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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Pantera. O que dizer dessa mulher?
Ela é, antes de tudo, uma presença. Daquelas que parecem carregar um espírito quase indomável. Conheci Pantera em um dos encontros aleatórios do Arena, no Zezé, desses encontros em que a gente nunca sabe exatamente quem vai aparecer, mas sempre espera boas conversas. Já não sei mais quantos encontros do Arena frequentei ali, mas de uma coisa tenho certeza: Pantera estava em praticamente todos.
Sempre foi muito bom conversar com ela. Trocar ideias, rir, observar sua energia no meio do grupo. Ainda assim, confesso que demorei demais para realmente visitá-la em seus aposentos. O motivo era simples: o valor. Não que fosse caro, longe disso. Mas era um pouco acima do que costumo pagar. Eu sempre tento equilibrar custo-benefício nas minhas primeiras escolhas da minha lista, e acabo priorizando primeiro as experiências que cabem melhor. Então fui adiando. Até que, no último encontro do Arena — numa quarta-feira, dia 11 — enquanto conversávamos, ela comentou que fazia promoções às segundas e sextas. Aquilo mudou tudo. Na mesma hora pensei: agora não tem desculpa.
Na sexta-feira 13, deixei marcado de encontrá-la depois do trabalho. Saí do tribunal direto para o apartamento da Pantera. Quando cheguei, ela me recebeu já de calcinha e sutiã. Antes mesmo de entrar completamente, os beijos começaram ali na porta. Beijos intensos, diretos, sem muita cerimônia. Naquele instante percebi o quanto eu deveria ter ido antes.
Perguntei se ela queria que eu tomasse banho primeiro. Mas enquanto eu falava, ela simplesmente me puxou pelos beijos e me conduziu até a cama. Não houve tempo para mais nada. Fomos direto. Continuamos nos beijando enquanto eu tirava o sutiã dela. Aqueles seios eu já conhecia de memória apenas por pequenos beijos que havia dado no encontro anterior do Arena. Desde aquele dia eu estava curioso para finalmente libertá-los daquele sutiã.
E quando finalmente pude conhecê-los de verdade… Que gosto bom. Os bicos eram maravilhosos de chupar. Passei um bom tempo ali, explorando, sentindo sua respiração mudar.
Depois desci pelo corpo dela e comecei a chupá-la, enquanto estimulava seu ponto G com os dedos. Pantera se contorcia na cama e como ela se contorcia.vA maneira como ela reage, como se movimenta, como se expressa durante o sexo… é algo muito vivo. Há uma troca muito real ali, uma interação constante entre os corpos.vVale muito a pena sentir aquilo.
Depois desse momento ela veio para mim e começou a me chupar. Com classe, com gosto, com vontade. Sem pressa. Em seguida pediu que eu encapasse o garoto. Assim que coloquei a camisinha, ela montou sobre mim. Começou a cavalgar com força, com um ritmo intenso. E que fôlego aquela mulher tem. Parecia uma fera que havia ficado tempo demais enjaulada e agora estava solta, pronta para atacar quem estivesse pela frente. Naquele dia, naquele momento, o alvo era eu. Foi incrível.
Depois de um tempo ela pediu para ficarmos de ladinho. Foi ali que consegui controlar melhor meus movimentos. Enquanto estávamos de lado, eu arranhava suas pernas, percorria seu corpo com as mãos, apertava sua pele com força. Minhas mãos queriam cobrir tudo. Eu a penetrava enquanto segurava seus seios, acariciava e escutava seus gemidos ao meu ouvido.
Depois mudamos para a posição que ela chamou de posição de bruços. Ali os gemidos dela ficaram mais altos, mais intensos. Nossos dedos se entrelaçaram. Eu mordia seu pescoço, seu rosto, enquanto continuávamos naquele ritmo. Por fim fomos para o clássico papai e mamãe. E ali eu não aguentei. Gozei.
Depois ficamos deitados lado a lado, de ladinho um para o outro, descansando. E ali aconteceu uma cena que ficou gravada na minha memória. Não existem fotos daquele momento e ainda bem. Os melhores momentos não são fotografados. São aqueles que guardamos apenas na memória.
Pantera estava deitada de barriga para cima, a cabeça apoiada no travesseiro. Eu comecei a deslizar meus dedos suavemente sobre os lábios dela. Ela então pegou meu polegar e começou a chupá-lo com delicadeza.
Quando fui retirando devagar, pude ver meu dedo saindo lentamente entre seus lábios. A luz neon do quarto batia no rosto dela, iluminando a cena de um jeito muito particular. Por um instante tudo pareceu uma pintura. Uma daquelas pinturas renascentistas com uma deusa iluminada por uma luz suave, imóvel, quase sagrada.
Foi uma imagem simples, mas única. Pantera é isso: uma força da natureza.
