23 de Agosto de 2021 às 15:25
IZA FERNANDES
https://www.photoacompanhantes.com/acompanhantes/rio-de-janeiro/mulata-da-cor-do-pecado-recem-chegada-na-cidade-id-kqdqy
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

https://www.photoacompanhantes.com/acompanhantes/rio-de-janeiro/mulata-da-cor-do-pecado-recem-chegada-na-cidade-id-kqdqy

Em todas as ocasiões em que me deparava com um anuncio da Iza, os registros fotográficos mexiam profundamente com a minha libido. Há uns videozinhos dela num conhecido website de anunciantes onde se pode observar, exatamente, sem filtro algum, toda a exuberância do corpanzil daquela mulher estonteante. Definindo melhor esse fenômeno psíquico, é como se, numa fração de segundos, aquele biótipo de mulata “corpão violão”, tão ricamente retratada por famosos cartunistas com Ziraldo ou onipresentes em peças rodriguianas apimentadas por crônicas do Rio de Janeiro da década de 1950, tomasse-me, de assalto, a zona do cérebro primitivo associado aos instintos.

Como todos os confrades já “descolados” bem sabem, fiz o “dever de casa”, procurando descobrir, através de fóruns, se havia relatos favoráveis ao atendimento da dama. Confiante do conjunto de “dados e informações” levantado (quem atua na área de inteligência saberá a diferença, rsrsrs), restava-me apenas aguardar a oportunidade de brecha na atribulada agenda laboral. Eis que, no dia 23jul2021, surgiu. Naquele dia, finalmente, seria possível transpor o “etéreo” ao ”concreto”.

Logo pelo princípio da tarde do memorável encontro, entrei em contato; o texto do status não poderia ser mais apropriado: Iza Fernandes – satisfação garantida! Em termos de perfil psicológico, destacam-se: elegância inerente, languidez nos trejeitos, voz moderada e conversação comedida, afabilidade, refinamento. Já quanto ao porte físico, agilidade, porte atlético, precisão de movimentos e potência muscular durante o exercício de suas competências de meretriz; em síntese, uma legítima femme fatale. Toda a postura pragmática com que o “candidato” a cliente se deparará durante o “prólogo” da marcação, normalmente mediante o uso do onipresente App de mensagens instantâneas, converter-se-á em agradável sociabilização face a face.

Quanto ao corpanzil da dama e, principalmente, ao sexo em si, só há uma palavra na língua portuguesa para defini-la: MÁQUINA! Pobre mortal aquele que, por vã e tola pretensão, acreditar que poderá ter aquela mulher só para si. Iza Fernandez é BANQUETE PARA MIL TALHERES! Se pudesse enquadrá-la, de modo resumido, num “modelo” de messalina, o dela seria o “4B”: beijo (lábios carnudos e macios...); boquete (babado, garganta profunda, sucção precisa...); buceta (carnuda, inchada, encharcada todo o tempo, clitóris avantajado...), e bunda (o estado da arte da anatomia de um derrière feminino). Sem esquecer aqueles seios (médios, tenros, com auréolas e bicos que são uma tentação à parte...).

Nossos primeiros “movimentos” foram de pé, com a dama semi-imobilizada contra a parede e com beijos e toques de dedos bem suaves pela perfeita tez cor de tabaco musa. Equilibrando-se elegantemente sobre um salto alto (ela, em si, já se destaca pelo seu 1,70m) , ficava ainda mais portentosa. Sem sombra de dúvidas, seu gigantesco poder de sedução, ao desfilar pelas ruas, altiva e imponente, no auge de sua autoconfiança e esplendor físico, produz inúmeras “giradas de pescoço” dos incautos desavisados que, de relance, sejam tragados por seu magnetismo sensual, além, ainda, dos olhares de inveja do gênero feminino.

Decorridos alguns instantes assim, as ramificações tácteis espalhadas por minhas mãos já podiam aferir, ainda que sobre o tecido de renda da calcinha, o incremento de temperatura e umidade da xoxota suculenta. Ao alcançar seios com a boca e a língua, a intensidade dos estímulos sobre a xaninha da deusa de ébano já haviam acionado o “start” daquela máquina sexual. Ainda nesta composição, virei-a de costas, lambendo-lhe orelhas e nuca; correntes de excitação desciam–me, das zonas cerebrais de gerenciamento das sensações primitivas, para a “cabeça de baixo”... rsrsrs.

Degustei toda a região até sentir o gosto delicioso de seu orifício anal e do mel de sua buceta melada. Pus a dama na cama, solicitando que empinasse bem a bunda de modo a permitir o transcorrer de minha língua, lábios e dedos por toda sua zona erógena, inclusive, dedicando muita atenção a seu grelo voluptuoso. Devo admitir que, embora o momento do coito seja deveras fulcral para finalizar um encontro dessa natureza, o que verdadeiramente me dá prazer são tais delongadas, lânguidas e lúbricas sequencias de preliminares. Após outro interlúdio, pareceu-me que a dama havia alcançado o clímax.

Por iniciativa da mesma, postou-se de quatro, com aquela bunda para o alto; assim, eu era capaz de registrar sua anatomia traseira enquanto a observava degustando o “nervo”, como se fora loba faminta diante do último naco de carne do planeta. Durante a demonstração de suas competências memoráveis na arte do felatio, acariciava suas madeixas negras, afastando-as de forma a observar seus simétricos traços faciais em pleno ato. Confesso que tive de alterar a posição da chupada porque já estava quase “sendo derrotado” por aquela boca quente e macia...

Procurando explorar aquele tesudo espécime de outras formas, solicitei que ela permanecesse perpendicular à cabeceira da cama, de modo a também exercitar seu dons “orais”, ao mesmo tempo em que, apoiado sobre o solo do quarto, com uma das minhas mãos, a masturbava, e, com a outra, estimulava seus bicos do peito, suavemente; a buceta, sempre encharcada. Permanecemos nesta “configuração” por um interregno. Já não aguentando mais de tesão, solicitei que nos preparássemos para o coito propriamente dito.

Proteção aplicada pela própria, por intermédio do uso de sua deliciosa boquinha, estando eu com as pernas firmes no chão do quarto e ela paralela à cabeceira da cama, demos início a selvagem cópula, num suculento frango assado. Já em ritmo frenético, bombava na “Velocidade 05”, ao mesmo instante em que lhe sugava, alucinadamente, boca e peitos. Desejoso por prolongar, ao máximo, aquele conjunto formidável de sensações, captado por mais de um órgão dos sentidos, simultaneamente, roguei-a que assumisse a posição de quatro, agora em outra aresta da cama e já alinhada ao eixo longitudinal.

Outra sequencia vigorosa de bombadas e eu já “avistava’ o frenesi orgástico; como todos os sinais do corpo da dama demonstravam que ela estava curtindo muito, acelerei ainda mais os movimentos pélvicos, não parando de meter, mesmo depois de ter cometido verdadeiro espermatozoidicídio dentro do perservativo... rsrsrs.

Hidratação gentilmente oferecida pela musa de ébano, após ela se dar conta de quão molhado de suor estava meu corpo. Adimplemento da obrigação pecuniária por meio digital (via PIX), ducha morna no excelente toalete do espaço (todo o apartamento é bem amplo, ressalte-se!) e partiu academia para finalizar meu treinamento diário, haja visto que, com a Iza, só foi possível realizar a etapa cardiorrespiratória... rsrsrsrs.