https://onixterapias.com/terapeuta-info.php?p=HELLEN&s=425
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Para não deixar a memória escapar e para evitar sonegar um relato e os detalhes de uma experiência que me marcou, resolvi registrá-la logo, semanas depois. Algumas lembranças pedem esse gesto: serem escritas antes que o tempo as dilua.
Tudo começou em janeiro, quando voltei ao Ônix depois de um longo período sem aparecer por lá. Pedi, como de costume, uma apresentação das garotas. Entre elas duas me chamaram atenção: Mavie e Hellen.
Naquele porém, porém, escolhi a Mavie. O que ficou comigo da Hellen foi apenas o olhar que ela me lançou. Não foi um olhar casual. Havia ali um desejo silencioso. Saí do Ônix com a sensação estranha de que ainda voltaria para encontrá-la.
Algumas semanas depois, numa sexta-feira à tarde, resolvi fazer exatamente isso.
Eu já tinha um compromisso mais tarde: iria assistir a um show no Circo Voador, na Lapa. Era início de mês e pensei que não custaria nada passar rapidamente pelo RB 156 antes de seguir para os Arcos. Durante a tarde marquei com ela.
Quando cheguei ao Ônix, ela me recebeu com um beijo e, imediatamente, com o mesmo olhar que eu lembrava de janeiro: direto, quente, quase curioso.
Perguntou se eu queria ficar naquele quarto ou ir para outro.
Escolhi uma das cabines do meio, as que já me eram familiares. Tomei um banho rápido e a esperei.
Quando ela entrou, começamos imediatamente a nos beijar. Não havia muita cerimônia. Logo tirei sua calcinha e o sutiã, deixando que minhas mãos percorressem aquele corpo pequeno, magro e firme.
Há uma peculiaridade em Hellen que me marcou muito.
Ela parece ser uma mulher bem-vivida, dessas que carregam no corpo pequenas marcas de noites históricas. E o beijo dela tem um gosto específico: chiclete misturado com cigarro. Para muita gente isso talvez fosse desagradável, mas em mim despertou algo curioso, quase uma memória sensorial.
Era o gosto típico daqueles lugares iluminados por néon que vivem no centro das cidades: os puteiros discretos de São Gonçalo, Niterói ou Rio de Janeiro. Ou mesmo o velho Up House Night Club da Laá. Um sabor urbano, noturno, familiar. E eu gosto disso. Aquilo aumentou ainda mais meu desejo.
Passei a explorá-la com mais intensidade, beijando seu corpo e descendo lentamente até entre suas pernas. Enquanto eu a saboreava, ela gemia e suspirava baixo.
Em determinado momento o celular dela tocou. Ela interrompeu por um instante para atender. Por um segundo achei que aquilo pudesse quebrar o clima, mas foi rápido. Ela digitou e voltou imediatamente.
Quando retomamos, ela parecia ainda mais entregue. Continuei entre suas pernas enquanto ela respirava mais fundo, e depois a puxei para mim.
Hellen é baixinha e magra, o que me permitia segurar seus ombros com facilidade, controlando melhor o movimento do meu corpo, a cadência, a firmeza, a profundidade.
Ela respondia com gemidos curtos, o corpo acompanhando cada movimento. Não havia exagero nem encenação, apenas uma entrega muito direta. Foi uma experiência intensa.
E saí dali com a impressão clara de que Hellen é dessas mulheres que sabem transformar um encontro breve em algo memorável, especialmente para quem aprecia esse tipo de presença r esse tipo de energia.
Mais uma daquelas histórias que o Ônix, vez ou outra, ainda sabe proporcionar.
