Recentemente me mudei de cidade e agora moro no interior do Rio de Janeiro, chegando aqui notei a falta de casas e meninas apresentadas de maneira evidente como acontece na capital.
No Rio basta você andar de carro em alguns bairros à noite que certamente encontrará um ponto de meninas, na rua mesmo ou até em porta de móteis. Sem falar nas inúmeras casas da cidade que põe letreiros gigantescos sem receio algum quanto a exposição. (leia-se, Paris Café por exemplo)
Enfim, na falta das GPs locais, fiz amizades na nova cidade e continuo usando as VIPs do Arena que atendem na capital.
Entretanto uma dessas amigas, ficou mais íntima e acabamos conversando diversos assuntos, e sem querer eu comentei com ela que uso o seriço de GPs ocasionalmente.
A menina é solteira e não é novinha, tem um emprego ruim por aqui.
A conversa sobre GPs continuou assim de uma forma informal... Dizem que melhor que sair com uma menina é contar pros outros como foi. rssssss Então ela virou meio que confidente, pode ser interessado em alguma coisa que contei. sei lá.
Eis que semanas depois, ela me diz que está entrando na academia, uma das mais badaladas da cidade. E assim, como quem não quer nada, ela me diz que "precisa comprar um tênis" para frequentar o local. Disse até os modelos e a cor que queria.
Na hora eu não entendi a possível sugestão, mas agora a ficha meio que caiu...
Será que essa menina quer iniciar a vida de GP mais tarde? e ter um cliente como eu? Sem receber diretamente em espécie, no lugar disso, pedindo um presentinho? (que por acaso, dependendo do tênis, custa o mesmo que o preço de um programa).
Ou será que ela me acha bobo suficiente para comprar o presentinho para ela sem esperar nada em troca?
Até 1h atrás eu estava pensando na última opção, ela quer um presente e falou comigo para ver se cola. Mas agora me pergunto se isso não foi uma dica, uma sugestão, para iniciar um relacionamento de GP em troca de "ajudas".
Que não são necessariamente dinheiro em espécie (ou PIX), mas talvez uma roupa, um sapato, uma conta paga. Já saí com uma menina que disse que tinha um cliente que pagava o plano de saúde da filha dela e era uma troca, só não necessiamente feita em dinheiro nem com o cronometro ligado.
O que acham galera? Ela quer ser GP?
Até onde sei, ela não tem experiência prévia na profissão e sempre foi cívil.
Quem achar que sim, sugere por favor uma maneira de testar essa hipótese, sem ofender ou perder a amizade dela.
Estou pensativo aqui



