09 de Novembro de 2025 às 18:59
LANA FLOWERS
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Olá, confrades! Mais uma vez aqui para deixar meu humilde relato em forma narrativa. Sei que muitos podem achar estranho, mas adoro contos eróticos. Na verdade, acredito que seja o que de melhor existe na nossa literatura. No cinema também (salve a pornochanchada brasileira). Enfim, também acredito que seja a melhor forma que tenho para descrever positivamente as experiências que essas mulheres me proporcionam. Sério, são algumas das melhores de toda a minha vida. Por isso, relevem toda liberdade poética que me dei neste relato.

E Lana, obrigado por uma tarde quente em uma quinta-feira fria:

Quinta-feira (6/11)

Nosso encontro é adiado em uma semana pelos eventos apocalípticos no Rio de Janeiro. Cidade maravilha, purgatório da beleza e do caos. Ainda assim, dias depois, lá estava ela, como se todo o caos fosse apenas um cenário que servia de moldura para seu espírito provocante.
Quando abriu a porta da sala, o ambiente exalou perfume de uma mulher que tem tudo que precisa para abalar o seu psicológico. Ela me olhou por sobre o ombro e disse, num tom que mais parecia uma lembrança do que uma fala:

— Aceita uma Heineken? Se nada der certo, pelo menos sai de barriguinha cheia.

A oferta da bebida só não foi melhor que sua facilidade de desenvolver uma conversa tão boa que fluía como um rio preguiçoso. O apartamento dela era um refúgio primaveril: abajur, cortinas, quadros, tudo remetia a um jardim de flores exuberantes e de cores profundas. Uma atmosfera simbólica de alguém que sabe exatamente o que está fazendo.

Vou para o banho. As águas quentes do chuveiro já principiavam o calor do seu corpo. Ao sair, tomo um gole de cerveja incapaz de saciar a minha sede de sua pele, do seu cheiro. Sou puxado para perto de sua boca. Nossos lábios parecem velhos conhecidos, sabem bem se corresponder. Sugo os dela de forma lenta e gradual. Não temos pressa, aproveitamos o momento para nossas mãos explorarem nossos corpos e sentirem a vibração que toma posse de nós, que eleva a temperatura a um estado febril. Ela usava a lingerie de sua própria escolha e, por vontade própria, libertou-se da roupa que escondia as curvas de um corpo perfeito. Seus seios grandes se projetaram para mim, os bicos durinhos eram um verdadeiro convite à perdição.

Nos lançamos sobre a cama larga e lisa, profusamente coberta por travesseiros e cobertores prontos para serem amarrotados num cenário de uma grande batalha. Com ela já nua, observo os rabiscos em suas pernas longas e esbeltas, desenhos de flores que se estendiam até aquela raba generosa cortada por uma marquinha de biquíni. No meio daquele lindo jardim, vejo uma Esperança vermelha pronta para devorar o parceiro.

Reclino-me sobre seu sexo e me delicio. Chupava e esfregava a ponta da minha língua no seu clitóris, enquanto meu anelar e indicador já brincavam dentro dela. Seu corpo tremia, as pernas tensas a ponto de saltar. De vez em quando, ela colocava a mão na minha cabeça para controlar o frenesi. As palavras que saem de sua boca me insultam, me ofendem e despertam em mim prazer tal que meu pênis já não responde por si, quer esticar-se na direção dela para alcançá-la e penetrá-la.

— Não vai nem me deixar te chupar antes? – Perguntou ela.

Me deixou arquejar como um cachorro no cio, mas não foi um problema, afinal, estava completamente deliciado com a visão que se formava na minha frente. Aquela boca vermelha e língua carnuda passavam por toda a região entre as minhas pernas antes de chegar ao destino final, sabia bem brincar como devia. Lambe com ternura e demora-se ali na ponta da cabeça. Até que engole por completo a ponto de deixar Linda Lovelace com inveja. Meu garoto vai até o fundo de sua garganta, vai e volta, vai e volta. Sou tomado de um êxtase idílico.

Finalmente, encapo quem deve ser encapado. Atirei-me sobre ela, sua língua dentro da minha, meu pênis forçando passagem para dentro dela. Ficamos no “papai e mamãe” por um bom tempo. Penetrava aquela boceta carnuda, quente e molhada como se aquela atitude fosse a única razão que justificava minha existência. Cada vez mais, ela insistia em me praguejar e me dar ordens.

- Ah, seu filho da puta! Me come do jeito que você quer! Você é um safado! Fode essa paraense! – Repetia ela, obsessivamente, trêmula e ofegante.

- Quero te deixar louca como nenhum outro homem jamais deixou! – Susurrava eu em seu ouvido. Por mais que minha fala simbolize uma vontade por demais idealizada e até mesmo egoísta, qualquer caro leitor irá me perdoar e compreender, uma vez que momentos como esse despertam em nós as mais legítimas fantasias.

Nossos corpos dialogavam numa mistura única enquanto o suor escorria. Minha barriga esfregava-se na dela. Meus lábios colados aos dela. Meu peito pressionado pelos seus seios. Carnes quentes deliciando-se à fricção.

Variávamos posições para tomar fôlego. Ela vinha por cima, ereta, para que minhas mãos pudessem acariciar os seus seios fartos. Deitada sobre mim, beijando o meu rosto e pescoço enquanto sentava com ímpeto, com os músculos daquela bundinha batendo em minhas pernas. Nossa última posição foi de bruços, minha favorita. Eu penetrava com vontade ao mesmo tempo em que ela se masturbava com o vibrador por baixo. O nosso ímpeto foi tal que derrubamos a cabeceira pendurada na parede atrás da cama.

Termino o encontro pensando em como definir uma mulher incapaz de ser definida em poucas palavras.

Ela é um vinho adocicado e envolvente, mas não um daqueles que se mata toda a vontade de tomar num gole só. Uma hora é pouco para desfrutar de sua presença. Definitivamente, você sai de lá querendo mais, com um nome na cabeça e uma certeza na vida.

Lana Flowers: mulher destinada a fazer feliz todo aquele que puder tê-la, seja por muito ou por pouco tempo. Com ela, porém, tudo é relativo. Ela dá sentido à teoria da relatividade de Einstein. Segurando uma panela quente, um minuto parece uma hora; segurando uma mulher gostosa, uma hora parece um minuto.