25 de Julho de 2025 às 05:06
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Dia de consulta médica, sexta-feira, passagem inevitável pelo centro. Lembrei da Isis, que havia cuidado bem de mim em todas as ocasiões anteriores. Na cabeça os vestígios de um encontro espetacular que aconteceu quando eu estava a caminho de um festival de cerveja. Próximo de chegar ao local eu pensei: porra, se eu for pra essa parada sem trepar vai ser foda, o álcool vai subir e os neurônios vão fermentar. Problema à vista, coisa de bicho: se a base de Maslow não estiver satisfeita, tudo desmorona. Mandei msg pra Isis com alguma esperança, torcendo pro universo conspirar. Ela respondeu de imediato, sorte de putanheiro velho. Marcamos, trepamos e eu fui pro evento em paz, focado apenas na cerva.

Este novo encontro já tem mais de um mês, mas vale o relato para lembrar da musa, uma das primeiras que conheci aqui no Arena. Mandei mensagem e ela me respondeu em poucos minutos: estou chegando no apto, se você não se importar de esperar, consigo no horário que propôs. Sem problemas, respondi, paro em um bar e faço hora. Quer alguma coisa, pego uma cerva pra você? Tem Guaravita aí? Tem, sou contra, mas levo um pra você.

Bebi duas cervas e ela me chamou. Peguei uma terceira pra viagem, comprei o Guaravita e entrei no prédio sob os olhares de uma turma que estava no Zezé. Alguns descansando, outros fofacando, além daqueles aguardando a senha, a vez, o ok, o vem gato!.

A Isis me esperava com um vestido vermelho agarrado no corpo, os seios saltando do decote, emulando bombons, a pele preta que pedia uma mordida. Beijou meus lábios na ponta dos pés, meteu a língua na minha boca. O gosto da cerveja não incomoda?, perguntei. Claro q não, ela respondeu, só não bebo. Nem pensei em dividir, brinquei, sou guloso. Vê se isso aqui te deixa ainda mais. Ela virou de costas e, caminhando, levantou o vestido para exibir a bunda. Avancei e um tapa estalou sua nádega direita.

Conversamos um pouco, a Isis muito simpática, sorridente e provocante. Fui para o banho com a cerveja em mãos e voltei com ela vazia. Quer outra ?, perguntou, tenho umas na geladeira. Depois, respondi, agora quero você. Então vem que eu tô doida pra gozar. Acredita que não rolou hoje? Tu precisa escolher melhor teus clientes, provoquei.

O vestido da Isis durou pouco no corpo. Por baixo, nada. De quatro da cama, ela avançou para me chupar. Um boquete impositivo,  com variações, profundidade e muita devassidão. Da garganta, a pica ia para os lábios, estalava contra a bocheca e era espremida entre os dedos após uma leve cuspida. Percebendo meu delírio, intimou: deita que vou te castigar. Não fiz objeção e me acomodei. A Isis tem uma técnica muito diferenciada. Em vez de ficar de frente para o meu corpo, pequenina, ela fica de lado, aninhada entre as pernas como um animal domesticado, quase toda sua extensão ao alcance das mãos. É como se dissesse: toma que é teu, brinca aí enquanto eu me divirto aqui. Acariciei suas costas, seios e nuca. Quando cheguei na bunda e, por entre ela, deslizei até a vagina, ela pegou minha mão e direcionou de volta ao cuzinho. Passei a penetrá-la com os dedos enquanto devorava meu pau. A excitação foi no limite. Vendo minha expressão, reforçou a mensagem anterior: não goza assim, ainda tem que comer minha boceta e meu cu.

Quer me comer ou vai me chupar?, ela perguntou depois me castigar com a mão e a boca. O que voce prefere?, devolvi. Aqui é você quem manda, gato, faz comigo o que quiser. Então, vou te chupar. Ótima resposta, brincou, lembro que você é bom boca. Quer deitar ou sentar na minha cara? Gosto deitada, ela respondeu já se aconchegando pela cama. Chupei a Isis com vontade, tentando lembrar como ela gostava e as primeiras reações ativaram logo minha memória. Ela gosta de movimentos mais gentis, alternando entre o devagar e moderado, sem chupadas, sem sugar o clitóris com força. Alternei em dedilhar seu cuzinho e sua boceta enquanto a chupava. Aos poucos ela foi se aproximando do êxtase e logo gozou entre gemidos e espasmos.

Deitei na cama e ela veio sentar no meu pau. Primeiro de frente, oferecendo os seios à minha boca. Elogiou quando a chupei por toda a extensão dos peitos, as circunferências por completo, principalmente por debaixo deles, algo que me excita muito e ela fez questão de enfatizar: que tesão, o povo acha que a gente só tem mamilo. O espelho ao lado da cama me oferecia também uma visão privilegiada do espetáculo. Depois quicar em meu pau, reforçando para que não gozasse pois ainda tinha o cuzinho para provar, ela girou seu corpo sobre o meu e começou a cavalgar de costas. Aproveite para levantar a cabeça e admirar a vista. Então olhei para sua buceta e vi o quanto estava excitada. Um fluido viscoso e esbranquiçado em contraste à sua pele escura descia pela boceta, lambuzando meu pau e minha pélvis. Como se fosse possível, fiquei ainda mais excitado e passei a ajudá-la com o movimento dos quadris para intensificar a penetração.

Comi a de quatro também e depois no papai-mamãe. De quatro ela gozou mais uma vez e, depois que trocamos, deitou molinha para sentir minhas estocadas. Para encerrar a brincadeira, pedi o cuzinho e ela me perguntou como eu queria. Quero com você de frente para ver essa tua cara de safada. Ela sorriu, satisfeita com a resposta e recebeu meu pau até o talo. Devagar, depois mais rápido. No auge da loucura, uma gozada de urrar igual bicho enquanto ela apertava minha bunda com as mãos para que eu extinguisse todas as forças bem lá no fundo. Beijei sua boca, estafado, e me precipitei para levantar e ir tirar a camisinha. Ela me enlaçou em suas pernas e me disse para relaxar, para ficar ali de chamego um pouquinho.

Não bastasse o sexo inacreditável, a Isis entrega um pacote de malícia, simpatia e gargalhadas. Ainda na cama, virou pra mim e disse: obrigada tá? Perguntei o motivo. Por me fazer gozar. Sempre agradeço meus clientes quando conseguem me dar prazer também. Obrigada mesmo, completou. Sorri espontaneamente e continuei enroscado nela, até que me lembrou: quer aquela cerveja? Agora eu quero, respondi. Ela se levantou e voltou com uma Heineken geladinha enquanto eu me livrava do preservativo. Ficamos conversando enquanto eu enxugava a garrafa. Eu admirava seu corpo e ficava me perguntando porque eu demorava tanto pra voltar. Ela percebeu que fui longe nos pensamentos e perguntou se tava tudo bem. Respondi que estava com saudade de uma foda daquela. Era justamente o que eu precisava. Tomando banho, voltei a estes pensamentos: repeteco é vida, vida pra caralho. Uma putaria desse nível supera ou não o calafrio e a expectativa de uma novidade. Desta vez, sem dúvida.

Quando terminei a garrafa, ela me ofereu outra. Não quero abusar do tempo e da sua geladeira, respondi. Que isso, xuxu, fica à vontade. Se não estiver com pressa, pode relaxar. Eu não vou beber as cervejas mesmo. Elas vão ficando aí.

Conversamos mais. Esperta toda vida, leu minha carência latente e me fez alguns elogios. Tô me esforçando na academia, comentei, mas a bebida me sabota. Você sempre foi bonito, mas agora tá mais interessante. Agradeci, terminei a cerveja. Fiz o pix e me despedir querendo retornar o quanto antes, querendo não ir embora. Passei em uma cervejaria ali no centro para ve se havia alguma novidade nas torneiras e me deparei com uma de Imperial Stout inédita. O líquido escuro e cremoso, a espuma branca, o aroma do malte torrado, tudo me lembrava a Isis. Provei o primeiro gole. Ficou um pouco da espuma no meu bigode, assim com a Isis havia deixado seu gosto e cheiro pela minha barba. O cervejeiro responsável pela receita batizou a Imperial Stout de maneira pouco criativa. Encorpada, intensa e de uns 9% de ABV, no mínimo, eu a  chamaria de Imperatriz Isis Belle.