|
13 de Setembro de 2021 às 13:09
MAYA GUEIXA/MASSAGISTA - https://destackterapias.com/anuncio/maya/
TEST-DRIVE MAYA GUEIXA/MASSAGISTA
Este relato, em essência, pode ser considerado verdadeira ODE a um dos atributos mais abordados em treinamentos promovidos pelos setores de Recursos Humanos, tanto em ambiente empresarial quanto em organizações de natureza pública: RESILIÊNCIA (e seus desdobramentos lógicos, tolerância à frustração e tolerância à rejeição, ambos extremamente escassos nesta atual geração de “millennials”). De fato, tal competência psíquica, atributo da Inteligência Emocional (referência: Daniel Goleman, obra de leitura obrigatória!) representa talento extremamente valorizado pelos headhunters, além de diferencial de peso aos que pretendem galgar posições de chefia ou direção em suas respectivas áreas laborais.
Acalme seu coração, nobre confrade integrante deste egrégio alfarrábio putanhesco, a introdução acima não fora equivocadamente inserida nesta crônica pornográfica verídica. A supramencionada competência fora justamente a ferramenta basilar a qual permitira, a este que ora vos escreve, ter a experiência homérica ensejadora dessas linhas...
Ao total foram três tentativas de agendar com a Maya (estava quase associando a escolha de seu nome à tradução do termo em sânscrito: ILUSÃO... rsrsrs). Na primeira, estava eu, num belíssimo sábado ensolarado, despretensiosamente me bronzeando e eis que, ao ver suas imagens disseminadas pelo forum, umas mais belas que as outras, decido entrar em contato via Whatsapp. Aquela conversação foi, no mínimo, inusitada (atentem a este adjetivo porque ele aparecerá em várias ocasiões ao longo da narrativa!).
Durante o intercambio de mensagens, recebo um efusivo elogio por uma imagem minha enviada à dama e, após isto, do nada, a musa simplesmente DESAPARECEU do aplicativo (tendi nadica... rsrsrs). Da segunda vez, creio que ela nem me respondera; já na última, ela informara que não estava na sala naquele dia...
Visto que, ao longo de minha trajetória profissional, recebi treinamento acadêmico sobre a ciência da neurologia que fornece background acadêmico sobre o tema EQ (Emocional Quotient, não confundir com IQ, ou QI em português, Intelligence Quotient), inclusive, tendo eu ministrado várias exposições orais sobre o assunto para plateias de diferentes tamanhos, prossegui na “proa” original até que, despudoradamente, os deuses Eros e Afrodite decidem por sorrir maliciosamente em minha direção.
Quarta tentativa de agendamento (pensando no dia seguinte!) para duas horas com a diva e recebo como resposta: “peraí que já vou responder...”. Passadas algumas “horas”, já quase acreditando que seria a quarta frustrada, a dama indaga se poderia ser às 14:00 (para mim poderia ser até 03:00 da manhã que eu estaria lá com, no mínimo, meia hora de antecedência...kakakakaka!). Obviamente, aceito a proposta, perguntando-lhe, em seguida, se gostaria de me enviar sua chave PIX de modo a que realizasse o adimplemento da obrigação pecuniária via digital e antecipado. Tudo certo, restava-me tão somente aguardar o almejado encontro.
Resolvidas todas as pendências laborais daquele dia, rumo à BL184 de forma bem antecipada e serena. Vagas naquele logradouro são raras, o que me fez optar pelo estacionamento pago mais próximo (R$ 60,00 pelo tempo de permanência... que assalto!). Com meia-hora de antecedência, peço um Red Bull, calmamente sentado num bar ao lado do endereço. Os trinta minutos que antecediam meu horário se encerram, o segundo Red Bull já estava em 2/3 de seu nível e nada da liberação da diva... (putz!!!!).
Como ela já havia me informado a sala (por força do adimplemento antecipado), decido entrar no edifício e me direcionar à planta onde está o prive. Vez mais, o inusitado: a numeração segue numa sequencia; vou caminhando pelo corredor até que, surpreendentemente, o número almejado não está na ordem dos imóveis (parece até episódio do antiga série ARQUIVO X!). Percorri aquele corredor para lá e para cá e quase entrei em outro número cuja porta possuía um quadrinho com a seguinte inscrição: “Aqui Tem Borogodó!” (imaginem a cena... kakakakaka!). Apenas após idas e vindas, encontrei a unidade correta. Com o relógio cravado nas 02:00 PM toco a campanhia e, NADA! Segunda tentativa e ouço uma voz feminina do outro lado respondendo: “Só um minuto...” (esta é clássica... rsrsrsrsrs).
A auxiliar do privê me encaminha para um quarto, até bem fofo, com uma maca e um colchão no solo (Sem condições! Preciso de uma cama decente para trepar!). O prive, singelo e funcional ao fim a que se destina, possui três habitações até o teto; porém, lá só atendem a Maya e a Laura Gêmea (possível candidata a um “quatro mãos” muito em breve... rsrsrs; quem é assíduo no fórum sabe que AMO MUUUIIIITOOO MÉNAGE A TRÒIS!). Sorvidos os últimos goles do energético, sentado num puff naquela habitação, ouço uma portinha de correr se abrindo e a dama solicitando que eu fizesse a gentileza de fechar a minha porta porque um cliente iria sair. A hora agendada continuava a passar e eu ali naquele quartinho, esperando, esperando, esperando...
Lá pelas 14:30, finalmente, a Maya entra na habitação em que eu estava. Fiquei sabendo depois que a Laura Gêmea realizou um atendimento de meia-hora no quarto o qual seria por nós empregado; devido a isto, a auxiliar o estava ajeitando. Após breve apresentação, que me deixou estupefato diante daquele exuberante espécimen à minha frente (veja a imagem com que me deparei ao princípio nos anexos!), falando de forma comedida e educada, confesso que agradeci, em pensamento, a todos os pedagogos e psicólogos com os quais estudei a matéria inteligência emocional. Se não fora pela resiliência, aquele momento, assim como também os demais seguintes, avassaladores, não se materializariam.
Com uma voz extremamente sedutora, Maya pergunta se eu gostaria de vê-la vestindo lingerie (inclusive me dando a opção de cores!); diante da resposta, por óbvio, positiva, ainda se desculpa por haver “esquecido” de previamente me indagar sobre a questão. Observando sua tez bastante branca, solicitei a cor negra justamente para facultar o elegante contraste que pode ser apreciado nas imagens anexas a esta humilde crônica. A qualidade das imagens que ilustram esse TD a deixaram maravilhada (e a todo e qualquer hétero convicto que, porventura, leia esta crônica! kakakakaaka). Mais alguns minutos de espera, eu já em minha underwear (a higiene já estava em dia, pois que me duchei antes de me dirigir ao encontro!), pareio minha caixa Bluetooth ao dispositivo Apple e seleciono no Deezer a playlist Lounge (ela gostou bastante da trilha sonora! Ponto para mim...rsrsrs).
Antes de prosseguir detalhando nossos malabarismos e acrobacias picantes, não poderia continuar a escrever sem dedicar atenção necessária às qualidades “objetivas” e “subjetivas” da diva; isto permitirá, àqueles leitores que ainda não as conhecem, construir imagem mental mais concreta. Ressalte-se: no que concerne à análise de perfil psicológico, as impressões são fruto de parcos contatos sociais, o que, obviamente, pode me induzir a superficialismo não condizente com a psique verdadeira das mesmas.
MAYA GUEIXA/MASSAGISTA
Caucasiana; com porte altivo (altura entre 1,65 e 1,70m de altura); unhas em tom vermelho sangue realçando, ainda mais, a perfeição de suas mãos; unhas dos pés em esmalte clarinho (que tesão deslizar a língua por entre os dedos e sentir o cheiro da sola); imersa numa lingerie negra que contrastava elegantemente com sua tez alva; seios médios, lindos e bem naturais, com bicos levemente protuberantes e com textura e sabor deliciosos; personalidade serena, afável, envolvente, lânguida, enfim, uma mulher-menina com a qual qualquer hétero convicto almejaria compartilhar peripécias libidinosas.
No que concerne a seus atributos físicos, sem sombra de dúvidas, um ponto alto da Maya são suas belíssimas, compridas, perfumadas, lisas e negras madeixas. Com um corpo repleto de curvas tentadoras, sua calcinha minúscula era literalmente “engolida” por seus glúteos; lábios carnudos, quase hipnóticos; quadril largo e bunda enorme, grelo “oculto” e vulva arredondada e carnuda; amena no trato pessoal. Tudo junto confere à cortesã os atributos que lhe permitiriam frequentar, em uma outra vida, as cortes de Versalhes durante o reinado Luís XVI, o devasso.
A SEXOTERAPIA
Cronos já tilintava a décima quinta hora daquela memorável sexta-feira quando finalmente tudo estava pronto para o início da sacanagem. Sem mais delongas, o magnetismo primitivo aproximou nossos corpos até que os lábios e línguas se roçassem mutuamente. Empurro aquela mulher voluptuosa contra um exígua porção de parede bem ao lado da porta de correr daquele pequenino, mas acolhedor, ninho de amor.
Adoro pressionar meu corpo contra o da dama nesta configuração; sentir certa sensação de poder e controle sobre a fêmea. A boca e o beijo da Maya são algo surreal. Enquanto intercambiávamos saliva, direcionei minha mão direita por sobre a vulva da messalina e, de pronto, os centros tácteis, pulverizados pelo tecido da superfície do dedo médio, puderam detectar imediato incremento de temperatura e umidade, exponencialmente elevadas à medida que minha boca e língua se transladavam para seu pescoço, ombros e busto até se deter, durante dilatado interregno, em seus seios e bicos tesudos. Nesta configuração não cessei tais estímulos; com a devida paciência, meu objetivo materializou-se: inconfundíveis e extasiantes gemidos e vocalizações desconexas prenunciaram orgasmo intenso (o primeiro de vários!). Esse orgasmo para mim teve um sabor especial; desejam saber o porquê? A diva confessou que nunca ninguém a tinha feito alcançar o clímax daquela forma...
Breve pausa para permitir sua recuperação. Convidei-a para a cama de forma a lhe facultar conforto durante aquela fase de “stand by” em sua fisiologia. Agradáveis instantes de socialização tiveram espaço; todavia, ter aquela mulher linda ao meu lado não me permitiria permanecer quieto por muito tempo. Aproveitando que ela estava de bruços, joguei-me por sobre seu corpo e comecei a deslizar a língua desde suas orelhas e nuca até aquele derrière imenso e tesudo. As mãos eram empregadas para apalpar com força seus músculos das costas, linha da cintura e glúteos, simulando uma massagem.
A esta altura, os circuitos bioquímicos cerebrais, responsáveis por liberar serotonina (neurotransmissor do prazer), de ambos os consortes, já haviam sido novamente disparados, intensificando drasticamente as sensações percebidas com destaque especial ao momento em que solicitei seu elevar de quadril de modo a me permitir lamber sofregamente toda sua zona erógena, passeando línguas e lábios pelo ânus, vagina e clitóris. Simultaneamente, esfregava meus dedos em seu glerinho, diversificando a matriz de sensações auferidas até que, vez mais, reverberou por aquele espaço/tempo os sons inebriantes indicativos de outro orgasmo; o que eu ouvia, vindo do âmago daquela mulher, era tão belo e harmônico quanto uma das mais divinas obras clássicas produzidas ao longo da História da humanidade: Air on the G String (Ária na Corda do Sol), do compositor do período Barroco, Johann Sebastian Bach (àqueles que nunca ouviram esta peça “angelical”, recomendo veementemente!).
Mais sociabilização amena entre os amantes fugazes; momentos estes em que pude conhecer algo a respeito do “ser humano” por detrás da “personagem”. Como ela, reiteradamente, assumia a mesma posição para se recuperar (decúbito ventral, perpendicular à cabeceira da cama), sentei a seu lado; enquanto falávamos, irrompeu-me uma vontade tresloucada de chupar seus dedos e sola do pé. Em decorrência da postura citada, dobrei suas duas pernas em direção ao teto a fim de permitir que minha boca e língua acariciassem aqueles belíssimos pezinhos. Inicialmente, sobre a meia-calça; à medida que eu “lia” a resposta favorável da dama aos estímulos, fui além e retirei-lhe aquela porção de sua estonteante lingerie de forma a permitir estimulação “pele com pele”.
Para meu deleite pleno, a diva reagia cada vez mais intensamente àquelas carícias; foi então que me veio à mente a ideia (lembrem-se meus nobres leitores: o principal órgão sexual do ser humano é o cérebro!): dedilhar-lhe o ânus com o dedão e o clitóris, grandes e pequenos lábios com o indicador. Como a xoxota dela estava encharcada, segui nesta direção num ritmo “multitarefa” até que, pela terceira vez, já no “apagar das luzes” de nossa primeira hora de saliências, Maya alcança outro forte clímax. Como sou podólatra inveterado, para mim, fazê-la chegar ao orgasmo daquela maneira foi envolvente por completo.
Assim como a anterior, a segunda hora teve início com conversações amenas; também se deu breve ida ao toalete por parte da dama. Como, durante os sessenta primeiros minutos de nosso encontro ela permanecera passiva, Maya agora já ansiava por me permitir conhecer seus talentos e expertise de meretriz. Comigo confortavelmente acostado aos travesseiros, a musa se posiciona de modo a facultar postura ergonômica para exercitar a arte da felatio (PQP! Que chupada deliciooooosaaaaa!). Poderia perfeitamente deixá-la por ali até o final da segunda hora, pois que a menina sabe mesmo o que fazer (sucção, lambida, garganta profunda, punheta simultânea às chupadas, etc.etc...); entretanto, eu queria mais... MUITO MAIS!
Desejava sentir o calor, sabor e textura daquela xoxota na minha boca. Reposicionados agora num “69”, enfiava freneticamente minha língua no interior da xaninha melada, sem me desconcentrar jamais de seu acanhado grelo. Da parte da messalina, a chupação continuava tresloucada, até que ela se “empolga” e decide por enfiar seu dedo em meu “glory hole”... rsrsrs. Até deixei por um curto período, haja vista perceber que aquilo realmente dava-lhe prazer; contudo, assim que ela “se animou além da conta”, solicitei, gentilmente, que interrompesse tais estímulos (sem sombra de dúvidas, inversão, ou qualquer coisa do gênero, não é “minha praia”!). Assim engendrados, permanecemos por longos minutos até que, inegavelmente, os espasmos e contrações involuntárias, acrescidos de grunhidos típicos, anunciaram o quarto orgasmo daquela verdadeira máquina de sentir prazer.
O tempo urgia e de sua alcova não poderia me ausentar sem trepar com aquela fêmea. Confessei-a minhas libertinas intenções e, após breve oral, o coito propriamente dito teve princípio com a Gueixa cavalgando (KARÁLEO! Que cena memorável!). Em distintas cadências e inclinações de seu tronco, alternávamos estocadas de minha parte e quicadas da parte dela, com direito a beijos cinematográficos, chupadas, lambidas e mordidas (bem de levinho!) em seus seios, auréolas e bicos. Dessa configuração original, sem parar de meter, evoluímos para “de quatro” com o rosto dela voltado para a cabeceira da cama e eu de joelhos sobre esta seguindo com estocadas bastante viris.
Não posso afirmar se ela chegou a ter um quinto orgasmo durante a penetração em si; mas, sim, afirmo, com 100% de veracidade, que, após uns 10 ou quinze minutos já além da segunda hora, do âmago de meu organismo, pude perceber a aproximação tsunâmica de um frenesi orgásmico. No milésimo de segundo antecedente ao clímax, desengato da perva, retiro o condom e gozo profusamente por sobre meu próprio abdomen e torso, cena hipnoticamente observada pela mesma.
Como o adimplemento da obrigação pecuniária já havia sido realizado por meio digital, via PIX, no momento de nossa marcação, restava-me a higienização de praxe antes de partir (WC OK, chuveiro quente e toalha ensacada); de uma maneira super terna e muito envolvente, despedimo-nos com um delicioso beijinho na porta e comigo já informando que regressaria na semana seguinte (PUTZ, a mulher é apaixonante DEMAIS!!!!).
No caminho para a academia (sim, aquelas duas horas foram só a porção aeróbica de meu treino diário...rsrsrs), ouvia a mesma sequencia de canções e buscava fixar a maior variedade possível de detalhes com o intuito de permitir, a ti, caro paciente forista o qual lograra êxito em resistir até esta etapa final do texto, conhecer todos os prazeres que lhe aguardam caso decidam “investir” e permanecer ao lado dessa Diva (sim, com “D” maiúsculo!) por algumas horinhas mágicas...
|