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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
HO HO HO
Esclarecimentos
Para a alegria de alguns e tristeza de outros, eis-me aqui. Ao contrário do que muitos estavam pensando, não me aposentei; ou seja, não estou "de volta" porque não fui a lugar algum.
Recapitulando o meu suposto "relato de despedida", digo que minha intenção ao elaborar o texto foi unicamente de encerrar os Contos do Noel, não as minhas idas e vindas como o (cada vez mais) Mau Velhinho.
É possível que tenha gente pensando que eu queria atenção. Se foi o caso, à essas pessoas digo o seguinte: vocês só sabem quem eu sou, não me conhecem. Se me conhecessem, saberiam que isso nem me passaria pela cabeça, pois sou do tipo que foge dos holofotes. Além do mais, basta reler o TD pra constatar que em nenhum momento eu disse que ia parar.
Logo ...
Antes de encerrar esse trecho inicial, quero deixar meus agradecimentos às queridas Iza Paulista e Srta Rios e aos confrades Az (de todos, o que nunca duvidou), Brutus, Conde da Valáquia, Ninho, Eddie Adams, Dante, Tenista, Oscar (que captou o espírito da coisa, mesmo sem querer), Duelista, Yan, Gusttavo Lima e Brand (sinto muito, Presida, mas por motivos óbvios, terei que declinar da sua "oferta"). Já que todos demonstraram se importar comigo, meu muito obrigado a vocês.
Introdução
Bom, já que os Contos chegaram ao fim, fiquei pensando qual tema usaria para ambientar os meus próximos TDs. Queria algo que, ao mesmo tempo, me desse liberdade de usar vários elementos diferentes, estabelecer um novo padrão aos meus textos e também proporcionar doses de diversão aos que gostam de ler meus relatos. Precisava de um Norte.
Foi quando mergulhei em um brainstorm solitário e, entre ideias, palavras e conceitos, concluo que a resposta estava na própria pergunta: se eu queria um Norte para uma próxima série de TDs, porque não me inspirar numa famosa série onde tudo começa e termina com o Norte?
Então, apresento a vocês:
E como toda boa série que se preza temos até abertura.
A ideia é percorrer vários reinos e conhecer/reencontrar damas. Para isso, as Casas Noel e Rudolph reafirmaram sua aliança em prol desse objetivo.
Bom, agora que expliquei o básico, vamos ao que vocês estão esperando: o relato.
Tinha uma pendência com Luana há alguns meses. Mesmo já tendo me enroscado com ela no dia em que nos conhecemos pessoalmente, numa dupla, eu queria/precisava ter nosso momento a sós. Devido a contratempos, muitos deles, fiquei um tempo impedido de sanar isso. Até que finalmente consegui um álibi e fui conhecer seu novo espaço.
Desço do metrô e sigo por uma rua até chegar de frente ao prédio onde ela atende. Por ser um analfabeto na zona sul, demorei alguns bons minutos até ver o número quase piscando pra mim do outro lado da pista principal onde eu me encontrava. Esperei o sinal fechar como um velocista que aguarda o tiro inicial para começar uma corrida: não só pela ansiedade de descer a chaminé da Casa Marches, mas também para não ter que esperar outra oportunidade de sinal verde para pedestres.
Já com o aval para subir , cumprimento o porteiro (não precisa se identificar, só pra constar) e sigo pelo elevador. Desço no seu andar e rapidamente localizo sua sala. Gorro a postos, toco a campainha e ela abre a porta. Após entrar, vejo Luana de salto numa lingerie vinho escuro, que exibia sua voluptuosa forma. Depois de um beijo delicioso, ela me mostra seu apê, pequeno, mas aconchegante e decorado com muito bom gosto. Mais uns amassos e beijos, vou ao banho.
Na volta, Luana me aguardava na cama ornamentada com o gorro. Me junto à ela em seu altar e começamos a nos enroscar. Beijos, aperta daqui, aperta de lá, estou eu deitado com ela por cima de mim arrancando minha cueca e fazendo Rudolph, o Pequeno, desaparecer em sua boca. Que oral, senhoras e senhores! Gostoso a ponto de me contorcer de tesão. Quando achei que poderia entregar os pontos, pedi que parasse pra trocarmos de posição. Antes de me jogar entre suas pernas, nos esfregando mais um pouco, com beijos que começaram em sua boca, fizeram um Pit Stop obrigatório nos seus seios e cessaram ao chegar em sua xana, depilada e cheirosa. Comecei a chupá-la lentamente e fui aumentando o ritmo aos poucos. Ela segurava meus (agora poucos) cabelos, gemia, me xingava ... sinto seu corpo tremendo e logo em seguida goza muito.
Me jogo em seus braços novamente e, uma vez mais, seu beijos me recepcionam, mas eram uma isca: Luana me joga de costas na cama e vem por cima. Saca uma camisinha, encapa meu companheiro de aventuras e, após acoplar seu corpo ao meu, rebola, quica e cavalga. Aperto suas coxas, bunda, nos beijamos, sugo seus seios de novo, trago seu corpo para junto do meu ... ficamos nessa alternância até que Rudolph começa a dar uma rateada.
Luana não se abala. Desmonta de meu corpo (ainda) roliço e se prontifica para animar o menino e me pergunta se me importo dela fazer uma "ligação direta". Como diz um conhecido ditado em latim, 'Se vis pacem, parabellum' ('se você quer paz, prepare-se para a guerra'). Concordei desde que não se empolgasse muito, pois já é uma região prejudicada, como é de seu conhecimento. Ela põe Rudolph, o Cambaleante, em sua boca de novo ao mesmo tempo em que estabelece a conexão elétrica. Os movimentos sincronizados funcionaram quase como um desfibrilador e eis que se ergue novamente, ficando assim até que eu atingisse o orgasmo.
Pausa para respirar, me recompor e me hidratar. Refeito, ficamos na cama batendo papo. Tomo mais um banho, me despeço dela com a certeza de que voltarei para vivermos novos e melhores momentos, e volto às ruas da princesinha do mar, em direção ao metrô. O vento, que alguns diriam ser frio, era só mais um sinal: o inverno está chegando ...
