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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Ariel Nolasco
ou
A Fadinha Sininho de Copacabana
ou
A casa da batata doce
Recordações
Três são as recordações que guardo dos primeiros tesões na minha pré-adolescência.
Primeira, da empregada de minha mãe, em um dia de verão no nosso apartamento em Copacabana, suada, varrendo o chão da sala, com uma roupa fina e apertadíssima (botões arreganhados) que revelava curvas de um erotismo absurdo.
Segunda, de uma personagem de gibi, Jane, mulher de Tarzan, quando vestia uma espécie de maiô, que nas ancas e coxas se resumia a umas fitas entrelaçadas; e,
Terceira, da Fadinha Sininho. Eu só perdoava o Peter Pan de não a ter comido, porque ela era muito pequenininha ... havia uma impossibilidade natural. Mas que ela era um mini tesão, isso não se discutia.
Chegando
Ao chegar no belo apartamento de Ariel, no meu primeiro repeteco (de muitos, que virão), me deparo com ela piscando os olhos mais do que o usual. Era para evidenciar seus cílios novos, bonitinhos, nada exagerados. Pedi para piscar mais, e logo brinquei dizendo que, se piscasse mais rapidamente iria voar, como a fada Sininho.
Apesar de não ser loira, nem pequenininha, Ariel parece sim uma fadinha, uma fadinha muiiiiiito carinhosa, sempre risonha, resolvida, e com um corpinho todo natural, tesudérrimo (existe a palavra?), de entortar pescoços nas ruas de Copa; isso 100% civil.
Nosso segundo encontro foi de três horas. Decorreu cerca de duas semanas desde que o primeiro se deu. Eu queria ter margem o bastante para confirmar as qualidades da Fadinha.
A primeira coisa que noto ao entrar é uma batata doce sobre o balcão do bar situado logo na entrada social do seu apartamento. Com certeza, era a mesma batata doce que eu vira no primeiro encontro. Lá estava a longeva, grande, bonita, em ótimo estado, no mesmíssimo lugar. Em situação privilegiada, com vista para o sofá e para a cama mais adiante, deve ter presenciado coisas incríveis ao longo desses quinze dias que se passaram. Apesar de não gostar de batata doce, Ariel a comprou, e, sem saber o que fazer com ela, esqueceu-a sobre o balcão. Riu bastante de minha observação.
A Resenha
Vamos ao que interessas. Logo de início Ariel esbanja beijos gostosíssimos, ao contrário do primeiro encontro, quando o primeiro beijo (bem suave) se deu somente no meio da massagem relaxantes. De pé, sentados ou deitados, ficamos um tempão (ainda vestidos) só no sarro, carinhos e beijação de todo tipo. E ela não esqueceu da minha careca ..... disse que adorava careca barbudo (não sou, ou estou, barbudo). Se Sininho já havia me conquistado por essas características, agora caí de quatro mesmo. Uma paixão.
Em verdade, tão bom que estava, me deu vontade de continuar assim pelas horas restantes. Mas o dever me chamou para a boa e velha massagem, desta feita com o óleo de amêndoas. Fadinha toda besuntada, de bruços, apalpando ora minhas mãos, ora meu pau, começa me pedindo para apertá-la, a massageá-la com força, com pressão. Assim faço, corajosamente resistindo a atacar bumbum, ppka e adjacências (e que adjacências!). Mesmo de bruços, os beijos continuam dominando o enredo.
Não decorre muito tempo, derramo KY no lombo da Fadinha e desloco parcialmente a massagem para a região do pecado. Sei que Ariel é osso duro para gozar (poderia muito bem fingir, mas não finge), daí minha escolha de investir um tempão nessa massagem na zona do agrião antes de cair de boca. Quando começa a respirar mais rapidamente, está sinalizando que a fase oral já poderia começar a entrar em cena. É o que faço, mas faço errado.
Fico um tempão dando um trato na ppka, ponto G, y otras cositas más. A produção de gel natural é estupenda, enorme, mas Ariel não goza. Então o burro aqui se lembra: “não há fórmula universal para o prazer feminino; cada mulher, em cada momento, uma formula específica”.
Perguntei: “como você prefere?”. Ela me explicou. Em pouco tempo, com suas mãos envolvendo carinhosamente minha careca, e com a ajuda do meu porquinho safado, a Fadinha treme da cabeça aos pés, se revira toda, dá um suspiro, e ...... bingo!
Recuperada, hidratada, a sessão beijos recomeça e Ariel me monta. Me monta daquele jeito que amo, variando a inclinação do seu corpo, literalmente me massageando com a ppka e com seu corpo; e os beijos e carinhos não param. Mas a essa altura Watson, meu eterno companheiro, já está esgotado com tanta espera e falsos alarmes, sempre na posição “sentido”. Ele se cansa e entra em estado de meia bomba.
Nem com um monumental quatro a Fadinha consegue despertá-lo para o exercício de suas funções estatutárias. Somente na base de um “oral punhetal” (e com muitos beijos e carinhos), Watson entra no modo gozo, se esvaindo completamente. Após ducha, ainda ficamos deitados, cheios de dengo. Combinamos que, na próxima, quem for mais velho goza primeiro.
Resumo: Fadinha Sininho é altamente recomendável. Além dos predicados que já assinalei, ela é super educada, cuida muito bem da saúde (não bebe nem fuma) e da higiene, é inteligente e naturalmente muito simpática. Teatro zero. É uma namoradinha perfeita.
Nota 1: Com aquele bumbum lindo, apesar de não ser minha prioridade, eu não podia deixar de perguntar se ela liberava o anelzinho. Ela disse que sim, mediante uma taxa (alta, que não especificou), mas que não se sente muito à vontade. Parei por aí, e não voltarei mais ao assunto
.
Nota 2: Pelo menos duas de minhas três recomendações que fiz no relato anterior foram ouvidas: 1) Ariel ingressou no nosso Fórum; e, 2) nas duas últimas semanas a Fadinha tem sido bem rápida ao responder mensagens em seu WhatsApp (quando não está em atendimento, é claro). A terceira recomendação (unificar nomes) é mais difícil de operacionalizar; requer tempo.
