21 de Setembro de 2021 às 10:02
LUIZA
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TEST-DRIVE LAURA GÊMEA
A Laura me chamara bastante à atenção através de suas imagens atraentes vinculadas no Arena Social. Sua longa cabeleira, na mais típica iconografia “Rapunzel”, pernas torneadas, cintura fina, quadril largo e bunda volumosa definem um protótipo fidedigno do que os espanhóis definem como “La Guitarra” (obs: na Espanha, guitarra significa violão, ao passo que o vocábulo em português, guitarra, lá, seria traduzido como “guitarra electrica”).
Ao ler os TD´s da menina, nada pode ser encontrado que a desabone. Sendo assim, somando a atração visual (fiquei louco quando vi sua última postagem no Arena Social... que gata!) e seu atendimento de qualidade, era só uma questão de tempo até materializar nosso encontro. Eis que decido não mais adiá-lo. Numa segunda-feira, logo ao princípio da semana laboral, envio-lhe mensagem, a que sou prontamente respondido. Indago-lhe se haveria disponibilidade em sua agenda para “duas horas” em seu local na sexta-feira daquela mesma semana (antes de encerrar esta fase “protocolar”, peço que me atenda com os mesmos saltos belíssimos que figuravam em sua última imagem postada – ver anexos).
Diante da resposta afirmativa, ofereço-lhe a possibilidade de receber seu cachê, naquele exato momento, a ser adimplido por meio digital, via PIX. Ela sorriu (no texto escrito, é claro... rsrsrsrsrs) e me respondeu:
– “Você é quem sabe, amor!”
(Memorize esta última palavra, meu nobre confrade putanhesco; com quase 100% de certeza, ela também se direcionará a ti pelo mesmo epíteto... rsrsrsrsrsrs).
Na hipótese de ocorrer algum “caso fortuito ou de força maior”, o qual a impedisse de me atender, disse-lhe que bastaria ela fazer o estorno do valor através da minha chave PIX. Todavia, nada de extraordinário se passou, nem comigo e nem com a dama, fazendo com que tudo transcorresse normalmente no dia e hora previamente definidos.
O endereço de seu prive é a BL184, quarta planta. A sala já era por mim conhecida quando de um atendimento anterior com outra dama. Após solucionar todas as demandas laborais daquele dia, ducho-me no trabalho mesmo, insiro as coordenadas do local no navegador do veículo e, sem enfrentar qualquer trânsito pesado, estaciono o veículo num parking remunerado da Estapar, bem próximo ao endereço. Peço um Red Bull gelado num bar próximo (meu outro vício, além das belas mulheres, é óbvio!) e me dirijo calmamente à sala.
Distintamente daquela primeira oportunidade em que lá estive, nesta, não fui recepcionado por uma auxiliar que gerencia o prive, mas sim pela própria Laura. Antes de prosseguir detalhando nossas acrobacias e malabarismos picantes, não poderia continuar a escrever este relato sem dedicar atenção devida às qualidades “objetivas” e “subjetivas” da dama; isto permitirá, àqueles leitores que ainda não a conhecem, construir imagem mental fidedigna. Reitere-se: no que concerne à análise de perfil psicológico, as impressões foram fruto de parcos contatos sociais, o que, obviamente, pode me induzir a um superficialismo não condizente com a psique da mesma.
LAURA GÊMEA
Seu tom de pele moreno, em conjunto a seu cabelo castanho, dão origem a atrativa primeira impressão. Nos registros fotográficos ela parece ser mais alta, dada sua postura ereta, sempre adotada ao se deixar “clicar”. Seu rosto possui traços fisionômicos suaves e atraentes. Seus lábios são um encanto à parte. Desenhados num tom lilás para roxo (combinando com a tonalidade azul escuro da lingerie), seus lábios me atraíam para aquela boca como as mariposas são atraídas paras as fontes de luz. Naquele corpo de pequena estatura, seus seios naturais e perfeitos são extremamente tesudos; pés e mãos de menina nova, lindos. Contudo, nada se destaca mais na Laura do que “La Guitarra”, isto é, o conjunto cintura fina + quadril largo + bunda enorme (algo surreal!), quase hipnótico! Quanto ao perfil psicológico, observam-se afabilidade, comedimento no trato pessoal, português escorreito, verbalização na medida certa, enfim, ser humano “leve” e bastante agradável.
A SEXOTERAPIA
Antes de dar início à sessão de sacanagem, sugeri-lhe registrar algumas imagens de modo a possibilitar, a ti, prezado leitor, o mesmo (ou quase o mesmo! rsrsrsrsrs...) desfrute visual; àquela altura, podia me sentir exatamente como o J.R. Duran ao fotografar as antigas divas da Playboy! (ver imagens ao final!).
Superado tal “prólogo”, o magnetismo sexual, gradativamente, começou a aproximar nossos corpos... Como estávamos sozinhos no privê (são apenas dois quartos, sendo um com cama de casal e outro com maca e colchão de casal mas sem cama; uma cozinha pequena e um bom toalete com água quente, sabão líquido e toalha ensacada), solicitei-lhe que saíssemos do pequeno quarto e desfrutássemos daquele corredor também (bem depois me lembrei de que lá poderia haver câmeras... rsrsrs; caso existam, de fato, há breve filme pornô gravado em algum servidor por aí...kakakakakakakaka!).
Empurro-a contra a parede e começo a experimentar sua boca voluptuosa. Nosso beijo se encaixara perfeitamente (que delíííícia!). Alguns deslizares de dedos por sua xaninha não foram por mim olvidados, assim como também linguadas e mordidas, bem de levinho, nos bicos dos seios perfeitos. Pressionando todo seu corpo com meu peso e tamanho, pude manter aquela bela mulher sob total controle; a “temperatura” naquele corredor subiu velozmente, tanto que ela, já tomada pelo tesão, ajoelha-se, dando início a inesquecível mamada (a guria sabe mesmo o que fazer com aquela boca tesuda!).
Deixei-a ali por bom tempo (afinal, não havia pressa alguma; gosto de duas horas de atendimento justamente por essa razão!); ela mesma decidira por levantar, virar-se de costas, e começar a esfregar aquela obra magna da anatomia feminina em meu pau, à esta altura, mais duro do que granito. Afastando seu cabelo enorme para a porção frontal de seu corpo, passo a mordiscar, lamber e beijar sua nuca, ombros e costas, enquanto ela continua empinando e pressionando sua bunda na direção da minha piroca, duríssima, e se esfregando, despudoradamente.
Algum tempo nesta brincadeira lasciva e ela própria me puxa pelas mãos, conduzindo-me ao quarto. Eu AINDA não havia sentido o sabor, cheiro e temperatura daquela buceta. Sugerindo um “69”, esbaldei-me, sem piedade, lambendo, sugando, enfiando a língua inteira, enfim, saciando completamente a ânsia de praticar o cunilingus naquela cachorra gostosa. Srs., que tesão do cacete ouvi-la gemendo e balbuciando grunhidos desconexos à medida que, vez mais, fartava-se com o pau em sua boca e sentia todo o maremoto de sensações que lhe inundava os centros neurais, situados no cérebro primitivo, de gerenciamento de prazer.
Simultaneamente, a meretriz não descuidava do “nervo”, nem por um segundo sequer, além da atenção especial dedicada às bolas e, até mesmo, meu orifício anal pode experimentar sua boca e língua (apesar de tudo isto, acreditem, oh nobres colegas de putaria, ela NÃO GOZOU – ao menos não nesta “configuração”... rsrsrsrs).
Vários minutos depois, era chegada a fase do coito propriamente dito. Aplicado o EPI, a perva me “monta” – de início de costas e, algum lapso temporal depois, de frente, sem tirar o pau de dentro. Durante esse arranjo, a meretriz dá início a cavalgada de cócoras e, em seguida, alternava ritmo, cadência e profundidade das estocadas (vez ou outra eu mesmo bombava de baixo para cima!). Daí, migramos diretamente para a posição “D4”, permanecendo, ela, perpendicular à cabeceira da cama; eu, com boa base e os pés no solo.
Srs., nesta configuração, eu SEEEMMMPRE me empolgo! Principalmente tendo ao alcance do sentido da visão toda aquela verdadeira ODE à SACANAGEM! Tardei um booommm tempo em “Velocidade 05”, numa frequência bem viril, ao ponto de só parar (banhado em suor!) um milionésimo de segundo antes de um suprimido orgasmo (a duras penas, confesso!), prazer o qual seria por mim postergado, haja vista não desejar ter de aguardar o término do período refratário para ter outra ereção e fazer mais saliências.
Era chegada a fase terminal da primeira hora do encontro; a musa, ao soar o alarme de horário em seu celular, aproveita para ir ao toalete e me ofertar água. Da minha parte só finalizei o Red Bull original que havia comprado no barzinho antes de subir ao prive. Em seguida a seu retorno, conversamos, “aproximando-nos” como meros seres humanos, deixando de lado (por breves instantes apenas!) o desejo sexual. A menina-mulher é bem antenada e detém razoável experiência de vida, o que faz com que os diálogos ofereçam trocas mútuas de aprendizado para ambos os interlocutores.
Ao me oferecer massagem, inverti a oferta e indaguei-lhe se ELA gostaria que a brindasse com uma sessão relaxante daquela natureza; a resposta foi, de pronto, positiva. Lancei mão de um óleo de amêndoas em minha nécessaire, roguei que ela se posicionasse de bruços, pedi-lhe licença para por toda minha massa corporal sobre suas pernas, derramei quantidade suficiente da substancia em minhas mãos e iniciei “evoluções” manuais (reconheço, um tanto amadoras!) pelo pescoço, ombros, músculos das costas, músculos da linha da cintura, glúteos, coxas e pernas.
Inúmeros minutos após o princípio daquela “inversão de papéis”, avanço “de fase”e, digamos, ingresso na sequencia “libertina” da massagem. Como em meus dedos restava um residual do óleo, passo a executar uma versão feminina da Lingam, estimulando, em grau crescente de intensidade, ambos os orifícios de sua zona erógena e seu clitóris. Quando os gemidos e arfares já denunciavam elevado grau de excitação naquela belíssima fêmea, solicito que empine bem o bumbum e começo a laber-lhe o orifício do ânus e toda a extensão da xoxota, além de manter o dedilhar em seus clitóris. Daí não haveria escapatória: tal sequencia lúbrica desembocou num estrondoso orgasmo.
Para minha agradável surpresa, a Laura demonstrava preocupação por eu não ter gozado, parecendo-me sinceramente disposta a me ver alcançar meu clímax. Na intenção de realizar seu desejo, propus uma última manobra sacana. Lanço mão de uma lata de VickVaporub®. Com os joelhos dobrados por debaixo das pernas (esta postura exige certo grau de flexibilidade), peço que a dama mimetize meu posicionamento. Em seguida, esfrego o Vick por sobre o bico e auréolas de seus seios, assim como também em seu clitóris. O arremate final ficou, de novo, por conta do óleo de amêndoas, tanto em seu grelinho oculto quanto na minha piroca.
Rapidamente, como é de sua natureza, as células epiteliais absorveram a química da substancia, permitindo com que sensação atípica partisse, dos três distintos e ultraenervados pontos corporais, a sua zona cerebral de processamento do prazer. Passamos, ainda, a intercambiar um roçar delicioso de lábio e língua; em uníssono, dedilhava e esfregava a zona erógena da perva e era punhetado, sofregamente. Eu pretendia chegar ao orgasmo com aquele arranjo. No entanto, ela alcançou seu segundo clímax antes de mim (talvez pela atipicidade daquela experiência) e, como já estávamos no sexto final da segunda hora, decido dar por encerrado o encontro.
SALDO FINAL DO JOGO ERÓTICO: LAURA GÊMEA (02) x PATRICKRJ (00); PORÉM, BASTANTE SATISFEITO!
Agora sim, dirijo-me ao WC para aquela ducha final antes de voltar “à realidade” da vida urbana. Contudo, cena extremadamente cômica se desenrolara neste, digamos, “epílogo” daquele encontro. Antes de eu ir ao toalete, a Laura me indaga se eu aceitaria um café; diante de resposta afirmativa, parte ela para outra unidade naquela mesma planta onde, supunho, há parte da estrutura de gerenciamento do local.
Estando eu só de toalha, enxugando-me, adentra ao prive outra auxiliar (distinta da que eu tinha conhecido na primeira visita ao local!) e me vê semi-nu; sem qualquer alteração comportamental, de ambos, ela me pergunta se gostaria de açúcar ou adoçante, questionamento prontamente optado por aquela. Curiosamente, poucos minutos depois, enquanto eu ainda estava me arrumando, a mesma pessoa retorna, perguntando-me, NOVAMENTE, a mesmíssima indagação! (tendi nadica! Kakakakakakaka!).
Apenas quando a Laura retornou com a xícara de café, tanto a minha quanto a dela, é que fui entender. A dita “auxiliar” comentou com ela que havia “ficado maravilhada” “com o que viu ao adentrar naquele momento em que eu estava semi-nu” e, por tal razão, acabara se esquecendo da minha resposta a sua pergunta sobre qual tipo de “sugar” eu optaria.
Ao me revelar isto, tanto eu quanto a Laura nos entregamos a gostosa gargalhada... Beijos finais de despedida e “partiu academia”, haja vista que aquela sessão aeróbia só representou uma porção de meu treinamento diário.
THAT´S ALL FOLKS!