15 de Janeiro de 2026 às 00:50
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

NãO SEI

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REPETECO

SIM

Agel Garcia era uma das maiores vontades da minha lista.

Desde a primeira vez que vi fotos dela, antes mesmo de conversar, antes de qualquer coisa concreta, eu já a desejava. Eu queria aquele corpo, aquele encontro. Esperei por ela como quem espera um verão inteiro por uma noite específica.

E então chegou o dia: quarta-feira (14).

Cheguei um pouco atrasado. A campainha não funcionava. Mandei mensagem. Esperei. Quando ela apareceu, veio com uma lingerie preta, bonita, com um jeitinho único que não pede atenção, mas ainda assim recebe toda.

Ela me deu um selinho. Perguntou se eu queria tomar banho. Fui.

Quando voltei, ainda um pouco molhado, percebi nela uma leve reserva, uma distância mínima e por um instante achei que talvez o encontro não fosse fluir, que talvez ela não estivesse tão afim. Mas esse pensamento durou pouco.O desejo entrou no lugar dele.

Enquanto nos beijávamos, minha mão no ombro dela. Minha boca na pele lisa, quente, macia. Ela ainda de lingerie. Eu sentindo aquela textura, aquele cheiro.

Ela tirou o sutiã, ainda de pé, e eu fui direto aos seios dela. Aqueles seios. Firmes, cheios, lindos. Os bicos duros, sensíveis, vivos. Chupei devagar. Me demorei ali.Depois ela se deitou.E eu não aguentei mais. Fui direto aos pequenos lábios da moça.

A pele macia, quente, aberta, convidativa. Minha boca explorando tudo. O gosto, o calor. Eu a chupava enquanto sentia o corpo dela reagir. Coloquei um dedo: ela começou a tremer. Coloquei o segundo: ela se perdeu. E como é bom ver a Angel se perder, é uma das melhores experiências que um arenista desse site pode ter.

Ver o corpo dela se contorcer enquanto eu fazia aquilo. Ouvir a respiração mudar. Sentir os movimentos involuntários, os pequenos gemidos que ela tentava conter. Depois paramos um pouco para recuperar o fôlego.

Enquanto a beijava, podia sentir nossos rostos roçando. Pele com pele. O cheiro dela era encantador. Depois entramos na penetração. Ela se entregava. O corpo dela parecia atravessado por uma energia quente e repleta de volúpia. Depois de um tempo, ela pediu para mudar de posição. Fomos de quatro. Não é minha preferida. Fiquei um pouco ali e sugeri que ficássemos em pé. Essa foi maravilhosa. Eu a puxava pela cintura, ela vinha contra meus quadris, num ritmo constante. Também puxava os cabelos dela para trazer o corpo mais junto do meu. Apalpava os seios, os bicos entre meus dedos, enquanto a penetrava devagar.Uma delícia.

Ela perguntou se eu não ia gozar e em que posição eu costumava fazer. Sugeri de bruços. Ela se virou, espalmou o corpo na cama como quem se oferece sem pedir.

A coluna fazia uma curva linda, os quadris levemente erguidos, aquela perfeição em forma de mulher diante de mim. Tentei chegar ao meu ápice, mas não consegui.

Tentamos por último de ladinho. Ela se virou de costas para mim, mas não distante. Os quadris ainda encostados. Me encaixei atrás dela. Minha mão encontrou a barriga, depois subiu até os seios. Seguia o mesmo ritmo de antes, mas ainda assim não chegeui lá. Não por falta de prazer. Pelo contrário. Meu corpo estava tão sensível que parecia não conseguir mais atravessar aquele último limiar. Mas isso, curiosamente, não estragou nada.

Ela percebeu. Virou de frente pra mim. Encaixou a perna na minha. Ficamos ali, conversando. Eu observando o corpo dela. Passando os dedos pela pele. Uma das melhores experiências do meu ano.

Angel Garcia é de fato uma profissional que sabe dar prazer a um homem, alguém capaz de nos oferecer uma dimensão nova e decisiva. Uma verdadeia profissional que não falsifica, não trapaceia, limita-se a cavar em nós o mais fundo e irredutível dos nossos prazeres. Não sei quando vou revê-la e isso faz sofrer, mas esse não é um mundo para amantes irresponsáveis, sei bem disso.

Até uma próxima, Angel, quem sabe no fim do ano.