28 de Abril de 2024 às 18:54
ARIEL NOLASCO
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O Caso da Boneca com Três Nomes
Holmes é curioso por natureza. Não é por menos que foi reconhecido como o melhor detetive da Inglaterra Vitoriana. O Caso da Boneca de Três Nomes veio a se juntar ao leque de mistérios por ele desvendados, e se passa longe de seu habitat,
221B, Baker Street, London.
Holmes e seu inseparável companheiro, Watson, em férias, foram convencidos a experimentar as delícias do Rio de Janeiro, no distante Brazil. Hospedaram-se no Copacabana Palace, hotel de arquitetura francesa situado na famosa praia de mesmo nome.
Era outono, e o clima começava a ficar agradável. Pela manhã, Holmes tomava seu desjejum no bar da piscina, e em seguida desfrutava de seu tabaco preferido,
Early Morning Pipe – da Dunhil à borda da mesma piscina, deliciando-se com as beldades que por ali desfilavam.
Vez por outra, sempre acomodado em uma espreguiçadeira à beira da água, Holmes navegava com seu velho celular pelos infinitos e instigantes sites de garotas de programa que proliferam naquelas plagas. Nessas visitas, acabou se interessando pelas características do perfil de uma menina, de
nick name “Ariel Nolasco”.
Poucos minutos mais tarde, graças ao seu espírito investigador, Holmes já havia descoberto outros três anúncios da mesma menina em três outros sites. As fotos evidenciavam tratar-se da mesma pessoa, assim como o telefone de contato e o bairro no qual a menina atendia, Copacabana (bairro famoso por “pisadas de bola” no mundo do prazer).
A conjugação desses fatores, com a aparente beleza da menina e o farto leque de serviços que ela oferecia, constituíam quase que uma prova definitiva de se tratar de um personagem
fake, produzido para atrair otários. Era bom demais para ser verdade.
Mas, apesar de seu perfil absurdamente racional, o instinto de Holmes sempre acaba falando mais alto. Haviam detalhes mínimos naqueles anúncios que não lhe pareciam compatíveis com um personagem
fake. Apostando em sua intuição, Holmes resolve então pagar para ver e tenta agendar um atendimento de final de semana com Ariel Nolasco.
Contato inicial feito. Algumas idas e vindas e demoras (vide
resumo). Acerto de detalhes. Agendamento para um atendimento de duas horas concluído. Holmes avisa ao chegar no portão do prédio residencial no qual Ariel atende, e é prontamente convidado a subir.
A bonita porta de madeira se abre e, surpresa! Uma menina sorridente e muito bonitinha surge (de roupas civis, como Holmes gosta).
Miracolo !!!! La vita è bela !!!! Ariel não só existe, como também é uma boneca. Ariel tem quase 1,60m, um corpo perfeito, com destaque para os seios e o bumbum. Ela é 100% natural, sem
piercings, ou
tatoos, sem unhas longas ou cílios imensos, nadinha artificial. Holmes fica estatelado e, por alguns instantes sem palavras.
O apartamento de Ariel é completo. Muito bem mobiliado e decorado. Arrumadinho e limpinho. Nele, Ariel atende sozinha. A cama é bem confortável, o ar excelente, e a iluminação difusa e agradável.
Ariel coloca Holmes bem à vontade. Sentados na cama começam a conversar sobre assuntos gerais, mas logo logo, Holmes a convida para uma massagem. Em menos de um minuto Ariel já estava deitada de bruços na cama, com os braços estirados para baixo, e palmas das mão para cima, prontas para experimentar o creme raavi que Holmes emprega normalmente.
A partir do instante em que Ariel começava a se despir, Holmes, já de retorno ao seu estado natural, observador, não podia deixar de admirar, centímetro a centímetro, cada parte do corpo que ia se revelando. Ariel tem um corpo simplesmente espetacular. Tudo perfeito, e de uma sensualidade ímpar. Deitada de bruços, Holmes nem sabe como adjetivar.
Creme no corpo de cima a baixo, em cada milímetro. Feito isto, começa a dança das pontas dos dedos por toda parte, em movimentos super leves e delicados, sempre evitando aquela bundinha indescritível, e respectivas reentrâncias. Holmes logo percebe que Ariel é dura na queda, demora para relaxar. Mas ele é persistente como um perdigueiro, e continua até que uns gemidinhos quase imperceptíveis surgem. O detetive deita-se sob as costas de Ariel, com uma das mãos sustenta seu rosto e a beija com carinho. Daí em diante a reciprocidade começa a surgir e as coisa esquentam. Evidente que deu
match!!! O tesão aflora.
Holmes já procura a região pepekal, à qual começa dar prioridade, mas sem esquecer as demais áreas mais sensíveis de Ariel. Rapidinho o gel sintético que Holmes trouxera não é mais necessário. O gel pepekal natural de Ariel já é abundante e começa a escorrer em filetes na cama. Holmes então se posiciona para complementar a massagem oralmente. Ariel parece sentir muito prazer, mas não goza, apesar de todos os esforços do famoso detetive.
Somente com o protagonismo de um porquinho sugador que Holmes havia adquirido em sua última estadia em Xangai, que Ariel entrou em modo gozo, umas duas ou três vezes. A produção de gel natural foi bem generosa.
Chegado o período de retribuição, uma nova faceta de Ariel predomina. Holmes passa a ser coberto de carinhos, como jamais fora antes. Todo o seu corpo é contemplado não apenas com carícias e beijos, mas também com olhares que os complementavam. O famoso detetive se delicia com tamanha entrega. Nunca sua careca havia sido tão bem tratada.
Ariel então faz de Holmes gato e sapato: um oral delicado no compasso ideal, uma montada de frente apertadinha (super lubrificada) com gemidos praticamente inaudíveis, variando de ângulo e de velocidade para proporcionar diversas pegadas, de ladinho, e, finalmente, sucumbe a um papai mamãe, e franguinho. As carícias entre os dois estiveram presentes o tempo todo. Holmes se delicia mais ainda, e se esvai, todo enroscado em Ariel, beijando e sendo beijado, olhando e sendo olhado, cheirando e sendo cheirado. Ariel dá a impressão de estar feliz também. As duas horas agendadas, dependendo da perspectiva, pareceram, ao mesmo tempo, minutos, e uma eternidade.
Resumo: na opinião de Holmes, Ariel é uma joia rara, encontrada em circunstancias altamente improváveis, pois constava (com nomes diferentes) em sites duvidosos, e em Copacabana, berço das maiores pisadas de bola. Ademais, por vezes, Ariel demora muito para responder mensagens, o que contribui para uma percepção negativa.
Holmes sugeriu que ela:
1) experimentasse aderir ao Arena;
2) unificasse seu
nick para eliminar a sensação de
fake que sua atual divulgação acarreta; e,
3) prestasse maior atenção ao seu WhatsApp evitando deixar clientes no vácuo, sem retorno por muito tempo.
Ariel Nolasco é enfaticamente recomendada por Holmes. Plástica 100, e entrega 100 (pelo menos com Holmes foi 100). Inteligentemente, ela prioriza fidelidade. Não é claro o que oferece como brinde neste caso.
Nota 1: o relato do Confrade Oscar, The Shy foi decisivo para Holmes, que o agradece.
Nota 2: as fotos foram publicadas mediante autorização da modelo.