14 de Abril de 2025 às 19:09
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Quando o encontro é bom, o repeteco vem logo. Eu já estava com vontade de rever a Sophia há algum tempo, mas estava sem desculpas para ir à Lapa. A vontade vinha à mente, mas eu lutava contra ela como podia. O diabo, contudo, é ardiloso, joga pesado. Estou na academia, entre séries, e aproveito pra dar uma olhada no GPArena em busca de motivação pros próximos exercícios. Lembro da Sophia, que tinha acabado de postar uma foto, gatíssima, toda elegante em um vestido longo e seus cabelos aloirados caindo sobre os seios, um olhar blasé, como se o mundo lhe fosse indiferente e os lábios cobertos por um batom rosado. Tentação esta menina, penso imediatamente, certeza que se eu for correndo ainda sobre uma disposição pra namorar. Afasto os pensamentos intrusivos, pego os halteres e faço a próxima sequência de exercícios. Quando termino, percebo que a água da garrafinha acabou e vou ao bebedouro. Aciono o gatilho da máquina e enquanto a garrafa enche eu observo os arredores. Vejo a Sophia cruzando a roleta da academia e levo um susto. Ela está de macacão preto, peça única, agarrado ao corpo. Não é possível, penso. Volto a atenção à garrafa e vejo que ainda está na metade. Retorno à Sophia. O mesmo tom de pele, os mesmo cabelos aloirados, o biotipo, a boca... Tudo exatamente igual. O Méier tá longe d+ da Lapa pra ser verdade, muito contramão, penso. Ela cumprimenta um dos professores parados perto do balcão e vem na minha direção. Não acredito que seja ela, mas estou pronto para dar um oi se aquele absurdo for verdade. Alguém cutuca meu ombro e eu desvio o olhar. É um dos professores. Ele mostra a garrafa transbordando, molhando todo o chão da academia. Ele fecha a torneira antes que a situação piore e depois me olha com reprovação. Chamo a moça da limpeza, que vem com o esfregão e resolve a besteira que eu fiz. Terminada a confusão, procuro novamente a Sophia. Ela não existe mais.

Completo os exercícios e vou pra casa com a Sophia nos pensamentos. Na boa, será que a vontade é tanta que minha cabeça materializou esse desejo por alguns segundos e depois desfez a ilusão? Complicado.

Dias depois, a mesma academia, e a Sophia surge novamente. Desta vez estou próximo à entrada e consigo finalmente ter certeza: não é ela. Mas é semelhante demais, ridiculamente parecida, lindamente parecida. Ela percebe que estou olhando, hipnotizado, e me esnoba.  Nem um boa tarde ao passar por mim. Acompanho seu trajeto e vejo que ele foi para a aula funcional. Faz sentido. Por isso a perdi no outro dia. Mais tarde, em casa, chego a digitar alguma mensagem à Sophia original, mas venço a tentação e apago.

Encontro com alguma frequência a sósia da Sophia na academia. Trocamos algumas palavras, mas muito pouco, tudo protocolar. Coisas sobre revezamento de equipamento e tal, nada que me dê qualquer brecha. A frequência destes encontros quebra minha resolução. Abraço o diabo, mando msg pra Sophia e marco um novo encontro.

Ela me recebe de lingerie vermelha, o mesmo sorriso, os mesmos olhos de um castanho profundo, a boca irresistível, os seios recheando o sutiã e a pele morena cheirando a perdição. O beijo que eu ansiava veio acolhedor, melífluo, denso. Trocamos carícias e provocações. Corro pro banho e volto perfumado. Ela nota. O apto é excelente, amplo, parte romântico, parte insinuante, é meio o jeito dela, que tem uma meiguice encantadora, mas é uma capetinha nas quatro paredes. Fico à vontade ali. Moraria ali, penso, moraria na Sophia. Será que ela tem namorado, será que ela quer um namorado? Os pensamentos são interrompidos por um novo beijo, vamos à cama e o resto é espetáculo.

Em meu outro relato, chamei a Sophia de valquíria por conta da cavalgada provocante que ela me fez. O mesmo se repetiu. Eu apertava seus seios e ela alternava o ritmo entre o castigo desejável e a provocação. Antes de subir em mim, me fez um boquete irrepreensível. Segurei seus cabelos para não atrapalhar e assisti a tudo na melhor cadeira do teatro. Depois a chupei, ela deitada na cama, uma das mãos entrelaçadas a minha até o gozo surgir. Fomos para o ppmm e depois a penetrei com ela de quatro. Regressamos à posição original após um tempo. Aviso que vou gozar se prosseguirmos com aquela intensidade e ela me incentiva a seguir adiante. Concentro minha atenção naqueles olhos irresistíveis e me desfaço entre suas pernas.

O papo flui enquanto nos recuperamos, tão agradável quanto todo o resto que nos conduzira até ali. Comento com ela sobre a menina da academia e ela quer saber se é tão gata quanto ela. Digo que não, mas que eu pegaria fácil na falta da original. Já vai me trair, né?, ela brinca.

Dias depois tomo coragem de arriscar um papo com a mocinha da academia. Ela me diz seu nome. Não é Sophia. Começamos a nos falar com maior frequência e em uma ocasião aleatória, comento com ela que ela é muito parecida com uma ex-namorada minha. Ela deixa claro que entendeu aquilo como uma cantada. Digo pra ela que é verdade. Vou à Internet, pego uma foto bem comportada da Sophia e mostro pra ela, que também fica impressionada com a semelhança. Ela quer saber há quanto tempo terminamos. Digo que já tem algum tempo, mas que foi foda de superar, uma beleza rara de achar por aí. Ela entende o que eu quis dizer. Depois desse dia, eu troco meu horário da academia. Ela é da região, muito perto de casa, muito perto de dar merda. Teve um dia que minha curiosidade falou mais alto e eu voltei ao horário original, mas sem encontrá-la novamente. Ainda bem.