26 de Novembro de 2025 às 10:08
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

SIM

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

"Você está à procura de um bom restaurante, deseja provar algo diferente da comida caseira, sair da rotina..."

Não, não vou por este caminho. Não desta vez. O fato é que o referido relato (https://gparena.net/tdfull.php?td=49009) gerou bastante debate. Alguns vieram falar diretamente comigo, outros deixaram suas impressões nos comentários do site. Um destes veio da srta Rizzo, criticiando minha decisão de conduzir o relato a partir de uma metáfora gastronômica, o que gerou uma réplica atravessada da minha parte e uma tréplica dela. Brand interveio, apagou os comentários ofensivos e o assunto morreu. Deste então criamos nossaa ressalvas particulares a respeito do outro.

Veio a festa do Arena e, de branquinho, a srta Rizzo capturou minha atenção quando chegou ao evento. Nos entreolhamos de passagem, conferimos os nomes nos crachás para ter certeza, mas não conversamos, sequer nos cumprimentamos. A tensão era latente. No avançar da festa, trocamos algumas palavras e olhares, mas o atrito no ar era óbvio.

O tempo passou e a srta Rizzo decidiu fazer uma promoção (aliás, meu agradecimento por escrito às meninas que entraram no clima de Black Friday/November/Week). Chamei-a no WhatsApp de forma bem objetiva e combinamos para o mesmo dia, sem fazer qualquer menção às nossas divergências.

Ela atende em um prédio proximo à cinelândia, um local que eu não conhecia e que me surpreendeu positivamente. É de fato um apto e não sala comercial improvisada. Fica em um prédio com porteiro, mas sem qualquer necessidade de identificação. O ambiente é aconchegante, espaçoso e muito bem arrumado.

Um estudo publicado recentemente na revista Evoluion and Human Behavior estima que o beijo surgiu entre os grandes símios, há mais de 21 milhões de anos. Outras espécies como lobos, cães-da-pradaria e até ursos também praticam o beijo, delimitado pelos cientistas como "contato oral-oral não agressivo, com algum movimento dos lábios ou partes da boca e sem transferência de alimento". Foi com o objeto deste estudo que a Lunna me recebeu em seu apartamento. Deu um sorriso, me puxou para dentro e depois me arrebatou com um beijo longo e fulminante. As bocas se encaixaram como se já se conhecessem. Foi um beijo forte, com personalidade, que me deixou com a certeza de que o encontro seria inesquecível. Outras espécies podem até ter  inaugurado o ato do beijo, mas o que aconteceu ali foi coisa que o darwinismo vai ter dificuldade para explicar.

Quando conseguimos descolar nossos lábios, ela pegou uma taça de vinho e bebericou o pouco que havia no fundo. Quer uma cerveja?, ofereceu. Recusei, mas ela insistiu. Tem certeza?, tá geladinha! Bebe comigo?, propus. Ela foi até o frigobar e baixou para pegar duas latinhas que estavam no compartimento mais gelado. Aproveitei o momento para analisar melhor seu corpo. Usava uma lingerie preta com desenhos de coração tanto na calcinha quanto no sutiã. Pela transparência do robe que cobria as peças, pude ver suas coxas e glúteos. Ela pegou dois copos em um armário e colocou sobre a bancada que separava a cozinha da sala. Notei as unhas vermelhas quando seus dedos envolveram uma das latas e antes que ela pudesse ir adiante, perguntei se não queria que eu abrisse para não estragar o trabalho da manicure.

Enquanto bebíamos, a tensão que percebi na festa do Areja ressurgiu. Ela me olhou profundamente e me provocou: então, Cerveja, quem diria, né? Pois é, respondi, sem graça, sabendo ao que ela se referia. Olha, antes de tudo, queria te pedir desculpas por ter sido grosseiro com você. Ah, bobagem, eu queria te pedir desculpas também. Que nada, Lunna, você emitiu sua opinião e eu lidei mal com isso, sinto muito. Foi muito bobo, né?, ela concluiu. Sim, foi mesmo. Nem sei pq me meti nisso, sabia? Não conhecia nenhum dos envolvidos. Esquece isso então, arrematei.

Bebemos metade do que havia nos copos enquanto acertávamos nossas diferenças e voltamos a nos beijar. Novamente demorado e intenso. Terminamos as latinhas, tiramos nossas roupas e a Lunna se ajoelhou para me fazer um boquete. Aqui eu peço perdão para o trocadilho: foi uma chupada que me levou à lua. Teve pressão, garganta, engasgo e olho no olho. Punheta, beijos e lambidas. Trabalho era completo. Segurei seus cabelos e senti a maciez dos cachos entre os dedos. O tesão era inacreditável.

Achei por bem trocar. Sexo é reciprocidade. Olhei para o sofá e pedi que ela se deitasse. Tirei seu sutiã, beijei os seios e a barriga. Ela se levantou e juntos, puxamos a calcinha em direção ao chão. Desci para chupá-la e ela respondeu de imediato. Boceta gostosa, daquelas de se chupar a tarde toda. Trocamos novamente e ela voltou ao boquete devastador. Sentado no sofá eu delirava. Quer continuar assim ou vamos transar?, perguntou com um olhar que traduzia suas intenções.

Largamos as roupas pelo chão da sala e fomos para o quarto. Mais chupadas e eu tomo a iniciativa de pedir a camisinha. Qual posição você mais gosta?, perguntei. Gozo fácil se ficar por cima. Então vem abusar de mim, falei me deitando na cama. Ela subiu em meu corpo, ajeitou meu pau na entrada da boceta e começou a serpentear. Esfregava seu ventre contra o meu fazendo com que o pau fosse fundo enquanto gerava atrito entre o clitóris e a pélvis. Eu segurava em sua cintura acompanhando o movimento para deixar a dança dos corpos ainda mais intensa. Assistia seus cabelos e seios balançarem com a excitação de uma criança diante de um brinquedo novo. Vendo minha entrega, ela ergueu as coxas e passou a sentar vigorosamente em meu pau. Nossos corpos estalavam um contra o outro, seus gemidos intensificavam. Quando as pernas cansaram, voltou à posição inicial e gozou contraindo seu sexo contra o meu entre gemidos ruidosos. Suada e ofegante, ela procurava meus lábios o todo o tempo, enfiava a língua na minha boca sem o menor pudor enquanto sentia o torpor do gozo desvanecendo. Cansada, perguntou se eu queria trocar de posição.

Com a Lunna de quatro, o sexo voltou a ficar acelerado. Uma das partes do corpo dela que mais apreciei foi sua bunda: arrebitada, do tamanho certo, rija mas com aquela substância que pede toque, tapa, mordida. Eu a penetrava com vigor e sentia um prazer extraordinário em cada estocada. Quando eu achei que não dava pra ficar melhor, a Lunna resolveu testar meus limites: gosta de anal? Nesta hora eu quis ser gentil, me fazer de bobo, coisa do jogo: só se você gostar também. Eu gosto, me respondeu, já com umas das mãos para alcançar o gel na gaveta.

Se eu gosto?, pensei enquanto apontava, devagar, meu pau na entrada do cuzinho da Lunna, aquele que é um dos momentos de maior tesão no sexo anal, o pau ganhando terreno, pedindo licença, gentil e firme, o ânus cedendo à pressão, se acostumando ao corpo estranho na direção contrária à natural, entendendo que sim, cabe, é possível, é estranho, mas é bom também. A dilatação do diâmetro, a acomodação da glande, o relaxamento, as palpitações, o arrepio do corpo todo.

Não sei se disse ou apenas pensei, mas a verdade é que não tive outra vontade que não fosse comer aquele rabo assim que o apalpei enquanto nos beijávamos. Com o pau acomodado, aumentamos o movimento, mas senti que havia algo errado. Perguntei a Lunna se estava tudo bem, se aquela posição com ela de quatro estava desconfortável. Ela me respondeu que sim, que não tava legal. Então se deitou de bruços e me chamou: vem, encaixa aqui.

Covarde!, pensei. A escala do sexo anal: de lado, bom; de quatro, ótimo; sentando, eita porra; no frango assado, putaqueopariu; de bruços, covardia, pura covardia. Penetrei-a por trás e desta vez o encaixe foi perfeito. Comi devagar, rápido, fundo, bem fundo. Tá querendo me arrombar?, ela dizia entre gemidos e sussurros. Apertei seu pescoço, sua nuca, puxei seus cabelos e gozei urrando como bicho. Desfaleci sobre ela e depois deslizei para o lado. Ela se acomodou em meu peito e ficamos ali tentando entender que porra tinha acontecido.

Voltamos à sala. Bebemos mais cerveja. Rimos das nossas desavenças. Ficamos nos encarando. Eu pensando que porra tinha acontecido ali, ela verbalizando com provocações, elogios. Mais beijo, mais cerveja e uma vontade de não ir embora, de começar tudo de novo.

Tem sexo bom, tem sexo foda. Tem isso aí que aconteceu, sei lá o que aconteceu. Quero de novo e tô pensando aqui se não arrumo mais uma treta com ela antes do novo encontro, só pra ver se foi isso a pimenta dessa putaria sensacional.