14 de Maio de 2024 às 02:14
Esse relato é praticamente continuação do anterior, ocorrido na sedunda metade de abril, com uma diferença de pouquíssimos dias entre o que ocorre em um e outro.
Depois da Eduarda ter dado um bolo em mim, voltei para casa emputecido. A garota me mandou um áudio explicando em detalhes o que havia acontecido. Como já disse no relato anterior, envolvia muito a vida pessoal dela e não convém detalhar aqui. Mas se eu tivesse no lugar dela, e ocorresse o que ela me relatou, faria exatamente a mesma coisa. Ainda assim, dada as circunstâncias, aos meus ouvidos sua justificativa para essa pisada de bola soava mais como “meu cachorro comeu o meu dever de casa”. Eduarda insistiu mais um pouco, então disse assim:
“Gata. Houve uma quebra de confiança entre a gente. Eu quero acreditar no que você está me dizendo. Mas preciso de um gesto concreto. Então, proponho que você me devolva os 150 reais que te adiantei. Se você me devolver numa boa, a gente marca novamente.” E foi o que aconteceu. Prontamente, Eduarda me pediu minha chave no PIX e devolveu a grana assim que visualizou minha mensagem. “À César o que é de César.”, brincou.
O procedimento mais óbvio, agora, era esquecer essa garota! Só de eu não ter saído no prejuízo das 150 pratas, já estava de bom tamanho. Contei a história para uma GP (menina maravilhosa, que super recomendo!) com quem eu acabei criando uma amizade... e ela só falava: “Sai dessa! Essa garota é trambiqueira!”. Eu não tinha como tirar a razão dela. Foram muitos vacilos! Mas ao mesmo tempo, algo dentro de mim me impulsionava a insistir. Por tudo que conversamos, Eduarda não me parecia ser uma má pessoa. Ela só era novata nessa vida de GP e MUITO enrolada. Ou pelo menos era o que eu estava achando... pois posteriormente, descobri que ela não era tão “novata” assim...
Aí, também entrou o fator coração... as vezes, ele tem que fazer aquilo que ele quer fazer... nem tinha encontrado a gata e, apesar de tudo, ele ainda estava me mandando encontrar com Eduarda! “Vai lá, Gilmour... ‘ser gauche na vida!’ Você precisa se encontrar com essa garota! Sentir o seu cheiro... ver se vai rolar aquela energia sobrenatural que liga duas pessoas! As vezes rola! As vezes essa história rende... você precisa conferir ao vivo como será essa química!” Esse meu maldito eu-lírico...
E lá fui eu remarcar o programa com a Eduarda.
Depois do nosso acerto dos 150 reais, nossas trocas de mensagens desenrolaram bem. Ela estava sendo até bem fofa comigo. Propus remarcar para as 13h e o mesmo motel no Largo do Machado. “Não tem como você vir mais pra perto de mim?” Há! Sabia... ela se deu conta do prejú que é cruzar a cidade (40 Km!!!) de Uber e inclui-lo no preço do programa, mas não queria admitir! Mas eu já tinha concluído há tempos que não era justo ela pagar o deslocamento. Então perguntei: “O problema é o preço do deslocamento ou tempo que ele leva?” E ela me reponde: “Os dois.” Devido ao meu joelho operado, estava evitando mesmo deslocamentos muito grandes de carro, por isso, cedi mais essa: “E se eu pagar por fora o seu Uber? Você vem até mim?” Eduarda prontamente aceitou a proposta.
No dia combinado, mando mensagem para ela com 2 horas de antecedência. Queria ter certeza de que não haveria mais surpresas desagradáveis. Mas ainda houve tempo para um último contratempo... “Eu to correndo aqui pra resolver algumas coisas, mas acho que vai dar tempo.” Imediatamente proponho de remarcar para as 14h e enfatizo que gostaria que ela fosse pontual. Não estava com cabeça para achismos seguido de atrasos. Prontamente, Eduarda aceita.
Eduarda e eu chegamos precisamente ao mesmo tempo em frente ao motel, dez minutos antes do combinado. Nos cumprimentamos cordialmente (quis acreditar que por vergonha de estarmos alí, no meio da rua, mas ela não se ofereceu para dar dois beijinhos... ponto negativo... mais um...) Ela me pede 5 minutos para comprar um cigarro na esquina. Falo que não tem problema... enquanto isso, iria pegar o quarto.
Aí, entra um problema do estabelecimento que escolhi. Motel Serrano no Largo Machado. Paguei mais caro em um quarto com jacuzzi, só pra garantir que era um quarto melhorzinho..., mas chegando lá, embora arrumadinho para um quarto de menos de 150 reais (uma verdadeira pechincha para o padrão Zona Sul), o local tinha suas limitações. A maior delas foi o tamanho do box. Acontece que tomar banho para um recém-operado do joelho pode ser uma missão complexa... tinha que isolar o curativo com papel filme e me equilibrar em um pé só 99% do tempo. A Eduarda, muito solicita, já tinha se oferecido para me ajudar. Eu imaginei que seria um momento bacana para criar conexão com a gata..., mas o como box era minúsculo, achei melhor tomar banho sozinho mesmo... uma pena.
Para completar uma última bobeada da Eduarda: ela não trouxe camisinhas. Sinceramente, achei isso mais um erro de uma GP iniciante. Não que a GP tenha obrigação de trazer a camisinha para o programa. Sem estresse nenhum, peguei as disponíveis do motel. Mas creio que seja uma questão segurança para GP, mesmo. Pode gerar um estresse desnecessário. Vai que o cara é agressivo e acha que ela é que deveria ter trazido a camisinha ou entra numa bad trip de querer transar no pelo... sei lá... fora questões como marca de preferência ou confiança, data de validade, etc.
Saindo do chuveiro, Eduarda já me esperava nua. Que linda visão. Uma beldade de cabelos curtos e coloridos deitada na cama, pronta para compartilhá-la comigo. Após um pouco de bate-papo, começamos a nos beijar... e a menina beija bem, viu? Não era aquele beijo de volúpia, que parece desejar sugar a sua alma. Mas é aquele beijo que quer te fazer carinho por dentro. Beijo de namoradinha apaixonada. Bom começo de transa. Eduarda parte para um oral bem gostosinho, que logo me dá vontade de gozar naquela boca... mas não era a hora pra isso... então a interrompo com o meu mastro latejando e parto para minha sessão de culto àquele corpo lindo, todo ornado em belíssimas tatuagens. Seus seios eram pequenos e harmônicos. Um de seus biquinhos possuía um piercing que ela avisou ser bem recente e estar um pouco sensível. Com todo o cuidado, não deixei de dar uma passeada por lá.
Por óbvio, esses meus passeios cheios de beijos, carícias e lambidas sempre levam a minha língua ao mesmo lugar: a boceta. Eduarda ainda me alertou que, embora tivesse tomado banho ao sair de casa, dado longo trajeto até ali feito de moto (sim, a aventureira veio de Uber-moto), se assim preferisse, ela poderia tomar um banho imediatamente. Mas não era preciso, seu sexo estava muito longe de estar com gosto desagradável, e fui em frente. Me deliciei naquela bocetinha toda raspada e fechadinha, massageando seu clitóris com a ponta da minha língua. Eduarda é daquelas que fecha os olhos e geme baixinho. Fiquei ali um bom tempo, estava ávido para fazê-la gozar na minha boca. Usei meus dedos, língua, lábios e toda a minha experiência, indo com bastante calma. Mas depois de um bom tempo, senti que não ia rolar. Sinceramente, é raro eu não conseguir levar uma gata ao orgasmo..., mas acontece, e está tudo bem! Não sei se por toda a carga emocional de tudo que já tinha rolado (e não rolado, né?). Talvez, fosse o jeito que eu faço o sexo oral que ela simplesmente não apreciou. Mas daquela vez, como eu havia criado expectativas um tanto acima da média, fiquei um pouco ressentido de ter falhado.
Mas, bola pra frente... agora era a vez dela. Como venho falando nos meus últimos relatos, meu problema no joelho vem limitando fortemente as posições que eu consigo fazer na cama... e estando recém-operado, então, acabei virando quase um flautista de uma nota só: deitado com a gata por cima. Para mim, isso é complicado pois já é uma das posições que eu acabo gozando mais fácil, especialmente quando a gata fica de cócoras e começa a socar! E isso é bem chato para a parceira que curta uma variar as posições... Esse era mais um motivo para ser bem atencioso na hora que eu pratico sexo oral nelas. Só que essa ficha, eu já tinha gastado. Eduarda dá aquela sentada bem gostosinha, e não precisa nem colocar muita pressão para eu gozar.
Descansamos um pouco. Pausa para ela fumar um cigarro (embora não fume, não ligo nem um pouco) e tomarmos uma cerveja. Parte boa de ir ao motel é ter uma cerva gelada logo ali ao seu alcance. Reparo que ela aproveita para retocar a maquiagem. Ela é bem preocupada, e mesmo antes do retoque, ela ainda estava toda perfeita. Partimos para um segundo tempo. Mais uma chupadinha no meu pau, só para dar aquela enrijecida e estava pronto. Eduarda vem por cima novamente, só que de costas para mim. Admiro aquela bundinha lisinha e com uma linda marquinha de bikini. As medidas eram perfeitas para o padrão brasileiro! Como nem eu nem ela estávamos a ponto de gozar, transamos até a exaustão nos vencer e caímos deitados juntinhos um ao outro.
Depois dessa intensa transa, conversamos mais um pouco. E ao mencionar que estava começando a escrever relatos no GP Arena, Eduarda se mostrou bem interessada e pediu que escrevesse sobre ela aqui no fórum. Respondi que seria uma honra escrever o primeiro relato aqui ajudar a divulgar sua performance (mas demorei tanto escrevendo esses relatos que não consegui estrear a gata aqui no Arena! Kkkk!).
Ainda faltavam alguns minutos para completar as 2 horas acertadas, mas após umas carícias e uma breve resenha, achei que estava de bom tamanho. Ela ainda comenta que depois daquela transa, estava com fome pois ainda não havia almoçado. Mais um motivo para encerrarmos por ali. Efetuei o pagamento e nos despedimos.
Depois de todos os obstáculos, o encontro não foi tão ruim... ainda assim, confesso que meu coração vagabundo havia criado expectativas muito altas, que acabaram não se concretizando. Esperava um pouco mais. Talvez eu esteja também exigindo de mais... mas senti que faltou um pouco mais de entrega da Eduarda.
No dia seguinte, comecei a escrever este relato... mas os pontos negativos (todos os escorregões durante as trocas de mensagens e principalmente bolo que acabei tomando e que estão descritos no relato anterior) estavam atravessados. Como poderia ignorar tudo isso e escrever um relato 100% positivo da Eduarda? Seria uma desonestidade da minha parte. Então me lembrei de um ensinamento corporativo: “um bom gerente elogia e defende um membro da sua equipe publicamente, mas critica e chama a atenção no privado.” Não sou gerente, mas a lógica se aplicava perfeitamente. Parei de escrever o relato e chamei a Eduarda para conversar no Whatsapp:
Eu:
Bom dia, Eduarda! Então... Eu tava pra começar escrever o relato lá no GP Arena de ti... mas fiquei pensando em todo o processo até o nosso encontro de ontem... o antes, durante e o depois... e bem... eu não sou nenhum super expert da putaria... mas tem algum tempo em que eu to saindo com algumas garotas, escrevendo sobre as minhas experiências lá no fórum e também lendo os relatos dos outros... daí, eu queria escrever algumas coisas que eu percebi sobre a nossa experiência e dar uns conselhos e dicas... você estaria aberta a isso?
Eduarda:
Estou sim, claro.
Eu:
Legal. Vou escrever aqui e já te mando. Se prepara pro textão.
Eduarda:
Beleza. Hahahaha. Ansiosa.
Eu:
Eu vou falar coisas boas e das ruins também.Tá preparada?
Eduarda:
Claro, ninguém nasceu sabendo.
Eu:
Então, lá vai heim!
Grifei algumas partes acima para destacar que eu não só expliquei o que pretendia fazer como também perguntei duas vezes se ela estava disposta a ouvir críticas construtivas. Com o aval dela, comecei a discorrer sobre tudo que não tinha gostado nessa história toda, expliquei porque não foi legal ela ter feito isso ou aquilo e ainda dei umas dicas de como ela poderia melhorar seu atendimento até a hora H... Mandei tudo pra ela e tava pensado se deveria falar algo a respeito do que rolou entre quatro paredes... já estava concluindo que não, pois é algo um tanto íntimo. Afinal, cada homem e mulher transa de um jeito. Mas aí, ela me solta essa:
Fico me perguntando, é um trabalho sobre sexo e toda imundice do mundo ou é um emprego que tem que preencher todos os requisitos da “namoradinha perfeita” (SIC) pasmem, onde só um lado é julgado (porque meu anjo, ainda bem que eu nunca julguei)
A partir dali, fui bloqueado. Surreal.
Enfim, Eduarda é uma garota muito bonita, gostosa e MUITO carismática. No entanto, demonstrou muita imaturidade ao não querer admitir os próprios erros e uma grande falta de profissionalismo. Acho que ela desdenha a profissão que está se propondo a seguir. Após a transa, ela me falou algo que acabou me marcando: “O que ganho procurando caras no Tinder? No máximo um jantar. Dessa maneira (se prostituindo) pelo menos eu posso ganhar um dinheiro.” Sinceramente, devem existir vários motivos errados para NÃO se seguir nessa profissão... mas esse é um “NÃO” bem especial.
Quando postei esse relato junto com o anterior, outros foristas comentaram que Eduarda não é nem de longe o quão novata eu assumi que ela era... Talvez isso explique um pouco a sua reação no momento que achei que seria razoável fazer “críticas construtivas” ao seu pré-atendimento (ainda bem que desisti de falar da parte da parte do atendimento em si!). Enquanto eu achava que estava dando dicas a uma novata, ela deve ter achado que eu estava tentando ensinar padre a rezar missa. Mas pelos seus erros e falta de profissionalismos descritos no conto, não achei absurdo assumir falta de experiência no ramo, não.