BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Se a Lunna tem defeito, é porque só aceita contrato por temporada. Se estivesse à venda... bom, eu não ia ter dinheiro pra fechar negócio, mas aí é detalhe. Ela tem muitos atributos, mas a bunda, aquele bundinha redonda, perfeita, mexeu comigo logo que a tive diante dos olhos e das mãos.
Depois de muitos beijos, as roupas foram para o chão e ela se ajoelhou pra me dar um carinho com os lábios. Eu achei que seria com os lábios, mas ela faz o serviço completo. A especialidade é colocar o pau inteiro na boca e masturbá-lo com a garganta. Boquete bom tem bastante por aí. Espetacular, alguns. O da Lunna é perfeito, mas com detalhes: ela sabe como fazer pra subir o nível. No meu time, ela é titular fácil, com folga. Percebendo que eu olhava sua bunda enquanto me chupava, me puxou pra perto do espelho que fica na sala e me ofereceu a melhor vista da casa. Enquanto me engolia eu pude enroscar meus dedos em seus cabelos e observar aquela bunda magnífica. Quase cedi à tentação de gozar ali mesmo e encerrar a brincadeira precocemente.
Resisti. Fomos pro quarto e ela veio de novo me engolir, mas a empurrei pra cama e fui brincar um pouco com suas curvas, carnes e cheiros. Beijei seu pescoço, seios, coxas e finalmente a boceta, que já me esperava embebida de tesão. Engatamos depois outro boquete e finalmente supliquei: porra, pega a camisinha, tô doido pra te comer. Achei que não ia pedir, ela comentou e foi buscar o preservativo.
Começamos com ela sentando e não precisalávamos ter feito mais nada. A Lunna se esfregava de um jeito que me lambuzava todo, o pau indo até o limite dentro dela e os dois gemendo um absurdo. Depois de gozar e se recuperar, me presenteou com uma sentada enlouquecedora. Me flagrou sorrindo, aquele riso bobo de quem tá nas nuvens e quis saber o motivo de eu com aquela cara de idiota. Porra, Lunna, que tesão absurdo, sussurrei. Então ela desatou a rir enquanto sentava com ainda mais intensidade. O que foi?, minha vez de perguntar. Também tô com muito excitada, respondeu sem perder o ritmo dos movimentos.
Vamos logo pro anal que eu sei que você quer, ela ofereceu depois de me castigar com sua juventude. Pegou o gel, lubrificou a passagem, e sem o menor pudor, se colocou de bruços na cama: vem! Deitei por cima dela e nos conectamos devagar enquanto eu mordia seu pescoço. Intensificamos o movimento e ela pediu: geme no meu ouvido, gostoso, fala putaria pra mim. Tava doido pra comer esse cuzinho de novo, sussurrei. Então come com vontade e geme pra mim. Acelerei as estocadas, alonguei o prazer o máximo que pude e finalmente gozei sentido ela mastigar meu pau enquanto eu derramava meu prazer no preservativo e meus urros pelo quarto.
Descansamos no ar-condicionado, recuperamos o fôlego e fomos ao banheiro. Nos limpamos e voltamos pra sala. Ela foi à geladeira, pegou duas cervejas e despejou nos copos. Ai ai, Cerveja, suspirou enquanto bebericava. É, dona Lunna, comentei. Rimos na falta de palavras, que não fizeram falta. Estava nítido pra ambos que tinha sido um fodão devastador. Tem uma faca ai?, perguntei. Tenho, por quê? Deixa eu arrancar um pedacinho dessa bunda pra levar comigo? O QUE!? Só um pouco, dois dedinhos bastam, nem vai doer. TÁ DOIDO! Vou fazer na grelha, mal passado, só um pouquinho de sal de parrilla. Ela ficou me analisando com seus olhos e eu brinquei: e este é o momento em que você descobre o psicopata em mim. Rimos juntos novamente e terminamos as cervejas entre beijos.
Conheci a Lunna nos finalmente de 2025 e só não direi que foi uma das melhores surpresas porque, além de muito bem recomendada por alguns confrades, eu senti que a coisa ia pegar fogo quando a vi da primeira vez, ainda de roupa, em uma das resenhas no Zezé. Ela é facilmente uma das fodas mais prazerosas e intensas que tive neste ano e a lembrança daquela bunda surge com frequência em meus pensamentos quando bate aquele tesão maluco. Repeteco certo em 2026. Isso se não rolar antes. A Lunna tem aquele conjunto perfeito pra fisgar qualquer vagabundo fraco de coração como eu. A pegação foi tão intensa que somente quando fui pegar o elevador eu me lembrei: porra, a gente nem trepou de pé! Bem, fica pra próxima.
