Rebe escreveu: ↑03 Jan 2023, 00:31
O que vou revelar é algo obscuro, mas uma prática comum na comunidade judaica.
Quando o menino judeu faz 13 anos, ele deixa de ser um menino e vira um homem, ocorrendo uma festa chamada Bar Mitzvá, um marco de que ele já foi instruído devidamente nos conhecimentos do Povo e a partir daquele momento para frente, responderá por todos seus atos.
Ocorre uma celebração religiosa que geralmente se segue por uma festa com a família e amigos. Contudo, ainda ocorre uma 3ª celebração, geralmente o pai, tio, irmão mais velho.... no meu caso foram um tio, o caçula dos irmãos do meu pai e um primo, ambos bem mais novos que meu pai, com cerca de 25~30 anos de idade à época, previamente autorizados pelo meu coroa, se tornaram responsáveis para que "eu me tornasse homem" por completo naquela data.
Encheram um garoto de 13 anos (eu) com whiskey, cerveja, charuto (sim, me fizeram fumar, e nem me avisaram que não podia tragar, só pra ver eu me fodendo, engasgando e tossindo pra caralho) e até um tapinha num baseado. Eu já tava pra lá de Bagadá, foi quando me levaram até o TMC em Copacabana.
Um quarto já estava reservado, eu só precisava escolher as garotas, à aquela altura eu já sabia o que aconteceria. Isso mesmo, foram DUAS GAROTAS, o sonho de qualquer adolescente que foi realizado nesse dia marcante.
Lembro até hoje o apelido delas, Pocahontas e Ariel (todas tinham nome de princesas da Disney, haha). Uma morena, pele cor de jambo e cabelo liso, uma rabeta enorme e seios pequenos, enquanto a outra era uma branquinha com cabelo tingido de ruivo, baixinha, com um peitão e uma bunda na medida certa.
Meu tio e meu primo instruíram para elas cuidarem bem de mim e fazer o que eu mandasse, me levaram até o quarto com elas e voltaram pro salão.
Fizemos quase de tudo, sabiam que eu estava perdendo o cabaço, boquete duplo sem capa, uma me chupava enquanto outra fazia beijo grego, vaginal, anal, eu nem sabia chupar uma buceta direito, elas que tiveram que explicar pra abrir um pouco pro grelo ressaltar e cair de língua, uma delas fez na outra me mostrando como se fazia, até mesmo pra colocar a camisinha, foi um verdadeiro INTENSIVÃO de putaria.
Foi uma experiência mágica, daquele dia em diante me tornei o homem que sou, responsável com suas obrigações e um amante incondicional das mulheres. Até hoje sou grato pelo o que meu tio e primo fizeram comigo, quando terminei com as garotas, eles estavam à minha espera no salão, ainda fomos na confeitaria colombo tomar um café-da-manhã antes de retornar pra casa.
É uma experiência que faço questão de proporcionar ao meu filho também.