BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$50.00
REPETECO
SIM
🎶Vem dar beijão de língua na minha boca-á
Vem me encontrar de pouca roupa
Fazer aquele amor de outro planeta
Depois você me bloqueia pela última vez🎶
Foi inevitável, lembrei da loira que de vez em quando samba pelos meus pensamentos. Recortei parte da letra e mandei pra Gabi no WhatsApp. A resposta veio curta e direta: bora! Enquanto combinávamos dia e horário, perdi dois pães de alho na churrasqueira, mais queimados que meu filme por aí. Um amigo me alertou: olha o pão, cara, larga o telefone. Pedi pra ele me substituir na brasa: questão importante aqui, irmão, assume o fogo aí!
Lembrei de você outro dia, ela diz ao me receber no novo apartamento, bem arrumadinho, como o anterior. Ah é?, me conta. Foi, eu vi um vira-lata, lembrei de vc. Ô porra!, reclamei, maior tempão que a gente não se vê e tu vem me chamando de vira-lata? Não é isso, é que ele era fofo, gente boa, alegre, tava entrosado com todo mundo... Entendi... tu poderia ter dito que eu era um labrador, um golden, até um shitzu eu aceitava. Vira-lata é foda! Ah, foi como eu lembrei, no bom sentido.
A Gabi estava como eu recordava: loira, os cabelos bem escovados, a pele cheirosa e os seios saltando da lingerie. Tava com saudade, disse depois do primeiro beijo. Eu também, ela respondeu. Fiz um carinho em seu cabelo e elogiei a produção. Não deu tempo de fazer a xuxinha que você pediu, ela comentou. Não tem problema, respondi. Fica pra próxima.
Começamos a pegação ainda de pé. Tirei o sutiã dela e passei o polegar pelo bico de um dos seios enquanto o apertava. Veio o seu primeiro sussurro. Depois passei um tempo beijando os seios. Suas mãos retribuíram e foram buscar meu pau por cima da cueca. Me livrei da peça de roupa e ela se deitou na cama para me chupar. Fiz um carinho por suas costas e comentei que não me lembrava mais de quantas luas ela tinha tatuado ao longo do corpo. São muitas, comentou tirando meu pau da boca. No seu caso, são todas. Vai ser de lua no inferno. Ela riu e voltou a me engolir.
Busquei a boceta dela com uma das mãos enquanto ela me chupava e só então descobri a fenda na calcinha. Passei um dedo de pela abertura e conferi o quanto estava molhada. Ela se deitou de lado na cama, então me ajoelhei e fiquei lambuxando meus dedos enquanto ela seguia no boquete. Em pouco tempo surgiu a poesia que me era tão familiar naqueles lábios: filho da puta, ai caralho, vai, vai se fuder... As palavras saíram abafadas, atravessadas pelo meu pau que ora estava em sua garganta, ora espremido entre os lábios.
Não chupei a Gabi desta vez. Ela gozou tanto em meus dedos que não houve necessidade. Queria logo sentir meu pau dentro dela, que veio por cima de mim enquanto eu me agarrava a sua bunda, seios e pescoço. Depois trocamos e passei a comê-la enquanto ela olhava pra trás, apoiada de quatro na cama. Puxei-a depois para a frente do espelho e passei a penetrá-la com ambos de pé. Puxava seu cabelo obrigando-a a olhar nosso reflexo enquanto dizia: olha pro espelho cachorra, eu sei que tu gosta.
Gozei no papai-mamãe. Depois desfaleci na cama e fechei os olhos. O ar invadia meus pulmões com violência, uma respiração descoordenada. Fiquei calado, concentrado em recuperar as forças. Tá tudo bem?, ela rompeu o silêncio. Talvez eu tivesse ficado ali pra sempre se ela não tivesse dito nada. Tá, respondi, só me recuperando. Deixou a alma na minha boceta? Já puxei de volta, respondi sacodindo a camisinha, tava presa. Levantei e fui descartar na lixeira.
A trepada com a Gabi rolou com a fome de dois Pit Bulls. No banho pós-foda, minhas pernas tremiam como um Pinscher de tão cansadas. Experiência crua, coisa de bicho mesmo, cio. Saí com o coração aos pulos igual vira-lata adotado, mas a foda que rolou antes merecia pedigree.
