a presidência do IBRAM, passando a liderar uma agenda de modernização do setor mineral, com foco nos princípios ESG (Ambiental, Social e Governança).
Durante sua gestão, o IBRAM ampliou seu protagonismo institucional e reforçou compromissos com a legalidade, a sustentabilidade, a inovação e o papel estratégico dos minerais na transição energética global. A atuação de Jungmann foi marcada pela busca de consensos e pela defesa de uma mineração mais responsável e alinhada aos desafios do século XXI.
Para Ana Sanches, presidente do Conselho Diretor do IBRAM, Raul Jungmann foi um homem público de estatura singular, defensor firme da democracia e profundamente comprometido com o Brasil e com o interesse público. Ela destaca que, à frente da Diretoria Executiva do Instituto, Jungmann conduziu a entidade por um período decisivo, fortalecendo o IBRAM e beneficiando todo o setor mineral, em uma gestão marcada pelo diálogo, pela visão estratégica e pela integridade.
Raul Jungmann deixa um legado considerado marcante para o Brasil, para o IBRAM e para a indústria da mineração. Em nota, o Instituto manifestou solidariedade à família, aos amigos e aos colegas, agradecendo a contribuição e a dedicação de Jungmann ao país e à vida pública brasileira.
A OESP não é responsável por erros, incorreções, atrasos ou quaisquer decisões tomadas por seus clientes com base nos Conteúdos ora disponibilizados, bem como tais Conteúdos não representam a opinião da OESP e são de inteira responsabilidade da Agência Minera Brasil.
FONTE: https://bluestudio.estadao.com.br/agenc ... -do-ibram/
O MEU MAIOR ESTÍMULO SEXUAL É O ORGASMO DE UMA MULHER
Re: OBITUÁRIO DOS FAMOSOS
Gerson Brenner, ator de 'Rainha da Sucata', morre aos 66 anos
Galã fez sucesso em novelas dos anos 1990. Em 1998, foi baleado em uma tentativa de assalto, o que afetou sua locomoção e fala.
Por Redação g1
23/03/2026 22h59 Atualizado há 7 horas
Morreu nesta segunda-feira (23), aos 66 anos, o ator Gerson Brenner, em decorrência de falência de múltiplos órgãos. Ele estava internado no Hospital São Luiz, no Itaim, em São Paulo. A morte foi confirmada pela esposa, Marta Brenner.
Conhecido por seus papéis como galã na TV Globo, ele enfrentava, há décadas, as sequelas de um tiro sofrido durante uma tentativa de assalto em 1998, o que o manteve afastado da vida pública.
"Ele tinha muito amor pela TV Globo. Não assistia nenhum outro canal. A vida dele era a televisão", disse a esposa.
Segundo a família, as informações sobre velório e sepultamento devem ser divulgadas posteriormente.

Montagem antes e depois Gerson Brenner — Foto: Reprodução
Carreira
Gerson Brenner se destacou na televisão durante os anos 90, em novelas da TV Globo. Ele ficou famoso pelos papéis cômicos, quase sempre interpretando personagens fortões de bom humor e bom coração.
Em "Rainha da Sucata" (1990), interpretou um de seus papéis mais marcantes, como Gerson Giovanni, um instrutor de paraquedismo e filho mais velho de Armênia (Aracy Balabanian).
Outro papel de destaque foi o de Giovanni Barbieri na novela “Perigosas Peruas” (1992). Na trama, ele era um policial fortão, grosso, ignorante e trapalhão, que disputava o amor de Joana (Fabiana Scaranzi) com um colega.
Na novela "Corpo Dourado" (1998), viveu Jorginho, um fazendeiro ingênuo que disputava o amor da protagonista Selena (Cristiana Oliveira) com o empresário Arturzinho (Marcos Winter). Jorginho era mais um personagem divertido, que acabou formando um casal com Alicinha (Danielle Winits) no final da trama.
Tentativa de assalto
Quando interpretava Jorginho, o ator sofreu a tentativa de assalto que interrompeu sua carreira no auge.
Em 17 de agosto de 1998, Gerson Brenner estava na estrada indo de São Paulo para o Rio gravar o último capítulo da novela das 8 quando foi baleado na cabeça, na Rodovia Dutra.
Pedras foram colocadas na pista por assaltantes e estouraram dois pneus de seu carro. Na troca dos pneus, dois homens tentaram assaltá-lo. Gerson reagiu e foi baleado na cabeça.
A bala atravessou o hemisfério esquerdo do cérebro e ficou alojada na altura da nuca. Áreas do cérebro responsáveis pela locomoção e fala foram atingidas. Brenner ficou na cadeira de rodas e desde então teve dificuldades para falar. Nunca mais atuou.
Galã fez sucesso em novelas dos anos 1990. Em 1998, foi baleado em uma tentativa de assalto, o que afetou sua locomoção e fala.
Por Redação g1
23/03/2026 22h59 Atualizado há 7 horas
Morreu nesta segunda-feira (23), aos 66 anos, o ator Gerson Brenner, em decorrência de falência de múltiplos órgãos. Ele estava internado no Hospital São Luiz, no Itaim, em São Paulo. A morte foi confirmada pela esposa, Marta Brenner.
Conhecido por seus papéis como galã na TV Globo, ele enfrentava, há décadas, as sequelas de um tiro sofrido durante uma tentativa de assalto em 1998, o que o manteve afastado da vida pública.
"Ele tinha muito amor pela TV Globo. Não assistia nenhum outro canal. A vida dele era a televisão", disse a esposa.
Segundo a família, as informações sobre velório e sepultamento devem ser divulgadas posteriormente.

Montagem antes e depois Gerson Brenner — Foto: Reprodução
Carreira
Gerson Brenner se destacou na televisão durante os anos 90, em novelas da TV Globo. Ele ficou famoso pelos papéis cômicos, quase sempre interpretando personagens fortões de bom humor e bom coração.
Em "Rainha da Sucata" (1990), interpretou um de seus papéis mais marcantes, como Gerson Giovanni, um instrutor de paraquedismo e filho mais velho de Armênia (Aracy Balabanian).
Outro papel de destaque foi o de Giovanni Barbieri na novela “Perigosas Peruas” (1992). Na trama, ele era um policial fortão, grosso, ignorante e trapalhão, que disputava o amor de Joana (Fabiana Scaranzi) com um colega.
Na novela "Corpo Dourado" (1998), viveu Jorginho, um fazendeiro ingênuo que disputava o amor da protagonista Selena (Cristiana Oliveira) com o empresário Arturzinho (Marcos Winter). Jorginho era mais um personagem divertido, que acabou formando um casal com Alicinha (Danielle Winits) no final da trama.
Tentativa de assalto
Quando interpretava Jorginho, o ator sofreu a tentativa de assalto que interrompeu sua carreira no auge.
Em 17 de agosto de 1998, Gerson Brenner estava na estrada indo de São Paulo para o Rio gravar o último capítulo da novela das 8 quando foi baleado na cabeça, na Rodovia Dutra.
Pedras foram colocadas na pista por assaltantes e estouraram dois pneus de seu carro. Na troca dos pneus, dois homens tentaram assaltá-lo. Gerson reagiu e foi baleado na cabeça.
A bala atravessou o hemisfério esquerdo do cérebro e ficou alojada na altura da nuca. Áreas do cérebro responsáveis pela locomoção e fala foram atingidas. Brenner ficou na cadeira de rodas e desde então teve dificuldades para falar. Nunca mais atuou.
O MEU MAIOR ESTÍMULO SEXUAL É O ORGASMO DE UMA MULHER
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Re: OBITUÁRIO DOS FAMOSOS
Sempre confundia ele com o Gerson de Abreu, o cara do x-tudo. Outra grande perda.Jucabar escreveu: ↑24 Mar 2026, 14:14 Gerson Brenner, ator de 'Rainha da Sucata', morre aos 66 anos
Galã fez sucesso em novelas dos anos 1990. Em 1998, foi baleado em uma tentativa de assalto, o que afetou sua locomoção e fala.
Por Redação g1
23/03/2026 22h59 Atualizado há 7 horas
Morreu nesta segunda-feira (23), aos 66 anos, o ator Gerson Brenner, em decorrência de falência de múltiplos órgãos. Ele estava internado no Hospital São Luiz, no Itaim, em São Paulo. A morte foi confirmada pela esposa, Marta Brenner.
Conhecido por seus papéis como galã na TV Globo, ele enfrentava, há décadas, as sequelas de um tiro sofrido durante uma tentativa de assalto em 1998, o que o manteve afastado da vida pública.
"Ele tinha muito amor pela TV Globo. Não assistia nenhum outro canal. A vida dele era a televisão", disse a esposa.
Segundo a família, as informações sobre velório e sepultamento devem ser divulgadas posteriormente.
Montagem antes e depois Gerson Brenner — Foto: Reprodução
Carreira
Gerson Brenner se destacou na televisão durante os anos 90, em novelas da TV Globo. Ele ficou famoso pelos papéis cômicos, quase sempre interpretando personagens fortões de bom humor e bom coração.
Em "Rainha da Sucata" (1990), interpretou um de seus papéis mais marcantes, como Gerson Giovanni, um instrutor de paraquedismo e filho mais velho de Armênia (Aracy Balabanian).
Outro papel de destaque foi o de Giovanni Barbieri na novela “Perigosas Peruas” (1992). Na trama, ele era um policial fortão, grosso, ignorante e trapalhão, que disputava o amor de Joana (Fabiana Scaranzi) com um colega.
Na novela "Corpo Dourado" (1998), viveu Jorginho, um fazendeiro ingênuo que disputava o amor da protagonista Selena (Cristiana Oliveira) com o empresário Arturzinho (Marcos Winter). Jorginho era mais um personagem divertido, que acabou formando um casal com Alicinha (Danielle Winits) no final da trama.
Tentativa de assalto
Quando interpretava Jorginho, o ator sofreu a tentativa de assalto que interrompeu sua carreira no auge.
Em 17 de agosto de 1998, Gerson Brenner estava na estrada indo de São Paulo para o Rio gravar o último capítulo da novela das 8 quando foi baleado na cabeça, na Rodovia Dutra.
Pedras foram colocadas na pista por assaltantes e estouraram dois pneus de seu carro. Na troca dos pneus, dois homens tentaram assaltá-lo. Gerson reagiu e foi baleado na cabeça.
A bala atravessou o hemisfério esquerdo do cérebro e ficou alojada na altura da nuca. Áreas do cérebro responsáveis pela locomoção e fala foram atingidas. Brenner ficou na cadeira de rodas e desde então teve dificuldades para falar. Nunca mais atuou.
À Procura da Metida Perfeita
Re: OBITUÁRIO DOS FAMOSOS
Morre Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro
Ex-jogador de 68 anos, conhecido como “Mão Santa”, não resistiu após ter um mal-estar em Santana de Parnaíba (SP)
Da CNN Brasil, São Paulo
17/04/26 às 16:46 | Atualizado 17/04/26 às 17:02
1 de 14
Lenda do basquete brasileiro, o ex-jogador Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. Conhecido como "Mão Santa", ele eternizou a camisa 14 da seleção brasileira.
A informação foi confirmada pela assessoria de Oscar.
Oscar chegou a ser levado ao Hospital Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba (SP), após ter um mal-estar, mas não resistiu.
Segundo postagens mais recentes de familiares, ele já estava com a saúde debilitada após uma cirurgia. No começo de abril, o filho de Oscar, Felipe Schmidt, recebeu homenagem no lugar do pai no Comitê Olímpico Brasileiro (COB).
Oscar lutou durante 15 anos contra um tumor cerebral.
A assessoria informou que o velório será fechado para a família.
Nas redes sociais, o filho de Oscar postou uma homenagem ao pai. "Como filho, eu só tenho a dizer: pai, vou sentir a sua falta. Vou honrar tudo o que você me ensinou a ser como homem e tentar ser ao menos 10% do ser humano que você foi. Você foi um exemplo de vida para mim, e eu nunca, nunca vou te esquecer", escreveu Felipe Schmidt.
Carreira
Oscar Schmidt, conhecido mundialmente como Mão Santa, foi um dos maiores nomes da história do basquete.
Recordista brasileiro em participações olímpicas, disputou cinco edições consecutivas dos Jogos e se tornou o único atleta a ultrapassar a marca de 1.000 pontos na história da competição.
Com a Seleção, conquistou três campeonatos Sul-Americanos e um Pan, além do bronze no Mundial de 1978.

Ícone do esporte internacional, integrou o Hall da Fama da Fiba e, de forma inédita, também o Hall da Fama da NBA, mesmo sem nunca ter atuado na liga.
Reconhecido por sua genialidade e impacto global, foi eleito um dos 100 maiores jogadores de basquete de todos os tempos.
Nota da assessoria
É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial e uma figura de imenso significado humano e esportivo.
Ao longo de mais de 15 anos, Oscar enfrentou com coragem, dignidade e resiliência a sua batalha contra um tumor cerebral, mantendo-se como exemplo de determinação, generosidade e amor à vida.
Reconhecido por sua trajetória brilhante dentro das quadras e por sua personalidade marcante fora delas, Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo.
A despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento.
Os familiares agradecem, sensibilizados, todas as manifestações de carinho, respeito e solidariedade recebidas, e solicitam a compreensão de todos quanto à necessidade de privacidade neste momento de luto.
Seu legado permanecerá vivo na memória coletiva e na história do esporte, assim como no coração de todos que foram tocados por sua trajetória.
FONTE: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/s ... rasileiro/
Ex-jogador de 68 anos, conhecido como “Mão Santa”, não resistiu após ter um mal-estar em Santana de Parnaíba (SP)
Da CNN Brasil, São Paulo
17/04/26 às 16:46 | Atualizado 17/04/26 às 17:02
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Lenda do basquete brasileiro, o ex-jogador Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. Conhecido como "Mão Santa", ele eternizou a camisa 14 da seleção brasileira.
A informação foi confirmada pela assessoria de Oscar.
Oscar chegou a ser levado ao Hospital Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba (SP), após ter um mal-estar, mas não resistiu.
Segundo postagens mais recentes de familiares, ele já estava com a saúde debilitada após uma cirurgia. No começo de abril, o filho de Oscar, Felipe Schmidt, recebeu homenagem no lugar do pai no Comitê Olímpico Brasileiro (COB).
Oscar lutou durante 15 anos contra um tumor cerebral.
A assessoria informou que o velório será fechado para a família.
Nas redes sociais, o filho de Oscar postou uma homenagem ao pai. "Como filho, eu só tenho a dizer: pai, vou sentir a sua falta. Vou honrar tudo o que você me ensinou a ser como homem e tentar ser ao menos 10% do ser humano que você foi. Você foi um exemplo de vida para mim, e eu nunca, nunca vou te esquecer", escreveu Felipe Schmidt.
Carreira
Oscar Schmidt, conhecido mundialmente como Mão Santa, foi um dos maiores nomes da história do basquete.
Recordista brasileiro em participações olímpicas, disputou cinco edições consecutivas dos Jogos e se tornou o único atleta a ultrapassar a marca de 1.000 pontos na história da competição.
Com a Seleção, conquistou três campeonatos Sul-Americanos e um Pan, além do bronze no Mundial de 1978.

Ícone do esporte internacional, integrou o Hall da Fama da Fiba e, de forma inédita, também o Hall da Fama da NBA, mesmo sem nunca ter atuado na liga.
Reconhecido por sua genialidade e impacto global, foi eleito um dos 100 maiores jogadores de basquete de todos os tempos.
Nota da assessoria
É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial e uma figura de imenso significado humano e esportivo.
Ao longo de mais de 15 anos, Oscar enfrentou com coragem, dignidade e resiliência a sua batalha contra um tumor cerebral, mantendo-se como exemplo de determinação, generosidade e amor à vida.
Reconhecido por sua trajetória brilhante dentro das quadras e por sua personalidade marcante fora delas, Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo.
A despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento.
Os familiares agradecem, sensibilizados, todas as manifestações de carinho, respeito e solidariedade recebidas, e solicitam a compreensão de todos quanto à necessidade de privacidade neste momento de luto.
Seu legado permanecerá vivo na memória coletiva e na história do esporte, assim como no coração de todos que foram tocados por sua trajetória.
FONTE: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/s ... rasileiro/
O MEU MAIOR ESTÍMULO SEXUAL É O ORGASMO DE UMA MULHER
Re: OBITUÁRIO DOS FAMOSOS
Boa JucabarJucabar escreveu: ↑17 Abr 2026, 17:10 Morre Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro
Ex-jogador de 68 anos, conhecido como “Mão Santa”, não resistiu após ter um mal-estar em Santana de Parnaíba (SP)
Da CNN Brasil, São Paulo
17/04/26 às 16:46 | Atualizado 17/04/26 às 17:02
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Lenda do basquete brasileiro, o ex-jogador Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. Conhecido como "Mão Santa", ele eternizou a camisa 14 da seleção brasileira.
A informação foi confirmada pela assessoria de Oscar.
Oscar chegou a ser levado ao Hospital Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba (SP), após ter um mal-estar, mas não resistiu.
Segundo postagens mais recentes de familiares, ele já estava com a saúde debilitada após uma cirurgia. No começo de abril, o filho de Oscar, Felipe Schmidt, recebeu homenagem no lugar do pai no Comitê Olímpico Brasileiro (COB).
Oscar lutou durante 15 anos contra um tumor cerebral.
A assessoria informou que o velório será fechado para a família.
Nas redes sociais, o filho de Oscar postou uma homenagem ao pai. "Como filho, eu só tenho a dizer: pai, vou sentir a sua falta. Vou honrar tudo o que você me ensinou a ser como homem e tentar ser ao menos 10% do ser humano que você foi. Você foi um exemplo de vida para mim, e eu nunca, nunca vou te esquecer", escreveu Felipe Schmidt.
Carreira
Oscar Schmidt, conhecido mundialmente como Mão Santa, foi um dos maiores nomes da história do basquete.
Recordista brasileiro em participações olímpicas, disputou cinco edições consecutivas dos Jogos e se tornou o único atleta a ultrapassar a marca de 1.000 pontos na história da competição.
Com a Seleção, conquistou três campeonatos Sul-Americanos e um Pan, além do bronze no Mundial de 1978.
Ícone do esporte internacional, integrou o Hall da Fama da Fiba e, de forma inédita, também o Hall da Fama da NBA, mesmo sem nunca ter atuado na liga.
Reconhecido por sua genialidade e impacto global, foi eleito um dos 100 maiores jogadores de basquete de todos os tempos.
Nota da assessoria
É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial e uma figura de imenso significado humano e esportivo.
Ao longo de mais de 15 anos, Oscar enfrentou com coragem, dignidade e resiliência a sua batalha contra um tumor cerebral, mantendo-se como exemplo de determinação, generosidade e amor à vida.
Reconhecido por sua trajetória brilhante dentro das quadras e por sua personalidade marcante fora delas, Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo.
A despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento.
Os familiares agradecem, sensibilizados, todas as manifestações de carinho, respeito e solidariedade recebidas, e solicitam a compreensão de todos quanto à necessidade de privacidade neste momento de luto.
Seu legado permanecerá vivo na memória coletiva e na história do esporte, assim como no coração de todos que foram tocados por sua trajetória.
FONTE: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/s ... rasileiro/
" AD ASTRA PER ASPERA "
Re: OBITUÁRIO DOS FAMOSOS
Jucabar escreveu: ↑17 Abr 2026, 17:10 Morre Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro
Ex-jogador de 68 anos, conhecido como “Mão Santa”, não resistiu após ter um mal-estar em Santana de Parnaíba (SP)
Da CNN Brasil, São Paulo
17/04/26 às 16:46 | Atualizado 17/04/26 às 17:02
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Bons tempos em que o basquete brasileiro era protagonista. Que nosso guerreiro descanse em paz.
Lenda do basquete brasileiro, o ex-jogador Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. Conhecido como "Mão Santa", ele eternizou a camisa 14 da seleção brasileira.
A informação foi confirmada pela assessoria de Oscar.
Oscar chegou a ser levado ao Hospital Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba (SP), após ter um mal-estar, mas não resistiu.
Segundo postagens mais recentes de familiares, ele já estava com a saúde debilitada após uma cirurgia. No começo de abril, o filho de Oscar, Felipe Schmidt, recebeu homenagem no lugar do pai no Comitê Olímpico Brasileiro (COB).
Oscar lutou durante 15 anos contra um tumor cerebral.
A assessoria informou que o velório será fechado para a família.
Nas redes sociais, o filho de Oscar postou uma homenagem ao pai. "Como filho, eu só tenho a dizer: pai, vou sentir a sua falta. Vou honrar tudo o que você me ensinou a ser como homem e tentar ser ao menos 10% do ser humano que você foi. Você foi um exemplo de vida para mim, e eu nunca, nunca vou te esquecer", escreveu Felipe Schmidt.
Carreira
Oscar Schmidt, conhecido mundialmente como Mão Santa, foi um dos maiores nomes da história do basquete.
Recordista brasileiro em participações olímpicas, disputou cinco edições consecutivas dos Jogos e se tornou o único atleta a ultrapassar a marca de 1.000 pontos na história da competição.
Com a Seleção, conquistou três campeonatos Sul-Americanos e um Pan, além do bronze no Mundial de 1978.
Ícone do esporte internacional, integrou o Hall da Fama da Fiba e, de forma inédita, também o Hall da Fama da NBA, mesmo sem nunca ter atuado na liga.
Reconhecido por sua genialidade e impacto global, foi eleito um dos 100 maiores jogadores de basquete de todos os tempos.
Nota da assessoria
É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial e uma figura de imenso significado humano e esportivo.
Ao longo de mais de 15 anos, Oscar enfrentou com coragem, dignidade e resiliência a sua batalha contra um tumor cerebral, mantendo-se como exemplo de determinação, generosidade e amor à vida.
Reconhecido por sua trajetória brilhante dentro das quadras e por sua personalidade marcante fora delas, Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo.
A despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento.
Os familiares agradecem, sensibilizados, todas as manifestações de carinho, respeito e solidariedade recebidas, e solicitam a compreensão de todos quanto à necessidade de privacidade neste momento de luto.
Seu legado permanecerá vivo na memória coletiva e na história do esporte, assim como no coração de todos que foram tocados por sua trajetória.
FONTE: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/s ... rasileiro/
Re: OBITUÁRIO DOS FAMOSOS
Morre Geovani, o 'Pequeno Príncipe', ídolo do Vasco e símbolo do futebol capixaba
Ex-jogador passou mal de forma repentina nesta madrugada; Carreira foi marcada por passagens pelo cruz-maltino, pela seleção brasileira e por clubes de sua terra natal
Por Vitor Seta
18/05/2026 07h58 Atualizado há 17 horas

Geovani com a camisa do Vasco em clássico contra o Fluminense, em 1993 — Foto: Julio Cesar Guimarães / Agência O Globo
Um talento raro do futebol brasileiro se despediu nesta segunda-feira. O ex-meia Geovani Silva, o Geovani ou "Pequeno Príncipe", ídolo do Vasco e símbolo do futebol capixaba, morreu aos 62 anos após passar mal de forma repentina nesta madrugada. Ele chegou a ser levado para um hospital em Vila Velha, no Espírito Santo, mas não resistiu. Geovani deixa três filhos.
A família de Geovani usou as redes sociais do próprio ex-jogador para informar da morte do ídolo vascaíno. Na publicação, eles informam que o ex-meia "passou mal de forma repentina", mas "apesar do esforço e das tentativas de reanimação, ele não resistiu". Segunda os familiares, deve haver um culto de despedida seguido do sepultamento nesta terça-feira, em Vila Velha, no Espírito Santo.
— É com profundo pesar que comunicamos o falecimento do nosso guerreiro Geovani Silva. Na madrugada de hoje, ele passou mal de forma repentina e foi socorrido imediatamente ao hospital maiș próximo. Apesar de todos os esforços da equipe médica e das tentativas de reanimação, infelizmente ele não resistiu. Estamos todos muito abalados e tristes com essa partida tão inesperada — escreveu a família de Geovani Silva.

Ídolo do Vasco, Geovani morreu na madrugada desta segunda-feira — Foto: Reprodução
O ex-jogador vinha enfrentando uma série de questões de saúde nos últimos anos. No fim de 2025, Geovani ficou internado por 40 dias após sofrer duas paradas cardíacas, em Vitória (ES). Além dos problemas de coração, que o levaram a ser internado também em 2022, já havia passado por um câncer na coluna vertebral e por uma polineuropatia em 2006. Nos últimos anos, Geovani vinha aparecendo em homenagens e outras atividades do futebol, mas com limitações motoras.

Geovani (dir.) ao lado do presidente do Vasco, Pedrinho, em homenagem recebida em fevereiro — Foto: Matheus Lima/Vasco
Em fevereiro, foi homenageado pelo Vasco antes do confronto entre o cruz-maltino e o Volta Redonda, pelo Campeonato Carioca, que foi disputado em Cariacica-ES.
— Fico feliz, né? Porque quando você é homenageado vivo é bem melhor. Tive problemas de saúde, pensei que não ia passar desse ano, mas passei e se eu estou vivo é pra comemorar — disse ele, na ocasião, ao receber placa do amigo e atual presidente do Vasco, Pedrinho.
Classe, camisa 8 e seleção brasileira
Dono de um estilo de drible e condução de bola com muita classe, muitas vezes descrito como se "deslizasse" em campo, e de ótima visão de jogo, Geovani chamou atenção da elite do futebol brasileiro desde muito cedo. Começou nas categorias de base da Desportiva Ferroviária, de Cariacica, pela qual foi campeão estadual em 1980, ano em que completaria 17 anos.
Em 1982, já estava no Vasco, pelo qual se eternizaria no futebol brasileiro. No clube, ganhou o apelido de "Pequeno Príncipe", em referência ao livro homônimo de Antoine de Saint-Exupéry, lançado em 1943. Foram três passagens por São Januário (1982 a 1989, 1991 a 1993 e 2005). A primeira foi a mais marcante.

Geovani e Romário em São Januário, em 1989 — Foto: Jorge Marinho / Agência O Globo

Roberto Dinamite e Geovani em treino do Vasco, em 1985 — Foto: Anibal Philot / Agência O Globo
Atuou com Roberto Dinamite e Romário e fez partes dos inesquecíveis times da década de 1980. Nela, conquistou os Campeonatos de 1982, 1987 e 1988. Na segunda passagem, integrou os times campeões estaduais de 1992 e 1993. Com 408 jogos e 49 gols pelo clube, eternizou a camisa 8 antes de outro ídolo, Juninho Pernambucano, vesti-la.
O Pequeno Príncipe ainda faria carreira de destaque nas categorias de base e na seleção brasileira principal. Disputou os Mundiais sub-20 de 1981 e 1983. No segundo, foi campeão, artilheiro (6 gols) e autor do gol da vitória na final contra a Argentina (1 a 0), em time que tinha também nomes como Bebeto, Mauricinho, Jorginho e Dunga.

Geovani (dir.), ao lado de Bonifácil, comemorando título, bola de ouro e chuteira de ouro do Mundial sub-20 de 1983 — Foto: Hipolito Pereira/Agência O Globo
Cinco anos depois, já com 25 anos, foi medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Seul em time com Taffarel, Romário, Bebeto e Careca. Ainda integrou o elenco campeão da Copa América de 1989, no Brasil.

Ao lado do amigo Roberto Dinamite (dir.), Geovani eternizou os pés na calçada da fama do Maracanã em 2008 — Foto: Alexandre Cassiano
Retorno ao futebol capixaba
Entre as curtas passagens pelo futebol estrangeiro (México, Alemanha e Itália), destaca-se a experiência de Geovani no Bologna, da Itália. Por lá, fez 27 jogos e marcou dois gols, mas se tornou um jogador querido pela torcida, a ponto de ser convidado a eventos do clube.
Já nos últimos anos de carreira, rodou por clubes de menor expressão, muitos deles do Espírito Santo. Um dos maiores talentos já revelados no estado, atuou pelos capixabas Rio Branco (duas vezes), Desportiva (em mais duas passagem), Serra, Tupy e Vilavelhense. Encerrou a carreira em 2002, aos 38 anos.
Fora dos campos, foi deputado estadual pelo Espírito Santo entre 2002 e 2006 e chegou a ser assessor parlamentar do governo no ano seguinte. Desde então, vinha participando de projetos e eventos relacionados ao esporte no seu estado.
FONTE: https://oglobo.globo.com/esportes/futeb ... xaba.ghtml
Ex-jogador passou mal de forma repentina nesta madrugada; Carreira foi marcada por passagens pelo cruz-maltino, pela seleção brasileira e por clubes de sua terra natal
Por Vitor Seta
18/05/2026 07h58 Atualizado há 17 horas

Geovani com a camisa do Vasco em clássico contra o Fluminense, em 1993 — Foto: Julio Cesar Guimarães / Agência O Globo
Um talento raro do futebol brasileiro se despediu nesta segunda-feira. O ex-meia Geovani Silva, o Geovani ou "Pequeno Príncipe", ídolo do Vasco e símbolo do futebol capixaba, morreu aos 62 anos após passar mal de forma repentina nesta madrugada. Ele chegou a ser levado para um hospital em Vila Velha, no Espírito Santo, mas não resistiu. Geovani deixa três filhos.
A família de Geovani usou as redes sociais do próprio ex-jogador para informar da morte do ídolo vascaíno. Na publicação, eles informam que o ex-meia "passou mal de forma repentina", mas "apesar do esforço e das tentativas de reanimação, ele não resistiu". Segunda os familiares, deve haver um culto de despedida seguido do sepultamento nesta terça-feira, em Vila Velha, no Espírito Santo.
— É com profundo pesar que comunicamos o falecimento do nosso guerreiro Geovani Silva. Na madrugada de hoje, ele passou mal de forma repentina e foi socorrido imediatamente ao hospital maiș próximo. Apesar de todos os esforços da equipe médica e das tentativas de reanimação, infelizmente ele não resistiu. Estamos todos muito abalados e tristes com essa partida tão inesperada — escreveu a família de Geovani Silva.

Ídolo do Vasco, Geovani morreu na madrugada desta segunda-feira — Foto: Reprodução
O ex-jogador vinha enfrentando uma série de questões de saúde nos últimos anos. No fim de 2025, Geovani ficou internado por 40 dias após sofrer duas paradas cardíacas, em Vitória (ES). Além dos problemas de coração, que o levaram a ser internado também em 2022, já havia passado por um câncer na coluna vertebral e por uma polineuropatia em 2006. Nos últimos anos, Geovani vinha aparecendo em homenagens e outras atividades do futebol, mas com limitações motoras.

Geovani (dir.) ao lado do presidente do Vasco, Pedrinho, em homenagem recebida em fevereiro — Foto: Matheus Lima/Vasco
Em fevereiro, foi homenageado pelo Vasco antes do confronto entre o cruz-maltino e o Volta Redonda, pelo Campeonato Carioca, que foi disputado em Cariacica-ES.
— Fico feliz, né? Porque quando você é homenageado vivo é bem melhor. Tive problemas de saúde, pensei que não ia passar desse ano, mas passei e se eu estou vivo é pra comemorar — disse ele, na ocasião, ao receber placa do amigo e atual presidente do Vasco, Pedrinho.
Classe, camisa 8 e seleção brasileira
Dono de um estilo de drible e condução de bola com muita classe, muitas vezes descrito como se "deslizasse" em campo, e de ótima visão de jogo, Geovani chamou atenção da elite do futebol brasileiro desde muito cedo. Começou nas categorias de base da Desportiva Ferroviária, de Cariacica, pela qual foi campeão estadual em 1980, ano em que completaria 17 anos.
Em 1982, já estava no Vasco, pelo qual se eternizaria no futebol brasileiro. No clube, ganhou o apelido de "Pequeno Príncipe", em referência ao livro homônimo de Antoine de Saint-Exupéry, lançado em 1943. Foram três passagens por São Januário (1982 a 1989, 1991 a 1993 e 2005). A primeira foi a mais marcante.

Geovani e Romário em São Januário, em 1989 — Foto: Jorge Marinho / Agência O Globo

Roberto Dinamite e Geovani em treino do Vasco, em 1985 — Foto: Anibal Philot / Agência O Globo
Atuou com Roberto Dinamite e Romário e fez partes dos inesquecíveis times da década de 1980. Nela, conquistou os Campeonatos de 1982, 1987 e 1988. Na segunda passagem, integrou os times campeões estaduais de 1992 e 1993. Com 408 jogos e 49 gols pelo clube, eternizou a camisa 8 antes de outro ídolo, Juninho Pernambucano, vesti-la.
O Pequeno Príncipe ainda faria carreira de destaque nas categorias de base e na seleção brasileira principal. Disputou os Mundiais sub-20 de 1981 e 1983. No segundo, foi campeão, artilheiro (6 gols) e autor do gol da vitória na final contra a Argentina (1 a 0), em time que tinha também nomes como Bebeto, Mauricinho, Jorginho e Dunga.

Geovani (dir.), ao lado de Bonifácil, comemorando título, bola de ouro e chuteira de ouro do Mundial sub-20 de 1983 — Foto: Hipolito Pereira/Agência O Globo
Cinco anos depois, já com 25 anos, foi medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Seul em time com Taffarel, Romário, Bebeto e Careca. Ainda integrou o elenco campeão da Copa América de 1989, no Brasil.

Ao lado do amigo Roberto Dinamite (dir.), Geovani eternizou os pés na calçada da fama do Maracanã em 2008 — Foto: Alexandre Cassiano
Retorno ao futebol capixaba
Entre as curtas passagens pelo futebol estrangeiro (México, Alemanha e Itália), destaca-se a experiência de Geovani no Bologna, da Itália. Por lá, fez 27 jogos e marcou dois gols, mas se tornou um jogador querido pela torcida, a ponto de ser convidado a eventos do clube.
Já nos últimos anos de carreira, rodou por clubes de menor expressão, muitos deles do Espírito Santo. Um dos maiores talentos já revelados no estado, atuou pelos capixabas Rio Branco (duas vezes), Desportiva (em mais duas passagem), Serra, Tupy e Vilavelhense. Encerrou a carreira em 2002, aos 38 anos.
Fora dos campos, foi deputado estadual pelo Espírito Santo entre 2002 e 2006 e chegou a ser assessor parlamentar do governo no ano seguinte. Desde então, vinha participando de projetos e eventos relacionados ao esporte no seu estado.
FONTE: https://oglobo.globo.com/esportes/futeb ... xaba.ghtml
O MEU MAIOR ESTÍMULO SEXUAL É O ORGASMO DE UMA MULHER
Re: OBITUÁRIO DOS FAMOSOS
Hj nos despedimos de um grande mestre da teledramaturgia. Benedito Ruy Barbosa nos deixou no início desta terça-feira aos 95 anos
https://oglobo.globo.com/cultura/notici ... UcjwvEZEKA
https://oglobo.globo.com/cultura/notici ... UcjwvEZEKA

