SP LOVE Acompanhantes encontro vip casarão azul Anitta Taylor Terapeutas acompanhantes de luxo sp Acompanhantes10 descorty Acompanhantes emprego

RELATOS DO DON DRAPER

SHOFY - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99672-9338
SHOFY
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 TALVEZ

22 de Agosto de 2026 às 20:08


SHOFY - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=40015

Depois de muito tempo, e para evitar sonegar relato, estou aqui para fazer o relato da Shofy.

Enfim, foi um encontro realizado no dia 29 de julho, justamente no dia da primeira grande ventania no Rio de Janeiro, com rajadas de até 105 km/h, queda de árvores e interrupções no transporte. E, nesse cenário completamente caótico, eu tinha marcado com a Shofy no Palácio das Princesas.

O Palácio das Princesas estava sem energia e, como eu estava decidido a manter o encontro naquele dia, simplesmente subi 17 fucking andares de escada, porque o elevador não estava funcionando. Dezessete andares. Até chegar ao andar da Soufi, que era praticamente um dos últimos do prédio.

Chegando lá, ainda precisei esperar um pouco. Ela estava aguardando um cliente, a luz ainda não tinha voltado, então fiquei ali esperando. Em determinado momento, ela abre a porta, o cliente sai e, depois de mais um pouco de espera, ela me chama para entrar.

Entrei, tomei um banho e fui para os aposentos da princesa.

A Shofy não é uma pessoa muito de falar, pelo menos naquele dia não estava muito comunicativa, mas deixei as coisas acontecerem naturalmente. Houve uma aproximação, beijos e intimidade, e, no geral, a experiência foi interessante.

Depois, beijos, uma oral dedicada e penetração em algumas posições. Mas acho que o ponto mais importante do encontro veio justamente depois.

Naquele dia, eu simplesmente não senti tanta conexão quanto costumo sentir em alguns dos meus melhores encontros. E eu não gostaria de colocar essa falta de conexão exclusivamente na conta dela, até porque acredito que a a minha inciativa também pesa muito nesse tipo de situação.

E eu mesmo, muitas vezes, não sou uma pessoa tão comunicativa. Então não faria muito sentido cobrar dela uma iniciativa que eu próprio também não tive tanto naquele momento.

Depois, porém, nós acabamos conversando um pouco. Falamos sobre a vida dela, sobre alguns problemas e sobre outras questões pessoais. E, para mim, essa acabou sendo talvez a parte mais interessante do encontro, porque senti que consegui entrar um pouco mais no universo dela e tornar aquele momento mais íntimo, para além da própria experiência.

Depois ainda tentamos continuar um pouco, mas, mesmo assim, não gozei. Então fiz o pagamento, fui tomar banho, nós nos despedimos e eu saí dali.

No fim das contas, considero a experiência positiva.

Não acho que ela tenha sido simplesmente fria ou que tenha faltado esforço da parte dela. Acho que houve, principalmente, uma falta de conexão naquele dia e isso acabou deixando o encontro um pouco abaixo do que eu esperava.

Mas não considero isso algo negativo a ponto de colocar a experiência como ruim, muito menos algo que eu atribua exclusivamente a ela. Foi uma questão de dinâmica, de comunicação e, provavelmente, do próprio momento.

Por isso, considero positivo e recomendo o serviço. Acho que, em outros encontros, com mais comunicação e uma dinâmica diferente, a experiência pode ser ainda melhor. E, no geral, recomendo.

Eddie Adams, Getúlio, Ghost Shady, Malvadão Carioca, Mr69, Tronche63, Chocante, Boo, AgSCNt, Raf, The JacKaL, Luizinho90s, Araujo, Portugal, HC, pauloeduardo, G.G, Ikki RJ, curtiram esse TD.
SOPHYA RUIVINHA - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97338-3608
SOPHYA RUIVINHA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

18 de Julho de 2026 às 12:07


SOPHYA RUIVINHA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=36846

Sexta-feira, 17 de julho.

Eu havia marcado com antecedência, cerca de uma semana antes, pois fui informado de que Sofia estaria deixando o país e, em breve, também sairia do Arena. E realmente, naquele momento, ela já não fazia mais parte das VIPs do site.

De qualquer forma, eu não poderia perder a oportunidade de sair com alguém que já despertava meu desejo havia algum tempo. As fotos que ela enviava, os enquadramentos do queixo para baixo, os seios discretamente à mostra, envoltos por uma espécie de kimono ou robe curto de cetim preto, eram simplesmente deslumbrantes.

Enfim, tudo marcado. Acordei cedo, já que combinamos no primeiro horário do dia, às 10h. Peguei o ônibus até a Central e, de lá, o trem em direção a Saracuruna. Desci na estação de Bonsucesso e caminhei um pouco até encontrar o Edifício Maxwell.

Devo dizer que foi um pouco complicado, pois o Google Maps me deixou em uma rua ao lado, em vez do prédio correto. Mas, pedindo informação, consegui chegar sem maiores problemas.

Cheguei cerca de quinze minutos antes do horário marcado. Ela ainda não havia chegado, mas logo apareceu de Uber Moto. Resolvi não falar com ela naquele momento, imaginando que pudesse estar com pressa para se arrumar. Ela subiu e, pouco depois, me respondeu. Disse que iria tomar banho e pediu que eu aguardasse.

Cinco minutos depois, recebi a mensagem para subir.

Subi sem necessidade de identificação. Quando cheguei ao local, ela me recebeu usando o mesmo robe de cetim preto, aberto na frente, vestindo apenas uma calcinha.

Ela me deu um beijo delicioso, com aqueles lábios carnudos que tanto me chamavam atenção. Perguntou se eu queria usar o banheiro. Respondi que sim e fui tomar meu banho.

Depois do banho, entrei em seu quarto. Ela perguntou se eu queria uma massagem. Respondi que não, pois não tenho o costume. Então ela me puxou para perto e começamos a nos beijar. Uma delícia. Meus lábios ao encontro dos dela. Lábios doces. Que, sinceramente, fazia tempo que eu não sentia.

Vou, então, logo saborear os seus seios. Uma delícia de chupar. Ela, então, me convida a deitar na cama. Continuo saboreando cada centímetro da sua pele, do seu corpo. Volto a beijá-la com mais vontade, com mais ímpeto. E ela me pede pra tirar a última peça de roupa que eu ainda tinha, logo a retiro. Ela começa a me tocar, eu vou chupá-la. E que sensação gostosa de chupá-la. Ela reage de olhos fechados, entregue ao momento, deixando escapar gemidos cada vez mais intensos. Em alguns instantes, aperta as pernas ao redor da minha cabeça, como se quisesse prolongar aquela sensação o máximo possível, até não aguentar mais.

Logo depois, ela retribui o carinho. Não permanece muito tempo ali e, em seguida, coloca a camisinha em mim. Então começamos. Primeiro na posição tradicional e, depois, de lado, uma posição da qual tive a impressão de que ela gostou bastante.

Era uma delícia observá-la movimentar os quadris ao encontro dos meus, quase no mesmo ritmo, numa sintonia intensa e natural.

Depois disso, ficamos algum tempo apenas nos olhando. Olho no olho. Pele com pele. Eu acariciava seu rosto enquanto ela acariciava o meu, passando os dedos pela minha barba.

Entre uma conversa e outra, ela falava sobre a mudança para outro país, seus desejos, seus planos, uma nova profissão e os sonhos que pretendia realizar.

Em determinado momento, pedi para tentarmos mais uma vez. Até então eu ainda não havia chegado ao fim. Ela respondeu prontamente que sim.

Fomos para a posição de bruços, a minha preferida. E, mesmo ali, com ela gemendo baixinho, eu beijando seu rosto, sentindo o perfume dos seus cabelos e o calor da sua pele, havia algo de muito especial naquele instante. Nossos pés permaneciam encostados, minhas mãos entrelaçadas às dela, enquanto eu escutava sua respiração e seus gemidos.

Mas, ainda assim, mesmo com todo aquele cenário perfeito, único, daqueles que parecem feitos para marcar a memória, eu não consegui chegar ao fim.

Acho que realmente não era o meu dia.

Mas certamente não por culpa dela.

Ela é uma mulher maravilhosa e fará muita falta aqui no Rio de Janeiro. Espero sinceramente que seja feliz para onde estiver indo.

Horus, Raf, EscorpioAanonimo, vadeR, Mr69, Fatblack, Luizinho90s, PauloCesar, Portugal, Eddie Adams, Mítico, D3v1l, G.G, Chingon, Dr. Geralt de rivia, Sophya Ruivinha, Morcegão, Oscar, The Shy, curtiram esse TD.
ANGEL GARCIA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97726-9346
ANGEL GARCIA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

25 de Junho de 2026 às 21:06


ANGEL GARCIA - https://gparena.net/td-show.php?t=9518

Na minha sequência de revisitas a encontros memoráveis, chegou a hora de Angel Garcia. Há mulheres que são um nome, e nomes que são um fado. Angel. Uma presença de asas e pecado que parece ter despencado do próprio céu, um anjo expulso do paraíso diretamente para a sordidez deliciosa da terra.

Antes de ir até o sua suíte, pergunto se o número do apartamento ainda é o mesmo. Ela confirma. Eu repito os dígitos, e ela anui, mas deixa escapar uma confissão: não se lembrava de mim. Uma amnésia de alcova. Brinco que fui sepultado no seu esquecimento e subo.

Não há crime no seu esquecimento. Homens como eu passam pela vida de mulheres como ela com a mesma discrição com que chegam. Mas mulheres como Angel raramente passam pela vida de um homem sem deixar alguma marca, cravam seus dentes. Jamais são esquecidas.

À porta, a visão: ela me recebe vestida com uma lingerie de um tom rosado, quase obsceno de tão delicado. Na sala principal da suíte, ela me apresenta sua irmã, Aurora Damasceno, sentada ali, testemunha muda da iminência do ato. Angel então me arrasta para os seus aposentos interiores. Um cenário novo, já que o leito anterior fora ocupado por uma de suas colegas de ofício.

Vou ao banheiro. Quando saio, a umidade do banho ainda brilha na minha pele. Estou só de cueca. Na cama, Angel está de joelhos. Aqueles olhos profundos, as mechas loiras moldando o rosto e a pele reluzente, exalando um magnetismo que me incendeia inteiro. Eu estava com uma sede daquela mulher, avancei com a fúria dos desesperados para beber até a última gota.

Os beijos explodiram. Intensos, canibais. Se a memória falhava sobre o passado, o presente se impunha com uma verdadeira selvageria. Ela me beijava com força, com uma fome de quem queria me devorar vivo. E eu não a culpa, também a queria por inteiro.

Mas Angel não é fruto que se engula de uma vez só. É mulher para ser saboreada milímetro por milímetro, decifrando o gosto proibido que, com certeza, não pertence a este mundo. Entre beijos febris, deslizo os dedos pelo fecho do sutiã. Ele cede. Meus lábios encontram seus seios — com aqueles bicos maravilhosos que já haviam sido divinizados em minhas memórias. Uma delícia de se sugar, de se alisar com a ponta dos dedos suaves, sentindo o tremor da sua carne.

Deito o seu corpo na cama. O ritmo acelera. O quadril dita a música sacra do pecado. Começo a roçar meu membro ereto na sua virilha úmida. Ela responde na mesma voltagem. Susurro obscenidades no seu ouvido, e ela me devolve o troco com a voz rouca, palavras sujas e benditas. Colo o ouvido perto de sua boca para colher não as palavras, mas os seus gemidos ofegantes, a sinfonia mais pura que um homem pode escutar.

Desço meus lábios até o seu santuário mais íntimo. Demoro-me ali. Angel é uma mulher de abismos profundos, não se sacia com migalhas. Fico por muito tempo lambendo, chupando, deixando minha língua dançar, levando-a ao delírio. Um suplício do qual nenhum homem sã consciência ousaria reclamar.

Voltamos à arquitetura clássica do amor com um ppmm. Mas a voltagem estava tão alta que quase queimo a largada. As preliminares haviam me deixado na iminência do orgasmo. Recuo estrategicamente. Peço para mudar a coreografia. Vamos de ladinho.

Nessa perspectiva, o erotismo ganha contornos de pintura. Enterro o rosto na sua nuca, aspirando seu perfume, mordo suas costas enquanto minha mão viaja e aperta seus seios. Olho para a parede e vejo a mão dela espalmada, sustentando. Uma tela viva.

Pausa para respirar. O suor seca na pele, mas o fogo não se apaga. Voltamos para o combate final. Eu a penetro com violência e carinho, mordendo o lóbulo da sua orelha, destilando o veredito: "Você é deliciosa... se eu pudesse, transaria com você todos os dias da minha vida". E com essa confissão, eu desabo. Gozo.

Deitados lado a lado, as respirações vão se acalmando. Conversamos sobre a vida, as mudanças e o "Arena", esse universo paralelo onde nossas existências se cruzam. Ela resgata o meu primeiro relato sobre o nosso passado.

De repente, o toque do celular dela corta a poesia. O tempo acabou. Visto as calças, o pagamento é feito com a frieza necessária do contrato e o calor da despedida.

Na porta, o golpe de misericórdia. Ela me olha nos olhos e pede para que eu não demore a voltar. Da última vez, parti com dúvida, dizendo que talvez só nos víssemos no fim do ano. Mas agora, olhando para trás, sei que é impossível resistir. Nenhum homem que tenha provado do fogo de Angel Garcia consegue passar muito tempo longe do seu altar.

Getúlio, HC, abobrinha, Conde Da Valáquia, EscorpioAanonimo, Kabbelludo, Chocante, AgSCNt, Oscar, The Shy, Mítico, Teseu, Resolvo, PGMB, Angel Garcia, Eddie Adams, Duelista, Broker83, Frank49, Dan Spock, Y@N, Thor de Copacabana, Babizinha BBW, Natasha03, curtiram esse TD.
LUNA CHAVEIRINHO - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97172-0739
LUNA CHAVEIRINHO
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

18 de Junho de 2026 às 15:06


LUNA CHAVEIRINHO - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=22057

Havia em mim um velho hábito: o de não voltar em encontros já realizados. Os encontros, uma vez terminados, pertenciam ao reino das coisas encerradas, como cartas guardadas numa gaveta ou estações vistas pela janela de um trem. Mas a vida, em suas mudanças silenciosas, às vezes altera regras que pareciam definitivas. E foi assim que decidi rever algumas mulheres que haviam deixado marcas em minha memória. Luna era uma delas.

O dia começara antes do amanhecer. Às cinco da manhã eu já estava desperto, correndo atrás de documentos, prazos e exigências de um concurso. Depois vieram os trabalhos, os compromissos. Passei o dia olhando para o relógio com a ansiedade.

Quando enfim cheguei ao Edifício Central, trazia nos ombros o cansaço do dia e a expectativa de quem retorna a uma história interrompida. Entreguei meus dados, resolvi questões práticas e subi. Luna ainda se arrumava. Esperei alguns minutos do lado de fora, até que a porta se abriu.

Estava perfumada, organizada, com aquele ar de quem transforma gestos cotidianos em algo particular. Conduziu-me para dentro e, antes mesmo que qualquer romantismo pudesse nascer, veio a primeira repreensão. Eu já havia feito o pagamento numa conta antiga para adiantar as coisas. Ela ralhou comigo. Mais tarde reclamaria mais pelas roupas largadas no seu chão de qualquer jeito. Havia algo de curioso nisso: em pouco tempo, reproduzíamos pequenas cenas domésticas que pertenciam mais a um namoro antigo do que a um encontro marcado. Talvez seja justamente por isso que algumas pessoas permanecem na memória. Não apenas pelo sexo, mas pelos detalhes. Cada mulher carrega um modo singular de ocupar o mundo. Luna carregava o dom raro de transformar uma hora comum numa narrativa inteira.

Depois do banho, voltei ao quarto e a encontrei deitada, distraída com o celular. Veio outra bronca, desta vez pela minha mania de resolver as coisas antes da hora. E logo depois da bronca vieram os beijos.Aos poucos, a pressa do dia desapareceu. O tribunal, os documentos, os relógios e as obrigações ficaram do lado de fora. Restou apenas aquela suspensão estranha do tempo que às vezes acontece entre duas pessoas.

O encontro seguiu seu curso natural, feito mais de proximidade do que de qualquer outra coisa. Havia o perfume dela, o calor discreto da pele, os olhares que se cruzavam sem necessidade de palavras. Enquanto nos beijávamos, passei as mãos pelo seu corpo, tirei seu sutiã e a acariciei os bicos dos seios. Suas mãos também correspondiam, mãos essas mais culpadas no amor. Pecam mais, acariciam. O seio é passivo, a boca apenas se deixa beijar, enquanto o ventre apenas se abandona. Mas as mãos, não... São quentes... E rápidas... E sensíveis... Correm no corpo...

O clima foi se intensificando naturalmente. Vou percorrendo todo o seu corpo enquanto a beijo, deslizo meus lábios sobre sua pele, sinto o seu cheiro — como ela estava cheirosa. Enquanto ela fica mais leve, nós voltamos a nos beijar. Ela quer então retribuir a gentileza e me chupa também. E, nesse momento específico, acontece algo que eu não imaginei que aconteceria. Eu estava com uma sensibilidade muito grande lá embaixo, uma daquelas sensibilidades que normalmente só aparecem depois que a gente goza. Só que eu ainda não tinha gozado naquele dia, não tinha nem me masturbado nem nada. E, ainda assim, não sei se por conta do frio, eu estava com uma grande sensibilidade.

Então bastou ela começar um pouco, e eu quase perdi a largada.

Enfim, mas, antes disso acontecer, percebendo que já estava na hora, peço logo para encapar o garoto e começamos no tradicional papai e mamãe.

Começo ali, fico um bom tempo com ela, segurando, controlando o ritmo. Depois vamos para uma posição de ladinho e ali ficamos por um bom tempo. Logo depois, ela vem por cima. Não fica por tanto tempo, porque já cansa um pouco. Depois voltamos e ficamos de ladinho de novo.

Por fim, ela diz que não quer me deixar sair dali sem gozar. Então vamos para a matadora posição de bruços.

Por mais que naquele dia, até aquele ponto, eu já tivesse me adaptado à minha sensibilidade e coisa e tal, houve uma particularidade que ela fez ali que me deixou completamente louco.

Enquanto estávamos juntos, eu sentia o cheiro do seu pescoço, da sua nuca. Beijava aquela região, mordiscava sua orelha. Conseguia ver também o seu rosto, o seu olhar de desejo, a mordida nos lábios, aquela cara de diabinha, de diaba safada, que eu simplesmente amo.

E aquilo foi matador para mim. Não consegui resistir e acabei gozando.

Quando tudo terminou, vieram o banho, a arrumação e a despedida. Desci já pensando nas tarefas que ainda me esperavam naquela noite. Mas então o telefone tocou.

Eu havia esquecido o casaco.

Voltei.

Ela abriu a porta novamente, com a mesma expressão e sorrisos únicos daquele rosto angelical.

— Esqueci alguma coisa mais?

A resposta era óbvia demais para precisar ser dita. Sorri.

— Acho que só você.

E assim terminou o reencontro com Luna: não como uma cena grandiosa, mas como terminam as histórias que realmente importam. Com a sensação de que, às vezes, aquilo que permanece na memória não é apenas o desejo, mas a companhia que o envolve.

Conde Da Valáquia, PGMB, Andrews, AgSCNt, Thor de Copacabana, Raf, Frank49, Mítico, Ikki RJ, Lio30, curtiram esse TD.
KARLA - Recife - PE - (81) 98539-5405
KARLA LINS
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 TALVEZ

27 de Maio de 2026 às 23:05


KARLA LINS - https://www.photoacompanhantes.com/acompanhantes/recife/boa-viagem/loira-safada-gostosa-e-sexy-vem-conhecer-e-se-divertir-id-jwbjb

Antes tarde do que nunca. O encontro aconteceu na última sexta-feira, dia 22 de maio, justamente no meu aniversário. Eu tinha sido convidado para o casamento de um amigo na Paraíba, no domingo, dia 24, mas como a viagem era longa e eu queria fazer algo diferente no aniversário, alguma novidade mesmo, resolvi ir antes para o Nordeste.

A primeira parada foi Pernambuco. Apesar do casamento ser em João Pessoa, a passagem para Recife era mais barata, então acabei ficando por lá alguns dias. Recife me recebeu daquele jeito típico: abafado, úmido, um calor que cola na pele e parece deixar qualquer homem um pouco mais vulnerável.

Enfim, chegando lá, resolvi fazer contato com algumas garotas da região. Fiquei meio receoso, porque não conhecia muito bem o ambiente dali e a Ariana não tinha muitas vips em Recife, só algumas. Então decidi desbravar um terreno que fazia tempo que eu não frequentava: o FotoAcompanhante.

Entrei em contato com algumas garotas de Boa Viagem, já que eu estava hospedado por ali. Algumas responderam, outras não. Mas a que realmente me chamou atenção foi a Karla Lynch. Loira, aparentemente bonita nas fotos, e extremamente simpática no WhatsApp. Afetuosa até. Tinha um jeito leve de falar, quase íntimo, como se já me conhecesse fazia tempo.

Então ela virou minha escolha.

Marcamos o horário. Eu terminei umas coisas de trabalho no hotel e depois caminhei algumas quadras até o endereço dela. Era um condomínio residencial ao lado de um curso de idiomas, se não me engano. Quando cheguei, ela jogou a chave lá de cima para eu abrir o portão. Aquela cena teve até um certo charme suburbano, meio improvisado, meio clandestino.

Subi as escadas e encontrei ela.

Era um pouco diferente das fotos. Mais baixinha, mais cheinha também. Mas sinceramente? Isso não me incomodou. Tenho algumas máximas filosóficas na vida e uma delas é que só um homem de verdade sabe enxergar a beleza e a singularidade de cada mulher. E Karla tinha uma presença muito própria. Não era dessas belezas frias de Instagram. Era quente. Viva. Mulher de carne, conversa e imperfeição.

Ela me colocou para dentro do apartamento, me levou até o quarto e simplesmente não parava de falar. Acho que foi a primeira vez que vi uma acompanhante tentando criar uma conexão antes de qualquer coisa acontecer. Ela conversava sobre tudo: da cidade, dos clientes, da rotina, da vida. E aquilo acabou me deixando confortável.

Quando a conversa finalmente deu uma pausa, eu beijei ela.

E aí tudo mudou de temperatura.

O beijo veio encaixado, quente, molhado daquele jeito que já anuncia o resto da noite. Desci pelo pescoço dela devagar, sentindo ela arrepiar, até chegar nos seios. E que seios. Grandes, pesados, deliciosos. Daqueles que parecem feitos para a boca de um homem cansado do mundo. Passei um tempo ali, beijando, mordendo de leve, sentindo os gemidos baixos escaparem dela enquanto minhas mãos exploravam o corpo inteiro.

Quando tirei a roupa dela por completo, vi que ela ainda não tinha se depilado totalmente. Um detalhe mínimo, quase íntimo demais, que só deixava tudo mais real. Desci então entre as pernas dela e comecei a provocar devagar. Ela se contorcia na cama, segurando meu cabelo, respirando mais forte a cada movimento meu. E ali já dava para perceber que por trás daquela mulher falante existia uma fome silenciosa.

Depois veio o enrosca-enrosca na beira da cama. Corpo batendo em corpo, calor contra calor, o quarto abafado de Recife ficando ainda menor enquanto ela gemia sem muito pudor. Não tinha nada de mecânico nela. Karla participava de verdade. Me puxava, me apertava, me olhava nos olhos como se quisesse transformar aquela hora em alguma coisa além de um programa.

Depois sugeri que ela me chupasse. E ela fez isso com uma calma quase carinhosa, sem afobação, como quem sabe exatamente o efeito que causa num homem.

Mais tarde nós dois cansamos um pouco. Ficamos deitados conversando de novo, trocando carinho, abraçados mesmo. E foi aí que ela começou a falar mais da própria vida. Contou algumas histórias pesadas, situações de agressão que já tinha vivido nesse meio, coisas que sinceramente me deram um certo choque porque é uma realidade muito diferente daquela bolha das garotas vip do Rio de Janeiro.

Aquilo trouxe uma melancolia inesperada para o quarto.

Mesmo assim ela continuava doce comigo.

Depois de um tempo, ela perguntou baixinho se eu ainda queria gozar. Então fomos para uma última tentativa. Ela segurou minhas mãos, começou a gemer no meu ouvido e finalmente eu consegui chegar lá.

Foi uma experiência única. Um presente de aniversário intenso e humano. E sinceramente? Espero voltar mais vezes para Recife. Quem sabe até reencontrar Karla de novo.

Eddie Adams, Roger1979, curtiram esse TD.
ONIX TERAPIAS - Av. Rio Branco, 156 - sala 2235 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99996-7435 / (21) 3173-3800
MONIELLY
POSITIVO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

06 de Maio de 2026 às 23:05


MONIELLY - https://onixterapias.com/terapeuta-info.php?p=MONIELLY&s=441

Mais um dia na casa de todas as casas.

Comecei a semana, e também o mês, convencido de que seria diferente. Havia decidido economizar, guardar dinheiro para objetivos maiores, recalcular excessos, colocar alguma disciplina nos impulsos. Mas bastou surgir o status do Ônix: uma mulher chamada Monielly, iluminada pela câmera do celular como se tivesse escapado de um quadro antigo, e toda a matemática racional desmoronou diante de mim.

Acho que, no fundo, são essas meninas que sempre me fazem recalcular minha rota.

Passei o dia no centro do Rio, trabalhando entre magistrados, corredores frios e solenidades elegantes. Fui escalado para cobrir a inauguração de uma exposição de Cândido Portinari. As telas carregavam aquela verdade dolorosamente humana: trabalhadores, rostos cansados, cores densas, vidas inteiras espremidas em pinceladas precisas. Havia algo de brutal e belo em cada quadro.

Ainda assim, enquanto eu observava aquelas obras, pensava que talvez Deus tivesse reservado parte do seu capricho para outro tipo de criação: Monielly.

Marcamos para as seis da tarde.

Assim que terminei o trabalho, atravessei até o edifício central. O elevador subiu lentamente. Fui conduzido à primeira cabine do Ônix e permaneci ali alguns minutos, sozinho. Quando ela entrou, trouxe consigo um sorriso calmo e um olhar que parecia já me conhecer. Aproximou-se devagar e explicou que havia uma contingência: morava longe, não poderia ficar uma hora inteira. Teríamos apenas meia hora. Mas como eu cheguei lá decidido a ficar com aquela mulher, aceitei os termos.

Depois do banho, ela voltou para o quarto envolta naquele perfume morno de pele recém-lavada. Falava baixo, perto do ouvido, como quem conhece a força dos sussurros. Um força quase magnética me puxou para aquele corpo. Nossos lábios se encontraram sem pressa; depois minha boca desceu pelo seu pescoço, pelo ombro, como se eu estivesse tentando decorar cada centímetro daquela mulher antes que o tempo acabasse.

A pouca roupa que restava nela caiu depressa.

Seu corpo tinha a beleza das coisas vivas: quente, perfeito apenas na medida necessária para ser real. Beijei seus seios enquanto ela arqueava as costas lentamente, e então a conduzi até a cama. O quarto inteiro parecia diminuir até restarem apenas respirações, mãos e lençóis desordenados.

Enquanto eu a chupava, ela se contorcia com uma delicadeza quase cruel, segurando minha mão com força, os dedos entrelaçados nos meus como se quisesse me prender ali, naquele instante exato. Havia algo profundamente feminino na maneira como entregava pequenos sons, pequenos movimentos, como ondas crescendo devagar antes de quebrar.

O tempo corria rápido demais.

Depois, já protegidos pela camisinha, nos entregamos ao ritmo quente e inevitável dos corpos que se procuram com fome e urgência, no tradicional ppmm. Seus quadris não apenas acompanhavam os meus; pareciam me afastar e puxar num ritmo único, como se existisse uma dança secreta acontecendo ali.

Então ela sussurrou que faltavam apenas quatro minutos.

Mudei para uma posição de bruçoes, e finalmente me deixei cair por inteiro naquele prazer. Algumas vezes nem consigo finalizar, mas havia nela uma capacidade rara de deixar qualquer homem confortável, desejado, seguro. Talvez fosse o jeito como segurava minhas mãos. Talvez a forma como gemia baixinho, como música abafada entre os lençóis. Talvez apenas sua presença. Algumas mulheres não precisam fazer esforço algum para incendiar um quarto. Elas simplesmente entram nele. Monielly entrou na minha mente.

Essa bela dama de vários nomes ainda não está no catálogo do Ônix quando escrevo este relato. Não sei se continuará lá. Mas existe algo quase sagrado em certos encontros breves: eles passam rápido demais e, justamente por isso, permanecem.

E eu agradeço ao acaso, aos deuses ou ao destino por ter cruzado o caminho daquela mulher que parecia menos uma pessoa e mais uma obra de arte viva, pintada com carinho às pressas antes do fim do mundo.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
Grisalho4.2, Chris Kyle, predador69, Eddie Adams, Mítico, Brand, Agente Smith, Thor de Copacabana, Ikki RJ, Luke62, curtiram esse TD.
POLYANA FEITICEIRA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99859-8106
POLYANA FEITICEIRA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

18 de Abril de 2026 às 02:04


POLYANA FEITICEIRA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=8952

Se o mágico faz mágica, feiticeira faz feitiço. Ih, Ih, Que que isso, Que que isso

Encontro realizado, na quinta-feira (16). Marcação feita desde a segunda ou terça.

Poliana dispensa apresentações, muitos aqui já conhecem. Mas, sem sombra de dúvida, não posso deixar de destacar o quanto essa mulher é incrível e , de fato, mágica. Capaz de enfeitiçar até o mais cético dos homens. Há mulheres que se descrevem; outras, raras, se impõem como um clima. Ela pertence a essa segunda categoria. Não se trata apenas de beleza, embora a tenha em excesso. É um tipo de presença que desarma qualquer homem e, num gesto quase cruel, o devolve convertido, rendido, febril.

Eu tinha uma reunião de juízes para cobrir no TRT, marcada para as duas e meia da tarde, com previsão de terminar entre quatro e meia e cinco horas. Por isso, deixei nosso compromisso agendado para as sete. Mas, como a vida é repleta de contigências, tudo mudou. Cheguei cedo e a reunião acabou sendo desmarcada, o que me deixou com o horário completamente livre. Entrei em contato com a Poliana para ver se poderíamos adiantar nosso encontro. Confirmado que sim, segui para o Zezé, onde pedi uma Brahma bem gelada.

Fiquei ali, observando o movimento: beldades indo e vindo nas proximidades. Por um momento, quase entrei no cinema com sessões pornográficas ao lado, mas, como o tempo era curto, acabei ficando só na cerveja mesmo.

Depois de um tempo, Poliana avisou que se atrasaria um pouco, pois ainda estava na Uruguaiana. Já perto de terminar minha bebida, vi quando ela chegou acompanhada de Crystal Pimenta e Camila Nascimento. Preferi não acenar, imaginando que ela estivesse ocupada naquele momento. Observei quando subiram.

Cerca de dez minutos depois, ela me mandou mensagem dizendo que eu já podia subir. Era minha segunda vez no Palácio das Princesas, castelo de nomes inventados e verdades implícitas. Chegando lá, sou recebido por uma baixinha perfeita, com uma raba espetacular, só de ligerie. Ela já me recebe aos beijos. Como eu já tinha bebido e estava no Zezé, resolvo tomar um banho, uma ducha para, da melhor maneira possível, encontrar essa perfeição em forma de mulher.

Banho tomado, vou para o quarto. Ela já passa as mãos pelo meu corpo, leva os dedos até o meu garotão lá embaixo. E ali já é o suficiente para me deixar completamente excitado. Começamos a nos beijar. Os lábios dela são capazes de encontrar o ritmo perfeito para se alinhar aos meus.

Com isso, as coisas vão esquentando. Começo a tirar as peças de roupa que ainda restavam. Vou beijando seu pescoço, descendo para os seios, e logo a coloco na cama. Vou então chupá-la. Que buceta gostosa de chupar. Poderia ficar ali horas e horas só me deliciando, sentindo o gosto nos meus lábios enquanto estimulava seu Ponto G com meu indicador, vendo ela gemer, se remexer na cama e sentindo aquele sabor único, quase divino, com uma certa magia.

Logo depois, ela começa a mostrar sua disposição para variar as posições. Não lembro exatamente a ordem, mas variamos diversas vezes, muito mais por iniciativa dela do que por minha. Nota-se que ela faz um esforço grande para proporcionar diferentes experiências. Ela me pede para colocar a camisinha e começamos no papai e mamãe. Costumo dizer que fico ali por um bom tempo, mas não ficamos tanto assim, porque ela logo pede para inverter.

Ela vem por cima de mim e continuamos variando bastante. Quem já esteve com ela sabe o quanto ela gosta de mudar as posições. Em determinado momento, ela começa uma cavalgada por cima de mim. Depois, continua cavalgando, mas na ponta da cama. Em seguida, enquanto estou sentado, ela vem de frente, entrelaça as pernas nos meus quadris. E que posição maravilhosa. Acho que foi a minha preferida. Não costumo fazer muito essa posição, mas certamente vou passar a incluir.

Depois, continuamos variando: voltamos para o papai e mamãe, depois ela de pé, depois de bruços. Não gozo. Percebo que o fôlego dela já estava um pouco exausto, então sugiro que a gente deite um pouco para descansar.

Depois de de papo, ela tenta me chupar mais um pouco. Um boquete maravilhoso, realmente único. E ali mesmo eu gozo.

Vou tomar um banho e depois ficamos deitados na cama, conversando sobre a vida dela, sua trajetória até ali, sua vasta experiência, desde a Mosaico na VM até casas de massagens tradicionais no Rio.

Não costumo repetir, mas nunca se sabe o dia de amanhã. Espero encontrá-la mais vezes, sobretudo em outros encontros do Arena. É uma mulher com uma energia e uma magia formidáveis.

Raf, EscorpioAanonimo, Brand, Rjnet, Andrews, Pantera, Getúlio, Ikki RJ, Jack Satoru, Mítico, Barbosa82, Portugal, Strauss, Edu Carioca 50, Frank49, Eva Sanchez, curtiram esse TD.
LUNA CHAVEIRINHO - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97172-0739
LUNA CHAVEIRINHO
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

02 de Abril de 2026 às 20:04


LUNA CHAVEIRINHO - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=22057

Desde que o camarada Intello anunciou, com a solenidade de um condenado, que estava apaixonado por Luna Chaveirinho e mais: disposto a casar, algo em mim começou a latejar com uma insistência quase indecente. Não era curiosidade apenas. Era uma espécie de urgência moral. Ele falava dela como quem fala de redenção. Eu, desconfiado por natureza, só conseguia pensar: que mulher é essa que leva um homem ao altar ou ao abismo com tamanha convicção? E também fiquei apreensivo. Havia a possibilidade concreta de um casamento. Eu não poderia perder a oportunidade de encontrá-la antes que isso acontecesse.

E então me lembrei do conselho que eu mesmo havia dado a ele, no seu relato, num acesso de lucidez canalha: "Não vá morrer sem experimentar a maravilha de trepar com amor". E posso adiantar: entre quatro paredes ela te faz experimentar essa mesma maravilha.

Marquei. Quinta-feira (2/4). Edifício Central. Fiz o check-in. Antes mesmo da porta abrir, o perfume já escapava: um cheiro feminino, um cheiro de mulher. Quando ela surgiu, pequena, bonita de um jeito que não se explica.

Fomos para o quarto com a naturalidade de quem já sabia o fim da história.

Os beijos começaram lentos, com doçura, mas não inocência. E ali, sem pressa no começo, vou descendo para aquela linda ppk e vou chupando ela, doce, delicadamente, sentindo não só o gosto, mas o cheiro. Porque há algo nela que não se explica: aquele perfume misturado à pele, aquele cheiro de mulher, insistente, quase exagerado de tão marcante. E, aos poucos, aumento a intensidade. É impossível não notar o corpo reagindo, se contorcendo, os quadris se levantando, os pés passando pelas minhas costas

Ela quer retribuir e eu deixo. E ela me chupa. Algo curioso, quase técnico, mas ao mesmo tempo envolvente. Um detalhe até cômico me atravessa, era um frescor inesperado de Listerini. E funciona bem.
Seguimos. Peço para ela encapar, e vamos para o papai e mamãe. Começo a meter nela com gosto, sem pressa de terminar. O corpo dela, pequeno, facilita o encaixe, o controle, mãos nos ombros, conduzindo o ritmo, sentindo a resposta dela a cada movimento. Ficamos ali um bom tempo.

Depois, ela pede para eu ir por trás, de bruços, para que eu beije suas costas enquanto meto. E eu vou. É a minha posição preferida, não resistiria. Ali, entre beijos, mordidas leves, beijos no pescoço, na orelha, sussurros no ouvido, o momento ganha outra intensidade.

Em seguida, peço para irmos de ladinho. Uma mudança de ritmo. Algo mais próximo, mais contido. Posso beijá-la enquanto ela vira o pescoço, segurar seu seio, sentir o corpo de outra forma, menos urgente.

Depois ela vai por cima, mais para variar do que por necessidade. Já um pouquinho cansada, logo percebo e peço que deite ao meu lado. Descansamos. Conversamos. Pequenos gestos, pequenas carícias, quase uma pausa dentro daquilo tudo. Mas retomamos.

Ela pede para que eu a pegue de quatro. Após um tempo de intensidade, me aproximo do seu ouvido e sussurro: sou seu, pode pedir o que quiser.

E ela pede: quero que goze!

E aí entra o detalhe humano, quase ridículo: pra mim nunca é tão simples. Ainda mais com camisinha. Tentamos, ela me chupa de novo, me masturba, quase acontece, mas o tempo já pressionava.

Então, sem muito heroísmo, resolvo eu mesmo conduzir o final, enquanto ela ainda participa, mantém o contato. Gozo na boca dela, e tudo desacelera por um instante. A gente ainda conversa um pouco, como se quisesse prolongar o que já estava no fim. O tempo é curto, sempre é. Vou para o banho, depois ela também. Faço o pagamento, e enfim, nos despedimos: um selinho, um beijo na testa, um gesto quase doméstico diante do que acabara de acontecer.

Saio para a rua com uma sensação incômoda, não de saciedade, mas de falta. Mais sede daquele corpo, mais sede daquela mulher. É simplesmente único. E, como alguns confrades já disseram, ela dá vontade de casar, vontade de levar para casa, de levar para a vida. Essa mulher é papo de undaia.

HC, Grisalho4.2, EscorpioAanonimo, AgSCNt, Andrews, Eddie Adams, Tenista, Strauss, Zhukov, Conde Da Valáquia, Nolt, Intello, Getúlio, Brand, Mítico, Nomade, Peter White, Portugal, Ikki RJ, Frank49, Thor de Copacabana, Lio30, curtiram esse TD.
PANTERA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99918-0334
PANTERA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

17 de Março de 2026 às 00:03


PANTERA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=22303

Relato do dia 13/3:

Pantera. O que dizer dessa mulher?

Ela é, antes de tudo, uma presença. Daquelas que parecem carregar um espírito quase indomável. Conheci Pantera em um dos encontros aleatórios do Arena, no Zezé, desses encontros em que a gente nunca sabe exatamente quem vai aparecer, mas sempre espera boas conversas. Já não sei mais quantos encontros do Arena frequentei ali, mas de uma coisa tenho certeza: Pantera estava em praticamente todos.

Sempre foi muito bom conversar com ela. Trocar ideias, rir, observar sua energia no meio do grupo. Ainda assim, confesso que demorei demais para realmente visitá-la em seus aposentos. O motivo era simples: o valor. Não que fosse caro, longe disso. Mas era um pouco acima do que costumo pagar. Eu sempre tento equilibrar custo-benefício nas minhas primeiras escolhas da minha lista, e acabo priorizando primeiro as experiências que cabem melhor. Então fui adiando. Até que, no último encontro do Arena — numa quarta-feira, dia 11 — enquanto conversávamos, ela comentou que fazia promoções às segundas e sextas. Aquilo mudou tudo. Na mesma hora pensei: agora não tem desculpa.

Na sexta-feira 13, deixei marcado de encontrá-la depois do trabalho. Saí do tribunal direto para o apartamento da Pantera. Quando cheguei, ela me recebeu já de calcinha e sutiã. Antes mesmo de entrar completamente, os beijos começaram ali na porta. Beijos intensos, diretos, sem muita cerimônia. Naquele instante percebi o quanto eu deveria ter ido antes.

Perguntei se ela queria que eu tomasse banho primeiro. Mas enquanto eu falava, ela simplesmente me puxou pelos beijos e me conduziu até a cama. Não houve tempo para mais nada. Fomos direto. Continuamos nos beijando enquanto eu tirava o sutiã dela. Aqueles seios eu já conhecia de memória apenas por pequenos beijos que havia dado no encontro anterior do Arena. Desde aquele dia eu estava curioso para finalmente libertá-los daquele sutiã.

E quando finalmente pude conhecê-los de verdade… Que gosto bom. Os bicos eram maravilhosos de chupar. Passei um bom tempo ali, explorando, sentindo sua respiração mudar.

Depois desci pelo corpo dela e comecei a chupá-la, enquanto estimulava seu ponto G com os dedos. Pantera se contorcia na cama e como ela se contorcia.vA maneira como ela reage, como se movimenta, como se expressa durante o sexo… é algo muito vivo. Há uma troca muito real ali, uma interação constante entre os corpos.vVale muito a pena sentir aquilo.

Depois desse momento ela veio para mim e começou a me chupar. Com classe, com gosto, com vontade. Sem pressa. Em seguida pediu que eu encapasse o garoto. Assim que coloquei a camisinha, ela montou sobre mim. Começou a cavalgar com força, com um ritmo intenso. E que fôlego aquela mulher tem. Parecia uma fera que havia ficado tempo demais enjaulada e agora estava solta, pronta para atacar quem estivesse pela frente. Naquele dia, naquele momento, o alvo era eu. Foi incrível.

Depois de um tempo ela pediu para ficarmos de ladinho. Foi ali que consegui controlar melhor meus movimentos. Enquanto estávamos de lado, eu arranhava suas pernas, percorria seu corpo com as mãos, apertava sua pele com força. Minhas mãos queriam cobrir tudo. Eu a penetrava enquanto segurava seus seios, acariciava e escutava seus gemidos ao meu ouvido.

Depois mudamos para a posição que ela chamou de posição de bruços. Ali os gemidos dela ficaram mais altos, mais intensos. Nossos dedos se entrelaçaram. Eu mordia seu pescoço, seu rosto, enquanto continuávamos naquele ritmo. Por fim fomos para o clássico papai e mamãe. E ali eu não aguentei. Gozei.

Depois ficamos deitados lado a lado, de ladinho um para o outro, descansando. E ali aconteceu uma cena que ficou gravada na minha memória. Não existem fotos daquele momento e ainda bem. Os melhores momentos não são fotografados. São aqueles que guardamos apenas na memória.

Pantera estava deitada de barriga para cima, a cabeça apoiada no travesseiro. Eu comecei a deslizar meus dedos suavemente sobre os lábios dela. Ela então pegou meu polegar e começou a chupá-lo com delicadeza.

Quando fui retirando devagar, pude ver meu dedo saindo lentamente entre seus lábios. A luz neon do quarto batia no rosto dela, iluminando a cena de um jeito muito particular. Por um instante tudo pareceu uma pintura. Uma daquelas pinturas renascentistas com uma deusa iluminada por uma luz suave, imóvel, quase sagrada.

Foi uma imagem simples, mas única. Pantera é isso: uma força da natureza.

Jack Satoru, Jhoo_Nuness, Andrews, PGMB, Pantera, onlyhaters, Raf, Brand, Frank49, Paulista88, EscorpioAanonimo, Eddie Adams, Mítico, Duelista, Chris Kyle, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
ONIX TERAPIAS - Av. Rio Branco, 156 - sala 2235 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99996-7435 / (21) 3173-3800
HELLEN
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

17 de Março de 2026 às 00:03


HELLEN - https://onixterapias.com/terapeuta-info.php?p=HELLEN&s=425

Relato do dia 6/3:

Para não deixar a memória escapar e para evitar sonegar um relato e os detalhes de uma experiência que me marcou, resolvi registrá-la logo, semanas depois. Algumas lembranças pedem esse gesto: serem escritas antes que o tempo as dilua.

Tudo começou em janeiro, quando voltei ao Ônix depois de um longo período sem aparecer por lá. Pedi, como de costume, uma apresentação das garotas. Entre elas duas me chamaram atenção: Mavie e Hellen.

Naquele porém, porém, escolhi a Mavie. O que ficou comigo da Hellen foi apenas o olhar que ela me lançou. Não foi um olhar casual. Havia ali um desejo silencioso. Saí do Ônix com a sensação estranha de que ainda voltaria para encontrá-la.

Algumas semanas depois, numa sexta-feira à tarde, resolvi fazer exatamente isso.

Eu já tinha um compromisso mais tarde: iria assistir a um show no Circo Voador, na Lapa. Era início de mês e pensei que não custaria nada passar rapidamente pelo RB 156 antes de seguir para os Arcos. Durante a tarde marquei com ela.

Quando cheguei ao Ônix, ela me recebeu com um beijo e, imediatamente, com o mesmo olhar que eu lembrava de janeiro: direto, quente, quase curioso.

Perguntou se eu queria ficar naquele quarto ou ir para outro.

Escolhi uma das cabines do meio, as que já me eram familiares. Tomei um banho rápido e a esperei.

Quando ela entrou, começamos imediatamente a nos beijar. Não havia muita cerimônia. Logo tirei sua calcinha e o sutiã, deixando que minhas mãos percorressem aquele corpo pequeno, magro e firme.

Há uma peculiaridade em Hellen que me marcou muito.

Ela parece ser uma mulher bem-vivida, dessas que carregam no corpo pequenas marcas de noites históricas. E o beijo dela tem um gosto específico: chiclete misturado com cigarro. Para muita gente isso talvez fosse desagradável, mas em mim despertou algo curioso, quase uma memória sensorial.

Era o gosto típico daqueles lugares iluminados por néon que vivem no centro das cidades: os puteiros discretos de São Gonçalo, Niterói ou Rio de Janeiro. Ou mesmo o velho Up House Night Club da Laá. Um sabor urbano, noturno, familiar. E eu gosto disso. Aquilo aumentou ainda mais meu desejo.

Passei a explorá-la com mais intensidade, beijando seu corpo e descendo lentamente até entre suas pernas. Enquanto eu a saboreava, ela gemia e suspirava baixo.

Em determinado momento o celular dela tocou. Ela interrompeu por um instante para atender. Por um segundo achei que aquilo pudesse quebrar o clima, mas foi rápido. Ela digitou e voltou imediatamente.

Quando retomamos, ela parecia ainda mais entregue. Continuei entre suas pernas enquanto ela respirava mais fundo, e depois a puxei para mim.

Hellen é baixinha e magra, o que me permitia segurar seus ombros com facilidade, controlando melhor o movimento do meu corpo, a cadência, a firmeza, a profundidade.

Ela respondia com gemidos curtos, o corpo acompanhando cada movimento. Não havia exagero nem encenação, apenas uma entrega muito direta. Foi uma experiência intensa.

E saí dali com a impressão clara de que Hellen é dessas mulheres que sabem transformar um encontro breve em algo memorável, especialmente para quem aprecia esse tipo de presença r esse tipo de energia.

Mais uma daquelas histórias que o Ônix, vez ou outra, ainda sabe proporcionar.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
domenic, Jack Satoru, Chocante, Corcel, Raf, Chris Kyle, EscorpioAanonimo, Mítico, Eddie Adams, Ikki RJ, Teseu, _riquinho_, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
PAMELA WINSTON - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96495-5530
PAMELA WINSTON
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

21 de fevereiro de 2026 às 17:02


PAMELA WINSTON - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=14405

Era a primeira sexta-feira depois do Carnaval, aquela sexta em que o corpo ainda guarda ecos de excessos e a cidade parece respirar mais devagar. Resolvi verificar se a senhorita Winston mantinha a promoção. Ela respondeu que havia decidido estendê-la até sábado (21). Foi um convite irrecusável. Marcamos para sexta, às 19h30 que depois se tornou 19h, graças a cancelamentos inesperados de eventos da minha rotina.

Chegando lá, finalmente conheci o famoso Palácio das Princesas, na Rua Álvaro Alvim. Estava ansioso por esse momento e, claro, não poderia ser com outra pessoa que não a senhorita Winston. Subi o elevador e quando a porta se abriu, ela apareceu e, antes de qualquer palavra, fui envolvido por uma avalanche de beijos. Beijo, na verdade, é uma palavra tímida demais para aquilo. Havia fome, urgência, uma intensidade quase animal.

Ela me recebia como uma loba faminta, uma leoa em pleno frenesi. Ainda na porta, o tempo perdeu contornos. Mãos apressadas, roupas cedendo, respirações que se misturavam. O costume de tomar banho antes de qualquer encontro foi derrotado pela urgência do momento, havia ali uma chama que não admitia protocolos.

Ali mesmo comecei a tirar a parte de cima da roupa dela — uma saída de praia vermelha, ao que parecia — e passei a beijar e chupar seus seios, tentando colocá-los inteiros na boca. A energia dela me fez sentir uma vontade quase louca de devorá-la por completo, assim como ela parecia querer fazer comigo. Aquela cena me lembrou um pouco o filme Desejo e Obsessão, de Claire Denis.

Passado esse fogo inicial, saímos da área onde ela realiza as massagens e fomos para o quarto. Lá já estávamos ambos sem roupa. Voltamos a nos beijar enquanto eu percorria cada centímetro do corpo dela: pescoço, ombros, seios, barriga, até chegar à sua parte mais íntima, sua pedra preciosa. Foi delicioso senti-la reagindo, o corpo tremendo, quase como se estivesse possuída.

Quando meu corpo já respondia automaticamente ao impulso de penetrá-la, ela me interrompeu com calma e pediu para colocar a camisinha. Coloquei a proteção e retomamos o ritmo. Preciso ser sincero: fazia tempo que alguém conseguia me tirar o fôlego daquela forma. Ela tem uma energia impressionante, uma entrega e voracidade raras. Em certos momentos precisei parar um pouco, mudar de posição e deixá-la por cima para recuperar o fôlego, porque a intensidade era enorme.

Variamos posições, ela por cima, cavalgando, inclusive invertida, e pude admirar seu corpo de uma perspectiva única. A forma como ela se movia era extraordinária. Depois fomos para a beira da cama, e ali continuamos até o momento em que cheguei ao clímax. Permanecemos juntos por um tempo, respirando e descansando; eu exausto, enquanto ela parecia ainda cheia de energia.

Depois ficamos conversando e trocando carícias, mordidas leves no pescoço e no rosto. Ela gosta de puxões de cabelo, e confesso que adorei essa característica. Foi como a cereja de um encontro já sensacional.

Conversamos também sobre o prazer dela, sobre como seu corpo reage, e ela pediu que eu tocasse com as mãos, explorando e percebendo as sensações e a diferença de textura quando está extremamente excitada. Eu a estimulei mais um pouco até que ela pediu para parar, pois teria outro compromisso depois.

Em seguida tomei banho e bebi dois copos de água, a intensidade do encontro me deixou com muita sede. Despedi-me com a certeza de ter vivido um momento marcante, agradecendo pela experiência. Sem dúvida, uma das melhores transas da minha vida. Obrigado, senhorita Winston, por um encontro inesquecível.

Brand, gargamel, Andrews, Eddie Adams, zCarioca, Raf, PGMB, EscorpioAanonimo, PGSilva, Dan Spock, HC, Ikki RJ, Casimiro, Frank49, Conde Da Valáquia, Pamela Winston, Jokerman, Portugal, Barbosa82, Mítico, Pirubaby, Getúlio, Peter White, Resolvo, G.G, Oscar, The Shy, Thor de Copacabana, curtiram esse TD.
EVA SANCHEZ - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98118-3933
EVA SANCHEZ
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

12 de fevereiro de 2026 às 20:02


EVA SANCHEZ - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=20751

Hoje o relato é mais breve. Não por falta de fantasia, mas porque o dia foi denso, exaustivo. Ainda assim, não poderia deixar de registrar o encontro com a maravilhosa Eva Sanchez: única, intensa, precisa no que faz.

Planejei marcar com ela depois do meu expediente no Centro do Rio, nesta quinta (12), mas, como ela não atende após as 18h, antecipamos para antes da cobertura que eu faria. Talvez isso tenha interferido no meu estado de espírito. Cheguei à Senador Dantas pela primeira vez, subi no elevador já tomado por expectativa. Fui recebido por um ambiente confortável, limpo, organizado. Umm espaço pensado para o prazer, com tudo à disposição para antes e depois do encontro.

Vinha de uma longa caminhada pela Rio Branco e pedi um banho. A água caiu sobre mim enquanto a ansiedade crescia. Quando saí, ela já me esperava.

Começamos com beijos demorados, mãos explorando, respirações que se misturavam. Tirei seu sutiã devagar, percorri seus seios com a boca, desci pelo pescoço, senti seu corpo reagir sob meus lábios. Ela respondia por inteiro. Ajoelhei-me entre suas pernas e a provei. Quente, molhada, entregue. O gosto, o cheiro, o movimento involuntário de seus quadris. Vê-la se contorcendo enquanto eu a chupava é uma visão que dispensa explicações.

Alternamos posições: papai e mamãe, de lado, de bruços, ela por cima, conduzindo o ritmo. O boquete dela também é algo a se destacar. Deslizava com naturalidade, ia fundo com segurança, boca quente, língua firme. Um boquete envolvente, daqueles que despertam cada nervo.

Terminamos comigo por cima, tentando prolongar o ápice. Não consegui gozar. A cabeça ainda presa aos compromissos, ao relógio, tinha horário marcado no Tribunal às 14h30. Talvez o erro tenha sido esse: marcar antes do trabalho, quando costumo buscar esses encontros para relaxar depois do expediente. Faltou desligar o mundo.

Realmente não consegui me entregar e me envolver como o encontro demandava e como ela obviamente merecia. Porque da parte dela houve entrega total. Profissionalismo impecável, estilo namoradinha convincente, corpo e presença alinhados ao desejo. Depois, ainda conversamos, deitados lado a lado, falando da vida dela, histórias e risadas. O pós também foi aconchego.

Mesmo sem ter me permitido mergulhar por completo, não há como classificar o encontro como neutro. Ela fez tudo para que fosse intenso, e foi. Talvez, em outro dia, com a mente livre e o tempo sem pressão, a experiência seja ainda melhor.

Ainda assim, vale o encontro. Super positivo.

Chocante, Raf, Getúlio, PGMB, Gigante, Andrews, Thor de Copacabana, vadeR, Conde Da Valáquia, Dan Spock, Bob Construtor, Fatblack, Peter White, Glopez, voicersex, Eddie Adams, Mítico, Barbosa82, Flavinho, Eva Sanchez, Ikki RJ, G.G, Oscar, The Shy, curtiram esse TD.
BABYGIRL - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98187-9546
BABYGIRL
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

24 de Janeiro de 2026 às 18:01


BABYGIRL - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=35808

Conheci a Baby Girl na última festa do Arena, no fim do ano passado. Ela passava por mim no Curta Carioca quando a chamei. Foi um gesto simples, quase distraído, mas bastou para que começássemos a conversar: sobre o nome dela, sobre como havia entrado naquele universo, sobre o próprio filme Baby Girl, que dera origem ao seu nome de guerra. A conversa fluía fácil, como se já existisse antes de acontecer.

Quando ela se despediu, aproximei o rosto para beijá-la. Ela fez o mesmo, mas, no último instante, em vez de um beijo completo, apenas encostou de leve os lábios nos meus. Um toque mínimo, calculado, e saiu sorrindo, com aquele ar de provocação tranquila que deixa o corpo inteiro em alerta. Naquele momento, soube com absoluta clareza que precisava sair com aquela mulher. Precisava sentir de verdade o gosto daqueles lábios, confirmar com o corpo o que meu espírito já havia sentido. E eu estava certo.

Naquela época, a Baby Girl ainda não tinha local fixo. Atendia apenas em hotel ou motel, e eu, que costumo sair apenas com garotas que têm local próprio, acabei deixando-a mais ao fim da lista, à espera de uma mudança. Quando, no final de dezembro, ela anunciou que passaria a trabalhar com local, a alegria foi imediata. No início do ano, já marcamos.

A ideia era que fosse logo na minha primeira semana de janeiro, mas, por impossibilidades práticas, deixamos para o final do mês. Ficou marcado para o dia 24, um sábado. Inicialmente à tarde, mas, por alterações na minha rotina, acabamos acertando às 11 horas da manhã. Cheguei atrasado. Vim de São Gonçalo, o ônibus demorou mais do que devia, e acabei chegando por volta de 11h10, talvez 11h20.

Avisei por mensagem. Ela estava tomando café ao lado do prédio. Pouco depois, vi-a sair em minha direção: linda, segura, vestindo um shortinho e uma jaqueta de couro, e com aquele sorriso único. Abriu a porta para mim. Subimos de elevador conversando sobre coisas da vida dela, banalidades que só existem para preencher o tempo antes do inevitável.

Como eu já estava de banho tomado, assim que entramos, começamos ali mesmo. Os beijos vieram sem cerimônia. Reencontrei aqueles lábios e, enfim, pude sentir de verdade o gosto que tinha ficado suspenso desde a festa do Arena. Ela já tinha se despido e estava só de calcinha e sutiã. Desci pelo corpo dela, beijei os seios siliconados, deixei a boca deslizar pela barriga, e então tirei a calcinha. A visão foi arrebatadora.

Comecei a chupá-la. A pele quente, aberta, convidativa. Tudo nela parecia responder com facilidade, como se o prazer fosse um estado natural. É simples, direta, inteira quando chega ali. Uma mulher de energia clara, viva, presente. Valeu cada segundo.

Voltei a beijá-la. Então ela disse que agora era a vez dela. Virou-me, começou a beijar meu corpo e desceu. Tem velocidade, talento, uma boca quente e nervosa que sabe exatamente o que faz. Depois, me encapou e, com um sorriso quase teatral, disse a frase famosa do Coronel Jesuíno, de Gabriela:

— Se prepare, pois vou lhe usar.

E usou.

Veio por cima, sentando em mim, variando posições, até se virar na cavalgada invertida. De costas, pude ver aquela bunda maravilhosa, com uma pequena mancha arroxeada na nádega esquerda, um detalhe que tornava a cena ainda mais real, mais carnal. Era uma visão perfeita.

Depois descemos o ritmo. Ela se deitou ao meu lado, relaxou. Fomos para o clássico papai e mamãe, variando velocidade, sentindo o tempo se dilatar. Pedi para chupá-la mais um pouco. Aquela boceta tinha gosto de céu. Literalmente. E era lindo vê-la se entregar, perder o controle, se deixar ficar ali inteira, aberta ao momento.

Não era apenas uma mulher linda, cheirosa, gostosa. Era uma loba, manifestando seus instintos sem freio, sem cálculo. Isso não tem preço.

Seguimos variando. Ela perguntou qual posição eu gostava mais. Disse que de bruxos, mas que preferia evitar naquele momento para não gozar rápido demais. Ainda assim, no meio da entrega, acabamos indo. Houve pausas. Momentos de aftercare. Estava frio, e era bom tê-la abraçada, colada ao peito, falando baixo no meu ouvido, sorrindo. E um dos momentos ela se levantou e sentou sobre o meu quadril. Pude admirá-la num contra-plongé tarantino. Ela me olhando sorrindo de cima, com os cabelos escorrendo pelos ombros enquanto eu deslizava minha mão pelo seu corpo, seu corpo, meus dedos por sua pele. Eu só pensava em uma coisa: em um universo alternativo, como deve periogo, mas ao mesmo tempo bom amá-la.

Passado esse momento, voltamos à intensidade.

Apesar da excitação, não consegui chegar ao ápice. Sugeri que talvez, se ela me chupasse novamente, eu chegaria perto. Tentamos. Não foi suficiente. Ela então sugeriu o facefuck, a primeira vez que fiz isso na vida. Foi interessante, mas ainda assim não bastou.

Ela fez questão de que eu não saísse dali sem gozar. Sugeri que eu mesmo me masturbasse enquanto nos beijávamos, com o rosto dela colado ao meu. Foi assim que consegui. Um pouco mais difícil, mas cheguei. Ela engoliu tudo, com talento e naturalidade.

Depois, ficamos mais um tempo deitados, aconchegados no chamego, conversando sobre a vida, sobre esse universo, sobre o meu passado e o dela. Foi uma troca real. Não apenas química de corpos ou de gametas, mas algo mais fundo, mais raro.

E quando isso acontece, porque não acontece em todo encontro, a gente entende um dos motivos pelos quais ainda vale a pena escolher essa vida que levamos. Porque nesse nosso mundo particular e marginal, o que acontece entre quatro paredes é mil vezes mais real, mais denso, e Babygirl, numa palavra, “mais mulher”. Percebo, então, que muitos não vivem realmente, apenas imitam a vida. Muitos fingem, fingem até no leito conjugal. Nada conhecem, nada sabem das paixões que poderiam alçar à plenitude da sua condição humana. Já Babygirl, não. Está nesse nosso mesmo mundo marginal, mas “vive”. Tem autenticidade, a gana, a garra e o delírio necessários para nos deixar loucos.

Andrews, peixotarado, Raf, Nomade, Chris Kyle, Brand, Thor de Copacabana, Getúlio, Yami Mysterio, Mark, Babygirl, Ballboa, Mítico, Barbosa82, Ifoode, Strauss, Top Gun, Jucabar, Chocante, Dan Spock, Bob Construtor, Pirubaby, Y@N, HC, Marcell, Ikki RJ, pauloeduardo, Teseu, rafael.oliveira, 90loiro90, Luizinho90s, Duelista, ronondex, Latrell Spencer, Oscar, The Shy, abobrinha, curtiram esse TD.
ANGEL GARCIA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97726-9346
ANGEL GARCIA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$130.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI NãO SEI NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

15 de Janeiro de 2026 às 00:01



Agel Garcia era uma das maiores vontades da minha lista.

Desde a primeira vez que vi fotos dela, antes mesmo de conversar, antes de qualquer coisa concreta, eu já a desejava. Eu queria aquele corpo, aquele encontro. Esperei por ela como quem espera um verão inteiro por uma noite específica.

E então chegou o dia: quarta-feira (14).

Cheguei um pouco atrasado. A campainha não funcionava. Mandei mensagem. Esperei. Quando ela apareceu, veio com uma lingerie preta, bonita, com um jeitinho único que não pede atenção, mas ainda assim recebe toda.

Ela me deu um selinho. Perguntou se eu queria tomar banho. Fui.

Quando voltei, ainda um pouco molhado, percebi nela uma leve reserva, uma distância mínima e por um instante achei que talvez o encontro não fosse fluir, que talvez ela não estivesse tão afim. Mas esse pensamento durou pouco.O desejo entrou no lugar dele.

Enquanto nos beijávamos, minha mão no ombro dela. Minha boca na pele lisa, quente, macia. Ela ainda de lingerie. Eu sentindo aquela textura, aquele cheiro.

Ela tirou o sutiã, ainda de pé, e eu fui direto aos seios dela. Aqueles seios. Firmes, cheios, lindos. Os bicos duros, sensíveis, vivos. Chupei devagar. Me demorei ali.Depois ela se deitou.E eu não aguentei mais. Fui direto aos pequenos lábios da moça.

A pele macia, quente, aberta, convidativa. Minha boca explorando tudo. O gosto, o calor. Eu a chupava enquanto sentia o corpo dela reagir. Coloquei um dedo: ela começou a tremer. Coloquei o segundo: ela se perdeu. E como é bom ver a Angel se perder, é uma das melhores experiências que um arenista desse site pode ter.

Ver o corpo dela se contorcer enquanto eu fazia aquilo. Ouvir a respiração mudar. Sentir os movimentos involuntários, os pequenos gemidos que ela tentava conter. Depois paramos um pouco para recuperar o fôlego.

Enquanto a beijava, podia sentir nossos rostos roçando. Pele com pele. O cheiro dela era encantador. Depois entramos na penetração. Ela se entregava. O corpo dela parecia atravessado por uma energia quente e repleta de volúpia. Depois de um tempo, ela pediu para mudar de posição. Fomos de quatro. Não é minha preferida. Fiquei um pouco ali e sugeri que ficássemos em pé. Essa foi maravilhosa. Eu a puxava pela cintura, ela vinha contra meus quadris, num ritmo constante. Também puxava os cabelos dela para trazer o corpo mais junto do meu. Apalpava os seios, os bicos entre meus dedos, enquanto a penetrava devagar.Uma delícia.

Ela perguntou se eu não ia gozar e em que posição eu costumava fazer. Sugeri de bruços. Ela se virou, espalmou o corpo na cama como quem se oferece sem pedir.

A coluna fazia uma curva linda, os quadris levemente erguidos, aquela perfeição em forma de mulher diante de mim. Tentei chegar ao meu ápice, mas não consegui.

Tentamos por último de ladinho. Ela se virou de costas para mim, mas não distante. Os quadris ainda encostados. Me encaixei atrás dela. Minha mão encontrou a barriga, depois subiu até os seios. Seguia o mesmo ritmo de antes, mas ainda assim não chegeui lá. Não por falta de prazer. Pelo contrário. Meu corpo estava tão sensível que parecia não conseguir mais atravessar aquele último limiar. Mas isso, curiosamente, não estragou nada.

Ela percebeu. Virou de frente pra mim. Encaixou a perna na minha. Ficamos ali, conversando. Eu observando o corpo dela. Passando os dedos pela pele. Uma das melhores experiências do meu ano.

Angel Garcia é de fato uma profissional que sabe dar prazer a um homem, alguém capaz de nos oferecer uma dimensão nova e decisiva. Uma verdadeia profissional que não falsifica, não trapaceia, limita-se a cavar em nós o mais fundo e irredutível dos nossos prazeres. Não sei quando vou revê-la e isso faz sofrer, mas esse não é um mundo para amantes irresponsáveis, sei bem disso.

Até uma próxima, Angel, quem sabe no fim do ano.

Pakito, HC, Chris Kyle, Y@N, Raf, Brand, Andrews, Angel Garcia, Eddie Adams, Pirubaby, photus, Getúlio, Mr69, predador69, Yami Mysterio, Conde Da Valáquia, Thor de Copacabana, Lio30, Ikki RJ, Oscar, The Shy, Resolvo, G.G, Babizinha BBW, curtiram esse TD.
ONIX TERAPIAS - Av. Rio Branco, 156 - sala 2235 , Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99996-7435 / (21) 3173-3800
MAVIE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$180.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - COM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

09 de Janeiro de 2026 às 21:01


MAVIE - https://onixterapias.com/terapeuta-info.php?p=MAVIE&s=429

A experiência com a Mavie foi simplesmente sublime.

Fazia tempo que eu não voltava ao Onix. Na verdade, eu sou cria de lá desde 2019, 2020. Foi ali que eu comecei essa minha jornada nesse universo. Aquela casa foi o lugar onde eu realmente me apaixonei, onde algo em mim encontrou nome, forma e desejo. Por mais que eu tenha vivido outras experiências em outros lugares, foi ali que eu me reconheci de verdade.

Mas fazia tempo que eu não retornava para uma visita. Desde o ano passado, na verdade. Desde que comecei a ter encontros com garotas VIPs do site, acabei não voltando mais ao Onix. E então veio o início do ano, e como todo bom filho, a casa torna. Lá estava eu novamente.

Eu só conhecia duas garotas: a Isabela e a Laura. Todas as outras eram novas pra mim. Então pedi uma apresentação.

Cheguei, a apresentação foi feita, e entre aquelas presenças, duas, além da própria Laura, se destacaram aos meus olhos. A Hellen, que me lançou um olhar tão carregado de desejo que quase me puxou pelo peito. E a outra… a outra foi a Mavie.
Linda, incrível, simpática e com aquele leve toque de safadeza na fala que não invade, mas convida.

Ela me perguntou se era minha primeira vez.
Eu disse que não, que já era da casa, mas que era minha primeira vez naquele ano.
Ela sorriu e perguntou se eu tinha vindo aproveitar o início do ano ali.
Eu disse que sim.
Ela retrucou: “Então espero que você aproveite comigo”.

E eu não poderia deixar de aproveitar.

Escolhi ela.

Ela me ofereceu um quarto VIP, eu fui conhece: uma cama de casal, outro clima. Mas eu nunca tive problema com as cabines antigas. Gosto delas. São mais baratas. Então escolhi uma das antigas.

Banho tomado, ela chega.

Já entra se despindo, perguntando coisas, se aproximando. Pergunto seu nome verdadeiro, ela responde sem hesitar, e então nos beijamos.

O beijo dela é intenso, devorador, molhado na medida exata. Esse é um dos beijos que eu sentia falta, aquele que tem sintonia, que não tem pressa para poder se fazer, para se mostrar presente, não tem pressa para dar prazer e não tem pressa para simplesmente existir.

Desço pelo pescoço dela, sinto o cheiro daquela mulher, o gosto daquela pele. Chupo seus seios, o esquerdo com um piercing, e escuto seus gemidos nascendo. Ela se deita pra mim, com aquele corpo marcado de sol, aquelas linhas de bronze.

Desço mais. Fico ali. Um bom tempo ali.
Ela se contorce. Geme. Me xinga. Me pragueja aos céus.

Ela é única.

Colocamos a camisinha e começamos no ppmm. Depois mudamos: de pé, eu puxo seus cabelos para trazê-la para mim. Minha mão passeia por sua barriga, sobe até os seios, aperta. Ela pega minha mão e leva até o pescoço. Eu entendo.Aperto enquanto ela geme. E que visão.

Depois vamos para a posição de bruços. Eu já achava que o tempo estava acabando, que eu tinha passado do ponto, então peço a posição que sempre me faz gozar mais rápido.

Mas ela me surpreende.

Sugere outra variação: também de bruços, mas com a perna esquerda dobrada, meio de lado. Uma visão absurda de bonita. Os seios balançando. O rosto visível. Minha mão deslizando pela barriga e pelos seios. O movimento do corpo. O impacto dos meus quadris na sua bunda enquanto a penetro.

Eu não aguentei. Gozei ali mesmo.

E então vieram as surpresas:
Ainda faltava meia hora.

Depois disso ficamos conversando. Tentamos mais uma vez, mas meu período refratário é maior do que eu gostaria que fosse. Então ficamos ali: trocando ideia, beijos, carinhos, risadas baixas.

Mavie: uma profissional completamente acertada do Onix Terapia, que pra mim continua sendo a casa de todas as casas.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE EXCELENTE
Y@N, Jokerman, HC, Raf, Zhukov, Livia Foster, Andrews, Thor de Copacabana, Ikki RJ, Chris Kyle, Barbosa82, Corcel, Gigante, Malvadão Carioca, Eddie Adams, predador69, Joey Tribbiani, Yami Mysterio, Mítico, Brand, Michael Corleone, Pirubaby, _riquinho_, Amigo, curtiram esse TD.
VICTÓRIA OASIS - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97489-2016
VICTóRIA OáSIS
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO NãO R$0.00 SIM

17 de Dezembro de 2025 às 23:12


VICTóRIA OáSIS - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=33524

Quarta-feira, 17 de dezembro, o primeiro dia das minhas férias, início do recesso de fim
de ano. Havia decidido comemorar na Cinelândia, assistindo à final do jogo do
Flamengo. Mas foi uma tragédia. Ainda assim, talvez por teimosia ou necessidade de
redenção, marquei com a Victória Oásis, tentando salvar essa quarta-feira.

Assim que chego, sou recebido por um sorriso aberto e uma gargalhada gostosa, sonora
e viva, uma delícia de ouvir, ainda que motivada pela ironia do momento. Ela olha para
a minha camisa e entende tudo. A ironia do destino está ali, escancarada: eu,
flamenguista derrotado, ao lado de uma tricolor que é a única capaz de tornar o meu dia
melhor naquele momento. Demonstra interesse, curiosidade, gentileza. Está inteira ali.

Vou para o banho. Me lavo, me preparo, e noto no banheiro dela uma placa explicando
como limpar o pênis, algo que, obviamente, é sempre muito importante. Enfim, volto
para o quarto, para o encontro em si. Sentamos na cama e começamos a trocar palavras,
tentando nos reconhecer um no outro. Até que ela, com naturalidade, pergunta se pode
me beijar. Respondo que sim, sem hesitação.

O beijo começa doce, delicado, na cadência exata. Não há pressa. Um beijo que se
permite existir. Sinceramente, acredito que tenha sido um dos melhores de 2025. Algo
que, já ali, me deixou fora de eixo. Inclino o corpo, deito ela na cama, e nos ajustamos.
Meus lábios permanecem presos aos dela, enquanto nossos corpos começam um diálogo
silencioso. Desço devagar pelo pescoço, e então sinto o seu cheiro. Que mulher
cheirosa! Não é apenas tocar aquela pele, mas respirar aquele aroma único, envolvente.
É um prazer completo.

Meus lábios continuam descendo, encontram seus seios. Uma delícia absoluta. Logo
chego à sua buceta e começo a chupá-la, percebendo aos poucos suas preferências. Ela
não gosta tanto da masturbação interna no ponto G e guia minha mão para que eu a
acaricie enquanto continuo ali. Minha cadência acelera, mas ela pede calma. Me
conduz. Me ensina o caminho do seu prazer. E que encontro é esse. A experiência que
ela proporciona é impressionante, uma profissional de excelência.

O ar-condicionado mantém a temperatura ideal, esfriando nossos corpos quentes, que
logo se reencontram. O Ppmm funciona perfeitamente. Eu a penetro com vontade, e ela
me chama para mais perto, puxa minhas costas, meu corpo, quer proximidade. Me
agarra com força, e eu escuto seus gemidos. Música. Música pura para os meus ouvidos.
Gemidos capazes de levar alguém ao orgasmo apenas pelo som. Não foi o meu caso
naquele momento, mas ainda assim era música. A forma como ela fala, como geme, me
chamando de amor: performa e encarna a profissional que constrói a fantasia perfeita da
namoradinha ideal.

Peço para que ela fique por cima, cavalgando, e a visão é simplesmente perfeita, quase
celestial. O tempo passa, e percebo que ainda não cheguei ao meu auge. Peço então que
ela me chupe, que me masturbe enquanto faz isso. E ela o faz com talento, com
maestria. Ainda assim, algo em mim parece distante, talvez a derrota do Flamengo mais
cedo ainda ecoasse na minha cabeça.

O relógio avança. Faltam nove minutos para acabar o encontro. Peço que voltemos ao
Ppmm, numa última tentativa de finalmente colocar o leite na mesa. E então me
entrego. Não com pressa, mas com vontade, num ritmo constante. Aproximo meu
ouvido da sua boca para ouvi-la gemer de perto, sentir sua respiração, seu som. Aquilo
funciona. Eu me perco naquela mulher.

Ela me lembra Aldine Müller em “A Mulher que Inventou o Amor”. A Rainha dos
Gemidos. Um apelido que pode parecer exagerado, mas que nela encontra morada
perfeita. Obrigado, Victória. De verdade. Pelo profissionalismo, pela sinceridade na
conversa, pelos sons divinos que conduzem qualquer homem ao orgasmo. Obrigado por
transformar uma tarde em meio a um deserto melancólico em um verdadeiro oásis.

Tyrion, PGMB, Barbosa82, Andrews, Mítico, Kabbelludo, rafael.oliveira, Predator, Raf, Alucard, PauloCesar, Eddie Adams, Brand, 90loiro90, Fatblack, Getúlio, Yami Mysterio, Victória Oásis, Chris Kyle, Latrell Spencer, Café, Thor de Copacabana, LP come queto, Oscar, The Shy, curtiram esse TD.
GIOVANA BRANCA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99021-1397
GIOVANA BRANCA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO R$0.00 SIM

04 de Dezembro de 2025 às 23:12


GIOVANA BRANCA - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=7900

Giovana chamou minha atenção depois que vi uma de suas fotos no site. A foto em questão tinha a mesma vibração da capa do Is This It. A curva do corpo dela parecia feita do mesmo grafite suave daquele álbum: simples, direta, irresistível. E eu, que já conhecia as faixas do Strokes, senti que havia algo naquela silhueta que soava igual, um tipo de musicalidade que não dá para explicar.




Pessoalmente, ela foi ainda mais intensa. Abriu a porta com um sorriso cheio de vontade e simpatia. Havia desejo, mas também algo doce e inesperado na forma como me olhou.

A geografia do quarto dela lembrava um pouco casas de massagem como o Ônix, o que me deixou ainda mais à vontade.

E assim foi, numa intimidade que começou cheia de toques e beijos. Meus lábios circundavam aquela pele lisa. A maneira como ela se entregava ao momento tinha uma beleza própria, um convite para esquecer o mundo lá fora. O corpo dela respondia ao meu com naturalidade. E que seios. Os bicos são uma perdição. Logo peço para ela deitar, quero percorrer todo o seu corpo com a minha boca. E que boceta doce (aqui sem nenhuma licença poética, ela deixou realmente com um gosto de morango).

O clássico “papai e mamãe” ganhou contornos únicos, não pelo gesto em si, mas pela forma como ela me segurava, como me chamava para mais perto sem dizer nada, como se nossos corpos conversassem sozinhos.

E depois… o aftercare. Sei que talvez muitos aqui não valorizem tanto isso, mas para mim é o que de fato representa uma outra camada. Um nível sublime, um toque do paraíso.

Ela deitou ao meu lado com uma calma que acolhia. Eu poderia ter ficado horas ali, sentindo o calor daquele corpo, escutando-a falar das coisas simples do dia a dia e pensamentos soltos.

Costumo dizer que um homem de verdade sabe enxergar a beleza e a singularidade de cada mulher, mas não precisa de muito esforço para enxergar o quão única é essa delícia chamada Giovana Branca.

Raf, Andrews, Chris Kyle, Portugal, 90loiro90, Brand, Giovana Branca, Eddie Adams, Getúlio, predador69, Conde Da Valáquia, Barbosa82, Charlie Harper, HC, Mítico, Mini Mike, Jony Papa, Yami Mysterio, Brega, Flavinho, Oscar, The Shy, Thor de Copacabana, Toalhinha, curtiram esse TD.
LANA FLOWERS - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98270-6969
LANA FLOWERS
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$270.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

09 de Novembro de 2025 às 18:11


LANA FLOWERS - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=17974

Olá, confrades! Mais uma vez aqui para deixar meu humilde relato em forma narrativa. Sei que muitos podem achar estranho, mas adoro contos eróticos. Na verdade, acredito que seja o que de melhor existe na nossa literatura. No cinema também (salve a pornochanchada brasileira). Enfim, também acredito que seja a melhor forma que tenho para descrever positivamente as experiências que essas mulheres me proporcionam. Sério, são algumas das melhores de toda a minha vida. Por isso, relevem toda liberdade poética que me dei neste relato.

E Lana, obrigado por uma tarde quente em uma quinta-feira fria:

Quinta-feira (6/11)

Nosso encontro é adiado em uma semana pelos eventos apocalípticos no Rio de Janeiro. Cidade maravilha, purgatório da beleza e do caos. Ainda assim, dias depois, lá estava ela, como se todo o caos fosse apenas um cenário que servia de moldura para seu espírito provocante.
Quando abriu a porta da sala, o ambiente exalou perfume de uma mulher que tem tudo que precisa para abalar o seu psicológico. Ela me olhou por sobre o ombro e disse, num tom que mais parecia uma lembrança do que uma fala:

— Aceita uma Heineken? Se nada der certo, pelo menos sai de barriguinha cheia.

A oferta da bebida só não foi melhor que sua facilidade de desenvolver uma conversa tão boa que fluía como um rio preguiçoso. O apartamento dela era um refúgio primaveril: abajur, cortinas, quadros, tudo remetia a um jardim de flores exuberantes e de cores profundas. Uma atmosfera simbólica de alguém que sabe exatamente o que está fazendo.

Vou para o banho. As águas quentes do chuveiro já principiavam o calor do seu corpo. Ao sair, tomo um gole de cerveja incapaz de saciar a minha sede de sua pele, do seu cheiro. Sou puxado para perto de sua boca. Nossos lábios parecem velhos conhecidos, sabem bem se corresponder. Sugo os dela de forma lenta e gradual. Não temos pressa, aproveitamos o momento para nossas mãos explorarem nossos corpos e sentirem a vibração que toma posse de nós, que eleva a temperatura a um estado febril. Ela usava a lingerie de sua própria escolha e, por vontade própria, libertou-se da roupa que escondia as curvas de um corpo perfeito. Seus seios grandes se projetaram para mim, os bicos durinhos eram um verdadeiro convite à perdição.

Nos lançamos sobre a cama larga e lisa, profusamente coberta por travesseiros e cobertores prontos para serem amarrotados num cenário de uma grande batalha. Com ela já nua, observo os rabiscos em suas pernas longas e esbeltas, desenhos de flores que se estendiam até aquela raba generosa cortada por uma marquinha de biquíni. No meio daquele lindo jardim, vejo uma Esperança vermelha pronta para devorar o parceiro.

Reclino-me sobre seu sexo e me delicio. Chupava e esfregava a ponta da minha língua no seu clitóris, enquanto meu anelar e indicador já brincavam dentro dela. Seu corpo tremia, as pernas tensas a ponto de saltar. De vez em quando, ela colocava a mão na minha cabeça para controlar o frenesi. As palavras que saem de sua boca me insultam, me ofendem e despertam em mim prazer tal que meu pênis já não responde por si, quer esticar-se na direção dela para alcançá-la e penetrá-la.

— Não vai nem me deixar te chupar antes? – Perguntou ela.

Me deixou arquejar como um cachorro no cio, mas não foi um problema, afinal, estava completamente deliciado com a visão que se formava na minha frente. Aquela boca vermelha e língua carnuda passavam por toda a região entre as minhas pernas antes de chegar ao destino final, sabia bem brincar como devia. Lambe com ternura e demora-se ali na ponta da cabeça. Até que engole por completo a ponto de deixar Linda Lovelace com inveja. Meu garoto vai até o fundo de sua garganta, vai e volta, vai e volta. Sou tomado de um êxtase idílico.

Finalmente, encapo quem deve ser encapado. Atirei-me sobre ela, sua língua dentro da minha, meu pênis forçando passagem para dentro dela. Ficamos no “papai e mamãe” por um bom tempo. Penetrava aquela boceta carnuda, quente e molhada como se aquela atitude fosse a única razão que justificava minha existência. Cada vez mais, ela insistia em me praguejar e me dar ordens.

- Ah, seu filho da puta! Me come do jeito que você quer! Você é um safado! Fode essa paraense! – Repetia ela, obsessivamente, trêmula e ofegante.

- Quero te deixar louca como nenhum outro homem jamais deixou! – Susurrava eu em seu ouvido. Por mais que minha fala simbolize uma vontade por demais idealizada e até mesmo egoísta, qualquer caro leitor irá me perdoar e compreender, uma vez que momentos como esse despertam em nós as mais legítimas fantasias.

Nossos corpos dialogavam numa mistura única enquanto o suor escorria. Minha barriga esfregava-se na dela. Meus lábios colados aos dela. Meu peito pressionado pelos seus seios. Carnes quentes deliciando-se à fricção.

Variávamos posições para tomar fôlego. Ela vinha por cima, ereta, para que minhas mãos pudessem acariciar os seus seios fartos. Deitada sobre mim, beijando o meu rosto e pescoço enquanto sentava com ímpeto, com os músculos daquela bundinha batendo em minhas pernas. Nossa última posição foi de bruços, minha favorita. Eu penetrava com vontade ao mesmo tempo em que ela se masturbava com o vibrador por baixo. O nosso ímpeto foi tal que derrubamos a cabeceira pendurada na parede atrás da cama.

Termino o encontro pensando em como definir uma mulher incapaz de ser definida em poucas palavras.

Ela é um vinho adocicado e envolvente, mas não um daqueles que se mata toda a vontade de tomar num gole só. Uma hora é pouco para desfrutar de sua presença. Definitivamente, você sai de lá querendo mais, com um nome na cabeça e uma certeza na vida.

Lana Flowers: mulher destinada a fazer feliz todo aquele que puder tê-la, seja por muito ou por pouco tempo. Com ela, porém, tudo é relativo. Ela dá sentido à teoria da relatividade de Einstein. Segurando uma panela quente, um minuto parece uma hora; segurando uma mulher gostosa, uma hora parece um minuto.

Eddie Adams, Andrews, Brand, Café, SFH, Portugal, HC, Conde Da Valáquia, Detonador, Thor de Copacabana, Julio Cesar 34, Pirubaby, Getúlio, Meliodas, Cristal Tatuada, Ikki RJ, Lana Flowers, Oscar, The Shy, curtiram esse TD.
ALICE DURANT - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97677-6119
ALICE DURANT
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO SEI R$0.00 SIM

07 de Outubro de 2025 às 21:10


ALICE DURANT - https://gparena.net/social-feed-user.php?id=21070

Fala, confrades! Faz tempo que acompanho o site e frequento casas de massagem. Sempre me senti sem jeito de compartilhar momentos como esses aqui, mas enfim tomei coragem e hoje sai o meu primeiro relato com o meu primeiro encontro com uma garota vip: a primeira e única Alice Durant.

Vou tentar fazer isso de uma maneira narrativa, me perdoem se me exceder um pouco:

Observo o site há mais de uma semana. Os comentários sobre as vips encedeiam meus pensamentos com os desejos mais incandescentes de minha alma. Já tarda a hora de me encontrar com uma das damas que despertam diariamente a libido dos nobres membros desta humilde Arena. Ainda que minha primeira pergunta a mim mesmo pareça ser a mais irrelevante, vocês podem ou não se dar conta de que, na verdade, é a mais pertinente: qual delas escolher?

O caminho para encontrar a resposta parecia difícil, mas em meio a tantos nomes, um deles obviamente chamaria minha atenção. Alice podia vir do país das maravilhas, mas Durant certamente trazia não só um mistério, mas uma energia vinda dos confins de um mundo cheio de volúpia que me deixou louco para explorar.

Deixo marcado na segunda, já que na terça trabalharia presencialmente no Rio. E após mais um dia lidando com os requintes da magistratura do Centro, meu trabalho havia terminado.
Dez minutos me separam de um dos encontros mais incríveis desse ano. Subo o elevador do prédio da informática. Aperto a campainha. Ela demora, mas quando atende, a magia começa.

Sou recebido com um beijo intenso de uma mulher que espera há meses o retorno de um amante. Tomo um banho e depois me sento na cama. Ela se projeta sobre mim e, com seus lábios carnais e sua língua incontrolável, parece querer me consumir por completo. Sinto o gosto de sua boca e logo me interesso por sua pele lisa. Que delícia de mulher! Desembaraço com facilidade o seu top para que meus lábios possam sentir o gosto daqueles seios tão convidativos. Seus gemidos são ritmados, quase protocolares,mas não me importo de início, ela sabe muito bem o que faz.

Deito-a na cama. Preciso saborear aquela boceta. Passeio pela barriga e brinco com meus lábios entre suas pernas até enfim cair de boca. Ela pede logo um 69 e ficamos naquele lindo número por um bom tempo. Então partimos para o clássico papai em mamãe. Penetro com vontade, mas alternando a intensidade e a velocidade. Pulamos para uma posição em pé, na qual pego o máximo de seus cabelos com uma de minhas mãos para trazer o seu pescoço para perto de mim. Que cheiro, que perfume! Ela se entrega mais e já não existem mais protocolos àquela altura. Pergunto se gosta de alguma posição e ela me responde com aquela carinha que gosta "de ladinho". Voltamos para a cama e ela sugere um vibrador e é aí que temos a grande virada de chave. A rainha dos gemidos surge de dentro dela e se entrega por inteiro. Sinto o seu suor esfregar no meu corpo enquanto penetro mais e mais e mais. Para finalizar, ela acaba com um boquete que suga todo o meu leite até a quarta geração dos meus filhos.

Ela me questiona se irei escrever uma crítica no Arena, respondo que sim. Não satisfeita, pergunta o que escreverei. Respondo mais uma vez, mas agora com um leve sorriso no rosto: GOZAR É VIVER!

Café, Mr69, Getúlio, Horus, Brand, Eddie Adams, Armenio, Conde Da Valáquia, Julio Cesar 34, Fatblack, The Witcher, Andrews, HC, Latrell Spencer, Luizinho90s, Mítico, Ikki RJ, Teseu, Malvadão Carioca, Barbosa82, Nomade, Chris Kyle, Flavinho, predador69, Mark, Thor de Copacabana, LP come queto, Spirit, pauloeduardo, rafael.oliveira, Alice Durant, Oscar, The Shy, chorao, Eva Sanchez, Resolvo, curtiram esse TD.
1  

© GPARENA.NET