12 de Dezembro de 2023 às 20:07
Conheci Dandara na festa do Arena. Já calibrado, lembro pouco do que conversamos, mas recordo que nos provocamos, que fiz Dandara dar uma volta em torno do próprio corpo enquanto a segurava pela ponta dos dedos, só para observar o quanto estava linda. Simpática, ela acompanhou o movimento, sorrindo e, se não me engano, chegou a ensaiar um rebolado discreto. Lembro também que mordi seu braço para ter certeza de que era de verdade. Ficamos mandando corações um para o outro durante todo o evento, sempre que nossos olhares se tocavam. Dandara foi uma das estrelas da festa, tive a impressão de que orbitávamos ao seu redor.
Dandara é uma paraense muito bonita, negra, de cabelos escuros e naturais, um penteado afro que chama a atenção. Tem os olhos cor de mel, muito comunicativos. Seu sorriso é estimulante, evoca piadas e provocações para que apareça com maior frequência. Chegou bem vestida no hotel, com uma calça despojada, um top colorido que deixava sua barriga de fora e carregando algumas bolsas de viagem. Estava de salto, o que a deixou em uma altura muito boa para um primeiro beijo. Nos cumprimentamos, ela respirou um pouco, tirou da sua bolsa algumas camisinhas e perguntou se poderíamos colocar uma música. Tentei meu Spotify, mas a internet estava oscilando e eu não quis perder tempo com aquilo. Fui ao rádio do quarto e sintonizei uma estação qualquer.
Imaginei que ela fosse para o banho quando chegou, mas veio de imediato me beijar. Tomei banho na parada da viagem, me informou. Estava cheirosa, a pele muito lisinha, privilégio da pouca idade. O beijo foi de reconhecimento, mas provocativo, apertando seu corpo contra o meu com vontade. Logo se desfez do top e mostrou os seios pequenos, com um piercing em cada um. Chupa!, ordenou gentilmente. Não tive dúvidas em obedecer.
Dandara gosta de comandar e curte, igualmente, um espelho. Tirou a calça, conferiu como estava o visual. Apenas de calcinha e salto, virou de costas e me ofereceu o bumbum. Sentei na cama e a beijei, a bunda bem formada, recheada, apetitosa. Ela sorria e olhava para o espelho. Depois se virou e arrancou minha cueca. Até para colocar a camisinha, Dandara me surpreendeu. Se eu não estivesse atento, sequer perceberia meu pau já protegido. Ela tem a manha de esconder o preservativo na boca e vem te chupar com a maior naturalidade. Um piscar de olhos e a camisinha já está acoplada até a base. Rápido, discreto e prazeroso. Começou um boquete sem cerimônia. Engoliu meu pau, engasgou, olhou para cima e sorriu com os lábios molhados. Voltou-se para o espelho e achou que havia uma posição melhor. Ficou de quatro na cama, me oferecendo um visual que poderia ser, facilmente, um quadro naquelas paredes já acostumadas a tanta putaria. O boquete da Dandara me deixou alucinado. Perfeito, alternava entre o carinhoso e o devasso. Beijos, chupadas, lambidas. Pau inteiro na boca, sem hesitação, testículos sugados e acariciados.
Começamos com ela por cima, onde variou entre sentadas vigorosas e uma esfregação que foi puro deleite. Ela é muito intensa e o tempo todo, se você permitir, toma a iniciativa. Como eu estava curtindo o espetáculo, deixei que ela liderasse a dança dos corpos. No ápice do tesão, me deu um tapa rosto e me chamou de safado. Girou o corpo 180 graus e sentou de costas. Não aguentei a vista e desferi um tapa na sua nádega direita. Bate mais forte, pediu olhando para trás. Intensificou os movimentos enquanto eu a estapeava de maneira ritmada, as palmas e os dedos marcando sua pele escura. Depois ela me puxou para a beira da cama e sentou em meu pau numa cadência tão absurda que quase me fez gozar.
Coloquei Dandara de quatro, de frente para o espelho e a comi freneticamente. Ela me olhava pelo reflexo e me pedia para bater em sua bunda e apertar sua nuca. Pegou na minha mão e me pediu para acariciar seu cuzinho. Depois de tanto estocá-la de 4, a empurrei em direção ao colchão e comecei a comê-la de bruços forçando o pau dentro dela o máximo que podia. Pelo espelho podia ver que revirava os olhos sempre que eu tentava preenchê-la por inteiro. Como já estava próximo de gozar, coloquei-a de frente com seus pés em meus ombros e avancei sem qualquer limite para dentro dela até alcançar o clímax. Quando caí desfalecido ao seu lado na cama, ela veio e beliscou meu mamilo. O que tinha sido tudo pra mim, aparentemente, tinha sido um passeio no parque para ela, ainda estava cheia de energia.
Dandara foi ao banho enquanto eu abri a garrafa de vinho. Enchi os dois copos, brindamos e depois fui me limpar. Quando retornei, ela me deu pouco espaço para respirar. Sentou logo em meu colo, beijou minha boca ainda com vestígios de vinho na língua e quis saber se eu queria começar de novo. Deixa eu beber um pouquinho, pedi. Então ela se levantou e foi dançar. Aumentou o som do rádio e ficou me provocando. Quando sequei o copo, fui novamente ao encontro do seu corpo. Me beijou enquanto rebolava. Tirou minha cueca, ajoelhou no chão e voltou a me chupar. Puxei-a para a cama, me deitei entre suas pernas e comecei a lamber seu grelo. Adoro barba, esfrega o cavanhaque na minha bucetinha? Obedeci enquanto refletia sobre o cavaquete, uma modalidade até então desconhecida para mim, mas que deixou Dandara em êxtase. Alternamos na sequência para um 69 alvoroçado, onde ela alternava entre se esfregar na minha boca e engolir meu pau até engasgar e lacrimejar. Após um tempo, levantou me puxou até um canto do quarto, empinou a bunda, virada de costas e pediu: me come contra a parede. Confesso: eu adoro trepar de pé, seja qual for a posição. Só o fato dela ter se oferecido daquela forma, já deixou meu pau a ponto de explodir. Não sei qual a mágica Dandara fez, mas o encaixe foi perfeito apesar da diferença de altura. Fiquei ali engatado, empurrando-a contra o concreto, lépido de prazer. No meio do intercurso ela apoiou um dos pés na cabeceira da cama e me fez comê-la de cima para baixo. Fomos novamente para o colchão e após alternar algumas posições, gozei com ela de bruços, o pau metido até o talo, latejando as ultimas gotas de esperma na camisinha imprensada entre suas pernas.
Cansados, voltamos ao vinho, ao papo descontraído e algumas ideias sobre vida, preferências pessoais, drogas e quaisquer amenidades. Dandara ainda insinuou um terceiro round em pouquíssimo tempo, mas eu pedi um folga. Assim tu me mata, falei. Ela riu, me deu um beijo e me provocou com um olhar fulminante. Minha mente até queria, mas eu estava anestesiado de tanto prazer que ela havia me proporcionado. Na próxima a gente tem que fazer anal, comentou. Preciso dizer que vai ter repeteco?