https://gparena.net/social-feed-user.php?id=35808
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Quando ela se despediu, aproximei o rosto para beijá-la. Ela fez o mesmo, mas, no último instante, em vez de um beijo completo, apenas encostou de leve os lábios nos meus. Um toque mínimo, calculado, e saiu sorrindo, com aquele ar de provocação tranquila que deixa o corpo inteiro em alerta. Naquele momento, soube com absoluta clareza que precisava sair com aquela mulher. Precisava sentir de verdade o gosto daqueles lábios, confirmar com o corpo o que meu espírito já havia sentido. E eu estava certo.
Naquela época, a Baby Girl ainda não tinha local fixo. Atendia apenas em hotel ou motel, e eu, que costumo sair apenas com garotas que têm local próprio, acabei deixando-a mais ao fim da lista, à espera de uma mudança. Quando, no final de dezembro, ela anunciou que passaria a trabalhar com local, a alegria foi imediata. No início do ano, já marcamos.
A ideia era que fosse logo na minha primeira semana de janeiro, mas, por impossibilidades práticas, deixamos para o final do mês. Ficou marcado para o dia 24, um sábado. Inicialmente à tarde, mas, por alterações na minha rotina, acabamos acertando às 11 horas da manhã. Cheguei atrasado. Vim de São Gonçalo, o ônibus demorou mais do que devia, e acabei chegando por volta de 11h10, talvez 11h20.
Avisei por mensagem. Ela estava tomando café ao lado do prédio. Pouco depois, vi-a sair em minha direção: linda, segura, vestindo um shortinho e uma jaqueta de couro, e com aquele sorriso único. Abriu a porta para mim. Subimos de elevador conversando sobre coisas da vida dela, banalidades que só existem para preencher o tempo antes do inevitável.
Como eu já estava de banho tomado, assim que entramos, começamos ali mesmo. Os beijos vieram sem cerimônia. Reencontrei aqueles lábios e, enfim, pude sentir de verdade o gosto que tinha ficado suspenso desde a festa do Arena. Ela já tinha se despido e estava só de calcinha e sutiã. Desci pelo corpo dela, beijei os seios siliconados, deixei a boca deslizar pela barriga, e então tirei a calcinha. A visão foi arrebatadora.
Comecei a chupá-la. A pele quente, aberta, convidativa. Tudo nela parecia responder com facilidade, como se o prazer fosse um estado natural. É simples, direta, inteira quando chega ali. Uma mulher de energia clara, viva, presente. Valeu cada segundo.
Voltei a beijá-la. Então ela disse que agora era a vez dela. Virou-me, começou a beijar meu corpo e desceu. Tem velocidade, talento, uma boca quente e nervosa que sabe exatamente o que faz. Depois, me encapou e, com um sorriso quase teatral, disse a frase famosa do Coronel Jesuíno, de Gabriela:
— Se prepare, pois vou lhe usar.
E usou.
Veio por cima, sentando em mim, variando posições, até se virar na cavalgada invertida. De costas, pude ver aquela bunda maravilhosa, com uma pequena mancha arroxeada na nádega esquerda, um detalhe que tornava a cena ainda mais real, mais carnal. Era uma visão perfeita.
Depois descemos o ritmo. Ela se deitou ao meu lado, relaxou. Fomos para o clássico papai e mamãe, variando velocidade, sentindo o tempo se dilatar. Pedi para chupá-la mais um pouco. Aquela boceta tinha gosto de céu. Literalmente. E era lindo vê-la se entregar, perder o controle, se deixar ficar ali inteira, aberta ao momento.
Não era apenas uma mulher linda, cheirosa, gostosa. Era uma loba, manifestando seus instintos sem freio, sem cálculo. Isso não tem preço.
Seguimos variando. Ela perguntou qual posição eu gostava mais. Disse que de bruxos, mas que preferia evitar naquele momento para não gozar rápido demais. Ainda assim, no meio da entrega, acabamos indo. Houve pausas. Momentos de aftercare. Estava frio, e era bom tê-la abraçada, colada ao peito, falando baixo no meu ouvido, sorrindo. E um dos momentos ela se levantou e sentou sobre o meu quadril. Pude admirá-la num contra-plongé tarantino. Ela me olhando sorrindo de cima, com os cabelos escorrendo pelos ombros enquanto eu deslizava minha mão pelo seu corpo, seu corpo, meus dedos por sua pele. Eu só pensava em uma coisa: em um universo alternativo, como deve periogo, mas ao mesmo tempo bom amá-la.
Passado esse momento, voltamos à intensidade.
Apesar da excitação, não consegui chegar ao ápice. Sugeri que talvez, se ela me chupasse novamente, eu chegaria perto. Tentamos. Não foi suficiente. Ela então sugeriu o facefuck, a primeira vez que fiz isso na vida. Foi interessante, mas ainda assim não bastou.
Ela fez questão de que eu não saísse dali sem gozar. Sugeri que eu mesmo me masturbasse enquanto nos beijávamos, com o rosto dela colado ao meu. Foi assim que consegui. Um pouco mais difícil, mas cheguei. Ela engoliu tudo, com talento e naturalidade.
Depois, ficamos mais um tempo deitados, aconchegados no chamego, conversando sobre a vida, sobre esse universo, sobre o meu passado e o dela. Foi uma troca real. Não apenas química de corpos ou de gametas, mas algo mais fundo, mais raro.
E quando isso acontece, porque não acontece em todo encontro, a gente entende um dos motivos pelos quais ainda vale a pena escolher essa vida que levamos. Porque nesse nosso mundo particular e marginal, o que acontece entre quatro paredes é mil vezes mais real, mais denso, e Babygirl, numa palavra, “mais mulher”. Percebo, então, que muitos não vivem realmente, apenas imitam a vida. Muitos fingem, fingem até no leito conjugal. Nada conhecem, nada sabem das paixões que poderiam alçar à plenitude da sua condição humana. Já Babygirl, não. Está nesse nosso mesmo mundo marginal, mas “vive”. Tem autenticidade, a gana, a garra e o delírio necessários para nos deixar loucos.
