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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Decepção. De acordo com o verbete no dicionário Oxford, significa “um sentimento de tristeza, descontentamento ou a frustração de um determinado fato inesperado; desilusão, desapontamento”. É exatamente o que venho sentindo mais e mais nos últimos meses. Seja na minha vida particular, com parentes e colegas de trabalho; seja na minha "segunda vida", aqui no Arena.
Neste último caso, a essência da decepção tem se manifestado de formas variadas, mas sempre vindo de quem passei (erroneamente) a ter apreço. De certa forma é bem feito. Quem mandou ser amigo de quem não é amigo de ninguém? Ou se afeiçoar por quem passa por cima dos próprios princípios por uma simples vingança? Só sei que achei por bem repensar alguns conceitos na intenção se fugir de novas experiências assim. É inevitável? Com certeza! Mas o quanto eu puder adiar, melhor.
E seja por sorte ou feeling, tenho conseguido administrar bem. Tanto que neste meu encontro a decepção não se fez presente.
Pra quem não me conhece, e/ou ainda não percebeu, sou um entusiasta de novas experiências. Dentro do mirrado período em que me tornei forista, já participei de uma surubinha, fiz algumas duplas e um trio, e vivi aventuras (antes, durante e depois) em puteiros. Provavelmente por isso, muitos de vocês insistem em se referir a mim como (sic) "lenda", "brabo", "o cara" ... agradeço e fico lisonjeado, mas creiam: não é bem assim. Não fiz nada que algum outro confrade já não tenha feito antes. O mesmo vale para esta desbravada que narro abaixo, que é apenas mais uma modesta contribuição para os colegas de fórum.
Como esporadicamente faço, estava olhando alguns sites de acompanhantes usando como filtro os locais mais próximos ao Pólo Norte para ver as novidades da região. Digo a vocês que é preciso disciplina, sabedoria, paciência e conhecimento para identificar possíveis furadas, que nem sempre são descaradas como uma "orientalzinha sarada e gostosa nunca anunciada", por 130/h em Vila Valqueire. Deveria oferecer ao menos uma bala Juquinha, né?
Num desses passeios virtuais vi o anúncio da Bruna e uma foto de rosto com um sorriso cativante me animou a entrar em contato para saber mais detalhes sobre seu atendimento, já que o texto dizia apenas que era uma namoradinha sapeca com local de fácil acesso no centro de Bangu.
Pré atendimento bom, com contato rápido. Dúvidas sanadas, agendei um horário para a semana seguinte, num dia que Mary sairia cedo de casa com destino oposto ao que eu estava pretendendo.
No dia marcado chego 5 minutos antes pra não ficar de bobeira na rua por muito tempo e reconhecerem minha velha fuça. Mando mensagem e ela responde dizendo que já poderia ir. Seu local é uma casa que fica em cima de uma clínica estética desativada na Estrada do Realengo. Lá atendem outras meninas, mas não vi nenhuma. Ela me recepciona trajando um shortinho jeans e um top, me dá um selinho, subimos um lance de escada e fomos direto ao seu quarto. Ela pede que o pagamento seja antecipado, algo que não me opus. Conversamos um pouco e ela me pergunta se quero tomar um banho. Mesmo vindo de casa, digo que sim, recebo uma toalha (não ensacada, mas limpíssima) e vou me lavar. Aos arquitetos e fiscais da vigilância sanitária de plantão, o banheiro é espaçoso e limpo, tendo chuveiro com água quente, sabonete líquido e enxaguante bucal.
Na volta, ela está só com um biquíni minúsculo, exibindo mais do seu corpinho esbelto. Bruna é morena, magrinha, aproximadamente 1,70 de altura, cabelos negros compridos, (na minha opinião) bonita, cujos traços faciais lembram uma índia. Destacaria sua boca, algo que me chamou a atenção nas fotos do anúncio, que fica mais bonita quando emoldura um sorriso. Seios de pequenos a médios e bunda durinha, redonda e carnuda, que elogiei e disse que, se pudesse, morderia toda. Ela retrucou "Não deixando marca nem me machucando, pode morder!". Ai Ai Ai Ui Ui! Lembrei do famoso bordão do Jorge Perlingeiro ...
Sentei na beirada da cama, ela empinou a bunda e colocou na minha cara. Alternei mordidas e beijos por toda a extensão da sua abóbada glútea, depois fui lambendo enquanto descia sua calcinha. "Isso aí, vamos dar Play na safadeza!". Ela tira a parte de cima do biquíni, vira de frente pra mim. Com beijos um pouco tímidos, passa uma das mãos nos meus cabelos e outra pelo meu peito e vai descendo. Pede que eu fique de pé e se ajoelha. Tira minha cueca, pega Rudolph, lambe a cabeça e começa um oral devagar que vai ganhando velocidade, força e pressão. Pego seus cabelos e fico apreciando o show: joga tudo na boca, massageia saco, suga a cabeça ...
Quando percebo que poderia ficar perigoso, peço para deitarmos porque eu queria retribuir. Ela me olhou e disse:
- Você vai me chupar?
- Sim.
- Sério?
- Por quê? Não gosta?
- Gosto. Mas é que tem tempo que não fazem isso comigo.
Uma ppk lisinha e cheirosa daquela e o pessoal passando batido. Enfim, fui me fartar. Meia dúzia de linguadas e Bruna começa a gemer baixinho. Hipersensibilidade? Fingimento? Não sei. Só me mantive concentrado na missão de explorar cada parte de sua buceta sem esquecer aquele grelinho suculento, que a cada investida nele, fazia sua dona suspirar fundo. Tive a impressão que ela tentava se segurar pra não gozar. Aí resolvi pegar pesado e acelerei. Ela começa a gemer mais alto e se debater mais e mais. Até que num espasmo, ela se contorce quase como no filme O Exorcista e goza de forma bem ofegante.
"Que delícia!", ela sussurra com um lindo sorriso no rosto. Subo beijando seu corpo e chupo seus seios que estavam com os bicos durinhos. Quando ia me deitar ao seu lado, já se levanta, vem por cima de mim e aplica mais um oral pra deixar meu companheiro de aventuras em ponto de bala, o que não demorou muito. Já encapado, Bruna posiciona Rudolph na entrada sua xota e senta com vontade. Nas primeiras quicadas, já ouvia ao longe a contagem regressiva pro Ano Novo: era o sinal que a champanhe ia estourar rápido, pois além de habilidosa com os quadris, ela tem a buceta muito apertada. Nessa hora o povo costuma pensar em coisas ruins pra tentar resistir. Mas eu precisava ir além, tinha que imaginar um cenário péssimo. Então me vi na praia em pleno verão, usando camisa de time de futebol, ouvindo pagode junto com pessoas que conversam cutucando. Funcionou.
Só que eu sabia que se trocasse de posição, Rudolph ia virar agulha de seringa: enfiou, espirrou. Então taquei o foda-se: segurei suas coxas e comecei a estocar de baixo pra cima no ritmo dela, ergui o corpo para chupar seus seios e poucos minutos depois dei uma gozada que poderia se converter em um depósito generoso para qualquer banco de sêmen.
Diferente do meu vigor e disposição, o tempo ainda não tinha terminado, então conversamos mais um pouco. Bruna se mostrou articulada e bem divertida. Faltando 5 minutos, tomei meu banho, me vesti e ela me acompanha até a porta.
Até breve, jovem concubina.
Observações
- não sei se foi só comigo ou se sempre age assim, mas ela não beijou de língua. Como não se esquivou das vezes em que tentei beijá-la, avaliei como bom, mesmo sem muita entrega, pois eu gostei. Mas deixo o alerta para quem acha importante beijos mais intensos.
- antes que perguntem pela foto com o gorrinho, vale lembrar que sempre peço o consentimento das meninas para fazer o registro. Bruna me pediu desculpas, mas não autorizou.
- esse relato (pra variar) é atrasado e ocorreu em Bangu. Ao verificar o link do anúncio constatei que ela agora atende em Campo Grande.
Episódios anteriores:
1) Luana da Casa Marches
2) Núbia da Casa Fernandes
3) Iza da Casa Paulista

