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RELATOS DO CERVEJA

ANGEL GARCIA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97726-9346
ANGEL GARCIA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO R$0.00 SIM

22 de Julho de 2026 às 10:07



Meu avô jogava no bicho duas vezes por dia: antes das 14h e perto das 18h. Quando ele ficava com preguiça de ir à rua conferir o resultado, dava a ordem: vai lá perto da banca de jornais, se o anotador não estiver, pega o papel que fica dentro do copinho de mate e traz pra mim. Eu ficava contrariado quando tinha que parar de brincar pra fazer isso. Se estivesse estudando, não ligava muito. Atenção no horário que tá escrito e traz o papel certo, ele repetia antes de me ver sair pela porta, só porque teve aquela vez em que eu peguei a anotação errada e ele ficou sem saber que não tinha acertado nada.

Ele me ensinou como jogar na dezena, na centena e no milhar. Ensinou a cercar também. Ficava olhando as placas dos carros que passavam e acreditava nas mensagens dos sonhos. Recebia o sinal sei lá de onde e apostava. Às vezes os mensageiros mentiam, ou ele os interpretava incorretamente. Quando ganhava uma grana, me dava uns trocados. Nunca soube a proporção entre erros e acertos para ver se valia a pena, mas sempre intuí que fosse uma questão matemática.

Nunca recebi qualquer recado em forma de números. Ou não soube interpretar meus sonhos. Talvez por isso jamais tenha feito apostas de forma regular, com exceção de algum bolão em época de copa do mundo ou em alguma zoeira com meu time. Hoje o jogo bicho como meu avô conhecia ainda existe, mas sua atuação é bem mais tímida. Como quase tudo, evoluiu e se expandiu para outros modelos. Surgiram as Bets. Muitos amigos já apostaram, mas eu mesmo nunca entrei para ver como é. Sequer tenho cadastro em quaisquer delas. Também não costumo jogar na megasena ou em loterias. Nem Casinos, por maior proximidade que tenham com o mundo da putaria (onde tem grana, a carne fala alto).

Este encontro, contudo, foi fruto de uma aposta. Brinquei com a Angel por mensagem, minha luso-brasileira preferida, perguntando sobre a seleção de Portugal na copa. Papo vai, papo vem, lancei a sorte: a gente podia fazer uma aposta heim. Vamos, ela respondeu. Arrisquei os termos, ainda em tom de brincadeira: se eu acertar o placar, eu te pego, se você acertar, me pega. Sagaz, ela devolveu: se você acertar, vem aqui namorar e não paga; se eu acertar, você paga o dobro e ainda faz um baita relato. Fechado, respondi e depois fiquei pensando se meu avô teria orgulho do meu lance com a sorte.

Perdi a aposta, mas ganhei também. Angel chegou a duvidar se eu cumpriria minha palavra. Mas ê claro que sim, reafirmei por mensagem. Esta aposta é um ganha-ganha pra mim. Como assim?, ela quis saber. Muito claro: se eu ganho, te como com gentileza e ternura; se eu perco, te como também, mas com outro espírito: revanche, vingança ou compensação. Ela riu e devolveu a brincadeira: se eu perdesse também não ficaria nada chateada de ter que te atender.

A Angel estava toda de branco quando me recebeu. Eu lembrava dela linda nas minhas memórias, mas o que vi superou qualquer registro. Ainda estava lá o mesmo sorriso encantador, os olhos faiscantes e o rosto delicado. Os seios me chamaram mais a atenção desta vez. Apertados no decote, gritavam por liberdade, a pele branquinha, pecado puro.

Não fizemos nada que fosse exótico. Beijos quentes, toques provocantes e toda a chupação que uma boca sacanagem precisa ter. Não fizemos nada fora do comum, mas a experiência do básico veio com o sabor do extraordinário. Já repeti aqui que acho a Angel linda, mas o espetáculo visual toma outro rumo quando você está entre suas pernas, com a boceta nos lábios e olha pra cima para admirar a expressão de prazer que ela faz. Apertava o bico de um dos seios, mordia os lábios de tesão e guiava minha mão para o prazer do momento. Ela gozou segurando meu cabelos e depois me confessou que eu era um problema, mas que estava precisando namorar gostoso assim. Trouxa, bobo, ingênuo, comentários como estes me pegam.

Quando a Angel veio por cima de mim, eu fiquei quieto, apertando seu corpo enquanto apreciava o espetáculo do melhor lugar que a casa poderia me oferecer. Quando cansou, me convidou para comê-la de quatro, onde desfrutei da visão de sua bunda, costas e cabelos em movimento por conta das minhas estocadas. Gozei no papai-mamãe olhando no profundo daqueles olhos claros enquanto sentia meu pau pulsar na prisão de plástico.

Durante a conversa, falamos sobre a copa, sobre a performance patética da seleção amarelinha e da pouca efetividade de Portugal diante da promessa de seus talentos individuais. Precisamos apostar mais assim, comentei entre seu braços. Sempre que quiser, ela concordou. Nos despedimos depois de banho, água e mais beijos. Conversamos por menagem posteriormente sobre a decepção de Portugal. Promete muito, entrega quase nada. Diferente de quando estamos juntos. Surgiu então a notícia do JJ no comando da seleção portuguesa. JJ vem aí, agora Portugal tem chance. Bora apostar?

Don Draper, Frank49, Mayke, Resolvo, Portugal, Angel Garcia, EscorpioAanonimo, Babizinha BBW, Andrews, Raf, HC, PauloCesar, Dan Spock, Mítico, Conde Da Valáquia, joseph1973, Ikki RJ, Oscar, The Shy, curtiram esse TD.
CINDY PERSONAL - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98422-5046
CINDY PERSONAL
POSITIVO
TEMPO: 40 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO R$0.00 SIM

22 de Junho de 2026 às 12:06



Mais um "atrasado não é sonegado".

Dois fatores resultaram nesta foda: acordei com um tesao de cavalo e a Cindy anunciou uma promoção no Arena. Quando o tesão é de bicho, não adianta namorico. Precisava de putaria, falar e ouvir sacanagem. Uma cavala era a melhor opção e, pelos anúncios, a Cindy parecia uma ótima escolha.

Mandei mensagem e ela foi objetiva ao explicar como funcionava: R$ 200 por 40 min. Anal era a única restrição. Muito organizada, me explicou que higiene era imprescindível: banho e listerine obrigatórios. Achei franco e certeiro.

A Cindy tem um espaço muito bom, bem amplo e organizado. Minha memória pode me trair, mas acho que tem maca para massagem e um cama grande. Ela foi bem simpática ao me receber e bastante protocolar. Já me esperava com uma toalha e me orientou sobre o banheiro. Ela estava de lingerie branca transparente e um robe bem fininho que deixava ver o quanto é gostosa e dedicada com os treinos. Os seios enormes e siliconados desenhavam um convite em seu decote. Quis logo abocanhá-los, mas precisa ir ao banho antes. Perguntei se ela realmente era personal ou se fazia parte do personagem. Ela confirmou a primeira hipótese e eu comentei que ela estava muito bem. Enquanto ia ao banheiro, fiquei me perguntando quais cavalas da minha academia também aceitariam um agrado por alguns minutos de sacanagem.

A Cindy é exatamente o que está no anúncio: baixinha, sarada, coxas muito grossas, bunda e seios gigantes. Tudo durinho de academia. Quando voltei do banho, ela estava na cama me esperando. Levantou ao me ver e trocamos os primeiros beijos. Sem muita cerimônia, talvez devido ao tempo contratado, ela desceu rapidamente para um boquete. A técnica dela me agradou bastante, sempre tenho mais tesão quando as meninas usam as mãos e a boca ao mesmo tempo. O pau endureceu rápido, deu logo vontade de partir pro vuco, mas o corpo torneado da Cindy pedia, ao menos, uma exploração mínima de mãos e língua. Ela reagiu bem aos carinhos nos seios e se entregou quando passei a chupá-la. Na empolgação, penetrei de leve com um dos dedos e ela imediatamente me advertiu: dedinho não, amor, é que a unha pode machucar e a gente só sente depois. Entendi a preocupação e prossegui apenas com a língua. Curtindo a brincadeira, ela me incentiva a prosseguir com os devidos impropérios: chupa essa buceta, isso, lambe esse meu grelão que vou gozar na tua boca, filho da puta. Mantive a pressão enquanto ela rebolava o quadril e puxava meus cabelos. Não demorou muito e gozou. Os xingamentos seguiram firmes enquanto curtia o orgasmo, que foi sonoro e intenso, na medida da putaria que eu estava procurando. Minha mãe, coitada, talvez nunca tenho sido ofendida tantas vezes em sequência.

Depois de recomposta, ela me pediu para deitar e veio dar mais um grau na rola antes de iniciarmos a metelança. Boquete nervoso, pau em riste, camisinha no brinquedo. Ela veio por cima com uma sentada que me deixou maluco. Pressão absurda, justificando com rigor todo investimento na academia. Enquanto quicava na rola, me xingava pedindo pra foder sua boceta. Trocamos para um papai-mamãe depois de um tempo. Novos impropérios trocados, apertões na minha bunda e o pau socando pilão a toda velocidade. Finalizei com ela de quatro depois de cansar do ppmm. Aquele rabão impecável pro alto era um convite à socação frenética que antecedeu o gozo. Mete forte nessa boceta, ela ordenava, me enche de leite, filho da puta! Gozei gritando enquanto desferia uns tapas naquela bunda branquinha. Os estalos e a marca das mãos ainda estão na minha imaginação. Mamãe tinha sido ofendida, mas estava vingada.

Mr69, AgSCNt, Lone_Wolf89, Portugal, Ghost Shady, Raf, Kabbelludo, Getúlio, Eddie Adams, Mítico, Conde Da Valáquia, Saulo Top, Duelista, Thor de Copacabana, Jucabar, Cindy Personal, Eva Sanchez, curtiram esse TD.
DULLA - LUNNA RIZZO & CAROL LIMA - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96429-8378 / (24) 99860-2490
LUNNA RIZZO
POSITIVO
CAROL LIMA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$500.00
LUNNA RIZZO
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 SIM
CAROL LIMA
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

17 de Junho de 2026 às 11:06



Mais um capítulo da série: colocando relatos antigos em dia.

Teve vinho e cerveja depois da pegação com a Lunna. Oportunidade pra descansar no sofá enquanto assistíamos a clipes de música na TV. A afinidade transcende a cama: coincidências na música, convergências nas bebidas e na gastronomia. Lunna tem bom gosto e é de muito bom gosto, além de uma gostosa do caralho. O álcool quis falar por nós e eu puxei o assunto: pô, a gente já se pegou de todo jeito, mas nunca rolou com outra menina junto, né? Ela olhou pra mim com espanto e devolveu: só porque tu não gosta! Porra, claro que gosto! De onde tu tirou isso!? Ué, nunca vi relato teu com duas meninas, achei que não gostasse. Fiz alguns, mas já tem tempo, duas é um ótimo número! Vamos fazer então, homem! Vamos!, mas minha putaria, minhas regras. Ela riu e me olhou com cara de safada. Prossegui: eu escolho a menina e tem que ser inédita pra ambos, blz? Aceito!!, ela levantou a mão, passou por traz do meu pescoço e me puxou para um beijo demorado. Quando terminamos, Eddie Vedder cantava a incompreensível Yellow Ledbetter. Abri o Arena e comecei a olhar anúncios e relatos. Lunna bebericou o vinho e eu fiz o mesmo enquanto olhava o catálogo do Arena. Logo vi um relato da Carol Lima. Ela parece ser uma diaba, comentei, pena não mostra o rosto. Parece mesmo, a Lunna concordou. Gostosa eu to vendo que ela é, vamos arriscar? Vamos! No fundo, Eddie discordava de mim: I don't wanna stay / I don't wanna stay. Tudo o que eu queria era ficar.

Fiz contato com a Carol e posso afirmar: essa mulher é uma diaba até no WhatsApp. Quando fui tirar minhas dúvidas, ela mandou logo: gosto de tudo, amor. Mulher, homem, pau, buceta, cu. Sou completa de tudo. Depois disso, não precisou de muito papo pra me convencer que ia pegar fogo. Avisei a Lunna, acertamos os detalhes e marcamos pro no dia seguinte. Antes, brinquei: se eu estiver metendo bonito, tu vai ter que bater palmas. Idiota, ela me respondeu, adoro!

Cheguei levemente atrasado no dia. Subi de escada mesmo pra não precisar esperar o elevador. Do lado de fora do apto pude ouvir uma resenha animada entre elas. Não consegui decifrar as palavras, mas torci pra ser putaria e não uma briga. Quando entrei no apartamento, vi que o clima era leve e de empolgação. A Lunna me recebeu de lingerie e com um beijo doce. Logo vi a Carol, enrolada em uma toalha e rindo. Olhei pro rosto dela aliviado: porra, tu é gatinha d+! Ela agradeceu, um sorriso muito bonito e veio me beijar também. Se não fosse por minha necessidade de ir ao banho, acho que a brincadeira teria começado ali. Enquanto esfregava os sovacos, o pau e o fiofó, agradecia aos deuses da libertinagem: certeza que vai ser inesquecível.

Quando voltei do banho, as duas me puxaram pro embolado de corpos. Carol, animada, gritou: beijo triplo! Eu ainda tava de cueca, mas ela foram logo me despindo. A Carol olhou no fundo dos olhos da Lunna e decretou: tu é safada, bora chupar essa piroca em dupla. Fomos para o quarto e a sacanagem continuou. As bocas me devoravam, alternando saco, rola, punheta e o que mais puderam improvisar. Quando a Lunna engolia minha piroca a Carol narrava o jogo: olha que safada!, gosta de colocar o pau todo na boca! Depois ela tomava a iniciativa e fazia o mesmo. Eu ficava olhando pra ambas e rindo. Putaria é bom, mas putaria divertida é melhor ainda. Pedi pra Carol deitar na cama e fui chupar a boceta dela enquanto a Lunna sentava em seu rosto. Carol gemia e tremia no tempo todo enquanto devorava a boceta da Lunna, que depois de um tempo, veio me pedir pra comer ela. Isso, come ela de quatro que eu vou chupar essa boceta ao mesmo tempo. A Carol coordenava a putaria com maestria. Ficamos naquele vai e vem por um bom tempo até que a Lunna me pediu pra deitar pois viria por cima para gozar.



Que safada!, a Carol gritou ao ver que a Lunna se esfregava em mim cada vez com mais vontade e insensificava seus gemidos. Vai goza, goza no pau dele que eu vou chupar seu cu. Me desconcentrei por alguns segundos, mas segurei as ancas da Lunna com força e a pressionei com mais vontade sobre meu corpo. Ela começou a gemer ainda com sonoridade e depois desacelerou, arrumando os cabelos. Que gozada gostosa, a Carol riu enquanto dava uns tapas na bunda da Lunna. Olhei pra ela e avisei: agora é tu vez.

Coloquei a Carol de quatro e o que já estava no 220v foi para sei-lá-qual-voltagem. A todo momento ela incentivava minhas estocadas. Forte assim eu vou gozar, comentou passando uma das mãos por debaixo do corpo para alcançar a boceta. Vai que eu vou gozar me masturbando. Assim ficamos até ela conseguir, enquanto a Lunna se alternava entre beijar sua boca, seus peitos e também meus lábios.

Ambas pediram pra beber água. Lunna saiu pra buscar os copos e eu fiquei com a Carol no quarto. Essa piroca tá bem dura safado, disse enquanto apertava meu pau com uma força calculada. A Lunna retornou e, depois da hidratação, novo boquete em dupla, desta vez comigo deitado. Com a ereção no ponto máximo, a Lunna decretou: vem me comer de quatro. A visão dela nesta posição é inexplicável. Ao seu lado, Carol falava todo tipo de putaria e a bulinava com excitação e criatividade. Essa aí tá na Duracel!, comentei rindo enquanto eu mantinha e pressão na Lunna, que pediu pra trocar depois de algum tempo. Deitou de bruços e eu me encaixei por cima dela até esgotar as forças.



Pega outra camisinha que quero comer esse teu rabo, falei para a Carol depois de sair de cima da Lunna. Gosta de cu, né, safado?, ela sorriu, provocante, enquanto procurava o gel, que foi parar debaixo da cama. Começamos com ela de quatro. Vai devagar e depois de entrar, fica quietinho. Obedeci e quando ficou confortável, ela mesma tomou a iniciativa de ir rebolando. Em pouco tempo estávamos em na velocidade de ebulição. Meu tesão já estava no limite. Pedi que deitasse de bruços e larguei toda minha excitação no rabo dessa gostosa. Caí estafado entre as duas, que ficaram me acariciando e falando sacanagem.

Ficamos depois numa resenha bem animada. Abrimos algumas cervejas que levei e finalizamos com uma Bourbon County que eu estava deixando envelhecer na minha adega desde 2020. Uma cerveja potente à altura dessa dupla fenomenal.


Para deixar registrado sobre a Carol, nossa inédita nesse encontro: menina animadíssima, gente boa, divertida e sempre com um sorriso no rosto. Corpo jovial em dia, seios siliconados e uma munda apetitosa. Sua beleza me surpreendeu muito positivamente. Além de tudo, se joga na foda com gosto, goza espontaneamente e não para um segundo. Pra quem gosta de intensidade, ela é a escolha perfeita. Sobre a Lunna, não preciso comentar muito, basta ver meus outros relatos. Deixo apenas um emoji que resume tudo: 😍.

Cano, LuffyNewgate, Mr69, Ghost Shady, Pauros, Brand, HC, Luizinho90s, Raf, Tenista, Ifoode, Kabbelludo, Portugal, SiriusB, 4-4-2 Vida Rasa, onlyhaters, Conde Da Valáquia, EscorpioAanonimo, PauloCesar, Andrews, Eddie Adams, Ikki RJ, Mítico, Dexter22, Thor de Copacabana, Lunna Rizzo, curtiram esse TD.
BABYGIRL - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98187-9546
BABY GIRL
POSITIVO
TEMPO: 120 MINUTOS VALOR: R$420.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$140.00 SIM

17 de Junho de 2026 às 01:06



Este relato é pra colocar em dia alguns encontros antigos que estava devendo. Este é do início do ano, mas ainda vale 100% da experiência que tive com a Baby. Estava devendo um encontro com ela desde a última festa do Arena em novembro de 2025. Foi uma das primeiras que vi ao entrar no evento. Estava sozinha, tímida, mas muito sorridente, um batom vermelho marcando a boca bonita que ela tem. Diante do meu elogio, brincou: é que tenho 52 dentes. São todos lindos, devolvi. É que meu dentista é bom, ela embarcou. Eu só concordei.

Como meus horários são complicados e a agenda dela é devidamente disputada, acabamos demorando um pouco para finalmente marcar. Nos esbarrávamos por aí e ficávamos sempre com provocações mútuas. Da última vez, me deu um ultimato: nem com meu upgrade você vai marcar? Olhei para o decote e respondi que era difícil resistir. Fui pra casa naquela noite com a imagem na cabeça.

Marcamos no Sheik, centro da cidade. Fácil acesso pra ela, molezinha pra mim devido ao contrafluxo. 18:30 da noite e a garagem já estava cheia. Geral metendo, mané!, exclamei ao ver o manobrista que me recebeu e, depois de rir, me orientou sobre onde estacionar. Peguei meu cooler cheio de cervas e fui pro quarto. Na subida pro elevador, mandei foto do apto pra Baby. Ela respondeu avisando que já estava no Uber.

Chegou no horário, pontual. Estava discreta, roupa do trabalho civil, mas muito bonita. Não queria que você me visse desse jeito, comentou. Tá linda!, respondi e depois brinquei: sou chegado numa exePutiva. Passamos da saleta para o quarto e começamos a nos embolar. Senti a química funcionando de imediato. Desde a festa que eu queria colocar minha boca na dela, minha língua nela e meu pau em toda ela. A camisa foi longe. Depois o sutiã. Provei daqueles peitos novos enquanto ela suspirava. A Baby tem um beijo do tipo que eu gosto: intenso, quente e sem pressa. Ela respirava forte enquanto nos agarrávamos. Por mais de uma vez ela me pediu para deixá-la tomar banho e eu a enlaçava de volta. Na quarta ou quinta tentativa permiti que escapasse.

Ela voltou nua, enrolada apenas na toalha que eu arranquei do seu corpo assim que se aproximou. Tirei minha roupa e seguimos de pé até ela me chamar pra cama. Vamos eliminar a diferença das nossas alturas, disse e eu concordei. Continuamos aos beijos, mas eu quis logo provar outras partes do seu corpo. Tudo impecável, mas foi na boceta que eu me acabei. Participativa, ela gemia, afagava meus cabelos e rebolava. Passei um das mãos pelos grandes labios enquanto a chupava e ele me incentivou a penetrá-la com meus dedos, que em certo momento, passaram pro cuzinho.

A Baby teve uma reação muito divertida depois de gozar, enquanto nos acariciávamos. Entrelaçando uma das minhas mãos, suspirou e veio me parabenizar, dizendo que eu era muito bom naquilo. Batemos as mãos, as palmas estalando no ar como dois parceiros de putaria. Tô aí sempre que precisar, brinquei. Vou precisar, ela devolveu.

Quando ela veio me chupar, a coisa ficou séria. Eu já fantasiava que aquele boquete seria um dos pontos altos da foda, mas a Baby sabe o que faz e gosta muito do que faz. O que a boca dela tem de bonita, tem de atrevida. Foi precisa, sensual e irrepreensível. Quando eu começava a me preocupar com o perigo de antecipar o gozo, ela foi assertiva: vem me comer!

Ela quis começar por cima e me mostrou toda sua jovialidade. Sentou, rebolou e quicou, seus cabelos balançando e os seios exibindo o bom trabalho do cirurgião. Depois olhou pra mim e disse que ia sentar de costas. Mas sem tirar de dentro!, avisou. Girou seu corpo no próprio eixo tendo meu pau como encaixe. De costas, sentou e rebolou como se não quisesse outra coisa da vida. Brinquei com seu cuzinho enquanto observava aquele espetáculo de vários angulos possíveis. O espelho no teto foi parceiro na ocasião. No papai-mamãe, ela me pedia pra ir cada vez mais forte. A excitação era tanta que acabei gozando nesta posição.

Pegamos algumas das bebidas que eu tinha levado e a Baby me provocou: que cervejas de fresco são essas? Eu te falei que gostava de Heineken... Quis fazer uma surpresa, expliquei. Tá bom, abre aí e vamos provar. Ela detestou tudo e eu me dei por vencido: ok, eu desisto, tem Heineken também. Bebe que eu detono as outras. Ficamos rindo da situação e, sentados nus na cama, começamos a nos provocar. A mão dela foi parar no meu pau, a minha na boceta dela. Logo começamos a nos pegar novamente. Não quer tomar um banho?, perguntei. Só se você quiser, ela respondeu. Quero é te foder de novo!

Fizemos um sexo sujo, gostoso, o cheiro da putaria impregnado em nossos corpos. Sexo com cheiro de sexo, de gozo e de látex. O boquete dela me colocou em riste depois que chupei uma buceta melada. Pedi que ficasse de quatro e ela quis um segundo parar abrir a bolsa ao lado da cama, retirar um plug anal e me pedir para ajudá-la a inserir. Passei o lubrificante e coloquei devagar. Ela apertou o dispositivo e ele começou a vibrar. Vai, coloca o pau na minha boceta e me come.

As estocadas foram firmes, frenéticas e a vibração do plug funcionou como um adendo. A Baby gemia incessantemente. Tirou o plug, jogou na cama e quis meus dedos dentro dela. Com a ponta do indicador e do dedo médio eu sentia a fina parede que os separava do ir e vir do meu pau. Depois de algum tempo, no limite do tesão, deitei sobre ela e alcancei um gozo muito estonteante.

Poxa, nem comeu meu cuzinho, ela reclamou depois, quando estávamos de carícias na cama para descansar. É, suspirei, não deu tempo, mas você nem gosta, né?, emendei. Eu adoro!, ela se mostrou surpresa. Ué, que estranho, você cobra tão caro, passa a impressão de que não gosta. Ah, eu gosto de dinheiro também! E preciso, né? Justo, eu entendo, mas fica pra próxima. Não vai ter perdão.

No papo, descobri que a Baby é praticamente minha vizinha. Ofereci uma carona e ela aceitou. Fomos conversando, falando bobagem, nos provocando. Estávamos quase partindo pra uma nova putaria no carro quando uma blitz da Lei Seca me pegou de surpresa. Eu que já estou com a carteira em processo de suspensão, entrei em pânico e me desconcentrei. Felizmente, conseguimos passar ilesos e depois rimos da adrenalina do perrengue. Conversamos o restante do caminho, sempre às provocações, já combinando o que faríamos na próxima vez. Chegamos ao destino e nos despedimos com um beijo.

Foi um encontro que demorou pra acontecer, mas valeu a espera. A Baby é uma companhia muito animada e divertida, que além de alto astral, é muito gatinha. Na cama, descobri que ela também arranha. No bom sentido.

Foi Encontro espetacular que eu recomendo fortemente a qualquer confrade. Bonita, gostosa, atrevida e sabe o que faz.

Mítico, AgSCNt, Teseu, Resolvo, Glopez, Raf, Mr69, PauloCesar, Eddie Adams, Eva Sanchez, Claudio_rdp, Paulista88, Lunna Rizzo, Portugal, Andrews, Lennon, Angel Garcia, Bob Construtor, Ifoode, Jucabar, HC, peixotarado, Conde Da Valáquia, Getúlio, G.G, Ikki RJ, Ghost Shady, Thor de Copacabana, Luizinho90s, Duelista, Kabbelludo, Babygirl, Mini Mike, curtiram esse TD.
LUNNA RIZZO - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96429-8378
LUNNA RIZZO
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO DISSE QUE FAZ R$0.00 SIM

16 de Março de 2026 às 15:03



A srta Rizzo me recebeu desta vez com seus cachinhos ainda molhados do banho. Dá maior trabalho, sabia? Tenho que lavar hidratar, secar, passar um finalizador... Mas vale a pena, elogiei e depois passei minha mão por eles, entrelaçando os dedos nas mechas. Fui logo repreendido. Não faz assim, senão bagunça tudo. Pedi desculpas e ela me acolheu em um beijo do tamanho do mundo. Não tem problema, só toma cuidado.

Nossas bocas se encontraram com o paladar de semanas de provocações. Quis logo tirar seu robe transparente, mas ela segurou meu ímpeto. Calma, rapaz, tá com pressa é? Não tô, respondi, é só desejo. Vamos com calma que a gente vai matar essa vontade. Tentei levá-la pra cama, mas ela preferiu o sofá. A gente começa por aqui, ordenou. Me colocou sentado, subiu em meu colo e ficou me beijando enquanto esfregava o corpo no meu. Tentei tirar seu sutiã. Só se você tirar a cueca primeiro. Achei a proposta razoável, respondi e ela me ajudou com a roupa. Tirei a lingerie e beijei seus seios com a vontade de um urso pós–hibernação. Eu sentia o calor da boceta dela contra o meu pau, separados apenas pelo fio da lingerie que ela não quis remover logo. Ficamos naquele vai-e-vem sincronizado até ela descer de cima de mim, ficar de joelhos e começar o boquete que eu já ansiava

Eu já tinha brincado com a Lunna que a bunda dela merecia um troféu de tão perfeita, mas o boquete dela está no mesmo patamar. Quando começa devagar, logo vira uma devassa. Beija, punheta e engole o pau com uma habilidade rara. O pau na garganta e a "mastigada" que ela faz derrubam qualquer um que não esteja preparado. Recostei minha cabeça no sofá, fechei os olhos e aceitei que a vida era boa. Abria os olhos apenas de vez em quando apenas para rever aquela bunda fenomenal.

Sugeri trocamos de posição, pois queria ter seu gosto em minha boca. Ela me convidou para o quarto, mas para minha surpresa, me fez deitar e novamente se posicionou para me chupar. Não fiz qualquer objeção. Um dia perfeito tem boquete da Lunna como ingrediente. Curti novamente tudo que ela podia me oferecer, mas chegou um momento em que pedi socorro. Vamos trocar, avisei, se a gente continuar assim, o risco de gozar vai ser alto. Ela entendeu o recado e trocou de posição comigo.

Boceta boa de se ter nos lábios, pensei enquanto provava seus sabores. Comecei devagar e fui aumentando a cadência. Depois passei a usar os dedos, aumentando suas reações aos meus toques. Em certo momento senti que se esquivava. Prefiro gozar com seu pau dentro de mim. Foi uma ordem. Ela pegou a camisinha, colocou em meu pau e o encaixou na entrada da boceta. Ficamos esfregando nossos corpos lentamente até ela começar a sentar com um vontade que quase me fez gozar logo. Consegui me concentrar, recuperei o controle e pedi pra ela me usar: goza que eu quero te ver. Ela passou a esfregar o clitóris de encontro ao meu corpo enquanto meu pau ia e vinha em sua boceta. Uma foda perfeitamente encaixada até o ápice vir.

Depois de gozar, achei que ela fosse relaxar, mas a Lunna estava muito a fim de jogo naquele dia. Em vez de se comportar, saltava com vigor sobre meu pau, estalando o corpo de encontro ao meu. Eu estava muito perto de gozar. Perguntei se ela não estava cansada e trocamos. Fui pra cima dela com uma fome absurda e gozei aos gritos variando entre o papai-mamãe e o frago assado.

Após o gozo, carícias e uma provocação. Tava com tanto tesão que nem quis o anal, né? Não fez falta respondi. Não fez mesmo, ela concordou. Mas que fique claro, atestei: esse teu cuzinho me deixa maluco. Na próxima não me escapa.

Ficamos conversando, tomamos umas cervejas e rimos de bobagens curtindo o fim do nosso tempo. A Lunna é uma companhia muito especial. Além da bunda deliciosa, ela sabe muito bem como usar suas outras armas. O tempo passa rápido e estar com ela se parece muito pouco com um programa. É aquela namorada perfeita, fora de série, boa de papo e de foda. Não tem como não retornar.

Café, Jhoo_Nuness, Wilson00, Luizinho90s, Mr69, HC, Brand, Andrews, Raf, Portugal, Chocante, Jucabar, EscorpioAanonimo, Eddie Adams, Thor de Copacabana, Y@N, Top Gun, Lunna Rizzo, Duelista, Conde Da Valáquia, PauloCesar, Ghost Shady, Getúlio, Negão_01, Fatblack, Mítico, Oscar, The Shy, rafael.oliveira, El Zorro, Lê Pescoço, Ikki RJ, G.G, curtiram esse TD.
ANGEL GARCIA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97726-9346
ANGEL GARCIA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$130.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI NãO SEI R$0.00 SIM

26 de fevereiro de 2026 às 17:02



Você é linda!, precisei afirmar o óbvio ao ser recebido pela Angel em seu apartamento. Sou, é?, ela provocou, uma mistura de ironia e simpatia diante de um comentário que deve ouvir dezenas de vezes ao dia. Sua foto tinha me deixado curioso, expliquei, mas você é bem mais bonita fora da tela. Ela abriu um novo sorriso e piscou os olhos algumas vezes, como se  zombasse do minha observação. Linda e consciente disso, pensei, nada como uma mulher que sabe de si

Você deu sorte, sabia? Eu não tenho o hábito de mandar foto não. Eu entenderia se tivesse recusado, respondi, mas talvez este encontro não estivesse acontecendo. Simpatizei com você rapaz, por isso mandei o que pediu. Simpatizou, por mensagem?, brinquei. Seu jeito, ela explicou, você foi educado e soube como pedir. Saber pedir abre portas. Mas eu estava interessado mesmo era em abrir o fecho daquela lingerie branquinha.

A Angel tem os olhos de um verde tão cortante que me fez questionar meu daltonismo. Curado?, pensei ao fitar aquela cor de absinto. Se a medusa mitológica é o ser que transforma em pedra quem fita seu semblante, a medusa que tive diante de mim foi a rainha que transformou em pedra o volume em minhas calças. Ela serpentou à minha frente em vestes semi-transparentes e me conduziu até seu quarto/covil. Segui-a como um Perseu desajeitado, doido para arrancá-la daquelas vestes.

No quarto, conheci mais de seu encanto e simpatia. O sorriso surgia fácil daqueles lábios finos e delicados enquanto nos conhecíamos e trocávamos provocações. Sua fala acelerada chamou minha atenção. Julguei que não era carioca. Sou sim, ela respondeu. Você tem uma cadência diferente ao falar, comentei. É acelerada na cama também? Ela se aproximou e veio me beijar como se me convidasse a descobrir.

Foi um beijo doce, suave, mas também carnívoro. Era gentil, mas me dizia: vai, vira bicho que eu deixo tu me devorar. Interrompemos a pegação inicial para um banho. Quando retornei ela estava deitada na cama, a seda branca cobrindo e mostrando partes do seu corpo. Observei suas curvas e parei novamente hipnotizado em seus olhos verdejantes.



Abençoadas sejam aquelas que não sucumbiram à seita dos lábios de salsicha. Não condeno os procedimentos, mas há muito exagero. Na Angel, não: a boca é bem demarcada, de uma pele fina e rosada que convida ao beijo e compõe bem o rosto lindo que ela tem.  Nos beijamos de pé, mas logo fomos para a cama. Acariciei aquela pele branquinha e delicada enquanto provava seu pescoço com beijos que logo se transformaram em mordidas. Tirei a parte de cima da lingerie em um só movimento e ela brincou comigo: tu é timido mas levou fácil  meu sutiã, né? Sou tímido, mas tarado, provoquei. Coloquei-a deitada e fui provar aqueles seios alvos, que ficaram um bom tempo na minha boca. A pele cheirosa da Angel implorava por mais beijos. Fui descendo com até chegar à boceta, que me surpreendeu também. A Angel tem os corpo delgado, mas sua intimidade tem uma opulência que me pegou desprevenido com tal fartura. Ela não fez cerimônia: se abriu delicadamente e recebeu minhas carícias com um envolvimento que me deixou com muito tesão. Gozou de maneira ressonante e depois segurou minha cabeça para poder descansar. Logo quis retribuir a gentileza, mas eu a contive. Relaxa, respira um pouco.

A Angel também deu show com meu pau em sua boca. Um boquete absurdamente gostoso, adornado por aquele rostinho angelical e aquele verde fulminante. A vontade foi gozar ali mesmo e descobrir de maneira era iria reagir ao meu gozo inadvertido, mas egurei a onda.

Pedi a camisinha e a Angel veio por cima. O encaixe foi fácil, ajustado. Meu pau se acomodou muito bem enquanto ela movia seu quadril por cima de mim. Os movimentos se intensificaram, apertei seu pescoço e ela gemeu de prazer. Ficamos algum tempo nesta posição, os gemidos ficando cada vez mais sonoros. No limite do autocontrole, eu duelava com a vontade de gozar. Em um sobressalto, sem qualquer aviso, a Angel saiu de cima de mim, se desvencilhando do meu pau. Respirou fundo e disse: vem, vamos trocar. Se eu gozar de novo vai acabar com meu dia. Tô com a agenda cheia, menino. Uma diaba, mas o profissionalismo falou mais alto.

Briguei com ela por não ter gozado novamente. Coloquei ela e quatro e resolvi caatigá-la como punição por ter segurado o gozo. Penetrei-a com vigor achando que estava, talvez, me excedendo, mas ela pediu mais: me fode, gostoso. Acelerei o que pude, as pernas  fraquejando, e gozei fartanente.

Deitamos lado a lado e ficamos conversando, tentando recuperar o fôlego. Virei e fiquei admirando seu rosto. Não vou dizer, mas você sabe, brinquei. Talvez eu saiba, ela sorriu. Tu é um gostoso. Um risada sincera escapou da minha boca. Aproveitei a descontração para acariciar seu rosto e arrumar uma mecha de cabelo que havia saído do lugar. Ficamos de resenha, conversamos sobre assuntos diversos. A química foi muito boa e o papo, de alto nível. A Angel é encantadora. Bonita, inteligente, atrevida, autoconsciente e mais uns tantos adjetivos que vou sonegar senão vcs vão lotar a agrada dela e eu vou perder minha vaga. Repeteco certo e pra ontem.

Por fim, uma alô pro camarada Yan, que foi quem me chamou a atenção para esta maravilha.

Brand, Dan Spock, Eddie Adams, Andrews, gargamel, Raf, PGMB, Angel Garcia, Wilson00, Café, Strauss, Y@N, Sued, Nomade, Peter White, Broker83, PauloCesar, Getúlio, Conde Da Valáquia, Frank49, Resolvo, G.G, Brutus, HC, predador69, Mítico, Oscar, The Shy, EscorpioAanonimo, AscendenteX, Ikki RJ, Thor de Copacabana, Lio30, Babizinha BBW, curtiram esse TD.
CRISTAL TATUADA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98380-4253
CRISTAL
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10 de fevereiro de 2026 às 06:02



A cerveja Crystal pertence ao grupo Petrópolis, fabricante também das cervejas Lokal e Black Princess. São cervejas pouco marcantes, medíocres para ser gentil, de um grupo empresarial que entrou em recuperação judicial em 2023. Entre estas cervejas e a Cristal não há qualquer semelhança além do homônimo.

É do conhecimento popular que o congelamento da cerveja degrada suas qualidades aromáticas e degustativas. Altera sabor, textura e bagunça a carbonatação. Isso acontece porque durante o congelamento a água se separa do álcool e do açúcar, formando cristais de gelo. Cerveja é sensível, lida mal com mudanças bruscas de temperatura, iluminação e etc. Em resumo: cristalizar a cerveja é ruim. Contudo, nem todo Cristal em contato com Cerveja é prejudicial. Há exceções.

Minha vontade de conhecer a Cristal surgiu junto com suas primeiras fotos. Porra, gata pra caralho!, pensei logo na primeira imagem com seu rosto em destaque. Toda rabiscada, os lábios bem delineados, cabelos escuros e olhos de um castanho tão delicado que quase achei que eram verdes. Aposto uma gelada como o beijo dela tem uns truques, comentei com um camarada. Depois tive oportunidade de conhecê-la pessoalmente em uma ocasião fortuita e fiquei ainda mais impressionado. Era muito melhor que na tela e ainda tinha a estatura ideal. Mulher alta me pega, o terreno a ser explorado se multiplica, cerveja é 90% água, gosta de frestas, de se infiltrar, de escorrer à vontade.

Mandei mensagem decido a marcar. Detesto abordagens do tipo Oi, Tudo bem?, exceto quando há intimidade e você realmente quer notícias. Então fui direto: já tem um tempo que vejo seus anúncios no Arena, acho que já passou do tempo da gente se conhecer. Bora colocar nossas tatuagens pra jogo, me apresenta as tuas, te mostro as minhas, rola entrosamento? Ela entrou na brincadeira: minhas tatuagens estão tão solitárias, faço um tour pra você se quiser.

A Cristal abriu a porta do apartamento sorridente, escondida por detrás dela. Estava linda como eu me lembrava, uma lingerie preta transparente e um robe da mesma cor. Me convidou para entrar, mas foi protocolar nos cumprimentos iniciais, o que me deixou com um certo receio. Comportamentos similares já resultaram em atendimentos muito aquém das minhas expectativas. A cerveja Crystal veio à mente, será?. Ela me guiou até o quarto e mostrou o espaço. Perguntou se eu queria um banho, ainda bem reservada. Peguei a toalha e prometi voltar logo.

Retornei ao quarto e a encontrei estendida na cama, lateralmente. Parei um tempo, ainda de longe, e fiquei admirando o quanto estava bonita naquela posição. Você é tímido, né? Voltou do banho todo vestido! Vem cá que vou te ajudar. Ela se levantou da cama como uma divindade que se materializava. Pegou um dos meus braços e me puxou para sentarmos. Depois tomou a iniciativa de um beijo.

Eu tinha certeza que o beijo da Cristal seria diferenciado. Não costumo me enganar com bocas e o formato dos lábios dela é muito peculiar. São grossos, mas não demasiadamente, sem exageros. Se há uma régua estética, esta é a régua. Além disso, o desenho também não é muito comum. Dias depois, por WhatsApp, brinquei que aquela boca tinha tirado meu sono, que a curvatura que ela tem no fim dos lábios é muito característica e lhe confere um ar aristocrático. Ela me respondeu por áudio quando pedi uma foto para ilustrar o relato: olha, você é o primeiro que elogia a curvatura da minha boca, nunca ninguem falou dessas curvinhas. Fiquei por alguns dias com a palavra curvatura na cabeça, sabendo que há um vocábulo mais acertivo psra aquela parte específica da anatomia humana. Pesquisei em minhas anotações e não achei nada. Busquei no Kindle, nada. Então lembrei de Lygia Fagundes Telles, que sempre descrevia o rosto humano com uma precisão fora do comum. Percorri os 4 livros dela que tenho e no conto O Jardim Selvagem, do livro Antes do Baile Verde, encontrei a resposta: "Sorriu, e no fundo daquela comissura dos lábios pareceu-me ver uma sombra de malícia, algo que ela guardava só para si.". Era esta a palavra: comissura! Comissura dos lábios, a parte final da boca, onde os lábios  desaguam e encerram a cavidade. Eu que sou apreciador das palavras, vou me render à imagem, que neste caso é derradeira e definitiva.



O beijo não foi bom. Leve no primeiro momento, lábios macios e com uma textura pegadiça, daquela que parece que não vai desgrudar após o contato. A língua surgiu na sequência: quente, tenra, delicada. Descolei minha boca da dela. Sim, o verbo descolar é apropriado, pois aquela boca é do tipo que dá sinais de querer vir junto com a sua. Apertei o maxilar dela com o indicador e o polegar de uma das mãos, olhei em seus olhos e confessei: eu sabia que esse beijo ia ser  foda. Ela sorriu pela primeira vez. Nossas bocas voltaram a se emaranhar, mas de modo mais intenso, mais pujante, demasiado. Não, não foi um beijo bom. Se alguém tivesse que provar um única beijo pelo tempo de uma vida, este seria o beijo. Vamos pedir novamente ajuda à Lygia: "o beijo dela era pegajoso e morno, um beijo de planta carnívora que parecia querer me absorver por inteiro"

Meus lábios escaparam para o pescoço da Cristal após o longo encontro das bocas. Senti seus poros eriçarem ao contato da língua, junto com os pelos do braço sob minhas mãos. Puxei uma das alças da lingerie e beijei um dos mamilos. Depois a base do seios que impunham pressão na direção contrária à minha língua. Mordi levemente, pressionei com os lábios, suguei de maneira comedida. Os seios da Cristal são, na minha opinião, perfeitos: pesados, formatados, macios. Ficam bem na lingerie e fora dela.

Tirei a roupa enquanto nos beijávamos. Meu pau foi acolhido pelas mãos da Cristal com gentileza. O tesão estava tão latente que eu podia sentí-lo pulsar entre seus dedos. Puxei-a para cama e fui descendo com a língua por seu corpo até alcançar a virilha. Provoquei-a bastante com a boca ao redor da boceta antes de buscar o clitóris. Foi quando a melhor versão Cristal se revelou. Chupei-a alternando pressão, intensidade, direção e cadência para tentar decifrar qual método ela preferia. Quando encontrei, mantive o jeito. Olhava para ela e a via delirar: sorriso no rosto, sussuros e a pélvis se movimentando quase autômata. Quanto mais ela se soltava, mais eu ansiava por estar dentro dela. A Cristal se entregou ao tesão e eu o recebi com um deleite que me recordo de ter desfrutado em poucas ocasiões.

Trocamos de posição, deitei na cama e ela veio me chupar. Se antes eu imaginava que o beijo dela era bom, fui novamente surpreendido de tanto que ela superou minhas expectativas quanto ao sexo oral. Se alguém for capaz de ver aqueles lábios sem imaginar seu pau entre eles, algo está muito errado. Eu já tinha pensado, imaginado, cogitado, fantasiado, mas o que a Cristal me apresentou naquele dia deveria estar catalogado em algum manual definitivo de sexo. A Cristal tem um boquete tão carinhoso e cadenciado que é um deleite para além do tato e da visão. Neste dia eu quase fiquei ali mesmo. Não precisávamos ter feito mais nada.

Fizemos. Preservativo no lugar devido, ela veio por cima de mim. Estava bem molhada, o encaixe foi gentil. Meu pau se acomodou com gentileza, como se aquele fosse um local conhecido, um território que o pertencia. Os primeiros movimentos foram suaves, mas meu pau latejava como se houvesse escapado após anos de cárcere. No rosto da Cristal, uma expressão que espero ver muitas vezes.

Disfarçar sorriso, alegria, prazer é muito difícil. Não à toa, grandes artistas alegam dificuldade justamente com o gênero da comédia. A gente disfarça tristeza e esconde dor o tempo todo, maa a alegria, o sorriso, sincero é muito difícil de segurar e pra emular é preciso dom. Não nego que a Cristal tenha muitos talentos, mas o que estava rolando ali não era teatro. E se foi, é uma arte que merece ser apreciada inúmeras vezes.

O conexão foi igualmente arrebatadora quando a Cristal ficou de quatro na cama e me encaixei por trás dela. Seria capaz de passar horas sem desgrudar dali. Alcancei o prazer derradeiro no papai-mamãe. Quando anunciei que iria gozar, ela me abraçou com força, colando nossos corpos e sussurou: goza meu amor, deixa vir tudo dentro de mim.

Deitei ao lado da Cristal e recuperei o fôlego. Virei para ela e disse: isso foi inexplicavelmente bom. Foi mesmo, ela respondeu, me surpreendeu, sabia? Eu soltei uma gargalhada sincera, ainda entregue ao êxtase. Essa minha cara de soca-fofo é foda,  mulherada não dá nada por mim. Fiquei mais um tempo admirando a beleza da Cristal e fiz questão de reafirmar o quanto ela é bonita. Ela se olhou no espelho e reclamou: nossa olha o estado dos meus cabelos! Lindos, comentei. Tá terrivel!, você me descabelou. Eles são melhores que isso, tá? Na próxima eu capricho.

Saí leve do apto com a certeza de que retornaria muito em breve. Há outras meninas para visitar, mas a Cristal tomou meu paladar de uma maneira talvez irreparável. A primeira coisas que ouvi quando comentei com um camarada sobre meu encontro com a Cristal, foi: eita, Cerveja tá cristalizado. Ceveja cristalizada estraga. Será?

PauloCesar, Y@N, Lunna Rizzo, Glopez, 4-4-2 Vida Rasa, Pêra, Peter White, Fatblack, Cristal Tatuada, Brutus, Brand, Pirubaby, vadeR, Barbosa82, abobrinha, Eddie Adams, Top Gun, Raf, Portugal, Café, Bob Construtor, Tronche63, predador69, Getúlio, Thor de Copacabana, Mítico, Conde Da Valáquia, Corleone_Lalo, Chris Kyle, EscorpioAanonimo, G.G, Oscar, The Shy, Eva Sanchez, curtiram esse TD.
GABI PRADO - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98742-0646
GABI PRADO
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22 de Janeiro de 2026 às 16:01



Estava tomando uma cerva enquanto fazia um churrasquinho, Spotify no aleatório, surge o pagode:

🎶Vem dar beijão de língua na minha boca-á
Vem me encontrar de pouca roupa
Fazer aquele amor de outro planeta
Depois você me bloqueia pela última vez🎶

Foi inevitável, lembrei da loira que de vez em quando samba pelos meus pensamentos. Recortei parte da letra e mandei pra Gabi no WhatsApp. A resposta veio curta e direta: bora! Enquanto combinávamos dia e horário, perdi dois pães de alho na churrasqueira, mais queimados que meu filme por aí. Um amigo me alertou: olha o pão, cara, larga o telefone. Pedi pra ele me substituir na brasa: questão importante aqui, irmão, assume o fogo aí!

Lembrei de você outro dia, ela diz ao me receber no novo apartamento, bem arrumadinho, como o anterior. Ah é?, me conta. Foi, eu vi um vira-lata, lembrei de vc. Ô porra!, reclamei, maior tempão que a gente não se vê e tu vem me chamando de vira-lata? Não é isso, é que ele era fofo, gente boa, alegre, tava entrosado com todo mundo... Entendi... tu poderia ter dito que eu era um labrador, um golden, até um shitzu eu aceitava. Vira-lata é foda! Ah, foi como eu lembrei, no bom sentido.

A Gabi estava como eu recordava: loira, os cabelos bem escovados, a pele cheirosa e os seios saltando da lingerie. Tava com saudade, disse depois do primeiro beijo. Eu também, ela respondeu. Fiz um carinho em seu cabelo e elogiei a produção. Não deu tempo de fazer a xuxinha que você pediu, ela comentou. Não tem problema, respondi. Fica pra próxima.

Começamos a pegação ainda de pé. Tirei o sutiã dela e passei o polegar pelo bico de um dos seios enquanto o apertava. Veio o seu primeiro sussurro. Depois passei um tempo beijando os seios. Suas mãos retribuíram e foram buscar meu pau por cima da cueca. Me livrei da peça de roupa e ela se deitou na cama para me chupar. Fiz um carinho por suas costas e comentei que não me lembrava mais de quantas luas ela tinha tatuado ao longo do corpo. São muitas, comentou tirando meu pau da boca. No seu caso, são todas. Vai ser de lua no inferno. Ela riu e voltou a me engolir.

Busquei a boceta dela com uma das mãos enquanto ela me chupava e só então descobri a fenda na calcinha. Passei um dedo de pela abertura e conferi o quanto estava molhada. Ela se deitou de lado na cama, então me ajoelhei e fiquei lambuxando meus dedos enquanto ela seguia no boquete. Em pouco tempo surgiu a poesia que me era tão familiar naqueles lábios: filho da puta, ai caralho, vai, vai se fuder... As palavras saíram abafadas, atravessadas pelo meu pau que ora estava em sua garganta, ora espremido entre os lábios.

Não chupei a Gabi desta vez. Ela gozou tanto em meus dedos que não houve necessidade. Queria logo sentir meu pau dentro dela, que veio por cima de mim enquanto eu me agarrava a sua bunda, seios e pescoço. Depois trocamos e passei a comê-la enquanto ela olhava pra trás, apoiada de quatro na cama. Puxei-a depois para a frente do espelho e passei a penetrá-la com ambos de pé. Puxava seu cabelo obrigando-a a olhar nosso reflexo enquanto dizia: olha pro espelho cachorra, eu sei que tu gosta.

Gozei no papai-mamãe. Depois desfaleci na cama e fechei os olhos. O ar invadia meus pulmões com violência, uma respiração descoordenada. Fiquei calado, concentrado em recuperar as forças. Tá tudo bem?, ela rompeu o silêncio. Talvez eu tivesse ficado ali pra sempre se ela não tivesse dito nada. Tá, respondi, só me recuperando. Deixou a alma na minha boceta? Já puxei de volta, respondi sacodindo a camisinha, tava presa. Levantei e fui descartar na lixeira.

A trepada com a Gabi rolou com a fome de dois Pit Bulls. No banho pós-foda, minhas pernas tremiam como um Pinscher de tão cansadas. Experiência crua, coisa de bicho mesmo, cio. Saí com o coração aos pulos igual vira-lata adotado, mas a foda que rolou antes merecia pedigree.

Yami Mysterio, Chocante, predador69, Teseu, Café, Mr69, Y@N, 90loiro90, Brand, Malvadão Carioca, Raf, Getúlio, Top Gun, Barbosa82, Luizinho90s, Nomade, Jamal Malik, Araujo, Conde Da Valáquia, PauloCesar, LP come queto, Negão_01, HC, Ikki RJ, Peter White, Duelista, Fatblack, Eddie Adams, Thor de Copacabana, Mítico, abobrinha, Gabi Prado, 4-4-2 Vida Rasa, pgggato45, curtiram esse TD.
LUNNA RIZZO - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96429-8378
LUNNA RIZZO
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22 de Dezembro de 2025 às 14:12



Coisa boa ocupa a mente e a gente repete. Não demorou muito, tive que rever a srta Rizzo. Desta vez me esperava com uma lingerie vermelha, peça única, que decorava seu corpo muito bem distribuído. O salto a deixava em uma altura convidatia: hoje a gente vai foder de pé, pensei.

Se a Lunna tem defeito, é porque só aceita contrato por temporada. Se estivesse à venda... bom, eu não ia ter dinheiro pra fechar negócio, mas aí é detalhe. Ela tem muitos atributos, mas a bunda, aquele bundinha redonda, perfeita, mexeu comigo logo que a tive diante dos olhos e das mãos.

Depois de muitos beijos, as roupas foram para o chão e ela se ajoelhou pra me dar um carinho com os lábios. Eu achei que seria com os lábios, mas ela faz o serviço completo. A especialidade é colocar o pau inteiro na boca e masturbá-lo com a garganta. Boquete bom tem bastante por aí. Espetacular, alguns. O da Lunna é perfeito, mas com detalhes: ela sabe como fazer pra subir o nível. No meu time, ela é titular fácil, com folga. Percebendo que eu olhava sua bunda enquanto me chupava, me puxou pra perto do espelho que fica na sala e me ofereceu a melhor vista da casa. Enquanto me engolia eu pude enroscar meus dedos em seus cabelos e observar aquela bunda magnífica. Quase cedi à tentação de gozar ali mesmo e encerrar a brincadeira precocemente.

Resisti. Fomos pro quarto e ela veio de novo me engolir, mas a empurrei pra cama e fui brincar um pouco com suas curvas, carnes e cheiros. Beijei seu pescoço, seios, coxas e finalmente a boceta, que já me esperava embebida de tesão. Engatamos depois outro boquete e finalmente supliquei: porra, pega a camisinha, tô doido pra te comer. Achei que não ia pedir, ela comentou e foi buscar o preservativo.

Começamos com ela sentando e não precisalávamos ter feito mais nada. A Lunna se esfregava de um jeito que me lambuzava todo, o pau indo até o limite dentro dela e os dois gemendo um absurdo. Depois de gozar e se recuperar, me presenteou com uma sentada enlouquecedora. Me flagrou sorrindo, aquele riso bobo de quem tá nas nuvens e quis saber o motivo de eu com aquela cara de idiota. Porra, Lunna, que tesão absurdo, sussurrei. Então ela desatou a rir enquanto sentava com ainda mais intensidade. O que foi?, minha vez de perguntar. Também tô com muito excitada, respondeu sem perder o ritmo dos movimentos.

Vamos logo pro anal que eu sei que você quer, ela ofereceu depois de me castigar com sua juventude. Pegou o gel, lubrificou a passagem, e sem o menor pudor, se colocou de bruços na cama: vem! Deitei por cima dela e nos conectamos devagar enquanto eu mordia seu pescoço. Intensificamos o movimento e ela pediu: geme no meu ouvido, gostoso, fala putaria pra mim. Tava doido pra comer esse cuzinho de novo, sussurrei. Então come com vontade e geme pra mim. Acelerei as estocadas, alonguei o prazer o máximo que pude e finalmente gozei sentido ela mastigar meu pau enquanto eu derramava meu prazer no preservativo e meus urros pelo quarto.

Descansamos no ar-condicionado, recuperamos o fôlego e fomos ao banheiro. Nos limpamos e voltamos pra sala. Ela foi à geladeira, pegou duas cervejas e despejou nos copos. Ai ai, Cerveja, suspirou enquanto bebericava. É, dona Lunna, comentei. Rimos na falta de palavras, que não fizeram falta. Estava nítido pra ambos que tinha sido um fodão devastador. Tem uma faca ai?, perguntei. Tenho, por quê? Deixa eu arrancar um pedacinho dessa bunda pra levar comigo? O QUE!? Só um pouco, dois dedinhos bastam, nem vai doer. TÁ DOIDO! Vou fazer na grelha, mal passado, só um pouquinho de sal de parrilla. Ela ficou me analisando com seus olhos e eu brinquei: e este é o momento em que você descobre o psicopata em mim. Rimos juntos novamente e terminamos as cervejas entre beijos.

Conheci a Lunna nos finalmente de 2025 e só não direi que foi uma das melhores surpresas porque, além de muito bem recomendada por alguns confrades, eu senti que a coisa ia pegar fogo quando a vi da primeira vez, ainda de roupa, em uma das resenhas no Zezé. Ela é facilmente uma das fodas mais prazerosas e intensas que tive neste ano e a lembrança daquela bunda surge com frequência em meus pensamentos quando bate aquele tesão maluco. Repeteco certo em 2026. Isso se não rolar antes. A Lunna tem aquele conjunto perfeito pra fisgar qualquer vagabundo fraco de coração como eu. A pegação foi tão intensa que somente quando fui pegar o elevador eu me lembrei: porra, a gente nem trepou de pé! Bem, fica pra próxima.

Pirubaby, 90loiro90, Chris Kyle, Coringa Comedor, Conde Da Valáquia, Mr69, Lunna Rizzo, Araujo, Portugal, Jucabar, Eddie Adams, Long Trail, Brand, Andrews, Malvadão Carioca, Sr.Spock, Raf, LP come queto, Player69, Café, Kid Long, Y@N, rafael.oliveira, Duelista, Mítico, PauloCesar, HC, G.G, Nomade, Barbosa82, Fatblack, Getúlio, Tenista, Top Gun, Peter White, VPN, Thor de Copacabana, Brutus, Julio Cesar 34, Zhukov, Ikki RJ, Yami Mysterio, Oscar, The Shy, Lio30, curtiram esse TD.
NANDA FACEFUCK - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96655-3188
NANDA FACEFUCK
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28 de Novembro de 2025 às 14:11



Há momentos em que a vida ri da gente. Em outros, ela sorri a favor. No caso deste TD, o sorriso veio do rosto da Nandinha, que sorteou meia hora das suas carícias na última festa do Arena e eu fui o selecionado.

Mandei mensagem pra ela logo que vi o resultado: Nandinha, sua delícia, tirei a sorte grande! A resposta não veio. Deve estar ocupada, pensei, vamos aguardar. O dia passou, a noite também e nada. Fiquei imaginando se tinha feito algo de errado e fui dormir com a sensação de que talvez ela não tivesse gostado do resultado.

No dia seguinte, ao acordar e ler as mensagens do dia, vi que havia uma da Nanda. Se desculpava por ter demorado a responder, ficou preocupada de mandar msg algum tempo depois e me causar problemas. Confessei meu alívio e ela se explicou, adicionando um detalhe que me deixou logo atiçado: vou adorar te receber, até comentei com uma amiga que você está mais bonito, tá um sabor 💦👅, um sabor! Trocamos mais algumas provações e marcamos data/hora.

Cheguei ao local e avisei por mensagem. Pedi uma cerva no Zezé e aguardei. Ela se atrasou uns cinco minutos, mas a resposta valeu a espera: desculpe, estava me preparando pro anal. Tire o tempo que precisar, é um motivo nobre, respondi. Terminei a cerva e ela me convocou. Subi o elevador com o pau latejando pela resposta. Lembrei que no último encontro, apesar de eu ter dito que queria o atendimento apenas de oral, ela propôs: não quer comer meu cuzinho?, adoro gozar assim. Aqui vocêv ê que não resisti. https://gparena.net/tdfull.php?td=28219

Entrei no apartamento e a encontrei como sempre a vejo nas resenhas: muito bem maquiada, com os lábios coloridos e um sorriso muito bonito no rosto. Estava de lingerie transparente e veio logo me agarrar. Um beijo gostoso e envolvente. A coisa esquentou tão rápido que fomos pra cama e as roupas, pro chão.

O boquete da Nanda é daqueles de você não querer que acabe. Dá pra ficar o dia todo ali assistindo ela brincar com a boca, lábios e garganta. Muita garganta. É de fato um facefuck primoroso. Pra quem tem este fetiche, desconheço alguém com maior talento. Ela pegava minha mão, colocava em seus cabelos e me incentivava a forçar sua cabeça na direção do pau. Eu ficava com receio de machucá-la e, depois de um tempo, soltava a mão, mas ela colocava de volta para que eu continuasse. Depois de muito deleite naquela posição, ela interrompeu o espetáculo para me perguntar se eu queria continuar ou preferia outra coisa. Você já fez a gentileza do sorteio, deixo então com você. Negativo, ela rebateu, o sorteio é seu, você comanda. Bora transar então, tô doido pra te comer.

A Nanda se posicionou de quatro na cama depois de colocar a camisinha no meu pau. Entendi que ela já tinha escolhido a posição, mas não previ a surpresa: apontou meu pau direto pro cuzinho. A rola entrou estalando e ela foi manobrando até que o acomodasse por completo. Ficamos ali quietinhos enquanto eu passava os dedos e as unhas pelas suas costas. Então ela começou a rebolar, um sinal para que eu pudesse soltar o freio.

O anal da Nanda é um absurdo. Ela anuncia sua especialidade como Face Fuck, mas pra mim ela é Total Fuck: Face, Pussy, Asshole, Tit e o que mais for possível imaginar. Me acabei de comer aquele rabo gostoso. Sem frescuras, sem restrições e com ela participando ativamente do embate. Se a gente não parasse pra trocar, eu teria gozado com alguma facilidade.

Pedi pra ela escolher a nova posição, pois queria que ela gozasse. Eu gosto por cima, confessou, vamos? Deitei na cama e ela montou meu pau com vontade, oferecendo os seios pra que eu chupasse. Fiquei ali mamando igual a um bezerro enquanto ela se esfregava contra mim. Chupa meu peito, vai!, eu tenho hipersensibilidade neles. Lambi, mordisquei, mamei, apertei e sei lá mais o que pude fazer enquanto ela castigava meu pau com a boceta até a gozar. Depois relaxou o corpo sobre mim e falou em meu ouvido: ainda bem que você não tira os pelos da virilha, eu sempre aviso aos rapazes pra não depilar totalmente porque dá um atrito gostoso. Minha vez, agora, falei e comecei a estocá-la de baixo pra cima. Ela então se empolgou e começou a cavalgar mais que uma boiadeira. Vou gozar, gritei depois de um tempo, e me acabei com ela por cima de mim.

A Nanda, como sempre, foi mto gentil e simpática. Ofereceu água, cerveja e café. Queria muito me agradar e me fazer sentir especial. É uma companhia muito agradável e adora conversar também. Quando voltei do banho, deu um suspiro: ai gente, transar assim é muito bom.

Queria ter ficado mais tempo, mas estava com o horário contado e também não queria extrapolar o tempo combinado de trinta minutos, apesar de ter certeza que ela não tinha qualquer preocupação com isso.

Meus agradecimentos à Nandinha pelo sorteio e pelo carinho, ao Brand pelo evento e também às outras meninas que entraram na brincadeira.

membro, onlyhaters, abobrinha, Blind Taster, Raf, cad, Portugal, Chris Kyle, Ikki RJ, Getúlio, Peter White, Nanda Facefuck, HC, PauloCesar, Andrews, Yami Mysterio, LP come queto, Mítico, Conde Da Valáquia, Eddie Adams, Lio30, Thor de Copacabana, victorbisexy, Y@N, Eva Sanchez, curtiram esse TD.
LUNNA RIZZO - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96429-8378
LUNNA RIZZO
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI SIM R$0.00 SIM

26 de Novembro de 2025 às 10:11



"Você está à procura de um bom restaurante, deseja provar algo diferente da comida caseira, sair da rotina..."

Não, não vou por este caminho. Não desta vez. O fato é que o referido relato (https://gparena.net/tdfull.php?td=49009) gerou bastante debate. Alguns vieram falar diretamente comigo, outros deixaram suas impressões nos comentários do site. Um destes veio da srta Rizzo, criticiando minha decisão de conduzir o relato a partir de uma metáfora gastronômica, o que gerou uma réplica atravessada da minha parte e uma tréplica dela. Brand interveio, apagou os comentários ofensivos e o assunto morreu. Deste então criamos nossaa ressalvas particulares a respeito do outro.

Veio a festa do Arena e, de branquinho, a srta Rizzo capturou minha atenção quando chegou ao evento. Nos entreolhamos de passagem, conferimos os nomes nos crachás para ter certeza, mas não conversamos, sequer nos cumprimentamos. A tensão era latente. No avançar da festa, trocamos algumas palavras e olhares, mas o atrito no ar era óbvio.

O tempo passou e a srta Rizzo decidiu fazer uma promoção (aliás, meu agradecimento por escrito às meninas que entraram no clima de Black Friday/November/Week). Chamei-a no WhatsApp de forma bem objetiva e combinamos para o mesmo dia, sem fazer qualquer menção às nossas divergências.

Ela atende em um prédio proximo à cinelândia, um local que eu não conhecia e que me surpreendeu positivamente. É de fato um apto e não sala comercial improvisada. Fica em um prédio com porteiro, mas sem qualquer necessidade de identificação. O ambiente é aconchegante, espaçoso e muito bem arrumado.

Um estudo publicado recentemente na revista Evoluion and Human Behavior estima que o beijo surgiu entre os grandes símios, há mais de 21 milhões de anos. Outras espécies como lobos, cães-da-pradaria e até ursos também praticam o beijo, delimitado pelos cientistas como "contato oral-oral não agressivo, com algum movimento dos lábios ou partes da boca e sem transferência de alimento". Foi com o objeto deste estudo que a Lunna me recebeu em seu apartamento. Deu um sorriso, me puxou para dentro e depois me arrebatou com um beijo longo e fulminante. As bocas se encaixaram como se já se conhecessem. Foi um beijo forte, com personalidade, que me deixou com a certeza de que o encontro seria inesquecível. Outras espécies podem até ter  inaugurado o ato do beijo, mas o que aconteceu ali foi coisa que o darwinismo vai ter dificuldade para explicar.

Quando conseguimos descolar nossos lábios, ela pegou uma taça de vinho e bebericou o pouco que havia no fundo. Quer uma cerveja?, ofereceu. Recusei, mas ela insistiu. Tem certeza?, tá geladinha! Bebe comigo?, propus. Ela foi até o frigobar e baixou para pegar duas latinhas que estavam no compartimento mais gelado. Aproveitei o momento para analisar melhor seu corpo. Usava uma lingerie preta com desenhos de coração tanto na calcinha quanto no sutiã. Pela transparência do robe que cobria as peças, pude ver suas coxas e glúteos. Ela pegou dois copos em um armário e colocou sobre a bancada que separava a cozinha da sala. Notei as unhas vermelhas quando seus dedos envolveram uma das latas e antes que ela pudesse ir adiante, perguntei se não queria que eu abrisse para não estragar o trabalho da manicure.

Enquanto bebíamos, a tensão que percebi na festa do Areja ressurgiu. Ela me olhou profundamente e me provocou: então, Cerveja, quem diria, né? Pois é, respondi, sem graça, sabendo ao que ela se referia. Olha, antes de tudo, queria te pedir desculpas por ter sido grosseiro com você. Ah, bobagem, eu queria te pedir desculpas também. Que nada, Lunna, você emitiu sua opinião e eu lidei mal com isso, sinto muito. Foi muito bobo, né?, ela concluiu. Sim, foi mesmo. Nem sei pq me meti nisso, sabia? Não conhecia nenhum dos envolvidos. Esquece isso então, arrematei.

Bebemos metade do que havia nos copos enquanto acertávamos nossas diferenças e voltamos a nos beijar. Novamente demorado e intenso. Terminamos as latinhas, tiramos nossas roupas e a Lunna se ajoelhou para me fazer um boquete. Aqui eu peço perdão para o trocadilho: foi uma chupada que me levou à lua. Teve pressão, garganta, engasgo e olho no olho. Punheta, beijos e lambidas. Trabalho era completo. Segurei seus cabelos e senti a maciez dos cachos entre os dedos. O tesão era inacreditável.

Achei por bem trocar. Sexo é reciprocidade. Olhei para o sofá e pedi que ela se deitasse. Tirei seu sutiã, beijei os seios e a barriga. Ela se levantou e juntos, puxamos a calcinha em direção ao chão. Desci para chupá-la e ela respondeu de imediato. Boceta gostosa, daquelas de se chupar a tarde toda. Trocamos novamente e ela voltou ao boquete devastador. Sentado no sofá eu delirava. Quer continuar assim ou vamos transar?, perguntou com um olhar que traduzia suas intenções.

Largamos as roupas pelo chão da sala e fomos para o quarto. Mais chupadas e eu tomo a iniciativa de pedir a camisinha. Qual posição você mais gosta?, perguntei. Gozo fácil se ficar por cima. Então vem abusar de mim, falei me deitando na cama. Ela subiu em meu corpo, ajeitou meu pau na entrada da boceta e começou a serpentear. Esfregava seu ventre contra o meu fazendo com que o pau fosse fundo enquanto gerava atrito entre o clitóris e a pélvis. Eu segurava em sua cintura acompanhando o movimento para deixar a dança dos corpos ainda mais intensa. Assistia seus cabelos e seios balançarem com a excitação de uma criança diante de um brinquedo novo. Vendo minha entrega, ela ergueu as coxas e passou a sentar vigorosamente em meu pau. Nossos corpos estalavam um contra o outro, seus gemidos intensificavam. Quando as pernas cansaram, voltou à posição inicial e gozou contraindo seu sexo contra o meu entre gemidos ruidosos. Suada e ofegante, ela procurava meus lábios o todo o tempo, enfiava a língua na minha boca sem o menor pudor enquanto sentia o torpor do gozo desvanecendo. Cansada, perguntou se eu queria trocar de posição.

Com a Lunna de quatro, o sexo voltou a ficar acelerado. Uma das partes do corpo dela que mais apreciei foi sua bunda: arrebitada, do tamanho certo, rija mas com aquela substância que pede toque, tapa, mordida. Eu a penetrava com vigor e sentia um prazer extraordinário em cada estocada. Quando eu achei que não dava pra ficar melhor, a Lunna resolveu testar meus limites: gosta de anal? Nesta hora eu quis ser gentil, me fazer de bobo, coisa do jogo: só se você gostar também. Eu gosto, me respondeu, já com umas das mãos para alcançar o gel na gaveta.

Se eu gosto?, pensei enquanto apontava, devagar, meu pau na entrada do cuzinho da Lunna, aquele que é um dos momentos de maior tesão no sexo anal, o pau ganhando terreno, pedindo licença, gentil e firme, o ânus cedendo à pressão, se acostumando ao corpo estranho na direção contrária à natural, entendendo que sim, cabe, é possível, é estranho, mas é bom também. A dilatação do diâmetro, a acomodação da glande, o relaxamento, as palpitações, o arrepio do corpo todo.

Não sei se disse ou apenas pensei, mas a verdade é que não tive outra vontade que não fosse comer aquele rabo assim que o apalpei enquanto nos beijávamos. Com o pau acomodado, aumentamos o movimento, mas senti que havia algo errado. Perguntei a Lunna se estava tudo bem, se aquela posição com ela de quatro estava desconfortável. Ela me respondeu que sim, que não tava legal. Então se deitou de bruços e me chamou: vem, encaixa aqui.

Covarde!, pensei. A escala do sexo anal: de lado, bom; de quatro, ótimo; sentando, eita porra; no frango assado, putaqueopariu; de bruços, covardia, pura covardia. Penetrei-a por trás e desta vez o encaixe foi perfeito. Comi devagar, rápido, fundo, bem fundo. Tá querendo me arrombar?, ela dizia entre gemidos e sussurros. Apertei seu pescoço, sua nuca, puxei seus cabelos e gozei urrando como bicho. Desfaleci sobre ela e depois deslizei para o lado. Ela se acomodou em meu peito e ficamos ali tentando entender que porra tinha acontecido.

Voltamos à sala. Bebemos mais cerveja. Rimos das nossas desavenças. Ficamos nos encarando. Eu pensando que porra tinha acontecido ali, ela verbalizando com provocações, elogios. Mais beijo, mais cerveja e uma vontade de não ir embora, de começar tudo de novo.

Tem sexo bom, tem sexo foda. Tem isso aí que aconteceu, sei lá o que aconteceu. Quero de novo e tô pensando aqui se não arrumo mais uma treta com ela antes do novo encontro, só pra ver se foi isso a pimenta dessa putaria sensacional.

Y@N, Yami Mysterio, Café, HC, peixotarado, Eddie Adams, Pirubaby, Dan Spock, Chris Kyle, Stella Maia, Jucabar, Player69, Mr69, Lunna Rizzo, Fatblack, Raf, rafael.oliveira, Claudio_rdp, Lyon, Getúlio, Cleitin, Luizinho90s, Andrews, Ikki RJ, LP come queto, Barbosa82, Gabi Torres, Nomade, PauloCesar, Thor de Copacabana, Conde Da Valáquia, Mítico, Brand, G.G, Broker83, Duelista, Mark, Oscar, The Shy, curtiram esse TD.
FLÁVIA LANCASTER - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99618-6729
FLAVIA LANCASTER
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO NãO R$0.00 SIM

24 de Outubro de 2025 às 20:10



A interação com a Flavia foi interessante desde o primeiro contato. Quando disse a ela pelo WhatsApp que era tímido, ela me respondeu que não tinha problema, que estava acostumada, sou quase psicóloga. Ótimo, você me ajuda?, devolvi. Talvez por ser baiana, a resposta veio na capoeira: mas nada de terapia aqui, meu bem, o esquema comigo é putaria. Foi a certeza de que o lance ia ser bruto. Vou me acabar nesse dendê, pensei. Marcamos praquele dia mesmo.

Cheguei cedo ao endereço, no conhecido Avenida Central, e achei por bem avisar. Ela me respondeu que tinha acabado de descer para resolver uma questão, mas já retornava. Perguntou se eu estava com o horário apertado. Respondi que não e fiquei aguardando ser chamado. No pior cenário a gente vai ter que tomar banho junto, ela me alertou depois, mas é bom que quebra o gelo. Fica tranquila, respondi, eu é que não vou reclamar de um banho a dois.

O atraso foi breve, pouco mais de cinco minutos. Ela me recebeu na porta totalmente nua, um sorriso do tamanho de Salvador. No sotaque, um pedido de desculpas. Me deu um selinho e pediu um abraço pra sentir meu calor. Arrepiei ali mesmo, no contato inicial das nossas peles.

A Baiana é bonita. Muito bonita. Mais que nas fotos, disse a ela logo que entrei. Ai gente!, ela suspirou, você não é o primeiro que me diz isso, acho que não sou fotogênica, sabe? Negativo, contestei. Suas fotos são boas, tanto que estou aqui, mas pessoalmente o nível sobe. É aquela beleza típica da mistura brasileira, cheia das coisas nossas, cheia dos temperos. Nada dos traços eurocentricos que costumamos ter como padrão de beleza. A baiana é nossa. Deus e brasileiro e o pix também.

Eu sou beijoqueira, você gosta de beijo?, quis saber assim que entramos no quarto. Com essa boca, respondi, seria um pecado se você fosse dessas meninas de boquinha retraída. Ela sorriu e explicou de um jeito afetuoso: eu gosto muito de beijo, mas faço como você preferir para agradar. Vem cá então, deixa eu provar essa boca. Enlaçei-a com um dos braços e puxei na minha direção.

De fato: o beijo da baiana é muito bom. Ficamos um tempo colados antes de ir ao banho. Além dos lábios grossos e macios, ela tem uma língua insinuante. Da boca, desci para seu pescoço e senti os pelos do braço arrepiarem. Recordamos do banho e fomos pro chuveiro.

Na volta para o quarto ela quis saber se eu gostava de ouvir música ou se preferia o silêncio. Meia luz ou acesa? Optei pela primeira opção em ambos os casos. Eu queria ser cantora, sabia? Pena que minha voz não presta. Tua voz é manhosa, retruquei, quem sabe um The Voice não te descobre? Voltamos a nos beijar, ela nua e eu de cueca. Meu pau acendeu sob o tecido e ela me despiu. Pegou no meu pau, olhou nos meu olhos e disse: eu sei que o sexo vai ser bom só de pegar no pau, sabia? Não consegui conter a risada e perguntei o que meu pau tava dizendo pra ela. Ela não respondeu, ficou apertando a rola entre as mãos e com uma cara travessa perguntou se poderia me chupar.

Se o beijo da baiana foi bom, o boquete foi a revelação do trio elétrico. Ajoelhada no chão, ela começou beijando devagar toda a extensão do pau para, depois, finalmente, acolher a pica entre os lábios. Em uma chupada voraz e cheia de malícia, colocava o pau na garganta, engasgava de leve e depois punhetava. Lambeu o saco e as bolas, a todo momento olhava para cima buscando meu deleite.

O boquete me deixou com um tesão desmedido. Peguei-a pelos braços e ergui seu corpo, jogando-a na cama. O que você vai fazer comigo?, perguntou com uma expressão que fez meu pau latejar. Deitada, brinquei com seu pescoço, seios e coxas. Ela pegou uma das minhas mãos e levou à buceta para mostar como estava molhada. Tô doida pra dar pra você. Aproveitei a provocação para atiça-la um pouco mais e fiquei lambendo de leve sua virilha. Afobada, logo direcionou minha boca pra boceta. Depois que dei as primeiras chupadas, ela me provocou novamente: eu é que tinha que pagar às vezes, sabe? Vou gozar muito fácil. Tem problema se for na tua boca? Se você não gozar é que tem problema, respondi.

A Flavia lambuzou meu lábios e se entregou rápido. Seus gemidos me deixaram em riste novamente. Posso te chupar mais?, perguntou, se recompondo. Deitei e ela se aninhou entre as minhas pernas. Ajeitou-se de frente para o espelho, corrigiu o cabelos, deu uma piscada olhando em meus olhos e disse: vamos fazer um pornô.

Com meu pau na boca, a baiana se achou no trio elétrico. Parava o boquete pra interpretar a canção. Não teve axé nem pagode, mas mas tinha harmonia, mesmo sem samba. Com o pau de microfone, foi de Tony Braxton a Roberta Flack (ou Lauren Hill, confesso que prestei mais atenção nela do que na música). Chupava o pau colocando ele inteiro na boca enquanto apreciava a performance pelo espelho. Quando engasgava, retirava-o da boca e encenava cantar segurando firme a base do pênis, a glande estufada como se fosse a canopla de um microfone. Ficou ali fazendo graça e me provocando. Estávamos em um The Voice da putaria e eu tava doido pra virar a cadeira. É você que faz isso com o pau? Isso o que?, perguntei. Fica mexendo com ele. Assim? Isso!, exclamou me apertando com firmeza. Mais ou menos, respondi. Às vezes eu faço, as vezes vai sozinh, depende do tesão. Quero transar, posso pegar a camisinha? Bora, doido pra te comer.

Começamos com ela por cima de mim. Antes, perguntou como eu preferia e eu sugeri aquela posição. Tu quer que eu trabalhe, né filho da puta?. Bora justificar esse pix, brinquei, depois a gente troca.

Principal atração do trio Lancaster, a baianinha pulou no meu pau igual turista em barra-ondina.

🎶 O Ara ketu, o Ara Keto quando toca / faz a baianinha pular na minha piroca 🎶

A coreografia era espetacular. Flávia sentava com vontade, se esfregava, jogava os cabelos de um lado pro outro e mordia os lábios de tesão. Coadjuvante, ajudei-a estocando de baixo pra cima enquanto apertava suas coxas, bunda e os seios que balançavam livres ao ritmo da melodia. No meio das batidas, ela me pediu pra cadenciar a intensidade. Não posso gozar de novo agora, senão vou ficar molenga. Goza, foda-se!, insisti. Ela se soltou e outro orgasmo veio. Quando se recuperou, pediu: vem por cima agora, deixa eu relaxar aqui.

Forista gosta da ilusão, do teatro que as nossas meninas oferecem, mas não é difícil perceber quando as arte se confunde com a vida. A boceta molhada, os olhares, os mamilos entumecidos e a pele arrepiando são bons sinais. Um dos que mais gosto está nos detalhes, quando a GP se entrega, por exemplo, facilitando o jogo. Quando me deitei por cima da Flávia e me encaixei entre suas coxas, ela se abriu o máximo que pode e me puxou para dentro de si. Enquanto eu tentava ir cada vez mais fundo, ela se abria ao limite. Depois ergueu as pernas e colocou em meus ombros. Era o máximo de penetração que aquela posição permitia. Para completar o jogo, apertava minha bunda, meus braços e peitoral. O tesão estava no limite. Sexo é troca. A Flavia tem muito a oferecer.

Pedi que ela ficasse de quatro na cama e comecei a provar o acarajé ajoelhado por trás dela. Aquela bunda gigante disponível ao toque era um deleite. Apertei as nádegas, espremi suas coxas e massageei costas e pescoço. Puxei seus cabelos e ela me incentivou. Pode puxar à vontade, são de verdade. Enrosquei os fios na mão e puxei-a para tentar aplacar meu desejo. Não resisti e estalei um tapa na bunda dela. Não me bate, ela disse olhando pra trás. Achei que era uma restrição, mas o diabo tá nos detalhes e o paraíso também: se ficar batendo na minha bunda eu vou gozar.

Eu que não sou muito de bater, toquei o Olodum no tambor da baiana. Tapa após tapa, os gemidos cresciam e o meu tesão também. Senti que ela ia gozar quando começou a arquear e contrair as costas. Acelerei os movimentos, desferi mais tapas e gozei junto. Caímos lado a lado na cama.

Meu encontro com a Flávia teve muitas nuances, muitos detalhes que acabei deixando de fora pra não estender o relato ainda mais. Para quem gosta de resumos: ela é bonita, morenaça da cor da maldade. Cabelos, olhos e sobrancelhas, todos acastanhados, todos lindos. A boca é uma perdição: farta e macia, que ela sabe usar como poucas. Na língua, nos lábios e no pau. A baianinha tem uma energia do caralho, é muito simpática, comunicativa e divertida. Gosta da sacanagem, se entrega, mas tem uma gentileza no olhar, uma disposição muito grande para agradar. De fato, não houve um único momento em que eu não sentisse que ela estava ali exclusivamente pra mim e dedicada a me entregar a melhor hora de uma vida. Poderia ter ficado muito mais tempo e ainda pareceria pouco, apesar de termos feito muito. Experiência impecável, inesquecível e de muitos repetecos.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Pirubaby, Raf, vadeR, Nomade, Mítico, Portugal, Bob Construtor, Peter White, Eddie Adams, Brand, Conde Da Valáquia, Teseu, LP come queto, Kid Long, Barbosa82, Malvadão Carioca, MRio, Top Gun, Fatblack, Ikki RJ, pauloeduardo, Thor de Copacabana, Lestha76, HC, Getúlio, Jokerman, curtiram esse TD.
ALICE TIJUCA - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98237-2049
ALICE TIJUCA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 SIM

20 de Outubro de 2025 às 13:10



Compromisso na Tijuca, perto do cantinho da Alice,não tem jeito: é massagem, bate papo e pau dentro!

"Cervejeiro, tu vai sumir assim. Não vai emagrecer mais, né? Tu era tão redondinho quando a gente se conheceu..."

A Alice tem aquele pacotão irresistível: bonita, gente boa, bundão-peitão, pele branquinha e curte uma sacanagem. Ainda tem aquela massagem fora de série. Difícil resistir. Como já nos conhecemos há muito tempo, rola uma intimidade mto boa. Tudo fica leve e mais natural. É como estar com aquela amiga gostosa que você come de vez em quando. Quem fica nessa de não comer amiga tá jogando errado: é tão gostoso quanto comer as inimigas.

Sob o risco de me repetir, serei sintético: banho, papo descontraído e logo tô pelado na maca, de bruços. A Alice começa a massagem pelos pés, sobe para as panturrilhas, coxas, bunda e costas. Termina a parte inicial nos cabelos e depois vira o jogo pra sacanagem. Faz uma massagem foda no saco, na costura e no pau com você ainda de costas. É o suficiente pra dar um grau na rola. Então ela pede pra você virar e pra provocar, finge que seu pau nem existe: vai massagear seus ombros, peito e só depois volta pra sanagem: gel no pau, masturbação doida e então o tão esperado boquete.

Desta vez, ela me surpreende e interrompe a chupação no meio do caminho. Termina de tirar a roupa e, com uma reboladinha safada, sobe em cima de mim para um 69. Quase queimo a largada nessa posição, uma das que mais gosto. Ficamos ali um bom tempo, mas repentinamente ela sai de cima de mim e me puxa pro sofá. Me coloca sentado e vem, de costas, por cima de mim. A sentada é frenética, foda de segurar a gozada, mas eu consigo me controlar. Ela aumenta os gemidos, joga a bunda cada vez com mais pressão e anuncia que vai gozar. Começo a socar também de baixo pra cima pra ajudar e logo ela se treme toda. Segura minha pernas para que eu sossegue, dizendo que tá sensível. Depois que se recupera ela se ajeita de quatro no sofá e me chama: gozei gostoso, agora é sua vez. Me acabo naquela boceta gostosa e fico ali até gozar.

"Essa academia tá dando resultado, Cervejeiro, teu tuctuc tá mais intenso."

Depois do banho trocamos mais algumas ideias, meu eu tinha hora e precisava ir. Os encontros com a Alice são impecáveis, altamente recomendados. Não faço ideia de quantos já foram, mas se estivesse acumulando milhas, dava pra ir longe.

Nomade, Café, Peter White, Getúlio, R Souza, Araujo, Raf, Conde Da Valáquia, Master, joseph1973, MRio, Thor de Copacabana, Top Gun, Rafa 66, LP come queto, Malvadão Carioca, HC, Mítico, Luizinho90s, Eddie Adams, Chris Kyle, Frank49, ronondex, predador69, Alice Tijuca, Tyrion, G.G, curtiram esse TD.
ANDRESSA VIANA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98866-0877
ANDRESSA VIANA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO NãO R$0.00 TALVEZ

20 de Outubro de 2025 às 12:10



Aproveitei a promo anunciada pela Andressa e fui conferir a loira. Já havíamos conversado brevemente na última festa do Arena e como a interação havia sido positiva, seu nome ficou na minha lista. Marcamos em seu local no centro. Fácil acesso, pertinho da carioca.

A Andressa me recebeu com um selinho e pediu desculpas pelo atraso, pois estava vindo de um curso. 5 minutos não é atraso, respondi. Achei-a simpática neste primeiro contato, mas logo fui pro banho e não estendemos muito o papo.

O apartamento é bem legal, espaçoso e ela atende sozinha. Banheiro 100% também. Tudo em seu devido lugar. A cama também é boa.

Os primeiros beijos foram suaves, um pouco tímidos. A Andressa tem uma pegada inicial mais plácida. Não é aquele menina que você entra no apartamento e te devora logo no primeiro segundo. Particularmente gosto mais de quando a coisa já começa quente. A gente paga também pelo teatro, gosto de quando a menina me faz acreditar que sou a última cerveja de uma vida. Não me incomoda contudo esta abordagem mais cadenciada, dependendo do que vem na sequência.

Depois dos beijos iniciais puxei a alça da lingerie para o lado e liberei um dos seios que foi descansar na minha boca. Para me ajudar ela tirou a outra alça e logo depois se despiu por completo. Segui a proposta, tirei a cueca e fiquei nu também. Ela se posicionou de joelhos e veio me chupar.

No boquete a Andressa colocou muito mais energia que no beijo. Com o pau ainda flácido, ela o colocava inteiro na boca e exercia uma pressão muito boa. Interrompia a chupada para punhetar um pouco e logo retornava. O pau endureceu e a técnica ficou ainda melhor, uma ferocidade que me agradou bastante. Enquanto me sugava pegou a camisinha, mas eu segurei sua mão e pedi que não parasse, pois estava mto gostoso. Ela obedeceu e seguiu no boquete.

Pedi que deitasse, chupei seus seios, sua coxa e desci pra provar seu sexo. Senti contudo uma certa resistência da parte dela, achei que não abria as pernas o suficiente para me dar o acesso que eu precisava. Ajudei-a com as mãos e a coisa melhorou, mas ela não estava 100% à vontade ou entregue. Talvez fosse a barba incomodando. Boceta depilada contra barba por fazer pode ser uma combinação que não agrada. Desisti da empreitada ela voltou a me chupar até o pau ficar no ponto.

Camisinha posta, me pediu para ir por cima, no papai-mamãe. Ficamos ali um tempinho, ela gemendo gostosinho enquanto eu estocava. Depois de um tempo pedi que ela ficasse de quatro. Me encaixei de joelhos por trás e ficamos um bom tempo nessa posição. A vista era um espetáculo, aquele rabão branco da Andressa balançando enquanto eu a apertava e dava uns tapas é digno de nota. Ela gemia e me pedia pra ir mais rápido. Em certo momento estendeu o braço pra trás e quando nos entrelaçamos, começou a me puxar para ir com mais força ainda. Gemia e me incentivava a aplicar cada vez mais intensidade. Depois ela deitou de bruços, ergueu uma das coxas e me convidou a penetrá-la por cima de uma das pernas. Levou uma das mãos à buceta por entre o ventre e começou a se masturbar. Vai, come forte que eu vou gozar. Meti com bastante vontade, mordia sua nuca enquanto ela gemia cada vez mais. Aproveitei para beijá-la e desta vez senti muito mais entrega neste aspecto. Acho que proximidade do orgasmo fez com que se soltasse. Veio o gozo e ela ficou mole sobre a cama. Penetrei-a então de bruços e gozei gostoso pra caralho, já quase sem fôlego e pingando de suor. Fui para ao banho, fiz o pix e parti.

O encontro foi positivo. Sexo bem gostoso, de boa intensidade e eu dei uma gozada de muito tesão. Minhas únicas ressalvas foram os beijos iniciais mais tímidos, mas que mudaram de aspecto quando ela estava prestes a gozar, e a questão de não senti-la tão receptiva ao sexo oral. Como eu sou daqueles que gosta da coisa toda, estas valência me fizeram falta, apesar de não invalidarem o resultado final positivo.

gargamel, Ikki RJ, vadeR, Chris Kyle, Big Boss, Negroni, Duelista, Bob Construtor, Lunna Rizzo, Conde Da Valáquia, Portugal, MRio, Thor de Copacabana, Café, The Notorious, Brutus, Eddie Adams, Andressa Viana, curtiram esse TD.
ESTELA LOPES - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 99935-4307
ESTELA LOPES
NEUTRO
TEMPO: 30 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - NãO GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA NãO SEI DISSE QUE FAZ R$0.00 NãO

21 de Agosto de 2025 às 17:08



Você está à procura de um bom restaurante, deseja provar algo diferente da comida caseira, sair da rotina. Então você busca opiniões confiáveis. Encontra um site conhecido, bem conceituado. Nele, diversas opiniões favoráveis a respeito do estabelecimento. Alguns elogiam a simpatia e a cortesia do atendimento, outros ressaltam a beleza da concierge. Há aqueles que enaltecem até mesmo a decoração. Convencido, você se arruma, escolhe uma roupa apropriada, passa o melhor perfume e vai, cheio de expectativas.

O local é conhecido. Nada exuberante, mas nenhum porém, nada que possa atrapalhar a experiência. A recepcionista é simpática, se empenha em agradar, em deixar o cliente à vontade. É bonita, jovem, uma boca chamativa e tingida de vermelho. Os cabelos cacheados estão bem arrumados, são muito bonitos também. Está bem vestida para a ocasião. Ela me apresenta o local e pergunta se não quero ir ao toalete antes da refeição. Faço minha higiene e retorno. Ela coloca uma música para animar. A escolha é boa. Ela arruma a mesa e traz o primeiro item do menu.

O antipasto inpressiona pela apresentação, mas fica nisso. O paladar é tímido, suave demais, parece que não atinge as papilas gustativas. Insisto um pouco, tento degustá-lo com mais apuro, mas este realmente tem pouco a oferecer. É como se ficasse na superfície, tenho a impressão de que sequer toca minha língua. Para fins elucidativos, vou apelidar o antipasto de Beijo.

Sabendo que entrada tem pouco a oferecer, deixo-a de lado e peço o primo piatto. Este é melhor, bem mais interessante que o anterior. Claramente a chef se empenhou muito mais na receita e, principalmente, na execução. Os sabores me deixaram em êxtase. Desta vez sim: culinária de alto nível, como eu havia idealizado. Algo porém rompe a magia daquele momento sublime: não estava sequer na metade do primeiro prato, aproveitando lentamente a maneira como a textura e os temperos envolviam meu paladar, e a garçonete retira o prato, colocando o secondo em seu lugar. Não questionou se eu estava satisfeito ou se desejava degustar um pouco mais. Fez a substituição e sem muita opção, fui prová-lo. Seguindo a lógica anterior, vou apelidar o primo piatto de Boquete.

O secondo piatto é bom, mas eu ainda estava com a degustação anterior na cabeça, desejoso por mais do que havia experimentado e que havia sido recolhido rápido demais. Tento me concentrar no segundo que, para minha surpresa é bem servido. Obviamente a cozinha havia se empenhado na idealização. Há camadas no paladar, variações que ampliam a degustação, com três texturas diferentes. Minha fome era grande, eu estava apreciando, mas a impressão dos eventos anteriores haviam mexido com meu humor. Algo de amargo tinha tomado conta do meu paladar. O que deveria ser uma experiência culinária inesquecível tinha se tornado quebradiço. Terminei o prato com voracidade. A experiência não era plena, mas pelo menos mataria minha fome. Desta vez não vou apelidar este último prato com um termo só. Vou tratar cada textura de uma forma distinta: cavalgada, cachorrinho e gato.

E quanto à sobremesa? Sequer experimentei. Fui ao banheiro, fiz minha higiene e paguei a conta. Devo ter ficado pouco mais de meia hora no estabelecimento. Saí sem fome, barriga cheia, mas longe de estar satisfeito com a experiência.

Jonas, The Creator, Big Boss, Café, Mark, vadeR, Araujo, Negão_01, Intempérie, onlyhaters, Holmes, Bento27, Advcansado, PauloCesar, Ikki RJ, Mítico, Brand, Fatblack, Conde Da Valáquia, Eddie Adams, Getúlio, Broker83, Pirubaby, Barbosa82, Makaveli, Bella Dias, Malvadão Carioca, HC, The Notorious, Nomade, Yami Mysterio, Claudio_rdp, rafael.oliveira, 90loiro90, Estela Lopes, Thor de Copacabana, LpLp, curtiram esse TD.
ALICE TIJUCA - Tijuca - Rio de Janeiro - RJ - (21) 98237-2049
ALICE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$200.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM NãO R$0.00 SIM

15 de Agosto de 2025 às 16:08



Da última vez que estive com a Alice, brincamos um com o outro que já estávamos tão íntimos que não havia mais tesão, que aquilo tinha virado sentimento de amigos e a putaria tava mais no hábito que qq coisa. Depois disso acabamos ficando um tempo sem nos ver por motivos diversos. Até que chegou uma msg dela no meio dos últimos dias: eu existo heim!

Arrumei um tempo, quase deu merda, mas fui. O início do encontro seguiu o protocolo  padrão das últimas vezes: uma massagem muito boa na parte posterior do corpo, um papo interessante para contar as novidades e pedidos de segredo a respeito das fofocas compartilhadas (às vezes eu tenho certeza de que forista gosta mais de fofoca do que da trepar, mas essa tese fica pra outra hora). Então veii o momento da sacanagem: ainda de costas, ela massageou meu períneo, o saco e depois o pau por entre as pernas. Depois pediu para me virar e veio a parte que mais gosto: o boquete fenomenal que a Alice faz. Muitas vezes entreguei os pontos ali mesmo. Após um tempo, como se lesse meus pensamentos, perguntou se eu quereria transar ou se seguiríamos daquele jeito. Pedi para ela se levantar e ela abriu a gaveta para pegar um preservativo. Interrompi seu movimento e pedi que deitasse por queria prová-la. Ela se ajeitou na maca e eu comecei a degustar sua anatomia. Ela gemeu discretamente, aumentou o ritmo da respiração e, quando achei que ai gozar, ela sugeriu um 69. Trocamos de lugar. Ela subiu em mim, colocou a xereca na minha cara e abocanhou meu pau. Resisti muito para não gozar daquele jeito. A posição estava tão boa que me deixou com um tesão que há tempos não sentia. Contei mais de 5x em que quase derramei cerveja antes antes do envase.

Posiçeões desfeitas, hora de colocar a camisinha no  pau. Alice subiu em cima de mim na cavalgada invertida. Acho que jamais havíamos feito esta posição e, porra Alice, tava escondendo jogo? Fiquei ali observando a tatuagem de laçarote próxima à bunda e meu pau sumindo dentro do presentinho. Depois ela me puxou pro sofá e aí a pegação esquentou de vez. De quatro, ela me pedia pra ir mais forte pois iria gozar. Eu me empenhei, mas por algum motivo, o gozo escapou. Fiquei ali então me divertindo, meu pau duraço, e de novo ela anunciou o gozo. Fiz meu melhor e mais uma vez tenho a impressão de que não rolou. Ela me xingava e apertava meu pau com a boceta. Depois me puxou pra fora do sofá, ajoelhou no chão e voltiu a mamar com aquela vontade de quem quer fazer o parceiro gozar. Com meu pau entre ambas as mãos, fez uma graça: olha a rolona dele dura, dá pra punhetar com as duas mãos juntas! Nunca havia reparado nas mãos da Alice até então, mas agora tenho certeza de que são bem pequenas. Não deu muito tempo e eu gozei tudo em sua boca. Fiquei morgando na maca enquanto ela foi se limpar.

Papo divertido pós-banho e ela me ofereceu café, mas recusei porque ainda iria almoçar. Ela queria ajuda com o celular, eu até tentei, mas a patroa ficou ligando e eu tive que sair correndo. O crime não compensa, mas é gostoso pra carai.

Mark, Y@N, Araujo, Getúlio, Café, HC, R Souza, Mítico, Conde Da Valáquia, Barbosa82, Russo, 90loiro90, Bento27, Thor de Copacabana, Eddie Adams, Frank49, Porra Seca, Alexia Almeida, Oscar, The Shy, Alice Tijuca, Yami Mysterio, Peter Parker, Joey Tribbiani, Ikki RJ, predador69, ronondex, Rafa 66, curtiram esse TD.
PRINCESINHA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (19) 99577-0244
PRINCESINHA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$0.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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07 de Agosto de 2025 às 17:08



Minha fábula com a Princesinha é feita de desencontros. Quando minhas intenções iam em sua direção, outros súditos ocupavam meu lugar; quando ela retornava minhas missivas, estas pareciam protocolares e a gente se perdia. O nobre guerreiro Y@n chegou a fazer uma ponte para confabularmos, mas as tábuas de compromissos não coincidiram. Princesa com agenda real atribulada é sinal de muitos pretendentes, poucos horários ou um principado cobiçado por cortejadores. No caso desta donzela, as hipóteses são todas verdadeiras.

Tudo estava calmo no reino de Arenália até que um boato passou a circular pelas tabernas: a Princesa se afastaria da corte para cuidar de assuntos pessoais. Responsável por tantas benesses, o mero rumor de sua ausência abalou a calmaria que mantinha o reino em paz. Burburinhos sobre protestos e um levante popular começaram a surgir. O sábio Lorde Brand, conselheiro pessoal do rei, surgiu com uma solução: um concurso selecionaria um súdito para passar uma última noite com a Princesa antes do retiro. O anúncio acalmou os ânimos e a paz voltou a Arenália.

Soube do concurso por acaso, quando, após uma noite de bebedeira, me deparei com o panfleto com as regras da inscrição. Com tantos letrados no reino, julguei a contenda injusta. A aristocracia tinha mais intimidade com o vernáculo do que a plebe. Tratava-se portanto de um embuste: o povo era alimentado com esperança, mas a premiação ficaria com a classe dominante. A falsa ideia de condições igualitárias não era novidade, mas o artifício funcionava de maneira recorrente. Rasguei o panfleto e pedi ao taverneiro para voltar encher minha caneca.

A ideia de um encontro com a Princesa ficou na minha cabeça mesmo ciente de que o concurso se tratava de um ardil para manter o populacho sob controle. Entre uma caneca e outra, um sopro divino arejou meus pensamentos com inspirações controversas. Corri até meu aposento na antiga estalagem, peguei um pergaminho e rascunhei minha participação. Na manhã seguinte submeti à corte.

A carta da princesa acerca do resultado me pegou de surpresa em mais uma noite de estado etílico. Era como levava a vida, trabalhava o suficiente para manter meu quarto na estalagem, a barriga satisfeita e minha caneca cheia. Dois enviados do rei me encontraram debruçado sobre uma mesa da taverna. Acompanhados de uma pequena multidão, anunciaram: cure-se da bebedeira, tome um banho e vista roupas limpas. Hoje à noite você vai ao encontro do Princesa.

O castelo da Princesa levava o nome de Sir Álvaro Alvim, batizado em homenagem ao médico que havia curado a rainha de uma enfermidade tempos atrás. Majestoso, o palácio ocupava todas as trinta e sete milhas da região central da cidade. Fui conduzido pela guarda real até o salão onde a Princesa me aguardava. Pelos Deuses!, ela exclamou ao me ver. Você não é aquele que chamam por aí de Ceveja? Eu mesmo, vossa Alteza. Sua reputação o precede, ela comentou. Espero que boa. Controversa, ela respondeu com um olhar inquisidor. Como devo chamá-lo? Cerveja está ótimo, Princesa. Você chegou a me enviar algumas correspondências, não foi? Sim, algumas. Sinto muito por não ter respondido apropriamente. Compromissos reais, espero que entenda. Nada pessoal.

Pudemos conversar enquanto a Princesa me apresentava o castelo. Mostrou-se simpática e comunicativa, quis me deixar à vontade em sua presença. Fomos escoltados por dois cavaleiros de sua guarda pessoal que, à distância, acompanhavam nosso movimento. Mostrou-me a biblioteca do palácio e, enquanto lia a lombada de alguns livros, pude observar o contorno do seu corpo por baixo do vestido. Era mais graciosa do que eu havia imaginado. Quando passamos pela despensa, surpreendeu-me ao servir uma cerveja para nós dois. Não sabia que princesas bebiam, comentei. Estou recebendo o Cerveja em meu castelo, ela comentou, pensei em dar o tratamento apropriado. Brindamos e seguimos pelo corredores. Quando passamos por uma porta de madeira trancada, eu quis saber o que havia lá dentro. É o meu aposento, ela comentou. Perguntei se poderia conhecer. Eles arrancariam sua cabeça, ela respondeu apontando para os guardas. Não tem um jeito de se livrar deles?, perguntei. Guardas!, ela levantou o tom de voz. Imediatamente me desculpei pela ousadia, tentando interrompê-la, mas os guardas já haviam se aproximado. Tragam mais cerveja, ela ordenou. Um deles hesitou, mas o outro partiu imediatamente e ele o seguiu. Fiquei olhando para a Princesa, tentando decifrar suas intenções. Não sei se deveríamos beber mais, comentei quando os guardas retornaram. Não é pra gente, ela respondeu e piscou um dos olhos. Você não queria conhecer meu quarto?

Os guardas sequer hesitaram quando a princesa ordenou que os bebessem a cerveja. Antes, discretamente, misturou nas canecas algo que trazia oculto em uma das dobras do vestido. Os guardas adormeceram, caídos pelo corredor. Ela destrancou a porta, olhou na minha direção e disse: uma princesa precisa conhecer alguns truques para ter um pouco de paz. Depois entrou no quarto e convidou: você vem?

A Princesa não deixou dúvidas de suas intenções depois de ter trancado a porta. Beijou minha boca e logo quis ajuda para tirar o vestido. Depois me despiu e passou a alisar meu pau. Acariciei seus cabelos, mas ela tinha ideias mais ambiciosas. Pegou uma das minhas mãos e levou até a sua boceta para que eu a sentisse molhada. Ficamos naquela masturbação mútua por um tempo até que ela saltou para a cama e, de quatro, começou a me chupar. Depravada não economizou a garganta aristocrata. Engolia meu pau até a base e deixava escapar pequenas lágrimas de emoção ao ver seu súdito tão envolvido. Quis retribuir, mas ela achou que ainda não era a hora. Para mostrar toda sua generosidade, me colocou sentado na cama, se ajoelhou e deu a este pobre pebleu o tratamento de uma linhagem nobre. Quando pude retribuir, a princesa se entregou por completo. Gemeu, rebolou e esfregou a boceta na minha boca sem o menor pudor. Engatamos um meia nove e, depois, entre sussurros, avisou que iria gozar. Sua boceta pingava. Escorreu sobre mim a ponto de encharcar minha barba e entupir meu nariz. Depois saiu de cima de mim, limpou meu rosto e se desculpou. Já te usei, agora é sua vez. Coloquei-a de quatro na cama e quando ia penetrar sua boceta, ela me impediu. Uma princesa precisa se manter pura até o casamento, disse. Segurou firme meu pau e direcionou para a joia da coroa. Assim não tem problema, comentou olhando para trás depois que meu pau deslizou para dentro de si. Vai, me fode seu gostoso. Penetrei a princesa sem qualquer restrição. Quanto mais eu forçava minha pica, mais ela me incentivava. Isso, come meu cuzinho. Puto! Depois de um tempo eu a empurrei sobre a cama e, com a princesa de bruços, coloquei meu pau o mais fundo que eu poderia. Estoquei com o vigor que me restava e, quando meus gemidos se intensificaram, ela deu a ordem derradeira: goza gostoso no meu cu, vai.

Bebemos mais uma cerveja sentados na cama. Conversamos sobre o afastamento dela e seus motivos. Depois me deu uma aula sobre chakras e energia sexual. Os guardas devem acordar daqui a pouco, ela comentou durante o papo, melhor você ir. Enquanto eu me arrumava, combinamos de nos encontrar após seu retorno. Vai deixar saudades, comentei. Vou, respondeu. Demoro, mas volto. Os guardas me conduziram até a saída do castelo depois de despertarem. Pelos olhares que trocamos, sabiam exatamente o que havia acontecido. Fui embora me perguntando quantos já estiveram no meu lugar.

***********

Este encontro foi resultado do concurso "Um príncipe para a Princesinha", promovido pelo GPArena em conjunto com esta mocinha simpática que atende sob a apropriada alcunha de Princesinha do Anal.

O concurso:

https://gparena.net/forum/viewtopic.php?f=106&t=6016&p=140582#p140582

A frase vencedora:

"A princesa é sapeca. Vê no brejo o bicho, olha pro sapo e acha capricho. O sapo é feio, mas não fraqueja: vira príncipe, oferece cerveja. Habituado à perereca, o Cururu grita: hoje eu quero cu! Dispenso a xereca!"

Por fim, deixo aqui meus agradecimentos ao GPArena, à Princesinha e aos amigos e amigas que votaram e participaram do concurso.

ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
Y@N, Mr69, Jonas, The Creator, Conde Da Valáquia, Brand, Andrews, vadeR, Eddie Adams, Surfcoh, Café, Top Gun, Eva Sanchez, Dan Spock, onlyhaters, Makaveli, PauloCesar, G.G, HC, Princesinha, pauloeduardo, Broker83, Thor de Copacabana, Frank49, Delanmax, Mítico, peixotarado, Yami Mysterio, 90loiro90, Peter Parker, Ikki RJ, curtiram esse TD.
MARCELA LESSA - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96786-3745
MARCELA LESSA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$150.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
SIM - GOSTEI SIM - SEM CAMISINHA SIM SIM R$0.00 SIM

28 de Julho de 2025 às 18:07



Não tem jeito, meu relatos serão sempre pessoais. Depois dos 40 a gente precisa se conhecer, senão corre o risco de tomar uma direção qualquer e, no avançar da vida, sem espaço para corrigir trajeto. Tenho uma certa tendência às leves obsessões. Conheço algo que me desperta e aquilo passa a ser todo o mundo. Foi assim com a cerveja, com o sexo, com a literatura e com muitos relacionamentos que já tive. Algumas destas descobertas perduram, outras minguam e dão espaço a novidades. Houve casos em que a descoberta me fez empreender tanta energia que acabou por se extinguir em um tempo curtíssimo. Também tem isso: a facilidade com a qual me entusiasmo é a mesma com a qual percebo que talvez eu tenha reagido de maneira exagerada. É bem provável que alguns percalços que já tive na vida são resultado de uma espécie de karma por a estas paixões estancadas repentinamente. Algumas chegaram a confessar:  haviam combinado com o universo minha  desgraça, mas depois se arrependeram. Tu não faz por mal, só é meio irresponsável. A gente envelhece e aprende. Hoje sou capaz de  equilibrar melhor meus impulsos.

Não sei mais quantas vezes já me encontrei com a Marcela. Demorei a postar o primeiro relato e depois soneguei muitos outros. Não tenho tanto a escrever e por vezes os encontros seguem um roteiro muito parecido. Seria um copiar/colar interminável. Também não acho interessante vir aqui postar um ou dois relatos por semana. Encheria o Arena de conteúdo repetido, além de, talvez, passar uma mensagem equivocada.

A Marcela não parece ser destes casos em que meu ímpeto irá desvanecer. A vontade por ela já perdura há algum tempo. E por mais que sonegue a repetição dos nossos encontros, eventualmente acabado retornando para dar uma luz às nossas intersecções. Nos encontramos desta vez num meio de semana, em em seu local na Senador Dantas. Minha vontade era tanta que saí de casa dizendo que ia tomar um café e fui me abastecer da cafeína que ela tem entre as pernas. Ela me recebeu, como sempre, com um beijo devastador e um sorriso que abriga meio mundo, suficientes para me convencer que ela também sentia Saudade. Quando já estou de banho tomado, vamos direto para a cama, a roupa dura muito pouco em nossos corpos. Se eu encontrasse a Marcela fora desta vida, era certeza de que não seria apenas um envolvimento fugaz. Problema é coisa que só presta grande. Um clichê para concluir: a Marcela é química de uma tabela períodica inteira.

Não fizemos nada muito diferente da última vez. Uma foda intensa, que varia entre a pegação acelerada e o carinho safado. Gosto muito de como ela sorri enquanto fode e do jeito como geme. Temos um roteiro meio base que não muda tanto porque nossos encontros não acontecem com a frequência que imagino que gostaríamos. O tesão coloca tudo meio que no automático e as cenas se repetem. Assim como eu não dispenso a sentada dela, a Marcela faz questão de gozar na minha boca toda vez. Diz que se a gente namorasse eu ia teria que chupá-la todo dia. Imagine o sacrifício. Normalmente eu gozo com ela de quatro, durante o sexo anal, que ela curte e não recusa . Da última vez, um fato inédito: ela ficou tão molhada que, quando fui penetrá-la, sequer precisou lubrificar o cuzinho. O tesão havia escorrido da boceta e feito boa parte do trabalho. Dei apenas uma leve cuspida no pau e o encaixe foi suave. Depois que gozei e deitei ao seu lado ela me chamou de maluco. Disse que só com um tesão muito fora do normal pra conseguir fazer anal sem usad o gel que ela deixa na cabeceira. Foi ruim?, perguntei. Não, ela respondeu, só foi irracional. Rimos juntos e, quando levantei para ir ao banheiro, deixei a marca de um tapa naquela bunda interminável.

Não demora pra voltar, ela pediu durante a despedida. O selinho se transformou em um beijo que seria combustível para uma segunda vez. Infelizmente eu precisei ir. Comeria fácil a Marcela de novo. Desci o elevador com o pau latejando, tentando disfarçar o tesão quando ele parou no quarto andar e uma senhora entrou. A Marcela é igual a cerveja: se pudesse, era todo dia.

90loiro90, Café, Yami Mysterio, Eddie Adams, Araujo, Zhukov, Brand, Dan Spock, Long Trail, The Notorious, Getúlio, Pirubaby, HC, PauloCesar, Claudio_rdp, FGFR, Conde Da Valáquia, Oscar, The Shy, Mítico, Duelista, Thor de Copacabana, Ikki RJ, curtiram esse TD.
ISIS BELLE - Centro - Rio de Janeiro - RJ - (21) 97246-3246
ISIS BELLE
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$300.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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25 de Julho de 2025 às 05:07



Dia de consulta médica, sexta-feira, passagem inevitável pelo centro. Lembrei da Isis, que havia cuidado bem de mim em todas as ocasiões anteriores. Na cabeça os vestígios de um encontro espetacular que aconteceu quando eu estava a caminho de um festival de cerveja. Próximo de chegar ao local eu pensei: porra, se eu for pra essa parada sem trepar vai ser foda, o álcool vai subir e os neurônios vão fermentar. Problema à vista, coisa de bicho: se a base de Maslow não estiver satisfeita, tudo desmorona. Mandei msg pra Isis com alguma esperança, torcendo pro universo conspirar. Ela respondeu de imediato, sorte de putanheiro velho. Marcamos, trepamos e eu fui pro evento em paz, focado apenas na cerva.

Este novo encontro já tem mais de um mês, mas vale o relato para lembrar da musa, uma das primeiras que conheci aqui no Arena. Mandei mensagem e ela me respondeu em poucos minutos: estou chegando no apto, se você não se importar de esperar, consigo no horário que propôs. Sem problemas, respondi, paro em um bar e faço hora. Quer alguma coisa, pego uma cerva pra você? Tem Guaravita aí? Tem, sou contra, mas levo um pra você.

Bebi duas cervas e ela me chamou. Peguei uma terceira pra viagem, comprei o Guaravita e entrei no prédio sob os olhares de uma turma que estava no Zezé. Alguns descansando, outros fofacando, além daqueles aguardando a senha, a vez, o ok, o vem gato!.

A Isis me esperava com um vestido vermelho agarrado no corpo, os seios saltando do decote, emulando bombons, a pele preta que pedia uma mordida. Beijou meus lábios na ponta dos pés, meteu a língua na minha boca. O gosto da cerveja não incomoda?, perguntei. Claro q não, ela respondeu, só não bebo. Nem pensei em dividir, brinquei, sou guloso. Vê se isso aqui te deixa ainda mais. Ela virou de costas e, caminhando, levantou o vestido para exibir a bunda. Avancei e um tapa estalou sua nádega direita.

Conversamos um pouco, a Isis muito simpática, sorridente e provocante. Fui para o banho com a cerveja em mãos e voltei com ela vazia. Quer outra ?, perguntou, tenho umas na geladeira. Depois, respondi, agora quero você. Então vem que eu tô doida pra gozar. Acredita que não rolou hoje? Tu precisa escolher melhor teus clientes, provoquei.

O vestido da Isis durou pouco no corpo. Por baixo, nada. De quatro da cama, ela avançou para me chupar. Um boquete impositivo,  com variações, profundidade e muita devassidão. Da garganta, a pica ia para os lábios, estalava contra a bocheca e era espremida entre os dedos após uma leve cuspida. Percebendo meu delírio, intimou: deita que vou te castigar. Não fiz objeção e me acomodei. A Isis tem uma técnica muito diferenciada. Em vez de ficar de frente para o meu corpo, pequenina, ela fica de lado, aninhada entre as pernas como um animal domesticado, quase toda sua extensão ao alcance das mãos. É como se dissesse: toma que é teu, brinca aí enquanto eu me divirto aqui. Acariciei suas costas, seios e nuca. Quando cheguei na bunda e, por entre ela, deslizei até a vagina, ela pegou minha mão e direcionou de volta ao cuzinho. Passei a penetrá-la com os dedos enquanto devorava meu pau. A excitação foi no limite. Vendo minha expressão, reforçou a mensagem anterior: não goza assim, ainda tem que comer minha boceta e meu cu.

Quer me comer ou vai me chupar?, ela perguntou depois me castigar com a mão e a boca. O que voce prefere?, devolvi. Aqui é você quem manda, gato, faz comigo o que quiser. Então, vou te chupar. Ótima resposta, brincou, lembro que você é bom boca. Quer deitar ou sentar na minha cara? Gosto deitada, ela respondeu já se aconchegando pela cama. Chupei a Isis com vontade, tentando lembrar como ela gostava e as primeiras reações ativaram logo minha memória. Ela gosta de movimentos mais gentis, alternando entre o devagar e moderado, sem chupadas, sem sugar o clitóris com força. Alternei em dedilhar seu cuzinho e sua boceta enquanto a chupava. Aos poucos ela foi se aproximando do êxtase e logo gozou entre gemidos e espasmos.

Deitei na cama e ela veio sentar no meu pau. Primeiro de frente, oferecendo os seios à minha boca. Elogiou quando a chupei por toda a extensão dos peitos, as circunferências por completo, principalmente por debaixo deles, algo que me excita muito e ela fez questão de enfatizar: que tesão, o povo acha que a gente só tem mamilo. O espelho ao lado da cama me oferecia também uma visão privilegiada do espetáculo. Depois quicar em meu pau, reforçando para que não gozasse pois ainda tinha o cuzinho para provar, ela girou seu corpo sobre o meu e começou a cavalgar de costas. Aproveite para levantar a cabeça e admirar a vista. Então olhei para sua buceta e vi o quanto estava excitada. Um fluido viscoso e esbranquiçado em contraste à sua pele escura descia pela boceta, lambuzando meu pau e minha pélvis. Como se fosse possível, fiquei ainda mais excitado e passei a ajudá-la com o movimento dos quadris para intensificar a penetração.

Comi a de quatro também e depois no papai-mamãe. De quatro ela gozou mais uma vez e, depois que trocamos, deitou molinha para sentir minhas estocadas. Para encerrar a brincadeira, pedi o cuzinho e ela me perguntou como eu queria. Quero com você de frente para ver essa tua cara de safada. Ela sorriu, satisfeita com a resposta e recebeu meu pau até o talo. Devagar, depois mais rápido. No auge da loucura, uma gozada de urrar igual bicho enquanto ela apertava minha bunda com as mãos para que eu extinguisse todas as forças bem lá no fundo. Beijei sua boca, estafado, e me precipitei para levantar e ir tirar a camisinha. Ela me enlaçou em suas pernas e me disse para relaxar, para ficar ali de chamego um pouquinho.

Não bastasse o sexo inacreditável, a Isis entrega um pacote de malícia, simpatia e gargalhadas. Ainda na cama, virou pra mim e disse: obrigada tá? Perguntei o motivo. Por me fazer gozar. Sempre agradeço meus clientes quando conseguem me dar prazer também. Obrigada mesmo, completou. Sorri espontaneamente e continuei enroscado nela, até que me lembrou: quer aquela cerveja? Agora eu quero, respondi. Ela se levantou e voltou com uma Heineken geladinha enquanto eu me livrava do preservativo. Ficamos conversando enquanto eu enxugava a garrafa. Eu admirava seu corpo e ficava me perguntando porque eu demorava tanto pra voltar. Ela percebeu que fui longe nos pensamentos e perguntou se tava tudo bem. Respondi que estava com saudade de uma foda daquela. Era justamente o que eu precisava. Tomando banho, voltei a estes pensamentos: repeteco é vida, vida pra caralho. Uma putaria desse nível supera ou não o calafrio e a expectativa de uma novidade. Desta vez, sem dúvida.

Quando terminei a garrafa, ela me ofereu outra. Não quero abusar do tempo e da sua geladeira, respondi. Que isso, xuxu, fica à vontade. Se não estiver com pressa, pode relaxar. Eu não vou beber as cervejas mesmo. Elas vão ficando aí.

Conversamos mais. Esperta toda vida, leu minha carência latente e me fez alguns elogios. Tô me esforçando na academia, comentei, mas a bebida me sabota. Você sempre foi bonito, mas agora tá mais interessante. Agradeci, terminei a cerveja. Fiz o pix e me despedir querendo retornar o quanto antes, querendo não ir embora. Passei em uma cervejaria ali no centro para ve se havia alguma novidade nas torneiras e me deparei com uma de Imperial Stout inédita. O líquido escuro e cremoso, a espuma branca, o aroma do malte torrado, tudo me lembrava a Isis. Provei o primeiro gole. Ficou um pouco da espuma no meu bigode, assim com a Isis havia deixado seu gosto e cheiro pela minha barba. O cervejeiro responsável pela receita batizou a Imperial Stout de maneira pouco criativa. Encorpada, intensa e de uns 9% de ABV, no mínimo, eu a  chamaria de Imperatriz Isis Belle.

Mr69, Long Trail, Jucabar, Wilson00, Big Boss, HC, Café, Peter White, onlyhaters, FGFR, Alexia Almeida, Jonas, The Creator, Nomade, Tanuscarioca, Holmes, Conde Da Valáquia, Peter Parker, Yami Mysterio, Barbosa82, Joey Tribbiani, Claudio_rdp, Mítico, Eddie Adams, Dan Spock, Getúlio, Flavinho, Zlatan, Toalhinha, ronondex, Thor de Copacabana, Lucifer, sodus, PontoG, Teseu, curtiram esse TD.
SOPHIA LOUISE - Rio de Janeiro - RJ - (21) 96758-8302
SOPHIA
POSITIVO
TEMPO: 60 MINUTOS VALOR: R$250.00
BEIJO ORAL ORAL COMPLETO ANAL TAXA ANAL REPETECO
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14 de Abril de 2025 às 19:04



Quando o encontro é bom, o repeteco vem logo. Eu já estava com vontade de rever a Sophia há algum tempo, mas estava sem desculpas para ir à Lapa. A vontade vinha à mente, mas eu lutava contra ela como podia. O diabo, contudo, é ardiloso, joga pesado. Estou na academia, entre séries, e aproveito pra dar uma olhada no GPArena em busca de motivação pros próximos exercícios. Lembro da Sophia, que tinha acabado de postar uma foto, gatíssima, toda elegante em um vestido longo e seus cabelos aloirados caindo sobre os seios, um olhar blasé, como se o mundo lhe fosse indiferente e os lábios cobertos por um batom rosado. Tentação esta menina, penso imediatamente, certeza que se eu for correndo ainda sobre uma disposição pra namorar. Afasto os pensamentos intrusivos, pego os halteres e faço a próxima sequência de exercícios. Quando termino, percebo que a água da garrafinha acabou e vou ao bebedouro. Aciono o gatilho da máquina e enquanto a garrafa enche eu observo os arredores. Vejo a Sophia cruzando a roleta da academia e levo um susto. Ela está de macacão preto, peça única, agarrado ao corpo. Não é possível, penso. Volto a atenção à garrafa e vejo que ainda está na metade. Retorno à Sophia. O mesmo tom de pele, os mesmo cabelos aloirados, o biotipo, a boca... Tudo exatamente igual. O Méier tá longe d+ da Lapa pra ser verdade, muito contramão, penso. Ela cumprimenta um dos professores parados perto do balcão e vem na minha direção. Não acredito que seja ela, mas estou pronto para dar um oi se aquele absurdo for verdade. Alguém cutuca meu ombro e eu desvio o olhar. É um dos professores. Ele mostra a garrafa transbordando, molhando todo o chão da academia. Ele fecha a torneira antes que a situação piore e depois me olha com reprovação. Chamo a moça da limpeza, que vem com o esfregão e resolve a besteira que eu fiz. Terminada a confusão, procuro novamente a Sophia. Ela não existe mais.

Completo os exercícios e vou pra casa com a Sophia nos pensamentos. Na boa, será que a vontade é tanta que minha cabeça materializou esse desejo por alguns segundos e depois desfez a ilusão? Complicado.

Dias depois, a mesma academia, e a Sophia surge novamente. Desta vez estou próximo à entrada e consigo finalmente ter certeza: não é ela. Mas é semelhante demais, ridiculamente parecida, lindamente parecida. Ela percebe que estou olhando, hipnotizado, e me esnoba.  Nem um boa tarde ao passar por mim. Acompanho seu trajeto e vejo que ele foi para a aula funcional. Faz sentido. Por isso a perdi no outro dia. Mais tarde, em casa, chego a digitar alguma mensagem à Sophia original, mas venço a tentação e apago.

Encontro com alguma frequência a sósia da Sophia na academia. Trocamos algumas palavras, mas muito pouco, tudo protocolar. Coisas sobre revezamento de equipamento e tal, nada que me dê qualquer brecha. A frequência destes encontros quebra minha resolução. Abraço o diabo, mando msg pra Sophia e marco um novo encontro.

Ela me recebe de lingerie vermelha, o mesmo sorriso, os mesmos olhos de um castanho profundo, a boca irresistível, os seios recheando o sutiã e a pele morena cheirando a perdição. O beijo que eu ansiava veio acolhedor, melífluo, denso. Trocamos carícias e provocações. Corro pro banho e volto perfumado. Ela nota. O apto é excelente, amplo, parte romântico, parte insinuante, é meio o jeito dela, que tem uma meiguice encantadora, mas é uma capetinha nas quatro paredes. Fico à vontade ali. Moraria ali, penso, moraria na Sophia. Será que ela tem namorado, será que ela quer um namorado? Os pensamentos são interrompidos por um novo beijo, vamos à cama e o resto é espetáculo.

Em meu outro relato, chamei a Sophia de valquíria por conta da cavalgada provocante que ela me fez. O mesmo se repetiu. Eu apertava seus seios e ela alternava o ritmo entre o castigo desejável e a provocação. Antes de subir em mim, me fez um boquete irrepreensível. Segurei seus cabelos para não atrapalhar e assisti a tudo na melhor cadeira do teatro. Depois a chupei, ela deitada na cama, uma das mãos entrelaçadas a minha até o gozo surgir. Fomos para o ppmm e depois a penetrei com ela de quatro. Regressamos à posição original após um tempo. Aviso que vou gozar se prosseguirmos com aquela intensidade e ela me incentiva a seguir adiante. Concentro minha atenção naqueles olhos irresistíveis e me desfaço entre suas pernas.

O papo flui enquanto nos recuperamos, tão agradável quanto todo o resto que nos conduzira até ali. Comento com ela sobre a menina da academia e ela quer saber se é tão gata quanto ela. Digo que não, mas que eu pegaria fácil na falta da original. Já vai me trair, né?, ela brinca.

Dias depois tomo coragem de arriscar um papo com a mocinha da academia. Ela me diz seu nome. Não é Sophia. Começamos a nos falar com maior frequência e em uma ocasião aleatória, comento com ela que ela é muito parecida com uma ex-namorada minha. Ela deixa claro que entendeu aquilo como uma cantada. Digo pra ela que é verdade. Vou à Internet, pego uma foto bem comportada da Sophia e mostro pra ela, que também fica impressionada com a semelhança. Ela quer saber há quanto tempo terminamos. Digo que já tem algum tempo, mas que foi foda de superar, uma beleza rara de achar por aí. Ela entende o que eu quis dizer. Depois desse dia, eu troco meu horário da academia. Ela é da região, muito perto de casa, muito perto de dar merda. Teve um dia que minha curiosidade falou mais alto e eu voltei ao horário original, mas sem encontrá-la novamente. Ainda bem.

Lixo II, Café, Bob Construtor, Jonas, The Creator, Pirubaby, Flavinho, Getúlio, Tyrion, Brand, Eddie Adams, PauloCesar, Conde Da Valáquia, Yami Mysterio, HC, 90loiro90, Claudio_rdp, Long Trail, Repolho, Fatblack, Thor de Copacabana, Araujo, Mr69, predador69, Joey Tribbiani, Saulo Top, Oscar, The Shy, Nomade, Latrell Spencer, Ken Masters, Sophia Louise, curtiram esse TD.
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