15 de fevereiro de 2026 às 14:42
PAMELA WINSTON
2h – R$ 400
Meu Terceiro Encontro com Pamela (ou "Um é Pouco, Dois é bom e Três é Quero Mais!")
O chat realmente vai ser a minha perdição. Entro nele e quem está lá? Pamela! Discutindo com alguém – eu ACHO que era com o Doutor House – sobre transar de meias. Pronto! Ideias começam a pulular na minha cachola, todas envolvendo alguma forma de intercurso sexual com Dona Pam.
A conversa prossegue no WhatsApp, onde as coisas vão esquentando mais e mais. Sugiro uma nova tarde de jogatina sexual, duas horas para aproveitarmos bem, e a ideia é prontamente aceita.
"Jogos Mortais!!!", diz a moça, me fazendo questionar se essa foi mesmo uma boa ideia.
Quando chego ao apartamento de Pamela, sou recepcionado por uma loira linda com o seguinte traje: uma microsaia preta, um mini-sutiã preto mal cobrindo os seios, meias pretas arrastão até a metade das coxas – e que coxas! – e um par de óculos pretos, dando-lhe ao mesmo tempo um ar inocente e safado.
Um selinho na entrada, um beijo maior ao lhe entregar nosso lanche, um beijo de namorados ao entrar no banho e um beijo de tirar o fôlego ao voltar para o quarto – de cuecas e meias!
Foto ilustrativa da diferença gritante de beleza e sensualidade entre os envolvidos. Desculpe, Pam.
Qual a pernoca mais bonita?
– Que comecem os jogos! – ela diz.
Nos atracamos em pé, nos abraçando, mão ali, mão acolá. Percebo que Pamela não veste nada por debaixo da microsaia. Ela suspira fundo quando minha mão só encosta em seu sexo. Sinto a temperatura dos nossos corpos subir. Pam se joga na cama e pergunta que jogos eu levei.
"Depois...". A viro de costas sobre a cama, ajoelho no chão e já entro de cabeça entre suas pernas. O sexo de Pamela me chama:
"Vem! Me beija, me chupa, me lambe, abusa de mim!" Atendo ao chamado e me divirto ali, variando velocidade, intensidade, movimentos. Não faço ideia de quanto tempo passei ali, só lembro do Capitão América:
"Eu posso fazer isso o dia todo!" Não consigo parar de admirar as reações de Pam. Sua pele se ouriça, ela ri, ela meio que chora, me agarra, segura minhas mãos, abre sua ppk para mim.
Com meu pau duro, chega um momento em que eu não aguento mais. Busco uma camisinha e naquela mesma posição começo a fazer amor com Pamela. Eu levanto meu tronco para poder visualizar Pam por inteiro. Ela me puxa para cima dela, me beija, fala como está bom, como está gostoso, eu apenas concordo. Tento acompanhar o ritmo das músicas que tocam, acelerando e freando conforme ia sentindo as respostas do corpo de Pam e seus proprios pedidos.
– Quer comer o meu cu?
– Ahn!? Comoéqueé!?
– Quer?
– QUERO!
Pam fica de quatro na beira da cama, aquela bunda linda voltada para mim. Lubrificante e começo a adentrar novos caminhos. Êxtase total! Com as mãos, Pamela abre as bandas de sua bunda – e que bunda! – para facilitar o meu trabalho. Soco aquele buraquinho e fico assim algum tempo.
– Cansou?
– Ufa... Acho que sim...
– Deita aqui então, sua vez.
Tiro a camisinha, deito na cama e Pam se aconchega entre minhas pernas, de quatro, virada para mim e me chupando deliciosamente, me encarando com uma cara de safada.
– Goza na minha boca... – ela sussurra.
Ordem dada é ordem cumprida. Não demora muito e sinto o orgasmo chegar. Meu pau já está na boca de Pamela, que tripudia de mim, enfiando meu pau fundo em sua garganta, me sugando até a última gota, lambendo sem parar enquanto a sensibilidade quase me faz pular da cama. Ela vai fazer sua higiene enquanto eu tento trazer minha alma de volta para o meu corpo.
Pausa mais do que necessária para descanso e hidratação, regada a Coca-Cola Zero e pipoca com queijo, com uma conversa leve sobre amenidades da vida. No meio da conversa, ela se levanta e tira a microsaia. Tira o sutiã. Senta na cama e me pede ajuda para tirar as meias. Tiro as minhas e a ajudo nessa tarefa. Pamela sentada na cama, as pernas levantadas em minhas mãos, aquela ppk me encarando ali de baixo...
Me agacho e volto a ter um tête-à-tête diretamente com a ppk de Pam. A linda cena que eu presenciara antes se repete diante dos meus olhos e da minha boca. Mais uma vez o tempo passa sem eu perceber e sem eu querer que acabe. Pamela se entrega e se deixa levar pelo mar de sensações. Eu gozo internamente apenas vendo-a gozar.
Ela se levanta e começa a balbuciar palavras sem nexo. Eu não entendo nada do que ela fala.
– Desculpa, eu fico assim quando gozo direto em sequência...
Ela se senta e respira fundo.
– E aí? Vamos jogar?
– Simbora! Joga aí os dados.
– "Seu parceiro deve lamber sua bunda".
Pam me dá um sorriso lindo e já fica de quatro sobre a cama. Aquela bunda me encarando again... Me abaixo e cumpro a tarefa, beijando e lambendo toda a extensão daquelas nádegas e arrancando gritinhos abafados de Pamela.
Hora de um joguinho erótico...
– Agora eu jogo os dados... "Coloque uma música e dance 3 minutos com sua parceira".
Pamela coloca uma música para tocar, uma que tinha um ritmo um pouco mais lento do que a playlist que estava tocando – você lembra qual foi, Pam? Tomo Pam em meus braços, um segurando sua cintura, outro, sua mão, e nos deixamos levar pela leveza da música. Pam me beija sensualmente. Meu coração palpita acelerado.
"Controle-se, homem! Não vá pensar besteira!", me diz meu cérebro.
– Vai, moça, sua vez nos dados.
– "Vende seu parceiro e lhe dê um beijo de surpresa em alguma parte do seu corpo".
Na falta de uma venda, eu fico de pé e cubro meus olhos com a toalha de banho. Aguardo alguns segundos, nada de beijo. De repente, um beijo na ponta da minha boca, de leve. Depois, outro no meu mamilo, quente. E a
pièce de résistance, um beijo delicado no meu pau e que se transforma num delicioso boquete. Tiro a toalha, olho para baixo e vejo Pamela abaixada me chupando com vontade, meu pau crescendo em sua boca, e me olhando como quem quer mais.
Pam se levanta e começa a me beijar loucamente, me agarrando, puxando minha cabeça, punhetando meu pau, se sarrando em mim. Não precisamos falar nada, nos jogamos na cama, eu me apronto, e partimos para mais uma sessão de meteção frenética. Pam só sabe dizer como está bom e gostoso, eu só consigo dizer o quanto ELA é boa e gostosa, meu pau só vai ficando mais duro conforme entra e sai daquela ppk encharcada. O orgasmo se aproxima de mim em ondas. Quase chega e vai embora, eu meto mais fundo, ele vem de novo, some, eu meto mais rápido. Até que ele vem e fica. Eu gozo muito, muito, muito gostoso, como há muito tempo eu precisava. O rosto de Pam é um enorme sorriso e o meu também.
Agora cansado de verdade, sem forças para mais nada, bebo o que me resta da minha Coca-Cola. Pam diz que ainda temos um tempinho e me pergunta se eu gostaria de uma massagem. Proposta imediatamente aceita, ela me leva para a maca e me faz uma massagem na lombar, panturrilhas e braços que me deixa levinho, levinho.
Tomo meu banho, me despeço da doce Pam com mais um beijo e a promessa de voltar logo. Na rua, um bloco começa a se aglomerar perto do Castelo Real. Uma garoa fina cai, o sorriso não sai do meu rosto. Depois do Carnaval, ei de voltar...
Deixei uma lembrancinha para Pam
Checklist da diversidade:
– Loira cavala 👱🏻♀️ ✅️
– Mulata passista 👩🏽🦱 ✅️
– Negra baixinha 👩🏿🦱 ✅️
– Ruiva morena 👩🏽🦰 ✅️
– Branquinha novinha 👧🏻 ✅️
– Moça casada 👰 ✅️
– Cosplayer otaku 🍣 ✅️
– Branquinha das antigas repetecada 👩🏻 ✅️
– Morena peituda gostosa 🍈 ✅️
– Café com leite ☕️ 🥛 ✅️ (duas variações: uma com leite integral e outra semidesnatada, ambas deliciosas; falta testar esse cafézinho com uma sem lactose)
– 2x1 com baixinha peituda 🚀 ✅️
– Trilogia Y@n: morena, branquinha e loira 👌🏾 🤌🏻✌🏻 ✅️ ✅️ ✅️
– Mulata no privê das antigas ❌️
– 2x1 com Babygirl turbinada ✈️ ✅️
– Uhura 🖖 ✅️
– Loirinha tijucana ➕️➖️
– Jogadora de meias 🧦 🔥 ✅️
Atualização
Mais tarde, Pam me mandou uma foto dela da época da Karla Models/ScortShow. Olhando bem e puxando do fundo da minha memória, de bem mais de uma década atrás, este deve ter sido, então, meu 4º ou 5º encontro com Dona Pamela, um verdadeiro patrimônio da sacanagem carioca!