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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
E então me lembrei do conselho que eu mesmo havia dado a ele, no seu relato, num acesso de lucidez canalha: "Não vá morrer sem experimentar a maravilha de trepar com amor". E posso adiantar: entre quatro paredes ela te faz experimentar essa mesma maravilha.
Marquei. Quinta-feira (2/4). Edifício Central. Fiz o check-in. Antes mesmo da porta abrir, o perfume já escapava: um cheiro feminino, um cheiro de mulher. Quando ela surgiu, pequena, bonita de um jeito que não se explica.
Fomos para o quarto com a naturalidade de quem já sabia o fim da história.
Os beijos começaram lentos, com doçura, mas não inocência. E ali, sem pressa no começo, vou descendo para aquela linda ppk e vou chupando ela, doce, delicadamente, sentindo não só o gosto, mas o cheiro. Porque há algo nela que não se explica: aquele perfume misturado à pele, aquele cheiro de mulher, insistente, quase exagerado de tão marcante. E, aos poucos, aumento a intensidade. É impossível não notar o corpo reagindo, se contorcendo, os quadris se levantando, os pés passando pelas minhas costas
Ela quer retribuir e eu deixo. E ela me chupa. Algo curioso, quase técnico, mas ao mesmo tempo envolvente. Um detalhe até cômico me atravessa, era um frescor inesperado de Listerini. E funciona bem.
Seguimos. Peço para ela encapar, e vamos para o papai e mamãe. Começo a meter nela com gosto, sem pressa de terminar. O corpo dela, pequeno, facilita o encaixe, o controle, mãos nos ombros, conduzindo o ritmo, sentindo a resposta dela a cada movimento. Ficamos ali um bom tempo.
Depois, ela pede para eu ir por trás, de bruços, para que eu beije suas costas enquanto meto. E eu vou. É a minha posição preferida, não resistiria. Ali, entre beijos, mordidas leves, beijos no pescoço, na orelha, sussurros no ouvido, o momento ganha outra intensidade.
Em seguida, peço para irmos de ladinho. Uma mudança de ritmo. Algo mais próximo, mais contido. Posso beijá-la enquanto ela vira o pescoço, segurar seu seio, sentir o corpo de outra forma, menos urgente.
Depois ela vai por cima, mais para variar do que por necessidade. Já um pouquinho cansada, logo percebo e peço que deite ao meu lado. Descansamos. Conversamos. Pequenos gestos, pequenas carícias, quase uma pausa dentro daquilo tudo. Mas retomamos.
Ela pede para que eu a pegue de quatro. Após um tempo de intensidade, me aproximo do seu ouvido e sussurro: sou seu, pode pedir o que quiser.
E ela pede: quero que goze!
E aí entra o detalhe humano, quase ridículo: pra mim nunca é tão simples. Ainda mais com camisinha. Tentamos, ela me chupa de novo, me masturba, quase acontece, mas o tempo já pressionava.
Então, sem muito heroísmo, resolvo eu mesmo conduzir o final, enquanto ela ainda participa, mantém o contato. Gozo na boca dela, e tudo desacelera por um instante. A gente ainda conversa um pouco, como se quisesse prolongar o que já estava no fim. O tempo é curto, sempre é. Vou para o banho, depois ela também. Faço o pagamento, e enfim, nos despedimos: um selinho, um beijo na testa, um gesto quase doméstico diante do que acabara de acontecer.
Saio para a rua com uma sensação incômoda, não de saciedade, mas de falta. Mais sede daquele corpo, mais sede daquela mulher. É simplesmente único. E, como alguns confrades já disseram, ela dá vontade de casar, vontade de levar para casa, de levar para a vida. Essa mulher é papo de undaia.
