14 de Maio de 2024 às 02:08
BEIJO

NãO SEI

ORAL

NãO SEI

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Esse conto foi postado dias atrás..., mas ouvindo conselhos de camaradas foristas e à luz de novos fatos comentados, pedi para o Brand deletar o relato e assim estou repostando tudo, mas dividindo o relato em dois...

Essa é a primeira parte... Ocorreu na 2ª quinzena de abril de 2024.

Ah, Eduarda... como eu queria estar aqui fazendo um relato positivo de você..., mas não tem como... eu te dei todas as chances que pude. Mas seu orgulho te sabotou...

A primeira coisa que dá pra reparar é que Eduarda é diferente. Em meio as fotos de dezenas de GPs nesses sites de acompanhantes por aí, não dá pra encontrar nada parecido com a Eduarda. Uma gata falsa magra de pele cor de caramelo, belíssimas tatuagens (em especial, a do pescoço!), lindos cabelos curtos tingidos de lilás e um rostinho angelical. Eu não pude resistir!

Entrei em contato por mensagem no domingo e não obtive resposta. Tudo bem, é bem possível que ela não tenha trabalhado no domingo. Na segunda, tentei novamente e até fiz o comentário... “oi! Imagino que tenha tirado uma folga ontem, não é?”. Aí sim, ela me responde logo em seguida dizendo que tinha rolado exatamente isso.

Perguntei o preço do programa e ela me respondeu com aquela mensagem padrão: “rapidinha = 150; 30 min = 200; 1h = 300”. Fiquei pensando o que iria propor... perguntei quanto eram 2 horas e, quando ela respondeu 600, caí na besteira de mandar um emoji pensativo e fui almoçar. Pode ter parecido isso, mas o emoji não era uma insinuação de barganha. Não acho nem um pouco maneiro barganhar serviços dos outros. Eu só estava pensando o quanto eu ia gastar de Uber e motel... Afinal, Eduarda atende no Recreio e eu queria trazê-la para a Zona Sul... Quando terminei o almoço e peguei o telefone, já tinha um áudio da gata bem zangada... “Vamos fazer a conta fácil: Uma hora, 300. Duas, 600. Simples, não?”

Mandei mensagem me explicando e pedindo desculpas. Afinal, “o preço é o preço”. Ela me manda outro áudio mais calma, se justificando também, pois achou que eu estava querendo barganhar o preço do programa. Falou palavras sofridas sobre o custo do seu psicológico para fazer o que fazia. E isso me pegou de jeito. Aquela vozinha doce com sotaque bem carioca...hmmm...

Respondo explicando melhor o que aconteceu. Ela me manda um áudio falando que estava tudo bem, que na verdade ela até aceitaria negociar o preço se eu fosse honesto com ela. Falei que estava ok ser 600. E ainda perguntei como acertaríamos o Uber. Para minha surpresa, ela resolveu gentilmente incluir o Uber no preço final. Achei realmente estranho porque Uber de ida e volta do Recreio iria tranquilamente somar mais de 100 pratas. Fora que a viagem até aqui dura quase uma hora! Logo, ela ia ter que reservar quase que a tarde toda pra mim. Senti que provavelmente ela não tinha se dado conta disso tudo. Erro de principiante. Mas beleza...

Curiosamente, o papo fluiu super bem depois disso. Falamos um pouco de tatuagens, trabalho, filosofia de vida, trivialidades. Gosto disso. Eduarda estava sendo muito espontânea e deu pra criar um laço. Em determinado momento, ela me passou vídeo fofo dela mesma passeando com o cachorro como se fôssemos velhos amigos. Curti muito a espontaneidade. E foi interessante para confirmar que ela era realmente a menina do anúncio. Sem tirar nem por.

Na véspera do encontro, como já tínhamos estabelecido um certo vínculo, resolvi puxar mais um assunto a respeito das suas fotos do anúncio. Fiquei curioso para saber se ela tinha tirado aquelas fotos nas praias do Rio ou de Cabo Frio. Eduarda me responde de forma bem direta, diferente da maneira simpática que estávamos nos tratando no dia anterior. Papo vai, papo vem, e ela comenta que a sua rotina começa cedinho e tinha sempre as manhãs bem corridas. Perguntei o porquê: se ela estudava de manhã ou se ou se era a clientela que gostava de começar cedo. De forma bem ríspida, ela me responde algo assim:

“Por que quer saber? Não te conheço para te dar essas intimidades...”

Não entendi nada... ontem a menina falava comigo com doçura. Praticamente uma namoradinha. No dia seguinte, cortes que pareciam ser feitos por facas Ginsu 2000! Fiquei achando que tinha ativado algum gatilho nela... apenas pedi desculpas se havia falado algo que passou dos limites... Então ela me responde:

“Se quer me conhecer melhor, marca um horário que a gente se fala pessoalmente.”

Aí, caiu a ficha! Ela não se ligou que era eu. Ela simplesmente não parou para ver o histórico da conversa e achou que era uma pessoa aleatória no zap a abordando do nada... que bola fora!

Respirei fundo mandei uma mensagem me reapresentando, expliquei o que provavelmente estava rolando e perguntei se não era isso mesmo. Eduarda pediu não chegou a pedir desculpas, mas falou que estava com a cabeça na lua. Ela volta a ser a garota simpática que tinha trocado ideia comigo até o dia anterior. O papo volta a fluir... mas estava chateado com o vacilo e resolvo chamar a atenção dela.

"Gata, preciso te puxar a orelha de leve: eu sei que deve ter uma enxurrada de clientes querendo falar contigo. Mas por favor, presta mais atenção no histórico da conversa dos seus clientes.” Nessa hora, eu descobri o gatilho dela de verdade: orgulho. Sem reconhecer o erro, levo uma nova cortada estilo faca Ginsu 2000! Fala que eu não tenho ideia dos trocentos homens procurando por ela ao mesmo tempo e bla-bla-blá... cacete, que saco... eu recuo. Digo que cada um sabe o peso da pedra que carrega... e peço desculpas... DE NOVO! Porra, eu só queria um programa com uma gatinha... que trabalheira! Não era justamente pra ser simples?

Quando Eduarda parecia ter desencanado, aproveitei para perguntar se estava tudo certo para o encontro aqui na Zona Sul, às 13h... Ela diz que sim. E me pergunta se pode adiantar o valor do Uber. PORRA! Mas o valor do transporte não estava incluso?! Resgato a parte da conversa em que ela mesma fala que sobre esse assunto... Dessa vez, ela não teve para onde correr e deu o braço a torcer. Como sabia que ia custar uma fortuna essa viagem, ainda ofereci de renegociar o deslocamento, pois tive a nítida impressão de que quando ela falou que era por sua própria conta, ela não tinha ideia da facada que ia ser esse Uber... Só que dessa vez, ela insistiu para que mantivesse o deslocamento incluso. Então, beleza... Ela só pede para eu adiantar o valor do transporte para que depois eu descontasse dos 600. Como o deslocamento era grande, eu concordo e faço um PIX de 150 reais.

Chegando o dia do encontro, as 10h da manhã ela me manda mensagem perguntando se estava tudo certo. Disse que sim, reconfirmei o horário (14h) e passei o endereço do motel (que fica pertinho da minha casa). Saí as 13:30, pois eu queria chegar antes do horário para já ir tomando banho esperá-la já pronto para o jogo. Mando mensagem para ela saindo de casa perguntando se ela já estava a caminho. Então, às 13:40 ela me manda uma mensagem dizendo que ia fumar um cigarro e sair de casa. Da ponta do Recreio de onde ela estava vindo, até o Largo do Machado onde é o motel, é um trajeto de 50 minutos, no mínimo! Então, na melhor das hipóteses, ela já ia se atrasar uns 35 a 40 minutos... Chegando em frente ao motel, atravessei a rua e comecei a tomar uma cerveja no bar, pois estava suspeitando fortemente que não ia rolar nada.

Não deu outra. 50 minutos e 3 long necks depois, Eduarda ainda não havia saído do Recreio. Se justificou afirmando que ocorreu um incidente doméstico em sua casa cujo não desejo entrar em detalhes porque usou em sua desculpa questões de sua vida pessoal que creio que não convém expor. Apenas mandei mensagem avisando que não precisava mais vir, pois tinha compromisso mais tarde. Mesmo que não tivesse. Ia me deixar esperando tanto tempo que não tinha mais clima.

O detalhe: eu estava recém-operado do joelho! Estava indo me encontrar de muletas! E ela sabia! Eduarda deixou um homem de muletas esperando!