https://www.rioencontro.com.br/dara/
BEIJO
SIM - NãO GOSTEI
ORAL
PISADA DE BOLA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
NãO
Prezados confrades deste egrégio alfarrábio putanhesco. Venho de uma sequencia formidável no que tange ao retorno, “na moeda do prazer”, dos significativos montantes pecuniários investidos ao longo dos últimos dois meses, desde que se dera o desfazimento de um laço matrimonial o qual perdurara por muitos anos. Todo este êxito se deve, em enorme medida, à poderosa ferramenta de consulta sobre as características objetivas e subjetivas dos alvos os quais, porventura, figurem na wishlist de cada um de nós.
Quando decidi conhecer a Dara, o fiz, primordialmente, por seus dotes físicos, bem peculiares à significativa parcela do gênero feminino carioca que pulula por milhares de academias disseminadas por esta Sin City, cidade em que o culto ao corpo se aproxima de verdadeira “enfermidade psíquica”. O biótipo realmente me atrai. Por óbvio, como todos os mais experientes do fórum já aprenderam a duras penas (e muito “sangramento” no bolso!), só “estampa” não diz nada. Existem diversas damas, com encontros aqui relatados, cuja beleza passaria completamente despercebida na multidão, mas que, encerrada entre quatro paredes, é capaz de agradar efusivamente aos mais exigentes. A recíproca também é verídica: quantas beldades (normalmente bem careiras!) receberam um estrondoso e retumbante NEGATIVO? (em verdade, observa-se costumeira “associação”: quanto mais onerosa, pior o atendimento...).
Por óbvio, ao tachar o atendimento como POSITIVO ou NEGATIVO, estamos operando no campo da “subjetividade”, o que permite margem a interpretações (o que é bom para mim pode não ser para ti, e vice-versa). Outra questão de peso é a probabilidade estatística de a menina “não estar num dia bom” (clichê bem lido por aqui!), o que, ao menos na minha humilde opinião, não se enquadra a qualquer espécie de “causa de inimputabilidade” à conduta “típica” da meretriz (se não está bem, não atenda!).
E eis que venho através desta crônica real relatar minha HORROROSA experiência com a dita cuja. Conquanto não encontrar nenhum relato negativo no fórum, o que, acrescido ao visual de marombeira, fez-me agendar com a mesma, meu encontro não teve absolutamente nada de bom, à exceção da resposta rápida ao meu contato (agora eu entendo o “porquê”; pelo visto anda sem clientes...) e o corpo realmente sarado.
A perva atende na BL184, num prive com duas baias (não há paredes até o teto!). Sua habitação é singela, mas presta ao fim a que se destina (cama boa e um espelho na parede da cabeceira). Lá existe outra profissional atendendo que nem cheguei a ver. Chego ao famoso endereço no Humaitá e subo de pronto. A meretriz até que é simpática. O problema é justamente quando se inicia a “atividade fim” de qualquer profissional do ramo: préstimos sexuais por dinheiro (fiz o pagamento adiantado e me dei muito mal!).
Logo de início, percebo que ela buscava “prolongar” aquele momento inicial de sociabilização pré-sexo; as perguntas dela, inclusive, chegaram ao nível de indagações a respeito de aspectos de cunho pessoal/familiar, o que, no mínimo, poderia ser considerada tremenda indiscrição e deselegancia (houve um instante em que ela mesma verbalizara que estava “querendo saber demais”!).
Quando finalmente deu-se a aproximação física, os beijos foram decepcionantes (sem entrega, sem vontade, sem tesão e ainda criticou o “excesso de saliva”), já sinalizando o fracasso que seria aquele encontro. Sem prolongar muito esta fase já desagradável, solicitei que ela se deitasse com a barriga para baixo de modo a que eu pudesse beijar e acariciar seu corpo malhado. Não tardou nada e ela já me corta.
De frente para mim, estando ambos sobre a cama, procuro curtir seus peitos (sem qualquer caimento natural; verdadeiras esferas plásticas rígidas!) e começo a perceber pêlos ENORMES (isto mesmo, Srs., acredito que, devido ao uso reiterado de testosterona sintética, seus folículos capilares corporais trabalhem de modo atípico!) que começaram a entrar na minha boca de forma incômoda. Todavia, antes que eu mesmo desistisse de beijar aqueles peitos cabeludos, ela própria toma a iniciativa de me interromper (de novo!) reclamando, vez mais, da quantidade de “baba” e me indagando, acintosamente, se “há mulheres” que gostam “daquilo” (PQP! Bastaria ela ler os inúmeros relatos positivos meus dos últimos dois meses...).
Seguindo na tentativa de “salvar” algo de bom daqueles duzentos reais gastos, rogo que a puta inicie um “69”; minha vontade era curtir aquele grelo enorme e apetitoso. Entretanto, mais uma vez, não demorou nem 03 minutos e ela já sai da posição e começa a procurar a camisinha, sem ao menos se dar ao luxo de aferir minha opinião (quem é que tava “pagando”, afinal?). EPI posto, tem início o coito numa montada efêmera...
Mudamos de posição para “de quatro”, comigo firmemente apoiado no solo do quarto e ambos os amantes paralelos à cabeceira da cama. Aquele corpão todo naquela configuração gera um cenário muito sexy de ser observado; porém... não foram nem 10 min de estocadas viris e ela já refuga, reclamando que eu estava demorando demais para gozar. Dez minutos? Kakakakakaka; quem já leu meus TD´s sabe que sou capaz de transar com duas fêmeas sedentas, por duas horas, e só me permitir ejacular ao final, ou sair do encontro sem gozar. Se ela solicitasse a alteração da intensidade do ritmo, ou, talvez, a adoção de outro posicionamento de sua preferência, até seria admissível; no entanto, não fora isso o que se passou. Ela, simplesmente, “deu por encerrado” o programa e já foi pegar uma toalha para eu tomar banho e ir embora (e isto ainda faltando 15min para o término do período contratado!).
Como fui treinado sobre a ciência da inteligência emocional, e detenho conhecimento acadêmico sobre os males oriundos da raiva desmedida (dá-se um impacto altamente tóxico na fisiologia e na bioquímica celular à medida que as ondas de ira percorrem, das zonas cerebrais primitivas, passando pelo sistema nervoso simpático e parassimpático, até cada órgão, fluido ou tecido do organismo!), aceitei tudo “de boa”. Na minha mente, contudo, rebobinava e fixava, calmamente, cada comportamento daquela puta a fim de dar ciência, ao máximo de usuários do fórum, a respeito daquela ardilosa e sibilina.