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Tópico da CARIBBEAN NIT

Rua Coronel Tamarindo, 37, Gragoatá
Niterói - RJ Niterói - RJ

(21) 98771-5984


Aiatolavo
Aiatolavo

HORAS DE SEXO
34h:30m

RELATOS:
35

POSTAGENS:
36

Membro desde
05/11/2022

HORAS DE SEXO
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05/11/2022
CHLOE
POSITIVO
60 MINUTOS
VALOR: R$380.00
10 de Junho de 2026 às 06:04
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM



"Eu sou o Desejo, não sou? É isso que eu sou; é isso que eu faço. Eu faço as coisas desejarem outras coisas. Onde eu toco, as coisas desejam, precisam e amam – atraídas por seus objetos de desejo como borboletas pela chama de uma vela."

- Desejo, dos Perpétuos

É, amigos, nada é tão igual quanto uma coisa diferente. Toda boate nova é uma promessa velha: muda o nome na fachada, muda a pintura, muda o rosto das meninas — mas o fundo é sempre o mesmo, e quem é do ramo sabe. Foi essa certeza confortável que a quebra da rotina veio testar, me levando a um lugar onde nunca estive, mas que, no fundo, visito toda semana: pessoalmente, e a todo momento, na solitude do desejo, entre um cliente e outro, entre um relatório e outro.

Estive na sempre excelente SóRelax 21, e lá me deparei com um ambiente vazio e murcho. Parecia que o feriado tinha sugado todas as energias do meu querido Centro, sobrando tão somente uma casca de si próprio. Bebericando num canto, tive a visão tomada de assalto por um clarão branco, como se estivesse num mapa de Counter-Strike e alguma alma infeliz tivesse jogado uma flashbang errada (admito: na lan house, esse infeliz muitas vezes era eu). Procurando a origem do ataque visual, notei que a casa instalou um telão atrás do pole dance, com o intuito de passar os jogos da Copa. E, quando olhei para o telão, vi algo muito melhor que qualquer jogo da nossa terrível seleção pátria: a propaganda de uma casa nova, aberta naquela semana em Niterói. Não pensei duas vezes: paguei a conta e fui direto a esse novo inferninho, essa nova chaga na noite, conferir se a regra se confirmava.

Ao chegar, fui abordado pelo segurança, que informou que a casa fecharia em breve — já eram quase três da manhã. Garanti que não haveria problema: acima de tudo, queria só dar uma olhada no ambiente e, dependendo de como fosse, voltaria em horário mais oportuno. Nisso, ele me deu uma cortesia e liberou minha entrada (só aí a casa já ganhou vinte pontos pela educação). O local é amplo, bonito e bem arrumado, com os ambientes separados: sala de fumantes, pista de dança e salão de uso comum (mais vinte pontos). Tudo novo, tudo diferente — tudo, no fundo, igual.

Quando peguei uma cerveja no bar, fui abordado por uma moça, e trocamos um papo rápido. Apesar da educação, da beleza e das promessas vazias ao pé do ouvido, meu sentido-aranha da putaria não apitou, e me retirei educadamente. Foi quando vi um grupo de meninas — e o adormecido começou a despertar. Fui direto numa magrinha de cabelos pretos, branca, belíssima de rosto, com um sorriso de enlouquecer até uma alma cínica e cansada como a minha. Ela me olhou, sorriu de novo e perguntou como eu estava. Garanti que não importava como eu estivesse até aquele momento: depois de vê-la sorrir para mim, só fazia sentido o dali em diante. Ela riu, me abraçou, e começamos a conversar.

O papo fluiu fácil, como se nos conhecêssemos fazia tempo, e, entre um drinque e outro, fiz minhas perguntas de praxe. Fomos à alcova — ao combate do guerreiro das estradas noturnas.

Foi ali que descobri que, por trás daquela carinha angelical, se escondia algo mais antigo, mais estranho, mais primal. Um djinn, talvez, ou espírito semelhante. Fosse o que fosse, estava faminto — e a mim coubera a missão de saciá-lo. Ela me beijava como quem quer arrancar algo de dentro, extrair cada gota do meu desejo. Entregou-se com sofreguidão, com um ardor que precisei rebater com pressão firme, porém calma, para que nos encontrássemos no meio do caminho. Ela me segurava com força, me obrigava a olhar nos olhos dela — e eu sustentei a força daquele olhar com toda a serenidade que ainda me restava, cadenciando o fogo dela.

Por fim, saímos ambos exaustos e satisfeitos. Lá fora, o sol já brilhava, como que acusando os boêmios por ainda estarem na rua, punindo os últimos inimigos do fim. Mas, findo o ato e paga a conta, encarei a manhã de cabeça erguida e desafiei a luz primordial do céu azul. A casa era nova; a noite, a mesma de sempre. E ainda bem.

O que é o Sol, para quem sustentou a força de um olhar repleto de desejo?
ESTRUTURA DA CASA ORGANIZAÇÃO DA CASA
EXCELENTE BOA
Diazepan 10/06/2026 21:35

Casinha nova em Niterói? Opa, que bom! Já pretendo conhecer o local, em breve! Ótimo relato, confrade!

Engeuff 10/06/2026 20:44

Nitedroi tah carente de lugares assim

Engeuff 10/06/2026 18:57

Nao conheco. Bom saber desse nova opcao

chellovekk 10/06/2026 16:15

Ótimo relato!

Aiatolavo 10/06/2026 16:03

Agradeço a todos pelas palavras gentis.

MAGRONIT, lá já foi tudo, de casa de swing a boate gay, passando por casa de show alternativa no caminho. Essa última metamorfose em puteiro não tem nem um mês.

zona 10/06/2026 14:26

Bom saber desse novo velho local em Nikiti. Obrigado pelo TD

Aquiles Espartan 10/06/2026 13:45

Boa, confrade! Mas que desbravada épica! Fazia tempos que não surgia algo novo em Niterói, a tendência parecia ser o fechamento das casas do gênero... Muito legal mesmo!

MagroNit 10/06/2026 12:49

Opa amigo. Boa desbravada. Tinham me falado que esse local era uma casa de swing, mas pelo visto é algo mais simples. E isso mesmo?

Josh 10/06/2026 09:16

Parabéns pela desbravada!

É bom ter você de volta atuante na região, confrade.

EscorpioAanonimo, Raf, lukapeta, Josh, Spirit, Aquiles Espartan, chellovekk, Peter White, Diazepan, Eddie Adams, veio_cansado, Oscar, The Shy curtiram esse relato.
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