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Kabbelludo
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Vitória



I — O reencontro

Dois meses de ausência, de silêncio e de espera,
Até que a mensagem chegou com o nome que ela sabe usar:
"Amor, estou de volta. Vou ficar um tempo."
E o tempo, que era pausa, virou pressa.
A cidade, que estava vazia, de repente se aperta
Num só ponto: o endereço, a porta, o instante.
Ela está ali — e o que era saudade vira presença,
O que era memória vira boca, quadril, calor que se revela.



II — O encontro

Finalmente nos encontramos — e ela estava mais linda ainda.
Cabelos lisos, na altura dos ombros, a balançar,
Seios fartos, quadril que desenha e que instiga,
Cheirosa — perfume que não cansa de ficar.
Não houve palavra, não houve espera,
Agarrei seu corpo e beijei sua boca.
O beijo provou que a distância era inteira.
Pra guardar o que sente. Dois meses calaram
Num só gesto. O resto foi brasa que se espalha.



III — A entrega oral e a dominação

O clima ascendeu em vertigem e ardor,
Ela desceu com a boca em lenta devoção,
Fez-se obra-prima em cada movimento e sabor
Um oral que desmontava qualquer razão.
Logo a dominei por cima, soberano e exato,
Possuindo-a enquanto a boca buscava a sua,
Descia pelo colo, pelo seio exato,
E cada curva era uma geografia nua.
O ritmo era pacto, a pressa era engano,
E o beijo — o fio que não se rompe nem se esvai —
Mantinha o elo bruto, denso e soberano,
Enquanto o corpo dizia o que a voz não sai.



IV

Depois, a dinâmica mudou sob o signo da entrega total —
Ela se voltou, apoiou as mãos, arqueou o dorso com precisão,
E a curva da sua coluna desenhou um arco ancestral,
Como quem oferece não só o corpo, mas a própria submissão.
Os cabelos lisos caíram sobre os ombros, meio soltos,
E a nuca exposta era um convite à devoção mais bruta.
Seus seios, firmes e fartos, desenhavam relevos poucos soltos,
Enquanto o quadril — esse quadril que é mapa e rota absoluta —
Se abria em relevo perfeito, generoso e inteiro,
Como fruto que se parte para ser inteiramente provado.
Diante de mim, ela era obra e arquitetura, corpo e mistério,
Um altar de carne onde o desejo se via consagrado.
E ao possuí-la assim, no gesto que é posse e é oferenda,
Cada investida era um verso que o corpo escrevia sem pudor.
A sua beleza, de quatro, era uma chama que se acende e se estende,
E eu, diante dela, era só fome, era só olhar, era só ardor.
Até que o prazer, enfim, desabou como uma avalanche densa,
E eu gozei — não apenas no corpo, mas no instante inteiro,
Na imagem dela assim, soberba e indefesa,
No quadro que se gravou na retina — o mais verdadeiro.
Ela de quatro, para mim, era o ponto mais alto da paisagem,
E o gozo foi apenas o primeiro verso dessa viagem.



V — O intervalo e a contemplação

Enquanto eu repousava, o corpo ainda em brasa e memória,
Ela perguntou, com a voz ainda rouca de prazer:
— Posso fumar? — e eu disse que sim, sem pressa nem glória,
Apenas querendo vê-la, apenas querendo manter
Aquele instante suspenso entre o fim e o recomeço.
Ela se ergueu, nua, e foi até a janela,
E o gesto de acender o cigarro era um outro começo —
Uma dança que se fazia inteiramente bela.
A fumaça subia em voltas lentas e prateadas,
Enquanto a noite lá fora abraçava os telhados,
E ela, de pé, era uma estampa delicada e bem talhada,
Feita de sombra e luz, de traços desenhados.
Conversávamos sobre tudo e sobre nada —
O tempo, a volta, a cidade, o acaso —
E eu admirava cada curva sua, cada linha madura,
A nuca à mostra, o dorso que se estira e se apura,
Os seios em repouso, o quadril que se apoia no vão da janela,
A mão que segura o cigarro com leveza e sem tutela.
Ela fumava e falava, e eu a via como quem vê um quadro
Que não cansa de olhar, que não quer fechar os olhos.
Cada traço de fumaça era um gesto raro,
Cada palavra sua um fio de sonho e de escolhos.
E ali, de pé, na luz que vinha de fora,
Ela era tão linda quanto na cama — porque era dela,
Da sua pausa, da sua calma, da sua hora,
E eu a guardei inteira na retina, sem pressa nem cautela.
O cigarro se findou, mas a imagem não se apaga —
Vitória na janela, nua, fumando e falando,
Era o retrato de uma paz que não se desfaz nem se estraga,
E eu, ali, deitado, a admirava, apenas, enquanto ia gozando
De novo, só de vê-la assim, tão dona de si,
Tão bela, tão minha, tão livre e tão aqui.



VI — O retorno e o segundo gozo

Ela apagou o cigarro, deixou a noite na janela,
E voltou para a cama como quem volta de uma viagem.
Seus olhos encontraram os meus, e a fumaça ainda nela
Dançava, leve, como uma última miragem.
Os lábios se encontraram de novo — e o beijo era outro,
Mais denso, mais lento, como quem já sabe o caminho.
A língua dela, o piercing, aço frio e quente a um só tempo,
Tocava a minha boca e despertava o desejo antigo
Que não se extingue, que apenas espera a hora certa.
Cada movimento do metal contra a minha língua
Era um fio elétrico, uma faísca desperta,
Uma rota que se reabre e que me extingue e me instiga.
E eu, que há pouco gozara, já estava novamente inteiro,
Duro, pronto, faminto — o corpo que não nega o chamado.
A chama que parecia brasa virou fogo por inteiro,
E a sua boca, com aço e paixão, era o pecado
Mais puro que eu já provei — porque o pecado, agora,
Era menos sobre o ato, mais sobre a repetição.
Possuí-la de frente era olhar nos olhos, era ver a hora
Em que o prazer se torna uma questão de devoção.
Cada movimento meu encontrava o movimento seu,
E o piercing, na língua, deslizava enquanto eu a beijava,
Como um segredo que a sua boca me concedeu,
E a cada toque de metal, meu desejo se avivava.
Seu corpo colado ao meu, os seios contra o meu peito,
As pernas entrelaçadas, o quadril que subia e descia,
E eu, dentro dela, refazendo o caminho já feito,
Mas como quem o percorre pela primeira vez, em plena fantasia.
O prazer não é o mesmo quando se repete;
Ele se aprofunda, se torna mais agudo, mais certeiro.
É como um poema que se lê de novo e se descobre mais completo,
Ou como um abismo que se olha e se quer por inteiro.
Até que o gozo chegou — não como a avalanche primeira,
Mas como um mar que sobe devagar e cobre tudo.
Foi mais fundo, mais quieto, mais verdadeiro,
Porque a segunda vez é o eco que se faz mudo
E ao mesmo tempo rouco, porque já sabe o que diz.
Gozei dentro dela, olhando nos olhos dela,
E o piercing, na língua, tocou a minha boca e eu fiz
Um pacto com aquele instante: que ele fosse belo
Como a primeira vez, mas mais denso, mais lento,
Porque a repetição não apaga o encanto —
Ela o reinventa, o transforma em acontecimento,
E o gozo, na segunda vez, é mais limpo e mais santo
— não por ser casto, mas por ser consciente,
Porque o corpo, quando volta ao mesmo lugar,
Não volta vazio: volta sabendo o que sente,
E o prazer se torna um modo de se habitar.

Fim

Mítico 28/07/2026 14:21

Novinha interessante! Se deu bem no repeteco meu amigo

Kabbelludo 27/07/2026 13:49

Portugal: muito obrigado, meu amigo

Portugal 27/07/2026 13:01

Relato top como sempre meu amigo!
Parabéns pelo enrosco com a gata! 👏🏻

Kabbelludo 27/07/2026 10:16

Escorpio: sempre atacando, meu amigo kkkkk

Kabbelludo 27/07/2026 10:15

Peter: kkkkk valeu mestre, ela pede kkkkk

EscorpioAanonimo 27/07/2026 08:48

Kabbelludo atacando novamente! Bela menina e muito bom relato, parabéns pelo encontro!

Peter White 27/07/2026 08:02

"E a nuca exposta era um convite à devoção mais bruta"
Porra, o cara é violento kkkkkkkk

Mandando bem, menina gata. Niterói tem uma safra boa demais.

Kabbelludo 27/07/2026 02:47

Cad: sim, ela ficou 2 meses off

cad 27/07/2026 00:30

Saudades dela. Pena que ela passa tanto tempo off.

Kabbelludo 26/07/2026 23:18

Krauser: obrigado, meu amigo. Foi a terceira vez com ela e está cada vez melhor!

Strauss 26/07/2026 23:15

Parabéns, Kabbelludo!
O relato foi muito bem escrito!
E, ao que parece, foi inesquecível!

Mr69, Malvadão Carioca, Raf, Strauss, cad, Ghost Shady, Peter White, EscorpioAanonimo, Portugal, PauloCesar, Pirubaby, Ikki RJ, Carcaju, Mítico, Eddie Adams, Oscar, The Shy curtiram esse relato.
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I Contexto

​Comumente, os meus finais de semana são dedicados às civis, período em que priorizo festas, passeios e viagens, deixando o convívio com as nossas musas militares restrito aos dias de semana. Contudo, esta ocasião tomou um rumo imprevisto, e coube à Vitória salvar o meu final de semana. Eu me encontrava em uma festa acompanhado de uma civil quando, subitamente, uma crise de ciúmes desmedida fez com que ela virasse as costas e fosse embora; no momento, a atitude me deixou chateado, mas mal sabia eu o que o destino reservava.
​II
​Diante do revés, a minha reação imediata foi enviar uma mensagem para a Vitória. O pensamento nela foi estratégico e natural, visto que o seu local fica extremamente próximo à minha casa — a menos de nove minutos de carro. Mesmo com o adiantar da hora e o fato de já ser bem tarde, sua postura foi impecável: prontamente ela respondeu, afirmando que poderia me atender naquela mesma noite.
​III
​Ao chegar ao local, fui recebido com extrema cordialidade e atenção. Como a hora já avançava e a noite ia alta, decidi de imediato tomar um banho para me revigorar e deixar para trás o desgaste daquela festa.
​IV
​Ao entrar no quarto, fui imediatamente recebido por um beijo maravilhoso, daqueles que se estendem por um longo tempo e apagam qualquer aborrecimento anterior. Logo em seguida, a entrega dela foi total, partindo para o oral e me chupando com uma intensidade que ditou o ritmo do que viria a seguir.
​V
​Ela é simplesmente maravilhosa, dotada de uma beleza hipnotizante, uma simpatia genuína e um aroma marcante que domina o ambiente. Rendido a esse encanto, desejei anular qualquer distância e a comi de frente, buscando a proximidade mais absoluta e profunda. Permaneci nesse compasso por muito tempo, um enlace firme e contínuo onde os sentidos se fundiam, alternando o fervor de chupar os seus seios com a entrega poética de beijar-lhe a boca, em uma cadência intensa que parecia parar o tempo.
​VI
​Na sequência, ela pediu para ser comida de lado, desejo que atendi prontamente. Vitória mostrou-se extremamente participativa e entregue ao momento; com a voz firme, pedia que eu a comesse com força e, simultaneamente, ajudava a ditar o ritmo, impulsionando o meu quadril para intensificar cada investida. No auge desse compasso, ela girou o pescoço em minha direção para me beijar; enquanto eu a possuía, sua língua deslizava com volúpia pelos meus lábios. Ao sentir o toque metálico e provocante do seu piercing de língua — o meu verdadeiro ponto fraco —, a intensidade tornou-se avassaladora; incapaz de resistir a tamanho delírio, entreguei-me por completo ao ápice do prazer e gozei.
​VII
​A madrugada já ia avançada quando terminamos, e a intensidade do momento foi tamanha que sequer sobrou tempo para registrarmos uma foto. Além de tudo, a Vitória demonstrou uma gentileza ímpar: sabendo que a rua estava completamente deserta àquela hora, ela fez questão de que eu aguardasse a chegada do meu Uber protegido dentro de casa. Mesmo exausta pelo adiantar da hora e pelo cansaço físico, sua consideração e cuidado permaneceram impecáveis até o meu último minuto ali.
Kabbelludo 02/06/2026 01:05

Mítico: obrigado, meu amigo

Mítico 02/06/2026 00:21

Gata desse jeito o repeteco era questão de tempo. Boa meu amigo

Kabbelludo 01/06/2026 13:59

Portugal: meu amigo, é a vizinha dos sonhos kkkk

Kabbelludo 01/06/2026 13:59

Escorpio: obrigado, confrade. A civil não deu valor, a Vitória deu kkkk

Portugal 01/06/2026 13:10

Muito bom meu amigo
Parabéns pelo encontro e pelo relato.
Concordo Peter, dois seguidos é um indicativo forte! Rsrs

EscorpioAanonimo 01/06/2026 12:49

Uma ótima forma de terminar o dia, Kabbelludo, muito bem acompanhado. Parabéns pelo encontro!

Kabbelludo 01/06/2026 10:58

Peter: kkkk essa gata é apaixonante mesmo, e é praticamente minha vizinha kkk

Peter White 01/06/2026 10:14

ih, rapaz.
dois relatos seguidos é indício de paixão, vai por mim kkkkk

Thor de Copacabana, Eddie Adams, Josh, cad, Raf, PGMB, Peter White, EscorpioAanonimo, Portugal, Momoa, Andrews, Mítico, Oscar, The Shy, Ikki RJ curtiram esse relato.
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I
​Há tempos o destino tecia desencontros, e a sôfrega expectativa de conhecer Vitória esbarrava na rigidez das agendas, que insistiam em não coincidir. O tempo, esse senhor implacável das horas, parecia reter o momento exato em que os caminhos deveriam se cruzar, tornando a espera um exercício de paciência e silencioso desejo. No entanto, as linhas da vida, outrora paralelas e distantes, finalmente cederam à gravidade da mútua vontade, convergindo no instante perfeito em que a contagem dos dias deu lugar à realidade da presença.
​II
​Irrompeu, finalmente, o momento supremo da consumação visual. Se a imaginação outrora esboçava contornos de rara beleza, a tangível realidade revelou uma Vitória ainda mais deslumbrante pessoalmente, cuja presença física suplantava qualquer expectativa idealizada. Fui acolhido com uma simpatia envolvente e cortês, uma recepção que desarmava os sentidos e convidava à proximidade. Ela trajava uma espécie de roupão diáfano e transparente, sob o qual a nudez se adivinhava e se oferecia ao olhar em uma penumbra de mistério; uma indumentária magnífica que, ao velar e desvelar simultaneamente as formas de seu corpo, exercia sobre mim um fascínio avassalador, conduzindo-me às raias de uma doce e perturbadora lucidez.
​III
​Cumpridos os devidos acertos, recolhi-me ao banho com o firme propósito de apresentar-me impecável. Sob a água que vertia, busquei o apuro estético e a preparação necessários para estar perfeito para ela, refinando os sentidos para o encontro que se avizinhava.
​IV
​Ao retornar ao quarto, fui imediatamente enlaçado por um acolhimento de beijos intensos e vorazes. No âmago dessa entrega labial, o toque do piercing na língua dela revelou-se um verdadeiro prodígio de estimulação: um contraste metálico e sinuoso que, em contato com a minha boca, multiplicava as sensações e despertava um prazer sensorial extremo, quase hipnótico em sua precisão. Ato contínuo, com uma entrega deliberada e envolvente, ela me chupou com uma técnica refinada e cadência exata, elevando o deleite físico às raias de um êxtase absoluto.
​V
​Acometido por uma urgência febril, de frente a posicionei e a comi, em um embate de forças onde a carne finalmente cedia ao império do desejo absoluto. Enquanto a comia com vigor e cadência implacável, olhando em seus olhos, minhas mãos e meus lábios deslizavam de forma dramática por toda a sua extensão dérmica, como se quisesse tomar posse de cada centímetro de sua existência. Naquela atmosfera densa e quase sufocante de luxúria, eu alternava entre devorar a sua boca em beijos coléricos e chupar os seus seios com uma voracidade selvagem, fundindo os nossos gemidos no ritmo impetuoso e poético dessa entrega carnal.
​VI
​Sucumbindo ao ápice da luxúria, ela pediu para ser comida de quatro, confessando ser essa a sua maior predileção. Prontamente a posicionei e a comi com extrema vontade, um ímpeto primitivo e absoluto que preenchia o espaço entre nós. Enquanto a penetrava com vigor, meus olhos fixaram-se na perfeita marquinha de bronzeamento que adornava a sua pele, um contraste geométrico e solar que trazia a memória do fogo para a penumbra do quarto. Contemplar aquela linha clara em meio ao transe carnal tornou-se um exercício quase filosófico: ali estava a fronteira entre o calor do mundo exterior e a voracidade do nosso próprio eclipse. Sob o império dessa visão e do ritmo incessante, o desejo atingiu o seu ponto de não retorno, culminando no instante lírico em que gozei, derramando a própria essência no altar daquela carne triunfante.
​VII
​Mesmo após gozar, não conseguia largá-la. Permanecemos colados, ignorando o cansaço, enquanto ela acomodava o rosto sobre o meu peito. Nas palavras que se sucederam, conversamos mansamente, descortinando pensamentos e anseios, de modo que nos conhecemos melhor ali, no calor remanescente da carne.
​VIII
​Ficamos tão agarrados que, em pouco tempo, o calor de nossos corpos reacendeu a chama e eu já estava excitado novamente. O tempo de que dispúnhamos era escasso, correndo célere contra nós; mesmo assim, diante da mútua avidez que nos consumia, ela anuiu prontamente e deixou que iniciássemos um segundo tempo.
​IX
​O tempo, agora escasso e implacável, corria contra nós, transformando a brevidade em urgência. Sem delongas, de frente a posicionei e a comi, elevando suas pernas sobre meus ombros em uma abertura total à entrega. Sob o impacto daquela geometria carnal, ela mandou que a comesse com força, uma ordem que ecoou como um decreto absoluto no quarto. Enquanto eu a penetrava com vigor, suas mãos apertavam meu pescoço, uma restrição deliberada que sufocava o fôlego e aguçava a intensidade, ao mesmo tempo em que ela sugava minha boca com um fervor implacável. No calor daquele beijo voraz, o toque do piercing na língua agiu mais uma vez como um catalisador elétrico, exacerbando os sentidos e me excitando ainda mais em meio ao transe. Aquela fusão de entrega, oxigênio restrito e prazer extremo tornou-se um paradoxo existencial: ali, no limiar entre o controle e o abismo, não resisti à força daquela sinfonia dramática e gozei pela segunda vez, deixando que a vida vertesse caudalosa no âmago de sua posse.


Josh 01/06/2026 00:29

Belo registro da silhueta da dana.

Kabbelludo 29/05/2026 10:22

Peter: Valeu , mestre. Gostosa desse jeito, na posição que ela pedir, eu obedeço kkkk

Peter White 29/05/2026 08:52

Menina gostosa demais.
Tirou onda com o cabelo esvoaçante 👏👏👏

"[...] ela pediu para ser comida de quatro, confessando ser essa a sua maior predileção"
Nem precisa pedir essas coisas é só ficar na posição que a gente vai no cheiro kkkk

Kabbelludo 29/05/2026 00:56

Mítico/Wilson: Obrigado, meus amigos. Sim, ela é super gata! O encontro foi ótimo!

Mítico 29/05/2026 00:10

Boa meu amigo! A menina é gata e pelas fotos é uma delicinha, mandou nas fotos parceiro

Wilson00 28/05/2026 15:01

Um ótimo relato, que mostra o quão bom foi esse encontro. Parabéns!

Kabbelludo 28/05/2026 13:43

Portugal: obrigado, meu amigo. Realmente foi uma experiência muito intensa, que bom que eu consegui passar um pouco disso através do relato.

Portugal 28/05/2026 12:56

Excelente, meu amigo Kabbelludo!

A descrição da intensidade dela de quatro, o contraste da marquinha de bronze e o ápice com o "oxigênio restrito" deixaram o leitor sem fôlego junto com você. Rsrs

Parabéns pelo relato e pelo momento com a Vitória!

Kabbelludo 28/05/2026 12:12

Krauser: Obrigado, meu amigo.

Strauss 28/05/2026 11:25

Excelente, Confrade! Está de parabéns! Pelo relato, pelas fotos e pelo momento vivido! 👏🏻👏🏻👏🏻

Strauss, Carioca_ZN, EscorpioAanonimo, Raf, Andrews, Portugal, Wilson00, cad, Peter White, Thor de Copacabana, Eddie Adams, Mítico, Kylz, Oscar, The Shy, Josh, Ikki RJ curtiram esse relato.
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Achei o anúncio da Vitória esta semana nos fakeacompanhantes da vida e postei no nosso bem quisto sub-fórum da Cidade Sorriso para consultar os universitários locais. Mas estava pouco paciente, então no mesmo dia resolvi conferir a menina com meus próprios olhos (e pau). Tive resposta rápida dela ao acioná-la pelo Whatsapp, que foi objetiva, porém simpática, nas suas respostas. Ela atende na famigerada Eusébio de Queiroz 31, então a informei que ia me arrumar e podia estar lá em alguns minutos. Combinamos assim. Cheguei por lá enquanto rolava um culto evangélico extremamente barulhento praticamente ao lado do puteiro – eu nem sabia que tinha uma igreja ali. A menina abre a porta rapidamente e nem tenta se esconder por trás dela. Pude vê-la e confirmar que se trata da mesma menina do anúncio, sem tirar nem pôr. Tem entre 1,65m e 1,70m e trajava um vestido apertado que implorava pra ser arrancado. Dou boa noite e ela me leva até seu quarto.

Os conhecedores do espaço sabem que a circulação de ar do local é seu calcanhar de Aquiles. O dia estava fresco, mas o quarto era uma verdadeira sucursal do inferno. Deixo isso de lado e faço o pagamento adiantado por 1 hora quando ela pede, sem problema. Ensaiamos jogar um papo fora, mas assim que o Pix cai, eu a beijo em pé no cantinho do quarto. Beijo gostoso, demorado e envolvente. Ela tem um piercing na língua e você sente isso no beijo e no boquete. A encosto na parede e exploro o corpo da menina, levanto seu vestido e aperto sua bunda, que é enorme. Abaixo o vestido por cima e chupo seu peitinho. Ela afofa meu pau e eu tiro a calça, para que ela o segure por inteiro. Enquanto ela me punheta, eu a dedo e sinto sua lubrificação escorrer pelas minha mão. Ela, já sem vestido, deita na cama para e eu a chupo. Bucetão lisinho e gostoso de chupar. Depois trocamos de posição, comigo me deitando de barriga pra cima e ela se posicionando de lado pra chupar com gosto a minha rola.

Eventualmente peço a camisinha e nos preparamos pra foder de verdade. Primeiro peço que ela venha por cima, mas a combinação de calor, ventilador, camisinha de posto de saúde e o cansaço que acomete o corpo de idosos como eu após as 22h impede que o pau esteja em condições de encaixar direito. Ela então propõe que eu a coma de 4 antes, então ela vira o rabão pra ponta da cama e eu me posiciono atrás de pé. A camisinha já estava seca, mas aquela buceta estava encharcada, então adentrei sem maiores dificuldades. Soquei como quis. Notei que a menina é submissa, sempre com um sorriso enquanto você se diverte: dei tapas na sua bunda, apertei, segurei-a pelos ombros, cabelos e pescoço; introduzi dedos na sua boca e ela sempre abria um sorrisão quando olhava pra mim.

Depois trocamos pro papai e mamãe e afundamos um pouco a cama com a socação forte. Por fim, suadíssimo e pronto pra finalizar depois de uns 30 minutos de foda intensa, peço que fique de ladinho. Puxo seus cabelos e cintura enquanto soco e abro sua raba imensa com as mãos pra entrar tudo. Gozo com o pau dentro e fico ali por um tempo curtindo o pós-foda. Depois ela me oferece um banho com uma toalha limpa e me espera do lado de fora do banheiro. Batemos um papo no quarto enquanto eu me arrumo e parto de volta pra cuidar da minha vida.

Programa gostoso e sem enganação com uma mulher com um corpaço que fode bem gostoso e tem uma entrega total (inclusive ela me lembrou um pouco de uma versão mais moreninha da Alessandra Negrini). Tudo isso num preço bem honesto. Era o primeiro dia dela no espaço e tem planos de atender na cidade pelo futuro próximo. O único ponto fraco é o lugar que, como é conhecido, faz até beduíno passar sufoco.
Y@N 16/04/2026 01:15

Gatinha interessante, excelente Cad .

Josh 15/04/2026 23:53

Fenomenal achado, @cad!

Parabéns pelo relato!

Observadornovo 15/04/2026 21:49

Boa mano. Certamente entra na lista

Jota_RJ 15/04/2026 21:43

Interessante msm

Grisalho4.2 15/04/2026 21:25

Tambem achei interessante! Valeu por compartilhar!!!

Tronche63 15/04/2026 21:03

Caro confrade. Foda franca e sem firula. Valeu pelo relato.

Carcaju 15/04/2026 20:06

Valeu cad!
Menina interessante

cad 15/04/2026 19:15

@Kabeludo: perguntei se ela atendia fora e ela disse que sim, mas não sei se é só pra quem ela já conhece. Mas pergunta sim.

Kabbelludo 15/04/2026 19:11

Mandou bem, Cad. Tb fiquei interessado quando vi o anúncio, mas vou perguntar se ela atende em motel, no calor eu não aguento!

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